Portaria n.º 989/2001 — Aprova a estrutura orgânica interna do Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Beja

Tipo Portaria
Publicação 2001-08-17
Última atualização 2001-10-25
Estado Em vigor texto desatualizado
Texto Tal como publicado
Ministério Ministério do Trabalho e da Solidariedade
Fonte DRE
artigos 10

Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.

1 ato modificativo · 2001-10-25, Declaração de Rectificação n.º 20-H/2001 — De ter sido rectificada a Portaria n.º 989/200…

Aprova a estrutura orgânica interna do Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Beja

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de 17 de Agosto

No preâmbulo do Decreto-Lei n.º 316-A/2000, de 7 de Dezembro, que aprovou os Estatutos do Instituto de Solidariedade e Segurança Social (ISSS), defendia-se que era necessário «dar ao sistema mais eficácia e aproximação aos cidadãos através da consagração dos centros distritais de solidariedade e segurança social como a matriz da organização do sistema com competências e poder de decisão próprio [...]». Nesse sentido a Portaria n.º 543-A/2001, de 30 de Maio, ao aprovar a estrutura orgânica do ISSS definiu uma estrutura orgânica tipo dos centros distritais de solidariedade e segurança social de modo a atingir esse desiderato. Ora, no seu desenvolvimento o CD do ISSS efectuou, após audição do director distrital, uma proposta de adequação da referida matriz organizacional à realidade concreta deste Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social.

Assim, nos termos do disposto no artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 316-A/2000, de 7 de Dezembro, e do artigo 51.º da Portaria n.º 543-A/2001, de 30 de Maio:

Manda o Governo, pelo Ministro do Trabalho e da Solidariedade, o seguinte:

1.º É aprovada a estrutura orgânica interna do Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Beja.

2.º A presente portaria entra em vigor e produz efeitos a partir de 1 de Julho de 2001.

Pelo Ministro do Trabalho e da Solidariedade, José Manuel Simões de Almeida, Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, em 28 de Junho de 2001.

ANEXO — Estrutura orgânica do Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Beja

Artigo 1.º — Objecto

O presente articulado define e regula a estrutura orgânica do CDSSS de Beja, fixando as suas atribuições e os princípios gerais de organização e funcionamento.

Artigo 2.º — Organização do CDSSS de Beja

A organização do CDSSS de Beja estrutura-se nas seguintes áreas funcionais:

a)

Unidade de Previdência e Apoio à Família;

b)

Unidade de Protecção Social de Cidadania;

c)

Estabelecimentos Integrados;

d)

Núcleo de Atendimento ao Cidadão e Comunicação;

e)

Núcleo Administrativo-Financeiro;

f)

Núcleo de Apoio Técnico.

Artigo 3.º — Unidade de Previdência e Apoio à Família

À Unidade de Previdência e Apoio à Família compete:

a)

Promover as acções necessárias ao enquadramento e vinculação das pessoas singulares no regime de solidariedade e segurança social;

b)

Proceder à inscrição das pessoas singulares e garantir a actualização dos respectivos dados de identificação;

c)

Proceder ao registo das pessoas colectivas e à actualização dos dados de identificação, sempre que necessário, para garantir a inscrição/actualização da informação das pessoas singulares, bem como ao registo de remunerações e processamento de prestações, garantindo a articulação com o IGFSS;

d)

Organizar processos e decidir sobre todas as taxas a aplicar em função de situações específicas, como sejam as dos incentivos ao emprego;

e)

Controlar a situação dos membros dos órgãos estatutários, quanto ao enquadramento no sistema e base de incidência contributiva;

f)

Assegurar, a quem de direito, o fornecimento de elementos relativos à identificação e carreira contributiva de beneficiários;

g)

Organizar processos de verificação de aptidão para o trabalho, nos enquadramentos em que tal requisito seja exigido;

h)

Tratar toda a informação no âmbito das relações internacionais, assegurando, a esse nível, a organização do processo de verificação de direitos e as acções necessárias ao processamento de benefícios, bem como garantir o fornecimento de dados às entidades competentes;

i)

Realizar as acções necessárias ao registo dos elementos de remunerações e demais dados constantes das declarações de remunerações ou de outros suportes de informação, designadamente no que respeita a equivalências e bonificações de tempo e serviço;

j)

Detectar períodos de sobreposição de remunerações ou quaisquer outras anomalias e providenciar pela sua regularização;

k)

Apreciar reclamações sobre remunerações omitidas ou declaradas incorrectamente pelos contribuintes, elaborar, oficiosamente, sempre que necessário, as respectivas declarações de remunerações e proceder à articulação adequada com o IGFSS, quando for caso disso;

l)

Apreciar omissões ou anomalias salariais dos beneficiários e proceder ao seu adequado tratamento;

m)

Assegurar, a quem de direito, o fornecimento de elementos relativos a registo de remunerações, nomeadamente através da emissão de extractos;

n)

Proceder à transferência de beneficiários;

o)

Providenciar, em articulação com o IGFSS, pelas acções conducentes ao reembolso das contribuições, bem como passar certidões ou declarações relativas à carreira contributiva dos beneficiários;

p)

Elaborar as participações das infracções de natureza contra-ordenacional de beneficiários, bem como das situações que, no mesmo âmbito, indiciem crime à segurança social;

q)

Garantir a actualização dos dados do sistema de informação;

r)

Efectuar a articulação transversal adequada à prossecução dos seus objectivos;

s)

Assegurar a organização processual e a decisão dos processos de incentivos ao emprego, isenções e reduções contributivas;

t)

Promover as acções necessárias ao tratamento das situações de pré-reforma e similares;

u)

Organizar os processos e decidir sobre a atribuição, suspensão e cessação das prestações familiares e de deficiência;

v)

Providenciar pelo controlo da prova de direitos e sua influência na atribuição e processamento de prestações;

w)

Desenvolver todas as actividades necessárias à atribuição do subsídio de doença;

x)

Organizar os processos e decidir sobre a atribuição dos subsídios de maternidade, paternidade e adopção;

y)

Organizar os processos e decidir sobre a atribuição das prestações compensatórias de subsídios de férias, de Natal e outros de natureza análoga;

z)

Promover todas as acções conducentes ao processamento das prestações;

aa) Desenvolver todas as acções tendentes a evitar o processamento indevido de prestações;

bb) Organizar os processos e decidir sobre a atribuição, suspensão e cessação das prestações de desemprego;

cc) Organizar e decidir sobre os processos de atribuição de outras prestações e ou compensações pecuniárias relacionadas com a suspensão ou cessação dos contratos de trabalho;

dd) Desenvolver as acções conducentes à reconversão profissional;

ee) Organizar os processos de atribuição das prestações de invalidez, velhice, morte e complemento por dependência, bem como colaborar com o Centro Nacional de Pensões na actualização dos dados do respectivo sistema de informação;

ff) Diligenciar pela verificação da subsistência das incapacidades temporárias;

gg) Organizar processos de verificação de situações de incapacidades permanentes para o trabalho, com vista à atribuição de prestações que exijam esse requisito;

hh) Apoiar as acções médicas no âmbito das verificações de incapacidades.

Artigo 4.º — Organização da UPAF

A Unidade de Previdência e Apoio à Família é composta por:

a)

Núcleo de Enquadramento, Vinculação e Registo de Remunerações, ao qual estão atribuídas as competências correspondentes às alíneas a) a t);

b)

Núcleo de Prestações, ao qual estão atribuídas as competências correspondentes às alíneas p) a r) e u) a ee);

c)

Serviço de Verificação de Incapacidades, ao qual estão atribuídas as competências correspondentes às alíneas q) a r) e ff) a hh).

Artigo 5.º — Unidade de Protecção Social de Cidadania

À Unidade de Protecção Social de Cidadania compete:

a)

Organizar os processos e decidir sobre a atribuição do Rmg e outras prestações de cidadania;

b)

Promover, em articulação com o Núcleo de Intervenção Social, a integração das respostas do Rmg e outras prestações de cidadania na vertente da inserção social;

c)

Prestar apoio técnico aos centros territoriais na uniformização de critérios e procedimentos no processo de atribuição da prestação do Rmg, pensão social e complementos sociais;

d)

Acompanhar e controlar a execução das medidas Rmg, pensão social e complementos sociais na atribuição da prestação;

e)

Prestar apoio técnico à coordenação e aos restantes serviços da unidade de acção social em áreas específicas não previstas nos restantes núcleos da Unidade;

f)

Promover a articulação entre os diferentes núcleos e centros territoriais no sentido da integração dos serviços e respostas, bem como a avaliação, planificação e elaboração das acções desenvolvidas, tendo em vista a melhoria do seu funcionamento e da qualidade das respostas, e o aperfeiçoamento das medidas de política social;

g)

Promover e prestar apoio técnico na dinamização e desenvolvimento de respostas inovadoras em áreas específicas não previstas nos restantes serviços da Unidade de Protecção Social de Cidadania;

h)

Promover a realização de estudos no âmbito das competências da Unidade;

i)

Inventariar e propor a realização de acções de formação específica;

j)

Preparar e acompanhar os processos de apoio judiciário;

k)

Promover a supervisão e apoio técnico especializado em todas as áreas de intervenção da protecção social da cidadania;

l)

Elaborar e acompanhar o orçamento-programa com os restantes núcleos e centros territoriais;

m)

Proceder à sistematização da informação do subsistema da protecção social da cidadania em articulação com os restantes núcleos e centros territoriais;

n)

Propor acções de sensibilização da comunidade para as diferentes áreas de intervenção da protecção social da cidadania em articulação com o Núcleo de Atendimento ao Cidadão e fomentar o voluntariado social;

o)

Realizar o estudo das condições sócio-económicas das famílias candidatas à adopção e proceder à instrução e organização dos respectivos processos;

p)

Promover, em articulação com os centros territoriais, a execução de modalidades de acção social destinadas a prevenir situações de risco e assegurar o cumprimento das respostas de protecção social da cidadania;

q)

Prestar apoio técnico aos centros territoriais nas diferentes áreas de intervenção da protecção social da cidadania;

r)

Proceder regularmente, em articulação com o Núcleo de Coordenação e Apoio Técnico, ao levantamento dos dados de identificação e caracterização relativos à população abrangida pelos centros territoriais nas diferentes áreas de intervenção da protecção social da cidadania;

s)

Promover e organizar, em articulação com os centros territoriais, o encaminhamento dos casos provenientes do atendimento de emergência nas diferentes áreas da protecção social da cidadania para as respostas mais adequadas às situações diagnosticadas;

t)

Promover, em articulação com os centros territoriais, a reabilitação e reinserção social da população portadora de deficiência;

u)

Dinamizar e prestar apoio técnico aos centros de acolhimento temporário em articulação com os centros territoriais;

v)

Dinamizar e acompanhar, em articulação com os demais núcleos e centros territoriais da unidade de solidariedade e acção social, projectos comunitários tendentes à integração social de indivíduos ou grupos, através de acções concertadas ao nível local e da participação da população alvo;

w)

Prestar apoio técnico aos centros territoriais em matéria de programas, projectos e parcerias;

x)

Inventariar, em articulação com os demais núcleos e centros territoriais da unidade de solidariedade e acção social, as necessidades e os recursos existentes no âmbito da protecção social da cidadania na sua área de actuação, com vista à adequação das respostas aos problemas diagnosticados;

y)

Dinamizar, em colaboração com os demais núcleos e centros territoriais, as parcerias necessárias à prossecução dos objectivos do subsistema de protecção social de cidadania;

z)

Dinamizar e coordenar, em articulação com os centros territoriais, o atendimento em situação de catástrofe;

aa) Instruir e organizar os processos de registo das IPSS;

bb) Promover o licenciamento de serviços e estabelecimentos de apoio social privados;

cc) Prestar apoio técnico na elaboração dos orçamentos e contas das IPSS;

dd) Desenvolver e dinamizar a cooperação com as IPSS, em articulação com os demais núcleos e centros territoriais da unidade de solidariedade e acção social, e verificar do seu cumprimento por parte das instituições;

ee) Avaliar a qualidade e verificar a regularidade do serviço prestado aos utentes das IPSS e de outros estabelecimentos de apoio social das entidades privadas;

ff) Proceder, em articulação com os centros territoriais e ouvida a rede social, ao levantamento de necessidades de obras e equipamentos das IPSS e emitir parecer social sobre os projectos de construção ou de alteração de equipamentos sociais;

gg) Prestar apoio técnico, em articulação com os centros territoriais, no que respeita à formação profissional de voluntários e pessoal ao serviço das instituições;

hh) Efectuar o atendimento dos cidadãos que recorram aos serviços, estudando os problemas apresentados e a situação sócio-económica das famílias e indivíduos em ordem à identificação e accionamento dos meios, respostas e ou encaminhamentos mais adequados aos problemas diagnosticados;

ii) Inventariar e sistematizar as necessidades dos cidadãos no quadro dos diagnósticos efectuados, por áreas específicas;

jj) Assegurar um acompanhamento sistemático e regular às famílias e indivíduos em situação de carência e ou de risco, no quadro dos programas de inserção contratualizados;

kk) Promover a execução de modalidades de acção social, em articulação com os núcleos da unidade de solidariedade e acção social, destinadas a prevenir situações de exclusão social e assegurar o cumprimento das respostas de protecção social destinadas às famílias e aos indivíduos;

ll) Desenvolver e operacionalizar atribuições da unidade de solidariedade e acção social no seu âmbito territorial de actuação, nas suas competências específicas;

mm) Promover a verificação das condições exigidas para o acesso à pensão social de invalidez, velhice, viuvez e orfandade;

nn) Organizar processos tendentes à atribuição de complementos sociais das prestações substitutivas dos rendimentos da actividade profissional, desde que careçam da verificação de rendimentos;

oo) Promover a verificação das condições de acesso à atribuição das prestações de rendimento mínimo garantido e, em colaboração com as CLA, proceder à sua atribuição, tendo em vista a satisfação das necessidades mínimas e promoção da sua progressiva inserção social e profissional;

pp) Prestar apoio técnico e acompanhamento às IPSS na preparação e execução dos programas de acção dos equipamentos sociais de acordo com as necessidades identificadas;

qq) Planificar, executar e avaliar a implementação das modalidades de acção social integrada;

rr) Participar na concepção, acompanhamento e avaliação de projectos de intervenção comunitária e de acções concertadas ao nível local com a participação da população alvo.

Artigo 6.º — Organização da UPSC

1 - A Unidade de Protecção Social de Cidadania é composta por:

a)

Núcleo de Rendimento Mínimo Garantido e Outras Prestações de Cidadania, ao qual estão atribuídas as competências correspondentes às alíneas a) a d);

b)

Núcleo de Acção Social, ao qual estão atribuídas as competências correspondentes às alíneas e) a gg).

c)

Centros territoriais, aos quais estão atribuídas as competências correspondentes às alíneas hh) a rr).

2 - Sempre que se justifique, podem ser criados núcleos subterritoriais.

Artigo 7.º — Estabelecimentos Integrados

Aos Estabelecimentos compete prosseguir modalidades de acção social integrada, visando o apoio às populações, nomeadamente nas áreas de infância, juventude, reabilitação, idosos e família.

Artigo 8.º — Núcleo de Atendimento ao Cidadão e Comunicação

Ao Núcleo de Atendimento ao Cidadão e Comunicação (UACC) compete:

a)

Implementar os planos de comunicação externa ao nível distrital;

b)

Implementar os planos de comunicação interna ao nível distrital;

c)

Colaborar ou promover campanhas de esclarecimento, extraplano, ao nível distrital, em articulação com a estrutura nacional, junto dos beneficiários, contribuintes e cidadãos em geral, com vista à divulgação de informação sobre o sistema de solidariedade e segurança social;

d)

Planear e dinamizar a representação promocional do ISSS ao nível distrital, através da organização de eventos, da presença publicitária e do apoio a iniciativas relevantes;

e)

Seguir as linhas editoriais e as normas gráficas, produzir e organizar os instrumentos de informação e divulgação distrital, em suporte escrito, audiovisual e informático;

f)

Aplicar os modelos de tratamento científico e técnico, actualização e conservação do acervo documental do CDSSS, em suporte escrito e multimédia;

g)

Implementar os modelos potenciadores da melhoria da imagem dos espaços e meios de comunicação CDSSS;

h)

Garantir a operacionalidade do parque gráfico e dos meios audiovisuais a nível distrital;

i)

Tratar as reclamações apresentadas, quer oralmente, quer por escrito, procedendo ao estudo das circunstâncias que originaram a reclamação e verificando a necessidade de implementar acções correctivas/preventivas;

j)

Propor ao director distrital a resposta a enviar ao cliente;

k)

Proceder ao registo das reclamações e respectivo tratamento na base de dados nacional;

l)

Alertar os serviços de atendimento para os erros praticados de modo sistemático que geram reclamações;

m)

Organizar e manter actualizados, em colaboração com a estrutura nacional, os ficheiros de legislação, jurisprudência e doutrina sobre matéria de interesse para o ISSS;

n)

Difundir e esclarecer os clientes internos quer de forma proactiva (difusão de documentos esclarecedores e interpretativos de nova legislação), quer de forma reactiva (sempre que solicitado);

o)

Gerir os meios e os recursos afectos às lojas;

p)

Assegurar a implementação dos processos aprovados;

q)

Coordenar as Lojas da Solidariedade e Segurança Social e os serviços locais.

Artigo 9.º — Núcleo Administrativo-Financeiro

Ao Núcleo Administrativo-Financeiro compete:

a)

Promover o recrutamento e a selecção do pessoal;

b)

Assegurar a gestão administrativa interna do pessoal;

c)

Manter actualizado o ficheiro estatístico do pessoal;

d)

Proceder ao levantamento das necessidades de formação do pessoal e elaborar o respectivo plano de formação;

e)

Executar o plano de formação aprovado;

f)

Desenvolver as acções de aprovisionamento para o centro distrital;

g)

Assegurar o expediente e arquivo do centro distrital;

h)

Elaborar, de acordo com os planos e orientações estabelecidas, as propostas de programas e projectos de investimentos anuais;

i)

Acompanhar a elaboração de projectos e cadernos de encargos para concursos de adjudicação de obras não enquadráveis no âmbito da competência do serviço regional;

j)

Vistoriar os edifícios do centro distrital e desenvolver as acções necessárias à manutenção ou melhoria das respectivas condições de segurança;

k)

Realizar as acções necessárias à locação dos bens imóveis no âmbito dos limites superiormente estabelecidos;

l)

Proceder, no âmbito dos limites superiormente definidos, à realização de obras de conservação ou reparação dos bens imóveis afectos ao centro distrital;

m)

Desenvolver as actividades necessárias aos concursos de empreitadas de obras públicas não enquadráveis no âmbito da competência do serviço regional;

n)

Gerir os recursos patrimoniais afectos ao centro distrital, assegurando, nomeadamente, a inventariação dos bens, o registo dos bens imóveis e a actualização do respectivo cadastro;

o)

Preparar e organizar o projecto de orçamento do centro distrital, em conformidade com as necessidades dos serviços e orientações superiormente emitidas;

p)

Cabimentar as despesas do centro distrital e proceder ao controlo de execução orçamental;

q)

Assegurar o controlo financeiro e contabilístico do centro distrital;

r)

Elaborar estudos, informações e propostas relativos à gestão orçamental e financeira do centro distrital;

s)

Apoiar as IPSS na elaboração do orçamento e contas, proceder à sua análise e certificação, bem como efectuar o cálculo das comparticipações a conceder às mesmas instituições;

t)

Assegurar a prestação de contas do centro distrital às entidades competentes;

u)

Efectuar recebimentos e pagamentos, em conformidade com as autorizações respectivas;

v)

Elaborar a folha de caixa e assegurar as ligações com as instituições de crédito.

Artigo 10.º — Núcleo de Apoio Técnico

Ao Núcleo de Apoio Técnico (NAT) compete:

a)

Preparar, elaborar e acompanhar a execução dos planos de actividades;

b)

Apoiar a elaboração dos programas de investimentos e acompanhar as suas execuções;

c)

Proceder à recolha e tratamento de informação estatística;

d)

Efectuar, em articulação com os serviços, os estudos destinados a obter melhoria nos níveis de funcionamento e acompanhar a introdução de novos processos de trabalho;

e)

Proceder a estudos de racionalização de procedimentos, de impressos e outros suportes de informação, numa perspectiva de modernização administrativa;

f)

Colaborar na concepção e lançamento de sistemas de informação e garantir o sigilo e a segurança da informação;

g)

Conceber e desenvolver novas aplicações e assegurar a sua manutenção;

h)

Prestar apoio técnico, na área de informática, aos serviços do centro distrital;

i)

Assegurar a instalação e condições de arranque e normal funcionamento dos pequenos sistemas, prestando o apoio necessário aos utilizadores;

j)

Organizar e instruir processo de contra-ordenação, bem como promover a execução judicial de decisões nos mesmos proferidas;

k)

Emitir parecer acerca das impugnações das decisões proferidas em processos de contra-ordenações e remetê-las a tribunal, quando for caso disso;

l)

Assegurar o patrocínio judicial do centro distrital e o acompanhamento dos processos em tribunal;

m)

Organizar e instruir processos respeitantes a beneficiários e promover a execução judicial das decisões nos mesmos proferidas;

n)

Instruir processos, designadamente disciplinares, de averiguações e de inquérito;

o)

Emitir pareceres e efectuar estudos de natureza jurídica;

p)

Processar e apreciar os pedidos de apoio judiciário.

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