Portaria n.º 129/73 — Aprova o modelo do brasão de armas da Guarda Nacional Republicana
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1 ato modificativo · 1985-06-27, Portaria n.º 395/85 — Aprova o brasão de armas da Guarda Nacional Republicana. Revoga a P…
Aprova o modelo do brasão de armas da Guarda Nacional Republicana
de 24 de Fevereiro
Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro do Interior, aprovar o modelo do brasão de armas da Guarda Nacional Republicana, cuja reprodução consta do anexo à presente portaria e com a descrição heráldica seguinte:
Escudo - de verde, uma espada antiga, com lâmina de prata, guarnecida, empunhada e maçanetada de ouro, posta em pala, acompanhada à dextra e à sinistra de dois dragões de ouro, animados, lampassados e armados de vermelho, tendo sobre o peito as cinco quinas do escudo das armas nacionais, de azul, o escudo é sobreposto ao colar da Ordem Militar da Torre e Espada.
Elmo - militar, de prata, colocado a três quartos para a dextra, tauxiado de ouro e forrado de verde.
Correias - de verde, afiveladas e perfiladas de ouro.
Paquife e virol - de verde e ouro.
Timbre - um dragão do escudo, sainte, de ouro, animado, lampassado e armado de vermelho, tendo sobre o peito as cinco quinas das armas nacionais e tendo na dextra uma espada antiga, com lâmina de prata, guarnecida, empunhada e maçanetada de ouro.
Divisa - num listel de branco, ondulado, sotoposto ao escudo, em caracteres maiúsculos, negros, de derivação romana:
PELA LEI E PELA GREI
A espada antiga simboliza o carácter castrense da Guarda Nacional Republicana.
Os dragões simbolizam a defesa da lei e da grei.
O ouro significa nobreza e constância.
A prata significa riqueza e eloquência.
O verde significa esperança e constitui, cor simbólica e tradicional da Guarda Nacional Republicana.
O vermelho significa ardor bélico e força.
A divisa define, de modo lapidar, a missão primacial da Guarda Nacional Republicana.
Ministério do Interior, 14 de Fevereiro de 1973. - O Ministro do Interior, António Manuel Gonçalves Rapazote.
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1973/02/04700/02860287.pdf))
O Ministro do Interior, António Manuel Gonçalves Rapazote.
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