Portaria n.º 23181 — Aprova os programas a observar nas cadeiras, laboratórios e trabalhos gráficos que compõem os diferentes cursos…

Tipo Portaria
Publicação 1968-01-25
Estado Em vigor
Texto Tal como publicado
Ministério Ministério da Educação Nacional - Direcção-Geral do Ensino Técnico Profissional
Fonte DRE
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Aprova os programas a observar nas cadeiras, laboratórios e trabalhos gráficos que compõem os diferentes cursos professados nos institutos industriais

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Traçados e secções.

Materiais na circulação de águas negras.

Cálculo de rede.

Evacuação das águas limpas.

Instalação das canalizações.

Vedação por válvulas e sifões.

Poços de limpeza e visita.

Execução dos trabalhos.

Esgoto das habitações; dispositivos vários (sifões, caixas de visita, válvulas, etc.).

Ventilação.

Limpeza. Autoclismos.

Destino das águas dos esgotos. Fossas.

Depuração e aproveitamento dos esgotos.

Esgotos pneumáticos.

Os esgotos de Lisboa e Porto.

4) Hidráulica agrícola:

Generalidades.

A agricultura e o clima.

O solo. Propriedades físicas e químicas. Categoria de terras.

A vida das plantas. Consumo da água para a sua constituição e compensação da evaporação (transpiração).

Substâncias fertilizantes em suspensão ou dissolução na água.

Drenagem e enxugo, colmatagens e dessalgamentos:

Drenagem.

Origens da água em excesso. Inconvenientes.

Teoria da drenagem. Efeitos da drenagem.

Estabelecimento de um sistema de drenagem: drenagem longitudinal e drenagem tansversal.

Profundidade e intervalo de drenos.

Declives, diâmetros e vazão pelos drenos e colectores.

Área semeada.

Traçado e comprimento dos drenos.

Cálculo dos emissores.

Execução de uma drenagem. Dispositivos vários. Conservação.

Poços absorventes.

Valas de enxugo (abertas e fechadas). Rega, colmatagens e dessalgamentos:

Fins de rega, das colmatagens e dos dessalgamentos. Vantagens.

Acção fertilizante, de arejamento do solo e de aquecimento.

Qualidades das águas a empregar.

Épocas de rega. Quantidades de água em cada rega e em cada período de rega. Caudais. Dados práticos.

Captação das águas. Derivação com e sem açude.

Canais de rega. Traçados, perfis e velocidades.

Obras de arte.

Perdas por evaporação e infiltração.

Módulos e partidores. Distribuição da água e de irrigação. Períodos de rega e horário.

Métodos de rega, armação do terreno. Sistema distributivo e colector:

a)

Escorrimento;

b)

Inundação;

c)

Submersão;

d)

Infiltração;

e)

Aspersão.

Escolha do método a adoptar.

Execução dos trabalhos.

Rega para fins especiais.

Obras de rega em Portugal.

Utilidade das colmatagens. Águas utilizáveis.

Métodos de colmatagem (contínuo e intermitente).

Conservação das obras de rega e de colmatagem.

Dessalgamento dos terrenos. Valorização.

Aula Prática de Hidráulica - II

1) Aplicação sobre as matérias constantes do programa da cadeira para melhor compreensão e facilidade de aplicação.

2) Comparação de várias secções de esgoto e escolha da secção mais conveniente.

3) Cálculo de uma pequena rede de distribuição de águas, organizando-se o projecto com todas as peças necessárias.

4) Cálculo da medição do caudal de um curso de água.

5) Consulta de formulários, tabelas, catálogos e bibliografia necessários para a execução dos trabalhos práticos a realizar. Visitas e missões de estudo.

6) Abastecimento de águas a Lisboa. Depósito das Amoreiras. Aqueduto das Águas Livres e depósito dos Barbadinhos. Captação por poços do Carregado à sede da Companhia para examinar o plano geral de captação, condução e distribuição de água à cidade.

7) Câmara Municipal de Lisboa. Consulta dos planos respeitantes ao sistema de esgotos da cidade.

8) Visita no fim do curso, tendo por objecto a observação das principais obras de hidráulica do País, já exetadas ou em construção, como sejam os serviços de captação de águas, saneamentos da cidade do Porto (esgotos pneumáticos). Barragens de centrais hidroeléctricas ou para irrigação, etc.

19.ª CADEIRA

Topografia

1) Noções preliminares:

Definições:

a)

Topografia;

b)

Planimetria;

c)

Altimetria;

d)

Limite das plantas topográficas.

Escalas. Cartas.

Sinais convencionais.

2) Representação do relevo do terreno:

Pontos cotados:

Método.

Problemas.

Curvas de nível:

Método.

Problemas.

Normais.

Método hipsométrico.

3) Leitura e utilização de cartas:

Medições de distâncias na carta. Curvímetros de mostrador e escala.

Medição de áreas na carta:

Métodos analíticos.

Método mecânico. Planímetro.

Exercícios de leitura de uma carta:

Leitura de uma carta sem a comparar com o terreno.

Leitura de uma carta feita em face do terreno.

Relações entre a planimetria e o nivelamento. Leis de Brisson.

Desenho e reprodução de cartas. Pantógrafo.

4) Orientação:

a)

Pela bússola;

b)

Por meio da carta;

c)

Pelos astros;

d)

Por indícios e informações.

5) Planimetria:

Métodos de levantamento:

a)

Método das coordenadas ou das normais;

b)

Método das poligonais ou de caminhar e medir;

c)

Método das coordenadas polares ou de irradiação;

d)

Método de intersecção;

e)

Método de Pothenot ou dos pontos isolados;

f)

Método dos alinhamentos;

g)

Método da triangulação;

h)

Método fotográfico;

i)

Combinação dos métodos fundamentais.

Medição de distâncias no terreno:

a)

Alinhamentos;

b)

Medição directa de distâncias;

c)

Medição indirecta de distâncias. Miras, estádias simples e lunetas topográficas. Telémetros.

Medição de ângulos:

a)

Esquadros;

b)

Goniómetros: pantómetro e bússolas;

c)

Goniógrafos: prancheta, alidades e acessórios.

Levantamentos expeditos.

6) Altimetria:

Definições:

a)

Nivelamento;

b)

Superfícies e linhas de nível;

c)

Níveis verdadeiro e aparente.

Processos de nivelamento:

a)

Nivelamento directo. Modelos de cadernetas;

b)

Nivelamento indirecto. Modelos de cadernetas;

c)

Nivelamento barométrico;

d)

Causa de erros de nivelamento.

Instrumentos usados no nivelamento directo:

a)

Níveis. Tipos. Verificações e rectificações;

b)

Níveis de óculo. Tipos. Verificações e rectificações.

Nivelamentos expeditos.

7) Instrumentos de planimetria e nivelamento indirecto:

Teodolitos:

a)

Descrição. Tipos de teodolitos;

b)

Condições de funcionamento do teodolito na medição de ângulos;

c)

Rectificações dos teodolitos;

d)

Métodos de repetição, de reiteração e das observações cruzadas.

Taqueómetros. Utilização, verificações e rectificações.

Taqueómetros auto-redutores.

8) Fotogrametria:

Fotogrametria terrestre.

Fotogrametria aérea.

Aparelhos usados:

a)

Câmaras fotográficas;

b)

Fototeodolitos;

c)

Restituidores;

d)

Aparelhos estereofotogramétricos.

9) Topografia mineira:

Execução dos levantamentos.

Aparelhos usados:

a)

Bússolas de mina: agrimensor e suspensa;

b)

Teodolitos;

c)

Alvos luminosos.

10) Execução dos levantamentos. Cálculos topográficos:

Levantamento das poligonais:

a)

Medições dos comprimentos dos lados e dos ângulos;

b)

Cálculo das poligonais. Azimutes dos lados. Coordenadas cartesianas dos vértices;

c)

Compensação das poligonais, analítica e gráfica;

d)

Poligonação apropriada na triangulação.

Métodos:

a)

De irradiação;

b)

Das normais;

c)

Das intersecções;

d)

De recorte;

e)

Dos alinhamentos;

f)

Das medidas métricas;

g)

Expeditos.

11) Hidrografia:

Levantamentos hidrográficos.

Nivelamentos.

Aula Prática de Topografia

1) Exercícios de leitura de cartas:

a)

Instrumentos usados;

b)

Conhecimento dos sinais convencionais;

c)

Exame das formas naturais de terreno, simples e compostas, e das relações entre a planimetria e o nivelamento;

d)

Avaliação de áreas na carta. Uso do planímetro;

e)

Exercícios de perfis do terreno, na carta;

f)

Descrição completa de um trecho de terreno representado na carta.

2) Uso do pantógrafo.

3) Exercícios de orientação.

4) Medições directa e indirecta de distâncias.

5) Medições de ângulos. Goniómetros e goniógrafos.

6) Exercícios de nivelamento directo e indirecto.

7) Uso dos níveis de óculo, dos teodolitos, dos taqueómetros e alidades. Aparelhos auto-redutores.

8) Rectificações da aparelhagem indicada no número anterior.

9) Nivelamento geométrico de perfis, desenhando-os em seguida.

10) Execução, no campo, de levantamento à prancheta e a taqueómetro, desenhando a respectiva planta.

11) Idem com esquadros e fitas.

20.ª CADEIRA

Elementos de Topografia (1.º semestre)

1) Introdução:

Definições:

Escalas. Cartas.

Sinais convencionais.

2) Representação do relevo do terreno:

Pontos cotados.

Curvas de nível.

Normais.

Método hipométrico.

3) Leitura e utilização das cartas:

Medições de distâncias na carta.

Medição de áreas na carta:

a)

Métodos analíticos;

b)

Método mecânico. Planimetro.

Leitura de cartas.

Desenho e reprodução de cartas. Pantógrafo.

4) Orientação:

Pela bússola.

Por meio de carta.

Pelos astros.

5) Planimetria:

Métodos de levantamento:

a)

Método de triangulação;

b)

Método das poligonais;

c)

Método das coordenadas rectangulares ou das normais;

d)

Método de irradiação ou das coordenadas polares;

e)

Método de intersecção;

f)

Método de alinhamentos;

g)

Método fotográfico;

h)

Combinação dos métodos.

Determinação dos azimutes dos lados dos polígonos e dos triângulos.

Cálculo das coordenadas cartesianas dos vértices.

Medição de distâncias no terreno:

a)

Alinhamentos;

b)

Medição directa de distâncias;

c)

Medição indirecta de distâncias. Miras, estádias simples e lunetas topográficas. Telémetros.

Medição dos ângulos. Aparelhos e seu uso.

a)

Esquadros;

b)

Goniómetros;

c)

Goniógrafos.

6) Altimetria:

Nivelamento. Superfícies e linhas de nível. Níveis verdadeiro e aparente.

Processos de nivelamento:

a)

Nivelamento directo;

b)

Nivelamento indirecto;

c)

Nivelamento barométrico;

d)

Causas de erros de nivelamento.

Instrumentos usados no nivelamento directo:

a)

Níveis. Tipos. Verificações e rectificações;

b)

Níveis de óculo. Tipos;

c)

Exame e uso dos níveis de óculo.

7) Instrumentos:

Teodolitos:

a)

Descrição do instrumento. Tipos de teodolitos;

b)

Condições de funcionamento do teodolito na medição dos ângulos;

c)

Uso dos teodolitos.

Taqueómetros. Exame e uso.

Taqueómetros auto-redutores.

8) Levantamentos expeditos.

Aula Prática de Elementos de Topografia

1) Exercícios de leitura de cartas:

a)

Instrumentos usados;

b)

Conhecimento dos sinais convencionais;

c)

Exame das formas naturais de terreno, simples e compostas; e das relações entre a planimetria e o nivelamento;

d)

Avaliação de áreas;

e)

Exercícios de perfis do terreno, na carta.

2) Levantamento à fita. Desenho da planta.

3) Levantamento a taqueómetro. Desenho da planta.

4) Nivelamento de um perfil, desenhando-o em seguida.

21.ª CADEIRA

Estradas e Caminhos de Ferro - I

Estradas

1) Introdução:

Definições. Estatística.

Classificação das estradas portuguesas. Plano rodoviário.

Partes componentes de uma estrada:

a)

Faixa de rodagem. Largura e forma;

b)

Bermas;

c)

Valetas;

d)

Taludes.

Eixo, planta, perfis e trainéis de estrada:

a)

Eixo de estrada;

b)

Planta;

c)

Perfis longitudinais;

d)

Perfis transversais;

e)

Construção e sobreposição de perfis;

f)

Trainéis.

2) Veículos. Resistências à sua circulação e esforço tractor:

Veículos.

Resistências ao movimento:

a)

Resistência ao movimento em terreno horizontal;

b)

Resistência ao movimento nas rampas;

c)

Resistência do ar.

Tracção mecânica. Esforço de tracção e consumo de energia.

3) Estudo e redacção de projectos:

Considerações sobre os traçados:

a)

Considerações estratégicas;

b)

Considerações económicas;

c)

Considerações técnicas. Plano rodoviário.

Trabalhos de campo:

a)

Reconhecimento;

b)

Levantamento da planta geral;

c)

Piquetagem dos alinhamentos rectos e vértices da poligonal;

d)

Medições de ângulos;

e)

Piquetagem das curvas;

f)

Piquetagem geral;

g)

Nivelamento longitudinal;

h)

Perfis transversais;

i)

Planta parcelar;

j)

Notas diversas a colher no campo;

k)

Modelos de cadernetas.

Trabalhos de gabinete. Plano rodoviário:

Peças desenhadas:

a)

Nomenclatura, disposição e organização das peças desenhadas. Normas portuguesas;

b)

Planta geral;

c)

Perfil longitudinal;

d)

Perfis transversais. Perfis-tipos;

e)

Planta parcelar;

f)

Obras de arte.

Peças escritas:

a)

Normas portuguesas;

b)

Memórias descritiva e justificativa. Cadernos de encargos;

c)

Medições das obras;

d)

Séries de preços;

e)

Orçamento.

Comparação de traçados.

4) Curvas de concordância:

Inscrição dos veículos nas curvas:

a)

Sobrelargura nas curvas;

b)

Sobreelevação nas curvas;

c)

Visibilidade nas curvas.

Concordância de alinhamehtos. Curvas circulares e de transição.

Concordância de trainéis.

5) Cálculos das áreas dos perfis transversais e de volumes:

Cálculo das áreas dos perfis:

a)

Processos geométricos;

b)

Processos analíticos;

c)

Processos mecânicos.

Cálculo doa volumes:

a)

Método exacto;

b)

Métodos da média das áreas e da média das distâncias entre perfis;

c)

Método da área média;

d)

Mapas de cálculo de volumes.

Compensação das terraplenagens.

6) Distribuição das terras:

Generalidades.

Distribuição pelo mapa ou por gráficos.

Distribuição pelo método gráfico de Lalanne.

Distribuição pelo método gráfico de Bruckner:

a)

Construção da curva de Bruckner;

b)

Propriedades desta curva;

c)

Determinação da linha de distribuição;

d)

Determinação da distância média de transporte;

e)

Prática do método.

7) Execução das terraplenagens:

Restabelecimento do traçado. Pontos de nível para a execução das terraplenagens.

Execução das escavações.

Execução dos aterros. Compactação.

Regularização e consolidação de taludes.

Execução das terraplenagens por meios mecanizados.

8) Obras de arte correntes e acessórios. Generalidades.

9) Pavimentação:

Generalidades.

Tipos de pavimentos:

a)

Pavimentos de pedra britada;

b)

Calçadas;

c)

Pavimentos de betão;

d)

Pavimentos betuminosos;

e)

Outros tipos do pavimentos.

10) Vias urbanas:

Perfis-tipos de arruamentos.

Traçado de arruamentos.

Passeios e alamedas.

Acessórios:esgotos e arborização.

11) Conservação e reparação das estradas:

Estatuto das estradas nacionais.

Organização do pessoal.

Reparação de empedrados e calçadas.

Reparação de pavimentos betuminosos.

Reparação de outros tipos de pavimentos.

Conservação das partes acessórias.

12) Polícia de estradas - Estatuto das Estradas Nacionais.

Aula Prática de Estradas

Projecto de um troço de estrada, compreendendo trabalhos de campo e a elaboração de todas as peças desenhadas e escritas que o constituem.

Estradas e Caminhos de Ferro - II

Caminhos de ferro

1) Introdução:

História.

Classificação das linhas de caminhos de ferro portugueses.

Ideia geral da organização dos serviços de caminhos de ferro.

2) Noções gerais do estudo de um traçado de caminhos de ferro:

Características técnicas. Infra-estruturas.

Escolha da bitola da via.

Raios das curvas.

Inclinação de trainéis.

Posição das estações e bifurcações.

3) Via férrea:

Perfis transversais-tipos.

Elementos essenciais da superestrutura:

a)

Carris;

b)

Juntas dos carris: barretas, parafusos e anilhas. Calços;

c)

Fixação de carris. Tira-fundos;

d)

Cunha Barberot e encostos metálicos;

e)

Fixadores de carris, estroncas;

f)

Travessas;

g)

Balastro;

h)

Contracarris das passagens de nível.

4) Aparelhos e grupos de aparelhos de via, atravessamentos;

Mudanças de via simples e dupla.

SS ou diagonais de ligação simples e duplas.

Atravessamentos:

a)

Atravessamentos oblíquos;

b)

Atravessamentos rectangulares;

c)

Transversais de junção simples;

d)

Transversais de junção dupla.

Bretelle.

Manobra de agulhas.

Cálculo das mudanças de via e dos atravessamentos.

Placas girantes.

Chariots rolantes.

5) Traçado de curvas:

Generalidades.

Escalas. Disfarce da escala.

Curvas circulares e de transição.

Métodos de regularização por correcção das fechas.

Concordância de trainéis.

6) Assentamento e conservação da via:

Assentamento da via. Distribuição de carris curtos nas curvas.

Deformações da via.

Organização do serviço de conservação.

Pessoal de conservação.

Trabalhos de conservação. Linha electrificada.

7) Obras de arte:

Obras de arte destinadas a dar esgoto às águas (vide 1.º ano).

Obras destinadas ao restabelecimento de comunicações:

a)

Passagem superior. Gabaris;

b)

Passagem inferior. Gabaris;

c)

Passagem de nível.

Túneis:

a)

Emprego dos túneis;

b)

Métodos de perfuração;

c)

Revestimento dos túneis;

d)

Esgoto das águas.

8) Gares e estações. Via única e via dupla:

Apeadeiros e estações:

a)

Apeadeiros;

b)

Pequenas estações;

c)

Estações de importância média;

d)

Principais.

Gares especiais:

a)

Gares marítimas e fluviais;

b)

Gares de triagem.

Edifícios das estações:

a)

Serviço de passageiros;

b)

Serviço de mercadorias;

c)

Serviço de tracção.

9) Sinalização. Encravamentos:

Sinalização:

a)

Sinais de via. Distâncias de protecção;

b)

Sinais de maquinista;

c)

Sinais dos agentes de trem;

d)

Sinais entre agentes de via.

Encravamentos. Diversos sistemas.

10) Caminhos de ferro de cremalheira. Funiculares:

Caminhos de ferro de cremalheira.

Caminhos de ferro funiculares.

Cabos aéreos.

Aula Prática de Caminhos de Ferro

1) Regularização de uma curva de caminho de ferro pela correcção das flechas.

2) Elaboração de um projecto de estação de caminho de ferro. Cálculos de aparelhos de via. Gabaris.

22.ª CADEIRA

Mineralogia e Geologia - I

Mineralogia

1) Introdução:

Mineralogia: seu objectivo, divisão e importância.

Esboço histórico.

Propriedades dos minerais. Isotropia e anisotropia.

Estados cristalino e amorfo.

Estrutura cristalina.

2) Mineralogia geral:

Cristalografia geométrica:

a)

Noções de cristal e agregado cristalino. Elementos geométricos dos cristais. Homologia. Nomenclatura geral das formas cristalinas;

b)

Lei da constância dos ângulos. Goniómetros;

c)

Simetria dos cristais: seus elementos; diferença entre simetria cristalográfica e geométrica;

d)

Eixos coordenados: sua escolha. Lei da racionalidade. Cruzes axiais; constantes cristalográficas;

e)

Notações e projecções cristalográficas;

f)

Holoedria e meroedria. Sistemas cristalográficos e classes de simetria;

g)

Estudo das classes holoaxial, antiemiédrica e paraemiédrica dos sistemas cúbico, hexagonal e tetragonal e da classe holoédrica trigonal;

h)

Hábitos, fácies e irregularidades dos cristais. Agrupamentos cristalinos regulares e irregulares; formas externas das massas minerais.

3) Mineralogia física:

a)

Propriedades mecânicas: clivagem, fractura, dureza, tenacidade, figuras de percussão, sectilidade e elasticidade. Densidade;

b)

Propriedades ópticas: diafaneidade; brilho, cor, risca, refringência e birrefringência;

c)

Propriedades térmicas: fusibilidade e condutibilidade;

d)

Propriedades eléctricas e magnéticas: termo, piro e piezelectricidade; magnetismo activo e passivo, dia e paramagnetismo;

e)

Propriedades fisiológicas: gosto, cheiro e tacto.

4) Mineralogia química:

a)

Isomorfismo (fórmulas químicas gerais e de mistura): polimorfismo; pseudomorfismo;

b)

Noção de espécie mineral;

c)

Água de constituição, de cristalização e de interposição. Minerais colóides;

d)

Referência aos principais ensaios usados na diagnose química dos minerais e às tabelas diagnose mineralógica.

5) Minerogenia:

a)

Ideia de origem e transformação dos minerais, de jazigos minerais e paragénese;

b)

Jazigos metalíferos; minérios.

6) Mineralogia especial:

Noções de taxinomia e nomenclatura mineralógicas.

Descrição dos minerais mais importantes como elementos constituintes das rochas e sob o ponto de vista económico.

Geologia

1) Introdução:

Objectivo e divisões da geologia.

Crosta terrestre. Noção de rocha.

2) Petrologia:

Classificação das rochas em eruptivas, sedimentares e metamórficas.

a)

Rochas eruptivas:

1) Modos de jazida e texturas;

2) Sua divisão em famílias;

3) Descrição das principais rochas das famílias mais importantes. Ocorrência.

b)

Rochas sedimentares:

1) Ideia do seu modo de formação;

2) Descrição das principais rochas calcárias, argilosas, siliciosas e carbonosas. Ocorrência.

c)

Rochas metamórficas:

1) Ideia geral das acções metamorfoseantes;

2) Descrição de gneisses, micaxistos, filitos e mármores.

3) Geistória:

Objectivo da geistória.

Ideia de como se estabelece a cronologia geistórica.

Fósseis e sua importância.

Caracteres gerais das eras e períodos geológicos.

Conhecimento resumido da carta geológica de Portugal.

Laboratório de Mineralogia e Geologia - I

1) Cristalografia:

Uso de goniómetros.

Exercícios de determinação de elementos de simetria em modelos cristalográficos.

Projecções de modelos de cristais; aplicação de notações cristalográficas.

Exercícios de classificação de modelos cristalográficos.

Exame de modelos de maclas.

Exame de cristais e maclas naturais.

2) Mineralogia física:

Exercícios de observação de caracteres organolépticos de minerais (cor, forma, hábitos, fractura, brilho).

Ensaios de determinação de densidade, dureza e fusibilidade dos minerais.

3) Diagnose mineralógica:

Prática de ensaios pirognósticos e hidrognósticos usados na diagnose de minerais.

Determinação de minerais por meio de tabelas de Kobell e outras.

4) Geologia:

Estudo macroscópico das rochas portuguesas.

Observação de alguns fósseis característicos das formações portuguesas.

Mineralogia e Geologia - II

Mineralogia

1) Breve resumo da matéria do ano anterior.

2) Diagnose óptica dos minerais:

Generalidades sobre luz ordinária e luz polarizada.

Pinça de turmalina. Prisma de Nicol.

Conhecimento prático do microscópio polarizante. Lâminas delgadas.

Exame dos minerais ao microscópio com luz ordinária (forma, cor, clivagem, diafaneidade, refringência, inclusões).

Exame de minerais ao microscópio com luz polarizada paralela (minerais isótopos e birrefringentes, valor da birrefringência; cores de polarização, pleocroísmo; polarização rotatória).

Exame de minerais ao microscópio com luz polarizante convergente (figuras de interferência, minerais uniaxiais e biaxiais, sinalóptico).

Geologia

1) Introdução:

A Terra como planeta. Sua forma e dimensões. Continentes e oceanos.

Ideias actuais sobre a estrutura da Terra em conjunto; caracteres gerais das suas diferentes partes. «Nife», «Sima» e «Sial».

2) Petrologia:

a)

Rochas eruptivas:

1) Origem; magma e sua diferenciação;

2) Composição química e mineralógica. Estrutura e textura;

3) Observação ao microscópio de lâminas delgadas;

4) Classificação segundo a percentagem de sílica, o modo de jazida, composição mineralógica e textura. Referência às classificações de base química;

5) Descrição sistemática (segundo Fouqué e Michel-Lévy) das rochas eruptivas;

6) Referência a jazigos metalíferos de origem eruptiva.

b)

Rochas sedimentares:

1) Origem e modo de formação: desagregação, transporte, sedimentação e diagénese;

2) Estrutura e textura;

3) Classificação segundo a origem e natureza química;

4) Descrição sistemática das rochas sedimentares, com inclusão das rochas elásticas e dos solos aráveis;

5) Referência a jazigos metalíferos de origem sedimentar.

e)

Rochas metamórficas:

1) Metamorfismo regional de contacto e dinâmico;

2) Estrutura e textura;

3) Classificação;

4) Descrição sistemática das rochas metamórficas;

5) Referência a jazigos metalíferos de origem metamórfica.

3) Geodinâmica:

Geodinâmica interna:

a)

Vulcanismo: vulcões; tipos de erupção; produtos vulcânicos; vulcanismo atenuado; distribuição geográfica dos vulcões. Teorias do vulcanismo;

b)

Diastrofismo - Movimentos lentos da crosta: orogénicos e epirogénicos. Referência às marés da crosta;

c)

Diastrofismo: sismos - Seus efeitos; escala internacional de intensidade sísmica; sismógrafos e sismogramas; dados que nos fornecem sobre a estrutura da Terra; distribuição geográfica dos sismos. Sismologia da Península Ibérica. Teorias sísmicas;

d)

Origem das energias internas do Globo.

Geodinâmica externa:

a)

Acção geológica da atmosfera; acções térmicas; depósitos eólicos;

b)

Águas selvagens e torrentes;

c)

Rios: redes, bacias hidrográficas; regime e seus factores. Nível de base e perfil de equilíbrio; ciclo e formas de erosão; rejuvenescimento e terraços fluviais. Aluviões (nateiros) e deltas;

d)

Lagos: origem e extinção; depósitos lacustres;

e)

Águas subterrâneas: sua origem, formas de circulação. Fontes e suas diferentes espécies; artesianismo. Acção destruidora (cavernas) e construtora;

f)

Águas marinhas: ondas e correntes; abrasão e sedimentação marinha; tipos e evolução das costas. O fundo dos oceanos. Seu perfil e zonas;

g)

Glaciares; sua origem e classificação; acção destruidora (vales e rios) e construtora (moreias). Glaciares;

h)

Acção geológica dos seres vivos: acção destruidora e depósitos organogéneos;

i)

Gradação. Origem das forças gradacionais.

4) Geotectónica:

a)

Rochas eruptivas: intrusivas e extrusivas, respectivos modos de jazida;

b)

Rochas sedimentares:

1) Estratos e estratificação. Caracteres geológicos dos estratos;

2) Enrugamentos, cavalgamentos e falhas; diferentes tipos. Arquitectura dobrada e tabular;

3) Ciclos geológicos;

4) Discordâncias.

c)

Rochas metamórficas. Metamorfismo regional, de contacto e dinamometamorfismo; rochas típicas. Sequências de metamorfismo.

5) Geistória:

a)

Critério de determinação da idade das rochas e acidentes tectónicos. Idades relativa e absoluta;

b)

Fósseis e fossilização. Noções breves mas sistemáticas de paleontologia animal e vegetal;

c)

Noção de fácies: seus diferentes tipos;

d)

Cronologia estratigráfica; sua nomenclatura;

e)

Desenvolvimento do estudo da carta geológica de Portugal. Notas sobre a geologia das ilhas adjacentes e províncias ultramarinas.

Observações. - Na objectivação do ensino escolher-se-ão, sempre que for possível, exemplares e exemplos portugueses, tanto nas descrições dos minerais, rochas ou fósseis como nos factos geodinâmicos, tectónicos ou estratigráficos.

Laboratório de Mineralogia e Geologia - II

1) Mineralogia:

Prática de determinação de minerais com o auxílio de tabelas de Kobell ou outras.

Conhecimento prático do microscópio polarizante.

Exame de minerais, talhados em lâminas delgadas, ao microscópio polarizante com luz ordinária, polarizada paralela e polarizada convergente.

2) Geologia:

Determinação da textura de rochas talhadas em lâminas delgadas com auxílio do microscópio polarizante.

Exercícios de diagnose óptica de rochas comuns.

Prática do conhecimento microscópio das rochas portuguesas.

Exercícios sobre representação, encontro e intersecção de falhas, filões e camadas.

Execução, observação e interpretação de cortes geológicos.

Estudo da carta geológica do País.

Exame e conhecimento dos fósseis característicos de cada período geológico.

3) Visitas de estudo a regiões quanto possível ricas em acidentes geológicos demonstrativos.

23.ª CADEIRA

Tecnologia Minerometalúrgica

I) Tratamento dos minérios e carvões

Introdução.

Princípios gerais e objectivos.

Minérios e gangas.

Propriedades físicas dos minerais e gangas utilizadas na preparação dos minérios.

Equação geral da preparação de minérios.

Operações fundamentais. Processos gerais e aparelhos de preparação de minérios e carvões:

Lavagem e escolha: manuais e mecânicas:

a)

Escolha manual;

b)

Mesas de escolha: fixas, rotativas; oscilantes e correias transportadoras.

Fragmentação. Objectivo e princípios gerais:

Quebradores:

a)

De maxilas;

b)

Giratórios;

c)

De discos.

d)

De martelos.

Trituradores:

a)

Moinhos de cilindros;

b)

Moinhos de mós verticais;

c)

Desintegradores;

d)

Moinhos centrífugos.

Pulverizadores:

a)

Martelos pilões;

b)

Moinhos de mós horizontais;

c)

Moinhos pendulares;

d)

Moinhos de anel e de rolos;

e)

Moinhos de rolos;

f)

Moinhos de bolas: cilíndrico e cilindrocónico;

g)

Moinhos tubulares;

h)

Moinhos de barras.

Classificação. Objectivo e princípios gerais; fórmula de Rittinger:

Classificadores volumétricos:

a)

Crivos fixos: grades, chapas furadas, de malha ou de rede;

b)

Crivos móveis: com movimento de rotação - trommels: com movimento vibratório; com movimento giratório; electromagnético.

Classificadores hidrogravíticos:

a)

Caixas piramidais;

b)

Canais angulares;

c)

Classificador Dorr;

d)

Classificador hidráulico de duplo cone;

e)

Hidroclassificadores;

f)

Decantadores.

Concentração. Objectivo e princípios gerais:

Hidrogravítica:

a)

Bateia;

b)

Sluíce;

c)

Jigas: de crivo móvel, de crivo fixo e de pulsão;

d)

Mesas oscilantes.

Electromagnética:

a)

Separador de tambor;

b)

Separador de correia.

Electrostática:

Separadores.

Flutuação:

a)

Princípios gerais;

b)

Processos principais.

Exemplos de diagramas de oficinas e lavarias de tratamento de minérios e carvões.

II) Metalurgia

Introdução.

Objectivo e divisões da metalurgia.

Combustíveis.

Fundentes.

Refractários.

Operações metalúrgicas:

Calcinação:

a)

Dissecação ou secagem;

b)

Desagregação.

Ustulação:

a)

Simples;

b)

Oxidante;

c)

Redutora;

d)

Clororante;

e)

Carburante;

f)

Volatilizante:

Fusão:

a)

Simples;

b)

Oxidante;

c)

Redutora;

d)

Sulfurante;

e)

Carburante;

f)

Escorificante: escórias e mates.

Aparelhos metalúrgicos:

Fornos de cuba.

Fornos de revérbero.

Fornos de cadinho.

Fornos de camisa de água.

Convertidores.

Operações por via húmida:

Dissolução e precipitação.

Amalgamação.

Electrometalurgia:

Electrometalurgia por via seca:

a)

Electrotermia;

b)

Electrólise ígnea;

c)

Fornos eléctricos.

Electrometalurgia por via húmida:

a)

Processo dos ânodos insolúveis;

b)

Processo dos ânodos solúveis.

Tratamentos térmicos dos metais e suas ligas:

Têmpera.

Recozido.

Revenido.

Normalizado.

Tratamentos químicos dos metais e suas ligas:

Cementação.

Nitruração.

Tratamentos mecânicos dos metais e suas ligas:

Forjamento.

Laminagem.

Trefilagem.

Métodos gerais de tratamento dos diferentes minérios:

Metais nativos.

Óxidos.

Carbonatos.

Silicatos.

Sulfuretos simples e complexos.

Metalurgia especial:

Estanho.

Cobre.

Chumbo.

Outros metais.

Métodos de ensaio dos metais:

Ensaios mecânicos.

Outros ensaios.

Siderurgia.

Generalidades.

Classificação especial dos produtos siderúrgicos.

Resumo histórico da evolução da siderurgia.

Minérios de ferro.

Fabrico da gusa:

Estudo da gusa.

Estudo do alto-forno.

Aparelhos auxiliares.

Leito de fusão.

Fabrico do aço:

Estudo do aço.

Processo Bessemer.

Processo Siemens-Martin.

Processo Thomas.

Processo eléctrico.

Ferro-ligas:

Estuda das ferro-ligas.

Fabrico das ferro-ligas.

Noções sobre o alto-forno eléctrico.

Laboratório de Preparação de Minérios e de Metalurgia

1) Trabalhos práticos de preparação de minérios:

Ensaios de fragmentação.

Ensaios de classificação.

Ensaios de concentração.

2)Trabalhos práticos de metalurgia:

Tratamentos térmicos dos aços: têmpera, revenido, recozido e normalizado.

Preparação de ligas de vários metais e estudo das suas propriedades.

24.ª CADEIRA

Prospecção e Exploração de Minas - I

1) Noções gerais:

Objectivo da lavra de minas.

Classificação e génese dos jazigos minerais.

Localização e referenciação dos jazigos minerais portugueses continentais e ultramarinos.

Geometria dos jazigos. Falhas e rejeições. Regras para a sua determinação.

2) Prospecção:

Métodos ordinários.

Métodos geofísicos.

3) Pesquisa:

a)

Nos filões;

b)

Nas camadas;

c)

Nas massas;

d)

Nas aluviões.

Avaliação económica de um jazigo.

4) Sondagens:

Processos:

De percussão. Sondagem à corda e com haste rígida.

De rotação. Com coroa de dentes, de granalha e de diamantes.

Rotary.

Abertura e entubamento dos furos:

Acidentes usuais. Causas e remédios.

Desvios. Aparelhos e métodos para a sua verificação e correcção.

Aplicação das sondagens.

5) Desmonte:

Desmonte com emprego de explosivos:

Explosivos utilizados: espécies e propriedades.

Técnica do fogo: escorvamento, carregamento, atacamento e disparo.

Tiro eléctrico.

Precauções a tomar com o emprego dos explosivos, especialmente nas minas grisutosas e poeirentas.

Armazenagem dos explosivos.

Legislação sobre a utilização dos explosivos.

Disposição e execução dos furos de mina.

Aparelhagem de perfuração:

a)

Manual: barrenas e perfuradores;

b)

Mecânica: martelos perfuradores e máquinas perfuradoras, pneumáticas e eléctricas.

Desmonte sem emprego de explosivos:

a)

Com ferramentas manuais;

b)

Com ferramentas mecânicas: martelos-picadores, solinhadeiras e recortadeiras.

6) Revestimento:

Generalidades:

Revestimento de madeiras (entivação).

Espécies e qualidades das madeiras.

Sistemas de entivação.

Entivação de galerias, poços e chaminés.

Revestimentos de alvenaria, betão e betão armado.

Revestimentos metálicos.

Revestimento dos poços:

a)

Revestimento de madeira (entivação);

b)

Revestimento de alvenaria, betão e betão armado;

c)

Cuvelagens metálicas.

7) Abertura de galerias e poços:

Galerias:

Nomenclatura das galerias.

Abertura de galerias em terrenos consistentes.

Abertura de galerias em terrenos inconsistentes.

Poços:

Nomenclatura dos poços.

Abertura de poços em terrenos consistentes: método ordinário.

Abertura de poços em terrenos inconsistentes:

a)

Métodos de pranchões de avanço;

b)

Método de Haase;

c)

Método de revestimento descendente.

Abertura de poços em terrenos aquíferos:

a)

Método de congelação;

b)

Método de cimentação;

c)

Método de ar comprimido.

Aprofundamento, alargamento e reparação dos poços.

Aula Prática de Prospecção e Exploração de Minas - I

1) Leitura e interpretação da carta geológica em relação aos principais jazigos portugueses.

2) Regiões mineiras.

3) Linhas de afloramento e intersecções de camadas e de falhas.

4) Cortes estratigráficos.

5) Projecções, cortes e convenções usadas.

6) Desenho de secções normais de galerias e poços, com as principais peças de escoramento, em diversos casos.

7) Problemas sobre manifesto (registo) de um jazigo, círculos de concessão e demarcações nos termos da lei.

8) Estudo de diferentes esquemas de tiro e seu rebentamento aplicados a um desmonte e à abertura de uma galeria, chaminé ou poço.

9) Visitas e excursões às principais minas do País.

Prospecção e Exploração de Minas - II

1) Lavra:

Trabalhos preparatórios:

Acessos aos jazigos:

a)

Por galerias ou travessas;

b)

Por poços: número de poços e sua localização; campo de exploração de um poço.

Traçagem geral de um jazigo em vista da sua exploração:

a)

Importância da traçagem;

b)

Divisão em pisos e ordem da sua exploração;

c)

Traçagem dos maciços de desmonte.

Lavra subterrânea:

Lavra subterrânea sem enchimento:

a)

Lavra por abandono de maciços;

b)

Por meio de pilares;

c)

Por meio de câmaras;

d)

Por meio de pilares e stots.

Lavra por desabamento:

a)

Generalidades sobre desabamento;

b)

Influência da solidez do tecto;

c)

Propagação do movimento em altura;

d)

Deslocamentos à superfície.

Desabamento do tecto.

Camadas médias:

a)

Por maciços; por maciços longos, por maciços curtos, pilares e câmaras;

b)

Método inglês das frentes longas, progressivo ou regressivo.

Desabamento da matéria útil. Camadas possantes.

Lavra subterrânea com enchimento:

Generalidades sobre o enchimento:

Natureza e preparação do enchimento.

Sua colocação.

Enchimentos hidráulico e pneumático.

Lavra das camadas.

Camadas delgadas pouco inclinadas:

avanço segundo a inclinação:

a)

Talhas ascendentes;

b)

Descendentes;

c)

Oblíquas e diagonais.

Camadas delgadas muito inclinadas: degraus direitos e invertidos.

Camadas médias:

a)

Por grandes talhas: ascendentes, descendentes, progressivas e frentes longas.

b)

Método de Stessbau;

c)

Por recortes e câmaras.

Camadas possantes:

a)

Por talhas inclinadas;

b)

Por talhas horizontais.

Exemplos de minas exploradas por estes processos

Lavra dos filões:

Diferenças essenciais entre os processos de lavra das minas de carvão e metálicas:

a)

Filões delgados; degraus direitos e invertidos;

b)

Filões médios: desabamento do tecto; outros processos;

c)

Filões possantes e massas: câmaras, pilhas de madeira rectangulares, talhas horizontais; outros processos.

Exemplos de minas exploradas por estes processos

Dados gerais acerca da lavra subterrânea:

a)

Organização do trabalho;

b)

Estabelecimento do custo de produção;

c)

Rendimento do operário.

Lavra a céu aberto:

Generalidades.

Vantagens e inconvenientes.

Modalidades da lavra a céu aberto.

Exemplos de minas exploradas por este sistema.

2) Transportes:

Força motriz das minas:

Generalidades.

Espécies de motores utilizados.

Meios de transmissão da força motriz pelo ar comprimido e pela electricidade.

Transportes subterrâneos:

Generalidades.

Transportes nas frentes de desmonte:

a)

Transportes elementares;

b)

Transportes mecânicos;

c)

Canais oscilantes;

d)

Transportadores de tela sem fim;

e)

Scrapers ou arrastilhos;

f)

Transportadores de palhetas;

g)

Comparação das condições de emprego e utilização dos diferentes sistemas.

Transportes nas galerias:

Transporte por meio de vagonetas:

Tipo de vagonetas:

Caminhos de ferro, via e material empregado;

Rolagem:

a)

Tracção humana e animal;

b)

Tracção mecânica por máquinas fixas, por meio de cabo aberto ou descontínuo;

c)

Por meio de cabo sem fim; por meio de cabo ou cadeia de arraste;

d)

Locomotivas.

Transportes em altura:

Planos inclinados.

Balanças.

Chaminés.

Guinchos.

3) Extracção:

Poços de extracção.

Cabos de extracção:

Material constituinte.

Forma da secção: redondo e chato.

Tipo: de secção constante e de secção decrescente.

Cálculo.

Conservação.

Bobinas e tambores:

Tambores cilíndricos.

Tambores cónicos.

Tambores bicilindrocónicos.

Bobinas.

Poleia Koepe.

Máquinas de extracção:

A vapor.

Eléctricas.

Material de extracção:

Jaulas.

Skips.

Vagonetas.

Baldes.

Cavaletes, torres e andorinhas.

Dispositivos de segurança:

Dispositivo de protecção das andorinhas.

Limitador de velocidade.

Pára-quedas.

Instalações de sinalização:

Ópticas.

Acústicas.

Instalações de carga e descarga:

Receitas interiores e exteriores.

Manobras.

4) Ventilação:

Generalidades:

objectivo da ventilação.

Grau geotérmico.

Atmosfera das minas:

Composição do ar das minas:

a)

Gases principais: oxigénio, azoto, anidrido carbónico, óxido de carbono, ácido sulfídrico e anidrido sulfuroso;

b)

Grisu e poeiras de carvão;

c)

Temperatura e humidade.

Vigilância da atmosfera das minas:

a)

Lâmpada grisumétrica;

b)

Meios para combater o grisu e as poeiras.

Movimento do ar:

A corrente de ar.

Importância e medida dos elementos fundamentais relativos às correntes de ar:

a)

Volume;

b)

Depressão e velocidade da corrente de ar;

c)

Manómetros e anemómetros.

Cálculos relativos à massa de ar, depressão e resistência ao atrito:

a)

Temperatura de uma mina;

b)

Orifício equivalente de uma mina;

c)

Potência exigida pela ventilação.

Meios empregados para produzir a corrente de ventilação:

Ventilação natural: seu funcionamento nas minas, sua importância e cálculo.

Ventilação artificial. Ventiladores volumogéneos e deprimogéneos.

Principais tipos usados.

Emprego das duas espécies de ventilação.

Condução e distribuição do ar na mina:

Ventilação aspirante ou insuflante.

Ventilação por poços diferentes ou por poços e galerias.

Localização dos poços de ventilação.

Vedação dos poços. Diferentes sistemas.

Compartimentação dos poços.

Plano de ventilação.

Regularização da importância das correntes.

Portas de vedação.

Ventilação dos trabalhos:

Por galerias conjugadas.

Por meio de compartimentação.

Por meio de tubos de ventilação natural.

Ventilação secundária.

Verificação e vigilância da ventilação.

5) Esgoto:

Regime das águas subterrâneas:

Sua origem e importância.

Factores que influem no regime.

Influência da situação das minas.

Composição das águas das minas.

Minas submarinas.

Processos e aparelhos para o esgoto das minas:

Processos empregados à superfície.

Processos empregados no interior.

Barragens e tampões: de madeira, de alvenaria e metálicos.

Preparação da mina sob o ponto de vista do esgoto:

Galerias de esgoto.

Instalações de esgoto nas minas profundas.

Aparelhos de esgoto:

Bombas de êmbolo:

a)

Bombas aspirantes;

b)

Bombas prementes.

Bombas centrífugas:

a)

Princípio em que se baseiam; seu funcionamento e comando;

b)

Suas particularidades;

c)

Seu emprego em casos especiais.

Outros meios de esgoto:

a)

Cubas ou baldes;

b)

Sifão;

c)

Emulsímetro;

d)

Pulsímetro.

6) Iluminação:

Generalidades.

Lâmpadas portáteis:

Lâmpadas de chama livre: gasómetros de acetilene.

Lâmpadas de segurança:

a)

Lâmpadas de óleo;

b)

Lâmpadas de gasolina;

c)

Lâmpadas eléctricas;

Lâmpadas fixas:

Lâmpadas de arco eléctrico.

Lâmpadas eléctricas.

Postos de manutenção e de reparação das lâmpadas.

7) Acidentes:

Desenvolvimento instantâneo de gases:

De grisu, medidas preventivas.

De anidrido carbónico.

Aparelhos respiratórios, sua descrição.

Incêndios subterrâneos. Desabamentos e inundações. Organização de socorros.

8) Higiene de profilaxia mineira.

9) Legislação mineira portuguesa de minas e pedreiras.

Aula Prática de Prospecção e Exploração de Minas - II

1) Problemas de aplicação dos diferentes tipos de sondas e objectivos da sua utilização aplicados às formações comuns.

2) Desenho de jaulas e cavaletes.

3) Esquemas dos métodos de lavra mais empregados.

4) Organização de processos de pedidos de concessão.

5) Elaboração de folhas de férias e de produção.

6) Estudo de uma instalação e distribuição de ar comprimido.

7) Estudo dos transportes interiores de uma mina.

8) Estudo da ventilação de uma mina.

9) Estudo de uma instalação de bombagem para esgoto de uma mina.

10) Visitas e excursões às principais minas do País.

25.ª CADEIRA

Química Geral

1) Esboço da história da Química.

2) Matéria:

Conceito e constiuição da matéria.

Teoria atómica molecular:

Átomo, molécula, mole.

Lei de Avogadro. Número de Avogadro.

Interpretação pela teoria molecular:

Estrutura dos estados da matéria.

Conceito de mistura e espécie química.

Conceito de fase. Análise imediata.

Fenómenos físicos e químicos.

Leis das transformações.

3) Simbolismo químico:

Notação química. Definição e história.

Sistemas de notação. Números proporcionais. Determinação de pesos atómicos e pesos moleculares.

Fórmulas e nomenclatura química.

Revisão dos conceitos já adquiridos.

4) Estrutura do átomo:

Átomo de electricidade. Natureza eléctrica da matéria. Raios catódicos. Massa, velocidade e carga do electrão. Raios positivos; Massa, velocidade e carga do protão.

Raios Roentgen.

Lei de Moseley.

Partículas fundamentais constituintes do átomo.

Átomo de Rutherford-Bohr:

Distribuição dos electrões. Estruturação electrónica do átomo. Propriedades do átomo derivadas dos electrões.

Núcleo. Propriedades do átomo derivadas do núcleo.

Isótopos. Isóbaros.

5) Classificação periódica dos elementos;

Classificação periódica de Mendeleeff.

Actualização do quadro de Mendeleeff, com base na estrutura electrónica dos átomos. Tabela de Luder.

Propriedades dos elementos resultantes da sua colocação na tabela periódica. Elementos electropositivos e electronegativos. Anfóteros.

6) Valências:

Valência. Tipo de uniões. Escala de electronegatividades. Ressonância.

Compostos heteropolares. Suas propriedades. Iões.

Compostos covalentes. Suas propriedades.

Números polares.

Estabilidade relativa dos compostos (segundo o movimento electrónico).

Iões compostos e iões complexos.

7) Regras da nomenclatura internacional.

8) Acção da água, como dissolvente, sobre os compostos:

Estrutura da água. Sua dipolaridade.

Dissolução dos compostos iónicos.

Concentração das soluções:

Normalidade.

Molaridade.

Molalidade.

9) Espécies químicas:

Ácidos. Bases. Óxidos.

Sais. Sais duplos. Complexos minerais.

10) Reacções e equações moleculares e iónicas:

Reacções irreversíveis. Regras de Berthollet.

Reacções reversíveis. Equilíbrio químico:

Lei da acção da massa.

Leis do deslocamento do equilíbrio.

Reacções termoquímicas:

Calor de reacção. Dissociação térmica.

Lei de Hess. Lei de Lavoisier.

Reacções dos ácidos e bases:

Dissociação electrolítica. Teoria de Arrhenius. Grau de ionização.

Noção de ácidos e de base. Anfólitos. Acidez. Basicidade.

pH e sua determinação. Aplicações industriais.

Hidrólise.

Reacções de neutralização. Neutrimetria:

Acidez iónica. Acidez potencial. Acidez total.

Exemplos de neutralização.

Indicadores.

Soluções tampão.

Reacções de oxidação-redução:

Noção electrónica de oxidação e redução. Agente oxidante e redutor.

Força do agente oxidante e redutor.

Acerto das equações redox:

Métodos dos números de oxidação.

Método do ião electrão.

Pesos equivalentes de substâncias oxidantes e redutoras.

11) Electrólise:

Mecanismo da electrólise. Processos electrolíticos de preparação do cloro, sódio e soda cáustica. Purificação dos metais. Galvanostegia e galvanoplastia.

Leis de Faraday.

Corrosão metálica. Par metálico. Prevenção contra a corrosão.

12) Velocidade das reacções:

Reacções instantâneas e reacções lentas. Factores que influem nas reacções:

Concentração.

Temperatura.

Dissolução.

Catálise.

Pressão.

Luz.

Electricidade.

13) Energia:

Formas de energia. Energia química.

14) Transmutações:

Fenómeno nuclear.

Radioactividade natural.

Emanação dos corpos radioactivos.

Desintegração radioactiva.

Transmutações provocadas.

Radioactividade artificial.

15) Energia nuclear:

Elementos transurânicos. Cisão nuclear.

Fusão nuclear.

Efeito biológico das radiações nucleares.

16) Ar:

Composição do ar:

Componentes do ar, sua importância na natureza e na síntese química:

Nitrogénio. Amoníaco. Ciclo natural do nitrogénio. Adubos.

Oxigénio. Ciclo natural do oxigénio. Modificações alotrópicas.

Dióxido de carbono.

Vapor de água.

Gases raros.

Pó.

17) Água:

Estado natural:

Composição da água natural.

Propriedades da água.

Acção fisiológica da água.

Electrólise da água. Importância industrial do hidrogénio:

Hidrogénio como combustível.

Hidrogénio na síntese química.

Estudo e investigação das águas:

Dureza das águas.

Medida da dureza das águas.

Aplicação das águas nas máquinas térmicas:

Causas das incrustações, das lamas e das corrosões:

Sílica.

Carbonatos.

Bicarbonatos.

Sulfatos.

Cloretos.

Silicatos.

Correcção da dureza das águas. Métodos por precipitação e por permuta de iões:

Métodos por precipitação:

Método da cal e do carbonato de sódio.

Método da soda cáustica e do carbonato de sódio.

Métodos por permuta de iões:

Método dos silicoaluminatos de sódio. Método das resinas sintéticas.

Desincrustação.

Modificação das características das incrustações.

Fórmulas de Hundeshagem:

Aplicação do método da cal e do carbonato de sódio.

Aplicação do método da soda cáustica e do carbonato de sódio.

Água potável:

Classificação das águas.

Esterilização:

Pela ebulição.

Pela ozonização.

Pelos raios ultravioletas.

Pela cloragem. Processos dos hipocloritos, cloro gasoso e cloraminas.

Esterilização das águas das piscinas.

Águas residuais. Prejuízos de águas residuais:

Desoxidação da água.

Toxicidade directa ou indirecta.

Desvio biológico do conteúdo aquático.

Depurações.

Águas minerais.

18) Carbono e silício:

Carbono:

Estado natural:

Carbono cristalino. Diamante e grafite. Aplicações.

Carvões:

Carvões naturais.

Carvões artificiais.

Propriedades do carbono.

Óxido de carbono. Poluição da atmosfera. Efeitos fisiológicos.

Dióxido de carbono. Efeitos fisiológicos. Preparações laboratorial e industrial.

Extintores de incêndio.

Combustão e classificação dos combustíveis e poder calorífico:

Combustíveis sólidos artificiais:

Coque. Fabrico do gás da hulha.

Carvão vegetal.

Briquetes.

Pó combustível.

Combustíveis líquidos naturais.

Petróleos e seus derivados.

Destilação e cracking.

Combustíveis líquidos artificiais.

Combustível gasoso natural.

Combustíveis gasosos artificiais:

Gases de gasogénio.

Gás de hulha.

Acetileno e hidrogénio.

Factores que influem na escolha de um carvão.

Armazenagens de carvões fósseis.

Silício:

Estado natural. Alguns compostos.

Algumas indústrias à base de silicatos:

a)

Cerâmica;

b)

Vidraria;

c)

Argamassas e cimentos;

d)

Abrasivos.

19) As matérias-primas (ar, água e carvão) na indústria química de síntese:

Sumàriamente, alguns exemplos de síntese, tendo como matérias-primas basilares o ar, a água e o carvão.

Amoníaco, ácido nítrico, gasolina artificial, metanol, aldeído fórmico, galalite e ésteres de vinilo.

20) Metais:

Estado natural.

Generalidades sobre os metais.

Algumas generalidades sobre metalurgia. Operações metalúrgicas.

Metalurgia do ferro. Siderurgia.

21) Ligas:

Generalidades.

22) Breves noções de nomenclatura de algumas funções da química orgânica:

Generalidades.

Hidrocarbonetos:

Hidrocarbonetos saturados.

Hidrocarbonetos não saturados.

Hidrocarbonetos aromáticos.

Derivados halogenados.

Álcoois e fenóis.

Éteres.

Aldeídos e acetonas.

Ácidos orgânicos.

Ésteres.

Aminas.

Aminoácidos.

Amidas.

Nitrilos.

Compostos de função mista.

Glúcidos.

Química dos compostos aromáticos.

23) Sabões e detergentes:

Sabões.

Detergentes.

24) Breves noções sobre a química da vida:

Natureza da matéria viva.

Alimentos.

Vitaminas.

Hormonas.

Laboratório de Química Geral

1) Métodos de manipulação:

Balança, vasos graduados, areómetros e densímetros: leituras, aplicações e cuidados.

Separação de espécies químicas:

Destilação.

Destilação fraccionada.

Filtração.

Cristalização.

Evaporação.

Bico de Bunsen: constituição; observação dos diversos aspectos da chama e suas utilizações.

Determinação de densidades: emprego de tabelas.

Concentrações. Problemas.

2) Lei de Avogadro:

Aplicações numéricas da lei de Avogadro.

3) Electrólise:

Electrólise da água.

Electrólise de soluções diluídas de ácido, base e sal.

Purificação electrolítica do cobre.

Experiências de galvanoplastia e galvanostegia.

Aplicações numéricas de electrólise.

4) Ionometria:

Determinação do pH pelo processo colorimétrico.

Determinação do pH pelo processo potenciométrico.

Aplicações numéricas de ionometria.

5) Neutrimetria:

Acidimetria.

Alcalimetria.

Aplicações numéricas de neutrimetria.

6) Reacções químicas:

Experiências sobre reacções completas e reacções limitadas.

Experiências sobre reacções de oxidação-redução.

Aplicações numéricas sobre os pesos equivalentes dos agentes oxidantes e redutores.

Experiências sobre reacções de carácter iónico.

Experiências sobre factores que influem nas reacções.

7) Água:

Reconhecimento da água destilada.

Reconhecimento de certas substâncias na água natural:

Reconhecimento do dióxido de carbono, dos cloretos, dos sulfatos, dos nitratos, do amoníaco e da matéria orgânica.

Dureza das águas:

Determinação da dureza.

Correcção da dureza:

Correcção por processos de precipitação.

Correcção por processos de permuta de iões:

Interpretação de boletins analíticos de águas.

Aplicações numéricas sobre dureza das águas e determinação das quantidades de certos correctivos pelas fórmulas de Hundeshagen e à base dos boletins analíticos.

8) Carbono:

Conhecimento dos carvões naturais e artificiais, perante amostras.

Experiências sobre os poderes absorvente e adsorvente dos carvões de madeira, animal e activos. Experiência demonstrativa do poder ignífugo do dióxido de carbono.

Experiência mostrando as reacções dos componentes usados nos extintores de incêndio.

Gás de água, sua preparação.

Destilação da hulha.

Destilação fraccionada de um petróleo.

Interpretação de boletins analíticos de combustíveis.

Ensaio da aptidão das hulhas para a inflamação.

Aplicações numéricas sobre combustíveis, especialmente à base do seu poder calorífico e dos boletins analíticos.

9) Argamassas e cimentos:

Calcinação do calcário.

Hidratação do óxido de cálcio.

Preparação de uma argamassa e reconhecimento do dióxido de carbono, depois do seu envelhecimento.

Endurecimento do cimento no ar e na água.

Interpretação de boletins analíticos.

10) Metais:

Obtenção do chumbo a partir do litargírio.

Obtenção do zinco, a partir da blenda. Experiências demonstrativas do efeito corrosivo nos metais, da água, da água salgada, de ácidos e de bases.

Interpretação de boletins e análise de minérios.

Aplicações numéricas sobre metalurgia e à base dos boletins analíticos.

11) Óleos e lubrificantes:

Determinações de carácter físico:

Densidade.

Viscosidade.

Temperaturas de ebulição e de congelação.

Ponto de inflamação.

Interpretação de boletins analíticos.

12) Química orgânica:

Como se reconhece um composto orgânico.

Determinação do carbono e do hidrogénio.

Preparação do etileno.

Fermentação alcoólica.

Fermentação acética.

Saponificação.

26.ª CADEIRA

Química Inorgânica

1) Estudo geral da tabela periódica de Mendeleeff:

Estudo dos elementos.

Referência histórica e estado natural.

Propriedades físicas.

Isótopos.

Propriedades químicas.

Métodos de preparação:

a)

Laboratorial;

b)

Industrial.

Reconhecimento e ensaio.

Aplicações.

Elementos da tabela principal:

1.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do hidrogénio, do lítio, do sódio, do potássio, do rubídio, césio e do frâncio.

2.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do berílio, do magnésio, do cálcio, do estrôncio, do bário e do rádio.

3.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do boro, do alumínio, do cálcio, do índio e do tálio.

4.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do carbono, do silício, do germânio, do estanho e do chumbo.

5.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do nitrogénio, do fósforo, do arsénio, do antimónio e do bismuto.

6.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do oxigénio, do enxofre, do selénio, do telúrio e do polónio.

7.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do flúor, do cloro, do bromo, do iodo e do astato.

8.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do hélio, do néon e do árgon, do crípton, do xénon e do rádon.

Elementos de transição:

9.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do escândio, do itérbio e do lantânio.

10.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do titânio, do zircónio e do háfnio.

11.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do vanádio, do colúmbio e do tântalo.

12.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do crómio, do molibdénio e do tungsténio.

13.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do manganésio, do tecnécio e do rénio.

14.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do ferro e do ruténio.

15.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do cobalto, do ródio e do irídio.

16.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do níquel, do paládio e da platina.

17.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do cobre, da prata e do ouro.

18.º grupo:

Características gerais e estudo sumário do zinco, do cádmio e do mercúrio.

Elementos de transição interna. Elementos das terras raras:

Estudo sumário das características gerais do grupo.

Estudo sumário dos elementos mais representativos.

Laboratório de Química Inorgânica

1) Hidrogénio:

Preparação laboratorial.

Verificação das principais propriedades físicas e químicas.

Aplicação às soldaduras.

2) Oxigénio:

Preparação laboratorial.

Verificação das principais propriedades físicas e químicas.

Modificação alotrópica (ozono).

Combustões completas, incompletas e espontâneas.

3) Halogéneos:

Diferenças entre os halogéneos.

Obtenção do cloro e da água de cloro a partir da cal clorada.

Acção descorante do cloro.

Ácido clorídrico - propriedades, solubilidade e reconhecimento.

4) Enxofre:

Modelos de compostos naturais.

Fusão e sublimação.

5) Anidrido sulfuroso:

Tostação de pirite.

Preparação com bissulfito de sódio e ácido sulfúrico.

Poder descorante em confronto com o cloro.

Reconhecimento.

6) Ácido sulfúrico:

Propriedades.

Preparação laboratorial pelo processo das câmaras.

Reconhecimento.

7) Metais:

Propriedades físicas.

Separação electrolítica.

Metais leves:

Modelos de compostos naturais.

Acção sobre a água.

Preparação da soda solvay.

Alumínio:

Modelos de compostos naturais.

Aluminotermia.

Metais alcalino-ferrosos:

Modelos de compostos naturais.

Preparação do cloreto e do sulfato de bário.

Metais pesados:

Estanho:

Modelos de compostos naturais.

Propriedades da forma metálica.

Estanhagem do cobre.

Ligas. Liga de Wood.

Chumbo:

Modelos de compostos naturais.

Preparação industrial.

Preparação de cromatos.

Ferro, níquel, cobalto:

Modelos de compostos naturais.

Preparação do sulfato de ferro. Instabilidade dos sais ferrosos.

Niquelagem.

Cobre, prata, ouro:

Modelos de compostos naturais.

Preparação do sulfato de cobre.

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