Decreto Regulamentar n.º 17/2002 — Aprova o Plano de Bacia Hidrográfica do Cávado
Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.
Aprova o Plano de Bacia Hidrográfica do Cávado
Florestação;
Actividades agrícolas;
Instalação de unidades industriais e grandes superfícies comerciais;
Navegação e competições desportivas;
Extracção de inertes;
Campos de golfe;
Espaços de recreio e lazer;
Outras obras de carácter particular.
Licenciamento do domínio hídrico
Na renovação ou emissão de novos títulos de utilização do domínio hídrico deverão ser observados os princípios e recomendações constantes do Plano.
Sistemas de medidas
Para controlo do cumprimento dos objectivos, no conteúdo dos títulos de captação de água, deverão constar a obrigatoriedade de instalação de um sistema de medidas que permita conhecer com rigor os volumes totais de água extraídos mensalmente, quando se trate de volumes de água superiores a 10000 m3 mensais, ou quando os meios de extracção sejam susceptíveis de proporcionar caudais instantâneos superiores a 5 l/s.
TABELA A
Valores de eficiências globais de rega
(ver tabela no documento original)
TABELA B
Capitações de referência
1 - Capitações mínimas de referência para o consumo doméstico (para todos os horizontes do Plano):
80 l/hab./dia, para aglomerados até 1000 habitantes;
100 l/hab./dia, para aglomerados de 1000 a 10000 habitantes;
125 l/hab./dia, para aglomerados de 10000 a 20000 habitantes;
150 l/hab./dia, para aglomerados de 20000 a 50000 habitantes;
175 l/hab./dia, para aglomerados acima de 50000 habitantes.
2 - Capitações máximas de referência (incluindo todos os tipos de consumos e perdas e para todos os horizontes do Plano):
130 l/hab./dia, para aglomerados até 500 habitantes;
220 l/hab./dia, para aglomerados de 500 a 10000 habitantes;
290 l/hab./dia, para aglomerados de 10000 a 100000 habitantes;
330 l/hab./dia, para aglomerados acima de 100000 habitantes.
TABELA C.1
Dotações úteis de rega
(metros cúbicos/hectares/ano)
Ano médio
(ver tabela no documento original)
TABELA C.2
Dotações úteis de rega
(metros cúbicos/hectares/ano)
Ano crítico
(ver tabela no documento original)
TABELA D
Locais a considerar para a definição de caudais ambientais
(ver tabela no documento original)
TABELA E
Dimensionamento de infra-estruturas hidráulicas e períodos de retorno das cheias de projecto
(ver tabela no documento original)
ANEXO N.º 1
Além do presente relatório, o PBH do Cávado compreende os seguintes estudos de base, relatórios e anexos temáticos:
Fase I - Análise e diagnóstico da situação actual
Volume I - Síntese da análise e diagnóstico da situação actual.
Volume II - Enquadramento.
II.1 - Identificação dos objectivos de planeamento dos recursos hídricos.
II.2 - Contexto do PBH.
II.3 - Friso cronológico dos eventos mais relevantes para Portugal.
Volume III - Análise.
III.1 - Caracterização geral da bacia hidrográfica.
Parte 1 - Subsistema hidrológico.
Parte 2 - Subsistema infra-estruturas.
Parte 3 - Subsistema ambiental.
Parte 4 - Subsistema socioeconómico.
Parte 5 - Subsistema normativo.
Parte 6 - Subsistema institucional.
Parte 7 - Subsistema económico, financeiro e fiscal.
Volume IV - Diagnóstico.
Anexos temáticos
Anexo 1 - Análise biofísica.
Parte I - Geomorfologia e geologia.
Parte II - Solos.
Apêndice 1 - Caracterização das unidades taxonómicas de Entre Douro e Minho.
Parte III - Clima.
Parte IV - Hidrologia e hidrogeologia.
Parte V - Recursos biológicos e paisagísticos.
Anexo 2 - Análise socioeconómica.
Anexo 3 - Recursos hídricos superficiais.
Tomo 3.A - Balanço hídrico e avaliação de reservas.
Tomo 3.B - Análise das precipitações anuais e mensais médias.
Apêndice 1 - Figuras.
Apêndice 2 - Séries de precipitações reais mensais (41/42 a 90/91).
Tomo 3.C - Análise do escoamento.
Tomo 3.D - Análise do funcionamento da rede hidrométrica.
Anexo 4 - Recursos hídricos subterrâneos.
Anexo 5 - Análise da ocupação do solo e ordenamento do território.
Tomo 5.A - Distribuição da ocupação e aptidão do solo.
Apêndice 1 - Legenda Corine Land Cover.
Apêndice 2 - Relação dos grupos propostos com a legenda da carta Corine.
Tomo 5.B - Estrutura de usos e ocupações do solo.
Tomo 5.C - Ordenamento do território da envolvente à rede fluvial.
Anexo 6 - Utilizações e necessidades de água.
Tomo 6.A - Síntese da caracterização global.
Tomo 6.B - Avaliação das necessidades actuais de água para os diversos usos.
Parte 6.B.I - Abastecimento doméstico e industrial.
Apêndice A - Caracterização por concelho.
Apêndice B - Localização dos sistemas de abastecimento existentes por concelho.
Parte 6.B.II - Agricultura e agro-pecuária.
Apêndice 1 - Caracterização do aproveitamento hidroagrícola de Cabanelas.
Apêndice 2 - Necessidades hídricas na pecuária.
Apêndice 3 - Evapotranspiração de referência.
Tomo 6.C - Avaliação da qualidade da água para os diversos usos.
Apêndice 1 - Captações de águas subterrâneas - avaliação da aptidão para consumo humano.
Apêndice 2 - Captações de águas superficiais - avaliação da aptidão para a produção de água para consumo humano.
Apêndice 3 - Albufeiras de águas públicas - avaliação da aptidão para finalidades e utilizações permitidas.
Apêndice 4 - Cursos de água - avaliação da aptidão para diversas utilizações.
Tomo 6.D - Identificação e caracterização das fontes de poluição.
Parte 6.D.I - Fontes de poluição tópica.
Apêndice 1.1.1 - Metodologia para a definição do universo dos aglomerados a considerar como fontes de poluição pontual.
Apêndice 1.1.2 - Controlo analítico das ETAR.
Apêndice 1.1.3 - Eficiência das ETAR.
Apêndice 1.1.4 - Carga poluente por ponto de descarga.
Apêndice 1.1.5 - Análise gráfica das eficiências/carga poluente por concelho.
Apêndice 1.2.1 - Modelos do inquérito efectuado à indústria.
Apêndice 1.2.2 - Inventário industrial.
Apêndice 1.2.3 - Inquérito às indústrias - respostas invalidadas.
Apêndice 1.2.4 - Número de respostas/elementos obtidos por concelho.
Apêndice 1.2.5 - Coeficientes utilizados na estimativa das cargas com origem nas unidades industriais.
Apêndice 1.2.6 - Número de estabelecimentos com mais de 10 trabalhadores e número de trabalhadores - INE.
Apêndice 1.2.7 - Explorações mineiras.
Apêndice 1.2.8 - Registo de resposta do inquérito à indústria.
Apêndice 1.2.9 - Cargas por concelho e por CAE. Cargas totais por concelho. Cargas totais por CAE.
Apêndice 1.2.10 - Registos das empresas com processo de licenciamento de descarga
Apêndice 1.2.11 - Listagem dos aderentes aos contratos de adaptação ambiental.
Apêndice 1.2.12 - Listagem de unidades industriais potencialmente abrangidas pela directiva do IPPC.
Apêndice 1.2.13 - Quadros base do SIG.
Apêndice 1.3 - Resíduos sólidos.
Parte 6.D.II - Fontes de poluição difusa.
Apêndice 1 - Quantidades de azoto e fósforo aplicados por cultura nos concelhos da bacia (quilograma/hectare/ano).
Apêndice 2 - Quantidades de azoto e fósforo aplicados por cultura nos concelhos da bacia (quilograma/ano).
Apêndice 3 - Áreas dos principais sistemas culturais praticados nos concelhos da bacia.
Apêndice 4 - Quantidades de azoto e fósforo a aplicar nas culturas.
Apêndice 5 - Quantidades de nutrientes removidos do solo por algumas culturas.
Apêndice 6 - Produtividades médias das culturas nos concelhos da bacia.
Apêndice 7 - Quantidades de azoto e fósforo removidas do solo pelas culturas nos concelhos da bacia (quilograma/hectare/ano).
Apêndice 8 - Quantidades de azoto e fósforo removidas do solo pelas culturas nos concelhos da bacia (quilograma/ano).
Apêndice 9 - Quantidades de nutrientes contidos nos resíduos de algumas culturas (valores teóricos).
Apêndice 10 - Quantidades de azoto e fósforo deixadas no solo da bacia pelos resíduos das culturas.
Apêndice 11 - Balanço de azoto e fósforo para os sistemas culturais nos concelhos da bacia.
Apêndice 12 - Número de «cabeças normais» de gado ovino, caprino e bovino nos concelhos da bacia.
Apêndice 13 - Carga poluente de azoto e fósforo associada à agro-pecuária nos concelhos da bacia.
Apêndice 14 - Balanço final para o azoto e fósforo nos concelhos da bacia.
Apêndice 15 - Relação das substâncias activas homologadas para Portugal, substâncias da Lista I com potencial utilização agrícola e legislação nacional.
Anexo 7 - Infra-estruturas hidráulicas e de saneamento básico.
Apêndice 1 - Drenagem e tratamento de águas residuais.
Apêndice 2 - Regadios tradicionais.
Anexo 8 - Usos e ocupações do domínio hídrico.
Tomo 8.A - Caracterização dos usos não consumptivos.
Apêndice 1 - Cartas.
Apêndice 2 - Fichas individuais das praias fluviais.
Tomo 8.B - Caracterização de valores patrimoniais, arquitectónicos e arqueológicos.
Apêndice - Cartografia.
Tomo 8.C - Caracterização de condicionantes, servidões e restrições de utilidade pública.
Anexo 9 - Ecossistemas aquáticos e terrestres associados.
Parte I - Ecossistemas aquáticos.
Parte II - Sistemas ribeirinhos e terrestre associados.
Parte III - Avifauna.
Parte IV - Análise dos ecossistemas aquáticos e ripícolas.
Parte V - Características gerais do estuário do rio Cávado e sua importância ecológica.
Anexo 10 - Qualidade do meios hídricos.
Tomo 10.A - Águas superficiais.
Apêndice 1 - Validação dos dados da DRA - Norte através de relações entre parâmetros específicos.
Apêndice 2 - Evolução temporal e espacial da qualidade da água nos cursos de água.
Apêndice 3 - Níveis de substâncias perigosas nas águas doces superficiais.
Apêndice 4 - Cálculo de cargas mássicas na rede hidrográfica.
Tomo 10.B - Águas subterrâneas.
Apêndice 1 - Georreferenciação das captações com dados analíticos utilizados.
Apêndice 2 - Dados analíticos dos parâmetros relevantes.
Apêndice 3 - Teores de nitratos na água.
Apêndice 4 - Aquífero livre de Esposende. Evolução temporal de valores de parâmetros relevantes.
Apêndice 5 - Teores de substâncias perigosas.
Anexo 11 - Situações hidrológicas extremas.
Tomo 11.A - Análise de secas.
Apêndice 1.1 - Série histórica. Resultados da aplicação do modelo de caracterização de secas regionais.
Apêndice 1.2 - Réplica regional 1 - Resultados da aplicação do modelo de caracterização de secas regionais.
Apêndice 1.3 - Réplica regional 2 - Resultados da aplicação do modelo de caracterização de secas regionais.
Apêndice 2 - Séries de precipitação trimestral com correcção regional de assimetria e séries de precipitação trimestral com distribuição normal padrão.
Tomo 11.B - Análise de cheias.
Anexo 12 - Situações de risco.
Tomo 12.A - Riscos de erosão hídrica.
Tomo 12.B - Análise do transporte sólido e de riscos de erosão fluvial e assoreamento.
Tomo 12.C - Identificação de outras situações de risco.
Parte I - Riscos de inundação e riscos de rotura de barragens.
Parte II - Riscos de poluição.
Parte III - Riscos geológicos e geotécnicos.
Anexo 13 - Análise económica das utilizações da água.
Apêndice 1.1 - Modelo de inquérito lançado às câmaras municipais.
Apêndice 2.1 - Enquadramento institucional do território das bacias hidrográficas dos rios do Noroeste.
Apêndice 2.2 - Análise espacial da bacia hidrográfica por concelhos e freguesias.
Apêndice 5.1 - Contribuição para a caracterização socioeconómica e agrícola do conjunto dos concelhos que integram a bacia hidrográfica do rio Cávado.
Apêndice 5.2 - Consumo médio de água para rega por concelho e por tipos de regadio.
Apêndice 5.3 - Custos de utilização da água para rega.
Apêndice 7.1 - Hierarquização dos concelhos pela demografia.
Apêndice 7.2 - Hierarquização dos concelhos segundo o desempenho económico.
Apêndice 7.3 - Hierarquização dos concelhos segundo as condições sociais.
Apêndice 7.4 - Hierarquização integrada dos concelhos.
Anexo 14 - Análise do quadro normativo.
Parte I - Introdução.
Parte II - Quadro normativo pertinente a normas e objectivos de qualidade ambiental com incidência nos recursos hídricos.
Parte III - A legislação pertinente ao PNA, às utilizações do domínio hídrico e à aplicação do princípio do utilizador-pagador.
Parte IV - Acordos voluntários.
Parte V - Instrumentos de planeamento com incidência no território da bacia hidrográfica (PNDES, PDM, PROT, PEOT e PMOT).
Parte VI - Apreciação geral.
Anexo 15 - Análise do quadro institucional.
Parte I - Introdução.
Parte II - Os elementos de referência dos projectos «Eurowater» e «Water 21».
Parte III - O quadro institucional que enforma a gestão dos recursos hídricos.
Parte IV - Entidades intervenientes.
Parte V - Avaliação das capacidades dos meios humanos de serviços e organismos do Ministério do Ambiente relativamente às suas atribuições e competências.
Parte VI - Apreciação crítica do quadro institucional.
Anexo 16 - Projectos de dimensão nacional.
Fase II - Definição de objectivos
Volume I - Sumário executivo.
Volume II - Análise prospectiva do desenvolvimento socioeconómico e principais linhas estratégicas.
Volume III - Definição e avaliação de objectivos.
Anexo - Fichas de objectivos.
Fase III - Estratégias, medidas e acções
Volume - Estratégias, medidas e acções.
Fase IV - Prognóstico para os cenários de desenvolvimento
Volume - Prognóstico para os cenários de desenvolvimento.
Anexo 1 - Cálculo das utilizações e necessidades de água.
Anexo 2 - Modelo da qualidade da água.
Fase V - Programação física e financeira
Volume - Programação física e financeira.
Anexo - Fichas de projectos.
Fase VI - Normas regulamentares
Volume - Regulamento.
Relatório final
ANEXO N.º 2.
O relatório tem por suporte um anexo cartográfico, cujo original está depositado na DRAOT - Norte e no INAG e que compreende as figuras referidas no índice seguinte:
1 - Âmbito territorial do plano.
2 - Divisão administrativa da bacia hidrográfica.
3 - Usos do solo programados no âmbito dos PDM.
4 - Planos de ordenamento.
5-A - Sistemas aquíferos - Folha 1.
5-B - Sistemas aquíferos (legenda) - Folha 2.
6 - Hipsometria.
7 - Hidrografia e massas de água.
8 - Precipitação anual média.
9 - Temperatura anual média.
10 - Evapotranspiração potencial. Método de Thornthwaite.
11 - Ocupação do solo.
12 - Densidade populacional por freguesia, em 1991.
13 - Variação da população entre 1981 e 1991.
14 - População empregada por sector de actividade económica, em 1991.
15 - Utilizações consumptivas.
16 - Regadios tradicionais.
17 - Regadios públicos.
18 - Hidroelectricidade.
19 - Praias fluviais.
20 - Turismo de saúde.
21 - Postos de monitorização da precipitação.
22 - Postos de monitorização do escoamento.
23 - Escoamento anual médio.
24 - Escoamento anual em ano seco.
25 - Escoamento anual em ano médio.
26 - Produtividade dos sistemas aquíferos.
27 - Balanço das necessidades/disponibilidades em ano seco.
28 - Balanço das necessidades/disponibilidades em ano médio.
29 - Balanço necessidades/disponibilidades no semestre seco (G = 80%).
30 - Pontos de descarga de águas residuais urbanas.
31 - Principais fontes de poluição industrial.
32 - Cargas totais de origem tópica - CBO(índice 5) (urbana + industrial).
33 - Cargas totais de origem tópica - CQO (urbana + industrial).
34 - Cargas totais de origem tópica - SST (urbana + industrial).
35 - Poluição difusa - azoto.
36 - Poluição difusa - fósforo.
37 - Estações de amostragem das águas superficiais.
38 - Principais captações superficiais para produção de água para consumo humano.
39 - Águas subterrâneas, captações com dados analíticos utilizados.
40 - Qualidade dos recursos hídricos superficiais.
41 - Águas subterrâneas - Diagramas de Stiff.
42 - Águas subterrâneas - Diagramas de Piper.
43 - Zonas sensíveis e zonas vulneráveis.
44 - Áreas classificadas de protecção da natureza.
45 - Estado de conservação da galeria ripícola.
46 - Classificação dos segmentos lóticos.
47 - Sistemas de abastecimento de água.
48 - Sistemas de drenagem e tratamento de águas residuais urbanas.
49 - Nível de atendimento em sistemas públicos de abastecimento de água.
50 - Nível de atendimento em redes de drenagem de águas residuais urbanas.
51 - Nível de atendimento em drenagem e tratamento de águas residuais urbanas.
52 - Secas mais graves.
53 - Análise regional das cheias. Zonas hidrologicamente homogéneas.
54 - Zonas críticas de inundação.
55 - Zonas de risco de erosão hídrica.
56 - Riscos de poluição tópica.
57 - Riscos geológico-geotécnicos.
58 - Vulnerabilidade dos sistemas aquíferos.
59 - Sub-bacias principais.
60 - Unidades homogéneas de planeamento (UHP).
A consulta deste documento não substitui a leitura do Diário da República correspondente. Não nos responsabilizamos por eventuais incorreções resultantes da transcrição do original para este formato.
Este texto é publicado ao abrigo das condições de reutilização do próprio DRE, não ao abrigo de uma licença Legalize nem de domínio público.
DRE
Acesso universal e gratuito ao Diário da República, nos termos do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 83/2016, de 16 de dezembro, que abrange a impressão, o arquivo, a pesquisa e o livre acesso ao conteúdo dos atos publicados, em formatos eletrónicos de acesso aberto; e do regime de dados abertos da Lei n.º 68/2021, de 26 de agosto. A edição eletrónica é a que faz fé (eli:legal_value = official).