Resolução do Conselho de Ministros n.º 56/2026 — Elaboração do Programa Regional de Ordenamento do Território do Norte

Tipo Resolucao-Conselho-Ministros
Publicação 2026-03-23
Estado Em vigor
Texto Tal como publicado
Ministério Presidência do Conselho de Ministros
Fonte DRE
artigos Não indexado

Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.

Elaboração do Programa Regional de Ordenamento do Território do Norte.

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É já neste quadro que o Governo cometeu à CCDR-NORTE, I. P. a elaboração do PROT-NORTE, circunstância até agora inédita na organização administrativa do País. Efetivamente, com a publicação do DL n.º 36/2023, de 26 de maio, as CCDR passaram a constituir-se como Institutos Públicos, integrando as diversas políticas públicas que prosseguem estratégias de promoção do desenvolvimento integrado do Território - agricultura, cultura, educação, conservação da natureza, entre outras, de modo a garantir maior coesão e desenvolvimento regional, atribuindo-lhe um papel central na prossecução das políticas públicas ao nível regional.

Por seu turno, a Lei-quadro da transferência de competências para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais (Lei n.º 50/2018, de 16 de agosto), já havia reforçado a importância das esferas municipal e intermunicipal no âmbito da organização e gestão dos serviços públicos, tendo em vista uma maior qualidade e equidade de oportunidades no seu acesso, entre as quais se encontra a organização intermunicipal da rede de transporte escolar e do planeamento da oferta educativa, a elaboração e operacionalização de cartas sociais supramunicipais, a definição da rede de unidades de cuidados de saúde primários e de unidades de cuidados continuados de âmbito intermunicipal e, em matéria de cultura, as competências de articulação entre sub-regiões e dentro de cada uma delas, no que respeita aos equipamentos e estruturas culturais como no património cultural, colocando a tónica na criação de redes de cooperação.

No âmbito da Lei n.º 52/2015, de 9 de junho, alterada pelo DL n.º 169-A/2019, de 29 de novembro, são atribuídas às CIM/ AMP competências para a organização e gestão dos sistemas de transportes públicos coletivos, e para a oferta de serviços complementares de transporte flexível, reforçando a capacidade de intervenção intermunicipal ao nível das bacias de pendularidades e das relações funcionais dos territórios à escala das sub-regiões.

Assistimos assim, à consolidação do processo de descentralização em curso, estabelecendo uma governação de proximidade, baseada no princípio da subsidiariedade, que aprofunda a autonomia das autarquias locais e a sua capacidade para garantir a melhor resposta em prol do interesse dos cidadãos e das empresas que procuram uma resposta mais ágil e rápida por parte da Administração Pública.

Ao mesmo tempo, ou consequentemente, é reforçada a capacidade de intervenção das CCDR, I. P., através de novas atribuições, que muito poderão contribuir para aumentar a capacidade das regiões administrativas desempenharem, com eficácia e eficiência, a sua intervenção em políticas integradas de âmbito territorial.

Neste contexto, consideramos que estão reunidas condições que permitam uma governação multinível das políticas públicas, em especial as que se consubstanciam e ganham evidência no Território. Condições que conferem uma maior representação das pessoas, que ficam mais próximas da decisão sobre os seus interesses e necessidades, e mais capacitados para o exercício de uma cidadania ativa para uma melhor administração ao nível regional, sub-regional e local.

Neste racional, o nível regional e o nível sub-regional têm agora legitimidade e atribuições de intervenção que complementam o nacional e local.

O PROT-NORTE, enquanto instrumento de ordenamento do território, à mesoescala e ao serviço do desenvolvimento regional deve: (i) prosseguir com igual intensidade os objetivos de coesão, competitividade e equidade; (ii) valorizar todas as regiões, sub-regiões, territórios e cidades, numa ótica relacional, levando em consideração, de forma integrada, os diferentes desafios e opções estratégicas que se colocam ao nível regional e das várias e sub-regiões; (iii) promover a racionalização do processo de tomada de decisões organizativas, o aprofundamento da governação democrática, a formulação de políticas públicas mais ajustadas à diversidade territorial existente e a melhoria da prestação de serviços públicos aos cidadãos, num contexto especialmente crítico de mudanças tecnológicas acentuadas, de perda de população, de necessidade de se fazer a tripla transição, climática, energética e digital.

O seu Modelo Territorial, para além da abordagem policêntrica ao desenvolvimento urbano e à articulação entre territórios, assenta numa abordagem que reforça a cooperação interurbana, urbano-rural e urbano-industrial, enquanto fator de coesão interna e de atenuação das desigualdades socioeconómicas, através da estruturação de subsistemas territoriais que religam os centros urbanos, nas suas diferentes dimensões, com as áreas agrícolas adjacentes - o “chão do Norte”.

O trabalho colaborativo e as redes de cooperação existentes no Norte devem ser reforçados, cumprindo o paradigma subjacente a este PROT-NORTE - do Norte, com o Norte e para o Norte. A dimensão colaborativa, de auscultação e reflexão conjuntas, e de estruturação de pensamento estratégico regional é imprescindível, tendo sido um dos pilares metodológicos de presença contínua desde os trabalhos de preparação deste PROT-NORTE, traduzida na diversidade de entidades auscultadas, workshops dinamizados, reuniões setoriais e globais empreendidas, inquéritos promovidos, divulgação do avanço dos trabalhos em sede de diversos fora.

Esta é a prática a ser perpetuada para além da aprovação e entrada em vigor deste PROT-NORTE, na convicção de que o caminho a empreender para a implementação do Modelo Territorial e da sua execução, que designamos por Agenda Transformadora. Na incerteza com que, cada vez mais, se confronta o Território e a Sociedade, e com a aceleração de mudanças, eventos e ocorrências, a perpetuação da qualidade de vida das nossas comunidades só prevalecerá se a força da parceria do nosso coletivo assegurar um alinhamento num percurso conjunto, focado em objetivos claros e de longo termo. Um caminho mapeado por este PROT-NORTE, na perspetivação e conformação de todo o Sistema de Gestão Territorial, qual chave de ligação coesa com os decisores locais na prossecução dos desígnios da Região, espacializando, mas “norteando” as políticas públicas e as aspirações nacionais.

Para a operacionalização do modelo de governança preconizado, no quadro do novo modelo organizativo decorrente dos processos de descentralização e desconcentração, serão utilizados os mecanismos e os órgãos existentes:

Pretende-se promover uma estratégia de articulação na Região Norte e entre as regiões NUTS II, que garanta fluidez nas respostas à heterogeneidade dos agentes económicos e uniformidade de critérios nas tomadas de decisão, tendo em consideração que a sobreposição de competências e de funções entre organismos do Estado conduz a sobreposição de responsabilidades e, assim, a ineficiências organizacionais.

Sistema de Monitorização e Avaliação

Como já se disse, com o Decreto-Lei n.º 27/2020, de 17 de junho, deu-se mais um passo no processo de democratização da governação territorial de nível regional, com a eleição dos presidentes e de um dos vice-presidentes das CCDR pelos presidentes e vereadores das câmaras municipais, e presidentes e deputados das assembleias municipais, incluindo presidentes de juntas de freguesia, e pelos presidentes das câmaras municipais, respetivamente, circunstância até agora inédita na organização administrativa do País, e de especial momentum.

A publicação do Decreto-Lei n.º 36/2023, de 26 de maio, consolida esse processo, e as CCDR passaram a institutos públicos, integrando e articulando territorialmente políticas públicas indispensáveis à execução das políticas de desenvolvimento regional, nomeadamente nos domínios do ambiente, das cidades, da economia, da cultura, do ordenamento do território ou da agricultura. Estabelece o mesmo diploma que a articulação entre as medidas de política pública nacional e a sua operacionalização e concretização, a nível regional, é assegurada por via de um Contrato Programa (CP), aprovado pelo CCT.

Ora, do CP estabelecido entre este IP e o Governo, consta o rol de Indicadores e metas “tendo por base as potencialidades e as características geográficas, naturais, sociais e humanas do território abrangido pela CCDR Norte, I. P., com vista ao seu equilibrado desenvolvimento, considerando as carências e os interesses das respetivas populações”, justificando-se a inclusão de alguns desses Indicadores no Sistema de Monitorização e Avaliação (SMA) do PROT-NORTE.

Concomitantemente, quer a Estratégia que o PROT-NORTE consubstancia, quer o Modelo Territorial a que dá corpo, acautelam o cumprimento da maior parte dos ODS da Agenda 2030, organizados em torno dos seus 5 Ps - Planeta, Pessoas, Prosperidade, Paz e Parcerias Institucionais.

Realmente, também a interpretação territorial da Agenda 2030 das Nações Unidas e o estabelecimento dos seus 17 ODS, que inspira toda a conceção deste PROT-NORTE, tem aqui que ser vertida por via da definição de indicadores que abranjam os 5 Sistemas temáticos - Natural, Social, Económico, de Conectividades, Urbano, e o de Gestão e Governança Territoriais, aos quais se alocou a ponderação de vulnerabilidades críticas e os 4 fatores distintivos que, para além do Desafio Demográfico, incluem a Água, a Energia e a Neutralidade Carbónica.

Deste modo, o exercício de monitorização e elaboração do REOT do PROT-NORTE deverão fazer demonstrar o grau de territorialização da Agenda 2030 das Nações Unidas e, igualmente, o desempenho do Instituto Público que a CCDR Norte, IP agora configura.

Sem prejuízo da organização de base deste SMA, que pretende contribuir para o cumprimento, também por esta via, das obrigações da CCDR-Norte, IP no seu desempenho global, do ponto de vista temático reconhece-se reduzida a expressão de monitorização que o SMA encerra.

Não obstante, prevê-se neste SMA que o mesmo assegure uma abordagem adaptativa, temporal e substancial, aliás em linha com o REOT do PNPOT, traduzindo-se na integração, por via de diversas origens e fontes de informação, de outros indicadores e respetivas resultados que possam robustecer a monitorização pretendida, e que reforcem a base parametral sobre a qual se elaborará o REOT do PROT-NORTE.

Os indicadores que virão a ser considerados, integrados ou absorvidos de outros exercícios de seguimento e follow-up, terão que corresponder aos princípios aqui identificados, bem como ao contexto dos indicadores, garantindo-se que se apresentam significativos para esta monitorização, e que detêm características de mensuração, periodicidade de recolha de informação, fontes de informação fidedignas, e relevância territorial.

Assim, o SMA do PROT-NORTE ancora-se nos seguintes princípios específicos, respetivos fundamentos, Indicadores e metas associadas:

1 - Princípios basilares para definição dos Indicadores:

a)

Territorialização: apenas foram admitidos indicadores já regionalizados (indicadores macro e indicadores regionais) ou que, tendo uma baseline nacional, a sua natureza permitirá a aferição regionalizada dos mesmos (indicadores transacionais). Foi ainda dada preferência a indicadores cujo âmbito fosse o da região-plano; contudo, dado que os indicadores macro e relacionais estão, em alguns casos, ancorados no Sistema Estatístico Nacional, cuja produção é baseada na NUTS II, assume-se uma solução de compromisso, com a utilização da geografia das NUTS em alguns casos.

b)

Comparabilidade: foram identificados indicadores comuns a todo o território, com relevância para a área política a que se reportam.

c)

Especificidade: no caso de dimensões das áreas de política que relevem particularmente para uma região, manteve-se a possibilidade de seleção de indicadores específicos para as diferentes regiões, desde que devidamente justificados.

d)

Periodicidade: disponibilidade mínima bienal da informação.

e)

Disponibilidade: indicadores assentes, preferencialmente, em fontes de dados estatísticas (e.g. indicadores macro e indicadores relacionais), e em fontes administrativas existentes (e.g. indicadores transacionais).

f)

Histórico: preferência pela utilização de indicadores com séries temporais mais longas (com exceção dos indicadores transacionais).

2 - Determinação e explicitação do contexto dos indicadores:

Para efeitos do SMA do PROT-NORTE, consideram-se:

a)

Indicadores macro ou de contexto: aqueles que visam medir o contributo da região para o cumprimento de determinada meta estabelecida a nível nacional, sem uma relação obrigatória com as competências da CCDR Norte, IP;

b)

Indicadores relacionais ou de resultado: aqueles que visam medir o impacto e/ou o nível de ação numa determinada área política, ou seja, os efeitos diretos gerados na concretização dos objetivos, com uma relação indireta com as competências da CCDR Norte, IP;

c)

Indicadores transacionais ou de realização: aqueles que visam medir a performance e/ou o nível de serviço no desempenho das competências, ou seja, os produtos gerados pela concretização das atividades, com uma relação direta com as competências da CCDR Norte, IP.

3 - Quadros referenciais do Sistema de Monitorização:

Área de Política Planeamento e Desenvolvimento Regional, Urbano e Rural

Indicadores macro ou de contexto

Indicador Baseline Período da baseline Meta regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação territorial Fonte Designação fonte
PIB per capita em PPC 65.4 % 2021 Assegurar que todas as regiões NUTS II convergem em PIB per capita com a média europeia 2029 NUTS II Portal do INE Produto interno bruto por habitante em PPC (UE27=100) (Base 2016 -%) por Localização geográfica (NUTS - 2013); Anual
Proporção da População Residente em Risco de Pobreza ou Exclusão Social 23,9 % 2022 Assegurar que o nível de pobreza observado na região é inferior à média da UE27 2029 NUTS II Portal do INEEurostat Proporção da população residente em risco de pobreza ou exclusão social (Europa 2030) (%) por Local de residência (NUTS - 2013); Anual: Persons at risk of poverty or social exclusion by age and sex
Nivel Regional no Innovation Scoreboard 93,12 2023 Convergir com a média da UE27 2029 NUTS II EIS 2022 - RIS 2021 Research and Innovation (europa.eu) Summary Innovation Index
Taxa de jovens NEET (15-29 anos) 7,5 % 2022 Manter nível abaixo da média da UE27 2029 NUTS II Eurostat Young people neither in employment nor in education and training by sex and NUTS 2 regions (NEET rates)

Indicadores relacionais ou de resultado

Indicador Baseline Período da baseline Meta regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação territorial Fonte Designação fonte
Pequenas e médias empresas (PME) introdutoras de inovação de produtos ou de processos 0 NA 350 2029 NUTS II Programas Regionais Sistema de Monitorização Portugal 2030
Habitações com assinaturas de banda larga em redes de capacidade muito elevada 0 NA 89 300 2029 NUTS II Programas Regionais Sistema de Monitorização Portugal 2030
Participantes (RHAQ) com ensino superior empregados 6 meses depois de terminada a participação 65 % 2021 80 % 2029 NUTS II Programas Regionais Sistema de Monitorização Portugal 2030
Utilizadores anuais de transportes públicos novos ou modernizados 0 NA 20 000 000 2029 NUTS II Programas Regionais Sistema de Monitorização Portugal 2030

Área de Política Ordenamento do Território

Indicadores macro ou de contexto

Indicador Baseline Período da baseline Meta regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação Territorial Fonte Designação fonte
PROT publicado Não 2023 1.º semestre de 2025 2025 Região Diário da República
Proporção de Área Territorial com informação cadastral 5,99 % 2023 40 % 2029 Região DGT, BUPi
Taxa anual de artificialização líquida do Solo (km2/ano) 7,2 2018 4,7 2029 Região Observatório do Ordenamento do Território e do Urbanismo Taxa anual de Artificialização Líquida do Solo

Indicadores relacionais ou de resultado

Indicador Baseline Período da baseline Meta regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação territorial Fonte Designação fonte
Percentagem de PDM em vigor, coerentes com a legislação em vigor 14 % 2023 100 % 2029 Região DGT
Elaboração do REOT regional 0 2023 1 2029 Região CCDR Sites das CCDR e envio à tutela

Área de Política Conservação da Natureza

Indicadores macro ou de contexto

Indicador Baseline Período da baseline Meta Regionalizada final Período de cumprimento da Meta Desagregação Territorial Fonte Designação Fonte
Percentagem de território de áreas protegidas de âmbito nacional com planos de cogestão aprovados 45 % 2023 (novembro) 100 % do território regional de áreas protegidas de âmbito nacional com planos de cogestão aprovados 2029 Região CCDR/ICNF

Indicadores relacionais ou de resultado

Indicador Baseline Período da baseline Meta regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação territorial Fonte Designação fonte
N.º de planos de cogestão de áreas protegidas de âmbito nacional aprovados 5 2023 (agosto) 5 2029 Região ICNF/CCDR Planos de cogestão de áreas protegidas de âmbito nacional aprovados
N.º de aderentes à marca “Natural.pt” na região 118 2022 Aumentar em 15 % o n.º de aderentes regionais 2029 Região ICNF/CCDR N.º de aderentes à marca “Natural.pt”
N.º de planos de ação locais de controlo, contenção e erradicação de espécies exóticas invasoras aprovados 0 2023 12 2029 Região ICNF/CCDR Planos de ação locais de controlo, contenção e erradicação de espécies exóticas invasoras aprovados

Indicadores transacionais ou de realização

Indicador Baseline Período da baseline Meta regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação territorial Fonte Designação Fonte
N.º de planos de cogestão nas áreas protegidas de âmbito nacional integradas na região, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 116/2019, de 21 de agosto, com execução acompanhada 0 2023 5 2023-2029 Região CCDR/ICNF
N.º iniciativas anuais promovidas nas estruturas de visitação existentes nas áreas protegidas de âmbito nacional integradas na região 0 2023 5 * 6 2023-2029 Região CCDR
N.º de iniciativas de investigação e desenvolvimento na área da conservação da natureza, da biodiversidade e da geodiversidade acompanhadas 0 2023 5 2023-2029 Região CCDR

Área de Política Economia

Indicadores relacionais ou de resultado

Indicador Baseline Período da baseline Meta regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação territorial Fonte Designação fonte
Intensidade exportadora 36,01 % 2022 44,63 % 2029 NUTS II Portal do INE Intensidade exportadora (5) por localização geográfica (NUTS - 2013): Anual
Despesa total em I&D no PIB 1,97 % 2021 3,30 % 2029 NUTS II Portal do INE Proporção da despesa em investigação e desenvolvimento (I&D) no PIB (Base 2016 - %) por NUTS - 2013 e Setor de execução: Anual - DGEEC. Potencial científico e tecnológico nacional (setor institucional e setor empresas)
Proporção de exportações de bens de alta tecnologia 4,38 % 2022 7,10 % 2029 NUTS II Programas Regionais Proporção de exportações de bens de alta tecnologia (%) por Localização geográfica (NUTS - 2013): Anual - INE. Estatísticas do comercio internacional de bens

Indicadores transacionais ou de realização

Indicador Baseline Período da baseline Meta regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação territorial Fonte Designação fonte
Prazo para a emissão da decisão Sistema de Indústria Responsável (SIR) nos estabelecimentos industriais tipologia 1 por força dos regimes de ambiente 165 dias úteis Média de anos (maio de 2021 a novembro de 2023) Média 165 dias úteis 2029 Região Plataforma SIR Plataforma de suporte ao licenciamento industrial
Prazo para a emissão da decisão SIR nos estabelecimentos industriais tipologia 2 92 dias úteis Média de anos (maio de 2021 a novembro de 2023) Média 75 dias úteis (2 anos) 2029 Região Plataforma SIR Plataforma de suporte ao licenciamento industrial

Área de Política Cultura

Indicadores relacionais ou de resultado

Indicador Baseline Período da baseline Meta regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação Territorial Fonte Designação monte
N.º de intervenções em património cultural previstas no Programa de Investimentos para o Património Cultural 0 2023 15 2029 Região Administrativa: CCDR-UCultura e PC, IP Diagnóstico de necessidades Património Cultural - PT2030 (Bens Culturais Imóveis afetos a cada região)

Área de Política Educação

Indicadores macro ou de contexto

Indicador Baseline Período da baseline Meta regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação territorial Fonte Designação Fonte
Taxa de abandono precoce de educação e formação 6,5 % Média dos últimos 3 anos (2020-2022) 4,8 % 2029 NUTS II Portal do INE Taxa de abandono precoce de educação e formação (Série 2021 - %) por Local de residência (NUTS - 2013) e Sexo; Anual

Indicadores relacionais ou de resultado

Indicador Baseline Período da baseline Meta regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação territorial Fonte Designação Fonte
Proporção de municípios com taxa bruta de pré-escolarização superior à média nacional 55 % municípios > média nacional; 45 % < média nacional Média dos últimos 3 anos 63 % municípios > média nacional; 37 % < média nacional 2029 Região Portal do INE Taxa bruta de pré-escolarização (%) por Localização geográfica (NUTS - 2013) e Sexo; Anual
Taxa de transição/conclusão no ensino secundário 94,4 % Média dos últimos 3 anos 97,9 % 2029 Região Portal do INE Taxa de transição/conclusão no ensino secundário (%) por Localização geográfica (NUTS - 2013) e Oferta; Anual
Percentagem de alunos matriculados em Cursos Profissionais 42,3 % Média dos últimos 3 anos 52,3 % 2029 Região Dados disponibilizados pela DGEEC Alunos matriculados, por NUTS I e II, sexo e oferta de educação e formação

Indicadores transacionais ou de realização

Indicador Baseline Período da baseline Meta regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação territorial Fonte Designação fonte
N.º de escolas intervencionadas 0 2023 75 2029 Região MCT (Acordo Setorial de Compromisso para Financiamento do Programa de Recuperação/Reabilitação de escolas)

Área de Política Agricultura e Pescas

Indicadores macro ou de contexto

Indicador Baseline Período da baseline Meta Regionalizada final Período de cumprimento da meta Desagregação territorial Fonte Designaçãofonte
VAB Complexo agroalimentar (M€), a preços constantes 2016 1 366 M€ 2019 (preços correntes) 1 571 M€ 2029 Região GPP, a partir das Contas Nacionais e CEA, INE VAB Complexo agroalimentar (M€), a preços constantes 2016
Despesa em I&D Área temática: “8. Agroalimentar” (M€) 45,2 M€ Média 2014-2018 72,4 M€ 2029 NUTS II Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional. DGEEC Despesa em I&D Área temática: “8. Agroalimentar” (M€)
Peso da superfície Agrícola declarada Pedido Único (PU) com MAA (Rácio vs. Superfície Agrícola total do PU) 54,9 % 2022 57,5 % 2029 Região GPP, a partir de AG PEPAC Continente Peso da superfície Agrícola declarada PU com MAA (Rácio vs. Superfície Agrícola total do PU) (%)
Peso dos projetos contratualizados de jovens agricultores em territórios de baixa densidade 36,5 % Acumulado dos últimos 3 anos (2020-2021-2022) 38,7 % 2029 Região GPP, a partir de informação IFAP Peso dos projetos contratualizados de jovens agricultores em territórios de baixa densidade (%)

Indicadores relacionais ou de resultado

Indicador Baseline Período da baseline Meta Regionalizada final Período de cumprimento da Meta Desagregação Territorial Fonte Designação Fonte
Percentagem de explorações agrícolas com apoio ao investimento na exploração agrícola 3,8 % 2022 4,0 % 2029 Região AG PEPAC Continente SIPEPAC
N.º de beneficiários do apoio à instalação de jovens agricultores 1 248 2022 949 2029 Região AG PEPAC Continente SIPEPAC
Percentagem de Superfície Agrícola Utilizada (sal) com apoio ambiente e clima 52,2 % 2022 52,2 % 2029 Região AG PEPAC Continente SIPEPAC
Percentagem de SAU com apoio à agricultura biológica 5,4 % 2019 11,2 % 2029 Região AG PEPAC Continente SIPEPAC

Área de Política Gestão de Fogos Rurais

Indicadores macro ou de contexto

Indicador Baseline Período da baseline Meta Regionalizada final Período de cumprimento da Meta Desagregação Territorial Fonte Designação Fonte
Proporção de área abrangida por medidas de gestão de combustível 0,02 % que corresponde a 44 500 ha 2020-2021 1 % no cenário de 2 086 742 ha 2029 Região Supletivamente, relatório de atividades SGIFR, dados IPMA, ICNF (SGIF) e ANEPC Rácio entre Área Implementadas e Previstas em Gestão de Combustíveis e Fogo PreventivoRedução da taxa diária de área Ardida em ocorrências > 500 ha e dias de FWI Máximo ou superior (FWI - 38)
Incêndios rurais com duração superior 24 horas 17 Média 2020-2022 Reduzir o n.º de incêndios rurais com duração superior a 24 horas 2029 NUTS II INE Incêndios rurais com duração superior 24 horas (N.º) por Localização geográfica (NUTS - 2013)

No âmbito do procedimento de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), que se desenvolve em paralelo com o processo de elaboração do PROT-NORTE, foi efetuada a identificação, necessariamente preliminar, de um conjunto de indicadores que procuram fazer demonstrar o grau de territorialização dos ODS da Agenda 2030 na região Norte, atendendo às O&D e às Medidas propostas para concretização da Estratégia e do Modelo Territorial do PROT-NORTE.

ODS ODS Indicadores a integrar na monitorização (proposta preliminar) Indicadores a integrar na monitorização (proposta preliminar) Unidade Método de cálculo Fonte
7 Energias renováveis e acessíveis Meta 7.1 (0-100) Meta 7.1 (0-100)
Energias renováveis e acessíveis 7.1.2 Percentagem da população com acesso primário a combustíveis e tecnologias limpas % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
Meta 7.2 (0-100) Meta 7.2 (0-100)
7.2.1(b) Percentagem da produção por fontes de energias renováveis na produção de energia total % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
Meta 7.3 (0-100) Meta 7.3 (0-100)
7.3.3 Consumo de energia elétrica para iluminação das vias públicas e iluminação interior de edifícios do Estado kWh Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
9 Indústria, inovação e infraestruturas Meta 9.2 (0-100) Meta 9.2 (0-100)
9 Indústria, inovação e infraestruturas 9.2.1 Valor acrescentado bruto da indústria transformadora por pessoal ao serviço € Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
9 Indústria, inovação e infraestruturas Meta 9.4 (0-100) Meta 9.4 (0-100)
9 Indústria, inovação e infraestruturas 9.4.1 Emissão de CO2 por unidade de VAB das empresas da região Kg CO2/€ Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
11 Cidades e comunidades sustentáveis Meta 11.3 (0-100) Meta 11.3 (0-100)
11 Cidades e comunidades sustentáveis 11.3.1(a) Evolução da eficiência dos territórios artificializados por habitante % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
11 Cidades e comunidades sustentáveis 11.3.1(b) Territórios artificializados (m2) per capita m2 Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
11 Cidades e comunidades sustentáveis Meta 11.4 (0-100) Meta 11.4 (0-100)
11 Cidades e comunidades sustentáveis 11.4.1 Despesas municipais médias em património cultural e proteção da biodiversidade e paisagem per capita € Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
11 Cidades e comunidades sustentáveis Meta 11.6 (0-100) Meta 11.6 (0-100)
11 Cidades e comunidades sustentáveis 11.6.1(b) Proporção de resíduos urbanos preparados para reutilização e reciclagem % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
6 Água potável e saneamento Meta 6.1 (0-100) Meta 6.1 (0-100)
6.1.1(b) Água segura % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
Meta 6.2 (0-100) Meta 6.2 (0-100)
6.2.1(b) Acessibilidade física do serviço de saneamento de águas residuais % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
Meta 6.3 (0-100) Meta 6.3 (0-100)
6.3.1(b) Acessibilidade física ao serviço de tratamento das águas residuais % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
6.3.2 Proporção de massas de água com boa qualidade ambiental % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
6.3.3 Águas balneares com qualidade excelente
6.3.4 Nitrato nas águas subterrâneas mg NO3/litro Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
Meta 6.4 (0-100) Meta 6.4 (0-100)
6.4.2 Perdas reais de água [m3/(km.dia)] ou [l/(ramal.dia)] Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
13 Ação climática Meta 13.2 (0-100) Meta 13.2 (0-100)
13 Ação climática 13.2.2(b) Emissões de gases de efeito estufa per capita t/hab Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
13 Ação climática Meta 13.a (0-100) Meta 13.a (0-100)
13 Ação climática 13.a.1 Proporção da despesa dos municípios em ambiente % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
14 Proteger a vida marinha Meta 14.1 (0-100) Meta 14.1 (0-100)
14 Proteger a vida marinha 14.1.1 Proporção de águas subterrâneas com nutrientes dentro do Valor Máximo Recomendado por tipo de nutriente % Azoto amoniacal; %Fósforo Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
14 Proteger a vida marinha 14.1.2 Águas balneares com qualidade excelente % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
15 Proteger a vida terrestre Meta 15.1 (0-100) Meta 15.1 (0-100)
15.1.1 Proporção da superfície florestal % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
15.1.2 Rácio entre as áreas que pertencem à Rede Natura 2000 e as áreas protegidas % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
15.1.3 Nitrato nas águas subterrâneas (mg NO3/litro) mg NO3/litro Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
Meta 15.2 (0-100) Meta 15.2 (0-100)
15.2.1 Variação da área florestal (%) % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
Meta 15.3 (0-100) Meta 15.3 (0-100)
15.3.1 Territórios artificializados (m2) per capita m2/hab Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
8 Trabalho digno e crescimento económico Meta 8.9 (0-100) Meta 8.9 (0-100)
8 Trabalho digno e crescimento económico 8.9.1(a) Proporção do VAB do setor do turismo no VAB total % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)
8 Trabalho digno e crescimento económico 8.9.2 Proporção de empreendimentos turísticos com certificação ambiental % Conforme ISM - CESOP LOCAL ISM - CESOP LOCAL (Índice de Sustentabilidade Municipal)

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