Decreto-Lei n.º 49/2005 — Primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 140/99, de 24 de Abril, que procedeu à transposição para a ordem jurídica interna…
Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.
4 atos modificativos · 2019-08-28, Decreto-Lei n.º 124/2019 — Alteração do regime jurídico da Reserva Ecológica Nacional
Primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 140/99, de 24 de Abril, que procedeu à transposição para a ordem jurídica interna da Directiva n.º 79/409/CEE, do Conselho, de 2 de Abril, relativa à conservação das aves selvagens (directiva aves) e da Directiva n.º 92/43/CEE, do Conselho, de 21 de Maio, relativa à preservação dos habitats naturais e da fauna e da flora selvagens (directiva habitats)
Artigo 15.º — Colecções
1 - É proibido coleccionar espécimes, vivos ou mortos, das espécies previstas nos artigos 11.º e 12.º, incluindo partes ou produtos delas derivados, bem como ninhos e ovos, com excepção das espécies constantes no anexo D quando esses actos sejam permitidos pela legislação que regula o exercício da caça.
2 - A proibição prevista no número anterior não se aplica a colecções para fins de investigação ou de ensino, bem como a espécimes comprovadamente de cativeiro.
3 - Para efeitos do disposto no n.º 2, os interessados devem comprovar junto do ICN a finalidade das respectivas colecções de acordo com os procedimentos previstos no artigo 20.º, com as necessárias adaptações.
4 - Para efeitos de aplicação dos n.os 2 e 3, as entidades singulares ou colectivas já possuidoras de colecções ficam obrigadas a dar conhecimento ao ICN das características essenciais identificadoras dessas colecções, no prazo de 180 dias contados da data da entrada em vigor do presente diploma.
Artigo 15.º-A — Espécimes de cativeiro
Os criadores de espécimes de espécies de aves autóctones ou de outras espécies incluídas no âmbito de aplicação do presente diploma devem proceder conforme o estipulado em portaria conjunta dos Ministros da Agricultura, Pescas e Florestas e do Ambiente e do Ordenamento do Território.
Artigo 16.º — Introdução de espécies não indígenas
A introdução na natureza de espécies da flora e da fauna que não ocorram naturalmente no estado selvagem em território nacional bem como a definição das medidas adequadas a esse fim são reguladas em diploma próprio.
Artigo 17.º — Recolha e tratamento de animais selvagens e detenção de animais irrecuperáveis
Sem prejuízo do disposto no n.º 1 do artigo 11.º, a actividade de recolha e tratamento de animais selvagens para promover a sua reprodução, criação em cativeiro ou devolução ao meio natural é regulamentada por portaria do Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território.
Artigo 18.º — Anilhagem
1 - A actividade de anilhagem é regulamentada por portaria conjunta dos Ministros da Agricultura, Pescas e Florestas e do Ambiente e do Ordenamento do Território.
2 - Até à entrada em vigor do diploma previsto no número anterior, a actividade de anilhagem só pode ser exercida por pessoas singulares e carece de autorização prévia do ICN.
3 - O pedido de autorização previsto no número anterior deve ser instruído com os seguintes elementos:
Identificação pessoal do requerente;
Identificação das espécies objecto de anilhagem;
Identificação do local de anilhagem;
Fundamentação técnica;
Descrição de experiência anterior no exercício da actividade de anilhagem.
4 - Para efeitos do disposto no n.º 2, o ICN emite uma credencial que contém, para além dos elementos previstos no número anterior, a indicação do respectivo prazo de validade, o qual não pode ser superior a um ano.
5 - A autorização prevista no n.º 2 deve ser concedida no prazo de 45 dias úteis a contar da data da sua solicitação.
6 - Considera-se indeferido o pedido quando não for concedida autorização no prazo referido no número anterior.
7 - Os titulares de credenciais devem apresentá-las sempre que os funcionários do ICN ou demais agentes da fiscalização o solicitem.
8 - No prazo de 30 dias a contar do termo do período de validade das credenciais, os respectivos titulares devem enviar ao ICN um relatório especificando o número de espécimes de cada espécie capturados e anilhados ao abrigo da credencial emitida, os locais de captura e de anilhagem, bem como os métodos utilizados.
9 - A emissão de novas credenciais depende da apresentação do relatório previsto no número anterior.
10 - Compete exclusivamente ao ICN o fornecimento das anilhas metálicas utilizadas na actividade de anilhagem, com excepção das utilizadas em espécimes de espécies de aves constantes no anexo D, quando resultantes de criação em cativeiro.
11 - A anilha metálica deve conter uma numeração individual e uma menção ao serviço competente do ICN.
Artigo 19.º — Taxidermia
1 - É proibida a taxidermia em espécimes das espécies de aves previstas na alínea a) do n.º 1 do artigo 2.º e das espécies de animais inscritas nos anexos B-II, B-IV e B-V, até à entrada em vigor da respectiva regulamentação, por portaria do Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território.
2 - É proibida a taxidermia em espécimes das espécies constantes do anexo D, até à entrada em vigor da respectiva regulamentação, por portaria do Ministro da Agricultura, Pescas e Florestas.
3 - O disposto nos números anteriores não prejudica a taxidermia para fins de investigação e educação licenciada pelo ICN, nos termos do artigo 20.º
Artigo 20.º — Regime excepcional
1 - Os actos e as actividades proibidos nos artigos 11.º, 12.º e 19.º ou a utilização dos meios proibidos nas alíneas a) e b) do artigo 13.º podem ser excepcionalmente permitidos, mediante licença do ICN, desde que não exista alternativa satisfatória, não seja prejudicada a manutenção das populações da espécie em causa num estado de conservação favorável, na sua área de distribuição natural, e quando o acto ou actividade vise atingir uma das seguintes finalidades:
Proteger a flora e a fauna selvagens e conservar os habitats naturais;
Evitar graves prejuízos, nomeadamente às culturas, à criação de gado, à apicultura, às florestas, à pesca, à caça, à aquicultura, à criação de caça em cativeiro, aos recursos hídricos e à propriedade pública e privada;
Garantir a saúde e a segurança públicas, a segurança aeronáutica ou outros interesses públicos prioritários, designadamente de carácter social ou económico;
Obter consequências benéficas de importância primordial para o ambiente;
Permitir a investigação e a educação;
Permitir o repovoamento e a reintrodução de espécies;
Permitir a criação de espécimes das espécies associada às acções referidas nas alíneas e) e f), incluindo a reprodução artificial de plantas, sem prejuízo do disposto na legislação em vigor;
Permitir a taxidermia de espécimes das espécies associada às acções referidas na alínea e);
Permitir, em condições estritamente controladas pelo ICN e de um modo selectivo, a captura em locais autorizados pelo ICN, a detenção ou qualquer outra exploração judiciosa de espécimes de espécies de aves, incluídas no âmbito do presente diploma.
2 - Do alvará da licença a emitir nos termos do número anterior deve constar:
A sua finalidade e propósitos;
A referência à espécie ou espécies em causa;
A indicação do período de duração da licença, o qual não pode ser superior a um ano;
As freguesias e concelhos abrangidos pela autorização;
O número de espécimes de cada espécie em causa, sempre que tal indicação seja possível;
Os métodos e meios de equipamento que se podem utilizar;
Outras indicações ou limites que se julguem necessários.
3 - Os requerimentos para a obtenção da licença prevista no n.º 1 são instruídos com os elementos tendentes à demonstração das condições aí referidas.
4 - A autorização para a prática dos actos e actividades a que se refere o n.º 1 deverá ser concedida no prazo de 45 dias úteis a contar da data da sua solicitação.
5 - Considera-se indeferido o pedido quando não for concedida autorização no prazo referido no número anterior.
6 - Os titulares das licenças devem exibir o respectivo alvará sempre que os funcionários do ICN ou demais agentes da fiscalização assim o solicitem.
7 - Findo o período de duração das licenças, e no prazo de 30 dias a contar do seu termo, os respectivos titulares devem enviar ao ICN um relatório onde constem os contingentes de espécimes de cada espécie efectivamente capturados ou abatidos, bem como o número de ninhos ou ovos removidos ao abrigo da licença emitida, os locais de captura ou abate e os métodos utilizados.
8 - A concessão de novas licenças fica dependente da apresentação do relatório referido no número anterior.
9 - Sempre que estejam em causa espécies constantes do anexo D, as competências previstas nos números anteriores, desde que previstas na legislação que regula o exercício da caça, são exercidas pelos serviços do Ministério da Agricultura, Pescas e Florestas.
SECÇÃO IV — Vigilância
Artigo 20.º-A — Vigilância
1 - Compete ao ICN, tendo especialmente em conta os tipos de habitat natural e as espécies prioritárias, assegurar a monitorização e a vigilância sistemática do estado de conservação das espécies e habitats referidos no n.º 1 do artigo 2.º
2 - Sem prejuízo do disposto no número anterior, compete aos serviços do Ministério da Agricultura, Pescas e Florestas com intervenção em matéria de actividade cinegética assegurar a monitorização e a vigilância sistemática do estado de conservação das espécies constantes no anexo D.
CAPÍTULO III — Fiscalização e sanções
Artigo 21.º — Fiscalização
1 - A fiscalização do cumprimento do disposto no presente diploma e respectiva legislação complementar compete ao ICN, às autarquias locais, às comissões de coordenação e desenvolvimento regional, ao Instituto da Água, à Direcção-Geral dos Recursos Florestais, às direcções regionais de agricultura e às autoridades policiais.
2 - O disposto no número anterior não prejudica o exercício dos poderes de fiscalização e polícia que, em razão da matéria, competem às demais autoridades públicas, nomeadamente marítimas e portuárias.
Artigo 22.º — Contra-ordenações
1 - Constitui contra-ordenação, punível com coima de (euro) 250 a (euro) 3740, aplicável a pessoas singulares, e de (euro) 3990 a (euro) 44890, no caso de pessoas colectivas:
A violação do disposto no n.º 2 do artigo 9.º;
A violação do disposto no n.º 1 do artigo 10.º
2 - Constitui contra-ordenação, punível com coima de (euro) 125 a (euro) 3740, aplicável a pessoas singulares, e de (euro) 3990 a (euro) 44890, no caso de pessoas colectivas:
A violação do disposto nos n.os 1, 2 e 3 do artigo 11.º;
A violação do disposto no n.º 1 do artigo 12.º;
A violação do disposto no artigo 13.º;
A violação do disposto nos n.os 1, 3 e 4 do artigo 15.º;
A violação do disposto no n.º 2 do artigo 18.º;
A violação do disposto nos n.os 1 e 2 do artigo 19.º
3 - A negligência é punível, sendo neste caso reduzidos a metade os montantes máximos das coimas.
4 - A tentativa é igualmente punível, sendo o valor da coima especialmente atenuado.
Artigo 23.º — Sanções acessórias
As contra-ordenações previstas no n.º 1 do artigo 22.º podem ainda determinar, quando a gravidade da infracção assim o justifique, a aplicação das seguintes sanções acessórias:
A perda dos objectos pertencentes ao agente que tenham sido utilizados como instrumento na prática da infracção;
A privação do direito a subsídios outorgados por entidades ou serviços públicos;
A interdição do exercício de actividade;
Privação do direito de participar em feiras ou mercados;
A privação do direito de participar em arrematações ou concursos públicos que tenham por objecto a empreitada ou a concessão de obras públicas, o fornecimento de bens e serviços, a concessão de serviços públicos e a atribuição de licenças e alvarás;
O encerramento de estabelecimento cujo funcionamento esteja sujeito a autorização ou licença de autoridade administrativa;
A suspensão de autorizações, licenças e alvarás.
Artigo 24.º — Processo de contra-ordenação e aplicação de coimas e sanções acessórias
1 - Compete ao ICN o processamento das contra-ordenações e a aplicação das coimas e das sanções acessórias nos seguintes casos:
Na totalidade ou parte dos sítios da lista nacional de sítios, dos sítios de interesse comunitário ou das ZEC que se localizem dentro dos limites das áreas protegidas classificadas ao abrigo do Decreto-Lei n.º 19/93, de 23 de Janeiro, ou de legislação anterior;
Na totalidade ou na parte das ZPE criadas ao abrigo do presente diploma ou de legislação anterior que se localizem dentro dos limites das áreas protegidas classificadas ao abrigo do Decreto-Lei n.º 19/93, de 23 de Janeiro, ou de legislação anterior.
2 - Compete às comissões de coordenação e desenvolvimento regional o processamento das contra-ordenações e a aplicação das coimas e das sanções acessórias nos seguintes casos:
Nos sítios da lista nacional de sítios, nos sítios de interesse comunitário e nas ZEC, bem como nas ZPE não abrangidos pelas alíneas a) e b) do número anterior;
No remanescente do território nacional.
3 - A receita das coimas previstas no artigo 22.º será assim distribuída:
60% para o Estado;
20% para a entidade autuante;
20% para a entidade que processa a contra-ordenação.
Artigo 25.º — Reposição da situação anterior
1 - Sem prejuízo da aplicação da coima e das sanções acessórias, o ICN ou a comissão de coordenação e desenvolvimento regional territorialmente competente podem, nos termos dos n.os 1 e 2 do artigo anterior, intimar o infractor a proceder à reposição da situação anterior à infracção, fixando as acções necessárias para o efeito e o respectivo prazo de execução.
2 - Após a notificação para as acções referidas no número anterior e se a obrigação não for cumprida no prazo fixado, o ICN ou a comissão de coordenação e desenvolvimento regional territorialmente competente procede ou manda proceder às acções necessárias por conta do infractor.
3 - As despesas realizadas por força do número anterior, quando não forem pagas voluntariamente pelo infractor no prazo de 20 dias a contar da sua notificação, são cobradas nos termos do processo de execuções fiscais, constituindo a nota de despesas título executivo bastante, devendo dela constar o nome e o domicílio do devedor, a proveniência da dívida e a indicação, por extenso, do seu montante, bem como a data a partir da qual são devidos juros de mora.
Artigo 25.º-A — Embargo e demolição
Sem prejuízo da coima aplicável e das sanções acessórias, o ICN ou a comissão de coordenação e desenvolvimento regional territorialmente competente, podem:
Determinar o embargo ou a demolição das obras que não tenham sido precedidas do parecer previsto no artigo 9.º ou que não estejam em conformidade com aquele parecer;
Fazer cessar outras acções realizadas em violação ao disposto no presente diploma.
CAPÍTULO IV — Disposições finais
Artigo 26.º — Regiões Autónomas
1 - O regime do presente diploma aplica-se às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, sem prejuízo das adaptações decorrentes da administração regional autónoma, a introduzir em diploma regional adequado.
2 - Compete às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira a aprovação das ZPE e dos sítios respectivos que integram a lista nacional de sítios.
3 - Os serviços e organismos das administrações regionais autónomas devem remeter ao ICN a informação necessária à elaboração dos relatórios exigidos pelas Directivas n.os 92/43/CEE, do Conselho, de 21 de Maio, e 79/409/CEE, do Conselho, de 2 de Abril.
Artigo 27.º — Revogações
São revogados os Decretos-Leis n.os 75/91, de 14 de Fevereiro, 224/93, de 18 de Junho, e 226/97, de 27 de Agosto.
ANEXO A-I — Espécies de aves de interesse comunitário cuja conservação requer a designação de zonas de protecção especial
Um asterisco * colocado antes do nome de uma espécie indica que se trata de uma espécie prioritária.
Gavia stellata - mobelha-pequena.
Gavia arctica - mobelha-árctica.
Gavia immer - mobelha-grande.
Podiceps auritus - mergulhão-de-pescoço-castanho.
- Pterodroma feae - freira-do-bugio.
- Pterodroma madeira - freira-da-madeira.
Bulweria bulwerii - pardela-de-bulwer.
Calonectris diomedea - pardela-de-bico-amarelo.
- Puffinus puffinus mauretanicus - pardela-sombria-das-baleares.
Puffinus assimilis - pardela-pequena.
Pelagodroma marina - painho-de-ventre-branco.
Hydrobates pelagicus - painho-de-cauda-quadrada.
Oceanodroma leucorhoa - painho-de-cauda-forcada.
Oceanodroma castro - painho-da-madeira.
- Phalacrocorax aristotelis desmarestii - corvo-marinho-de-crista (mediterrânico).
- Phalacrocorax pygmeus - corvo-marinho-pigmeu.
Pelecanus onocrotalus - pelicano-vulgar.
- Pelecanus crispus - pelicano-crespo.
- Botaurus stellaris - abetouro-comum.
Ixobrychus minutus - garça-pequena.
Nycticorax nycticorax - goraz.
Ardeola ralloides - papa-ratos.
Egretta garzetta - garça-branca.
Egretta alba - garça-branca-grande.
Ardea purpurea - garça-vermelha.
Ciconia nigra - cegonha-preta.
Ciconia ciconia - cegonha-branca.
Plegadis falcinellus - maçarico-preto.
Platalea leucorodia - colhereiro.
Phoenicopterus ruber - flamingo.
Cygnus bewickii (Cygnus columbanus bewckii) - cisne-pequeno.
Cygnus cygnus - cisne-bravo.
- Anser albifrons flavirostris - ganso-da-gronelândia.
Anser erythropus - ganso-pequeno-de-testa-branca.
Branta leucopsis - ganso-de-faces-brancas.
- Branta ruficollis - ganso-de-pescoço-ruivo.
Tadorna ferruginea - pato-ferrugíneo.
- Marmaronetta angustirostris - pardilheira.
- Aythya nyroca - zarro-castanho.
Mergus albellus - merganso-pequeno.
- Oxyura leucocephala - pato-de-rabo-alçado.
Pernis apivorus - falcão-abelheiro.
Elanus caeruleus - peneireiro-cinzento.
Milvus migrans - milhafre-preto.
Milvus milvus - milhano.
Haliaeetus albicilla - águia-rabalva.
- Gypaetus barbatus - quebra-osso.
Neophron percnopterus - abutre-do-egipto.
Gyps fulvus - grifo.
- Aegypius monachus - abutre-preto.
Circaetus gallicus - águia-cobreira.
Circus aeruginosus - tartaranhão-ruivo-dos-pauis.
Circus cyaneus - tartaranhão-azulado.
Circus macrourus - tartaranhão-de-peito-branco.
Circus pygargus - tartaranhão-caçador.
- Accipiter gentilis arrigonii - açor (subespécie da Córsega e Sardenha).
- Accipiter nisus granti - fura-bardos.
Accipiter brevipes - gavião-grego.
Buteo rufinus - búteo-mouro.
- Aquila pomarina - águia-pomarina.
- Aquila clanga - águia-gritadeira.
- Aquila heliaca - águia-imperial.
- Aquila adalberti - águia-imperial-ibérica.
Aquila chrysaetos - águia-real.
Hieraaetus pennatus - águia-calçada.
- Hieraaetus fasciatus - águia-de-bonelli.
Pandion haliaetus - águia-pesqueira.
- Falco naumanni - peneireiro-das-torres.
Falco columbarius - esmerilhão.
- Falco eleonorae - falcão-da-rainha.
- Falco biarmicus - borni.
- Falco rusticolus - falcão-gerifalte.
Falco peregrinus - falcão-peregrino.
Bonasa bonasia - galinha-do-mato.
Lagopus mutus pyrenaicus - lagópode-branco (subespécie pirenaica).
Lagopus mutus helveticus - lagópode-branco (subespécie alpina).
Tetrao tetrix tetrix - galo-lira (subespécie continental).
Tetrao urogallus - tetraz.
Alectoris graeca saxatilis - perdiz-grega (subespécie alpina).
- Alectoris graeca whitakeri - perdiz-grega (subespécie italiana).
Alectoris barbara - perdiz-moura.
- Perdix perdix italica - perdiz-cinzenta (subespécie italiana).
Perdix perdix hispaniensis - perdiz-cinzenta (subespécie ibérica).
Turnix sylvatica - toirão.
Porzana porzana - franga-d'água-grande.
Porzana parva - franga-d'água-bastarda.
Porzana pusilla - franga-d'água-pequena.
- Crex crex - codornizão.
- Porphyrio porphyrio - caimão.
- Fulica cristata - galeirão-de-crista.
Grus grus - grou.
- Tetrax tetrax - sisão.
- Chlamydotis undulata - abetarda-moura.
- Otis tarda - abetarda.
Himantopus himantopus - perna-longa.
Recurvirostra avosetta - alfaiate.
Burhinus oedemus - alcaravão.
- Cursorius cursor - corredor.
Glareola pratincola - perdiz-do-mar.
Eudromias morinellus - tarambola-carambola.
Pluvialis apricaria - tarambola-dourada.
Hoplopterus spinosus - abibe-esporado.
Philomachus pugnax - combatente.
Gallinago media - narceja-real.
Limosa lapponica - fuselo.
- Numennius tenuirostris - maçarico-de-bico-fino.
Tringa glareola - maçarico-bastardo.
Xenus cinereus - maçarico-sovela.
Phalaropus lobatus - falaropo-de-bico-fino.
Larus melanocephalus - gaivota-do-mediterrâneo.
Larus genei - gaivota-de-bico-fino.
- Larus audouinii - gaivota-de-audouin.
Gelochelidon nilotica - gaivina-de-bico-preto.
Sterna caspia - gaivina-de-bico-vermelho.
Sterna sandvicensis - garajau-comum.
- Sterna dougallii - andorinha-do-mar-rosada.
Sterna hirundo - andorinha-do-mar-comum.
Sterna paradisaea - andorinha-do-mar-árctica.
Sterna albifrons - andorinha-do-mar-anã.
Chlidonias hybridus - gaivina-dos-pauis.
Chlidonias niger - gaivina-preta.
Uria aalge ibericus - airo (subespécie ibérica).
Pterocles orientalis - cortiçol-de-barriga-preta.
Pterocles alchata - cortiçol-de-barriga-branca.
- Columba palumbus azorica - pombo-torcaz-dos-açores.
- Columba torcaz - pombo-torcaz-da-madeira.
- Columba bollii - pombo-torcaz-de-bolle.
- Columba junoiniae - pombo-de-rabo-branco.
Bubo bubo - bufo-real.
Nyctea scandiaca - bufo-branco.
Surnia ulula - coruja-gavião.
Glaucidium passerinum - mocho-pigmeu.
Strix uralensis - coruja-uralense.
Strix nebulosa - coruja-lapónica.
Asio flammeus - coruja-do-nabal.
Aegolius funereus - mocho-de-tengmalm.
Caprimulgus europaeus - noitibó.
Apus caffer - andorinhão-cafre.
Alcedo atthis - guarda-rios.
Coracias garrulus - rolieiro.
Picus canus - peto-de-cabeça-cinzenta.
Dryocopus martius - peto-preto.
- Dendrocopus major canariensis - pica-pau-de-tenerife.
- Dendrocopus major thanneri - pica-pau-de-gran canaria.
Dendrocopus syriacus - pica-pau-sírio.
Dendrocopus medius - pica-pau-mediano.
Dendrocopus leucotos - pica-pau-de-dorso-branco.
Picoides tridactylus - pica-pau-tridactilo.
Chersophilus duponti - calhandra-de-dupont.
Melanocorypha calandra - calhandra.
Calandrella brachydactyla - calhandrinha.
Galerida theklae - cotovia-do-monte.
Lullula arborea - cotovia-pequena.
Anthus campestris - petinha-dos-campos.
Troglodytes troglodytes fridanensis - carriça (subespécie Fair Isle).
Luscinia svecica - pisco-de-peito-azul.
Saxicola dacotiae - cartaxo-das-canárias.
Oenanthe leucura - chasco-preto.
Acrocephalus melanopogon - felosa-real.
- Acrocephalus paludicola - felosa-aquática.
Hippolais olivetorum - felosa-das-oliveiras.
Sylvia sarda - toutinegra-sarda.
Sylvia undata - felosa-do-mato.
Sylvia rueppelli - toutinegra-de-ruppell.
Sylvia nisoria - toutinegra-gavião.
Ficedula parva - papa-moscas-pequeno.
Ficedula semitorquata - papa-moscas-de-meio-colar.
Ficedula albicollis - papa-moscas-de-colar.
Sitta krueperi - trepadeira-de-kruper.
Sitta whiteheadi - trepadeira-corsa.
Lanius collurio - picanço-de-dorso-vermelho.
Lanius minor - picanço-pequeno.
Pyrrhocorax pyrrhocorax - gralha-de-bico-vermelho.
Fringilla coelebs ombriosa - tentilhão-de-hierro.
- Fringilla teydea - tentilhão-azul.
- Loxia scotica - cruza-bico-escocês.
Bucanetes githagineus - pintarroxo-trombeteiro.
- Pyrrhula murina - priolo.
Emberiza cineracea - escrevedeira-de-cabeça-amarela.
Emberiza hortulana - sombria.
Emberiza caesia - escrevedeira-cinzenta.
ANEXO A-II — Espécies de aves cujo comércio é permitido nas condições previstas na alínea a) do n.º 7 do artigo 11.º
Lagopus lagopus scoticus (e hibernicus) - lagópode-escocês.
Alectoris barbara - perdiz-moura.
Perdix perdix - perdiz-cinzenta.
ANEXO A-III — Espécies de aves cujo comércio pode ser objecto de limitações conforme definido na alínea b) do n.º 7 do artigo 11.º
Anser albifrons albifrons - ganso-grande-de-testa-branco (variedade continental).
Anser anser - ganso-comum-ocidental.
Aythya marila - zarro-bastardo.
Somateria mollissima - eider-edredão.
Melanitta nigra - pato-negro.
Lagopus mutus - lagópode-branco.
Tetrao terix britannicus - galo-lira (variedade britânica).
Tetrao urogallus - tetraz.
ANEXO B-I — Tipos de habitats naturais de interesse comunitário cuja conservação exige a designação de ZEC
Interpretação
As orientações para a interpretação dos tipos de habitat constam do Manual de Interpretação dos Habitats da União Europeia, tal como foi aprovado pelo comité estabelecido nos termos do artigo 20.º (Comité Habitats) e publicado pela Comissão Europeia.
O código apresentado corresponde ao código Natura 2000.
O símbolo * indica os tipos de habitat prioritários.
1 Habitats costeiros e vegetação halófila
11 Águas marinhas e meios sob influência das marés
1110 Bancos de areia permanentemente cobertos por água do mar pouco profunda.
1120 * Bancos de posidónias (Posidonion oceanicae).
1130 Estuários.
1140 Lodaçais e areais a descoberto na maré baixa.
1150 * Lagunas costeiras.
1160 Enseadas e baías pouco profundas.
1170 Recifes.
1180 Estruturas submarinas originadas por emissões gasosas.
12 Falésias marítimas e praias de calhaus rolados
1210 Vegetação anual das zonas de acumulação de detritos pela maré.
1220 Vegetação perene das praias de calhaus rolados.
1230 Falésias com vegetação das costas atlânticas e bálticas.
1240 Falésias com vegetação das costas mediterrânicas com Limonium spp. endémicas.
1150 Falésias com flora endémica das costas macaronésias.
13 Sapais e prados salgados atlânticos e continentais
1310 Vegetação pioneira de Salicornia e outras espécies anuais das zonas lodosas e arenosas.
1320 Prados de Spartina (Spartinion maritimae).
1330 Prados salgados atlânticos (Glauco-Puccinellietalia maritimae).
1340 * Prados salgados interiores.
14 Sapais e prados salgados mediterrânicos e termoatlânticos
1410 Prados salgados mediterrânicos (Juncetalia maritimi).
1420 Matos halófilos mediterrânicos e termoatlânticos (Sarcocornetea fruticosi).
1430 Matos halonitrófilos (Pegano-Salsoletea).
15 Estepes interiores halófilas e gipsófilas
1510 * Estepes salgadas mediterrânicas (Limonietalia).
1520 * Vegetação gipsófila ibérica (Gypsophiletalia).
1530 * Estepes salgadas e sapais panónicos.
16 Arquipélagos, costas e superfícies emergentes do mar Báltico boreal
1610 Ilhas «esker» do Báltico com vegetação das praias de areia, de rocha ou de calhaus rolados e vegetação sublitoral.
1620 Ilhéus e pequenas ilhas do Báltico boreal.
1630 * Prados costeiros do Báltico boreal.
1640 Praias de areia com vegetação vivaz do Báltico boreal.
1650 Enseadas estreitas do Báltico boreal.
2 Dunas marítimas e interiores
21 Dunas marítimas das costas atlânticas, do mar do Norte e do Báltico
2110 Dunas móveis embrionárias.
2120 Dunas móveis do cordão litoral com Ammophila arenaria («dunas brancas»).
2130 * Dunas fixas com vegetação herbácea («dunas cinzentas»).
2140 * Dunas fixas descalcificadas com Empetrum nigrum.
2150 * Dunas fixas descalcificadas atlânticas (Calluno-Ulicetea).
2160 Dunas com Hippophaë rhamnoides.
2170 Dunas com Salix repens ssp. argentea (Salicion arenariae).
2180 Dunas arborizadas das regiões atlântica, continental e boreal.
2190 Depressões húmidas intradunares.
21A0 Machairs (* na Irlanda).
22 Dunas marítimas das costas mediterrânicas
2210 Dunas fixas do litoral da Crucianellion maritimae.
2220 Dunas com Euphorbia terracina.
2230 Dunas com prados da Malcolmietalia.
2240 Dunas com prados da Brachypodietalia e espécies anuais.
2250 * Dunas litorais com Juniperus spp.
2260 Dunas com vegetação esclerófila da Cisto-Lavenduletalia.
2270 * Dunas com florestas de Pinus pinea e ou Pinus pinaster.
23 Dunas interiores, antigas e descalcificadas
2310 Charnecas psamófilas secas de Calluna e Genista.
2320 Charnecas psamófilas secas de Calluna e Empetrum nigrum.
2330 Dunas interiores com prados abertos de Corynephourus e Agrostis.
2340 * Dunas interiores panónicas.
3 Habitats de água doce
31 Águas paradas
3110 Águas oligotróficas muito pouco mineralizadas das planícies arenosas (Littorelletalia uniflorae).
3120 Águas oligotróficas muito pouco mineralizadas em solos geralmente arenosos do oeste mediterrânico com Isoëtes spp.
3130 Águas estagnadas, oligotróficas a mesotróficas, com vegetação da Littorelletea uniflorae e ou da Isoëto-Nanojuncetea.
3140 Águas oligomesotróficas calcárias com vegetação bêntica de Chara spp.
3150 Lagos eutróficos naturais com vegetação da Magnopotamion ou da Hydrocharition.
3160 Lagos e charcos distróficos naturais.
3170 * Charcos temporários mediterrânicos.
3180 * Turloughs.
32 Águas correntes - Troços de cursos de água com dinâmica natural e seminatural (leitos pequenos, médios e grandes) em que a qualidade da água não sofre mudanças significativas.
3210 Cursos de água naturais da Fenoscândia.
3220 Cursos de água alpinos com vegetação ripícola herbácea.
3230 Cursos de água alpinos com vegetação ripícola lenhosa de Myricaria germanica.
3240 Cursos de água alpinos com vegetação ripícola lenhosa de Salix elaeagnos.
3250 Cursos de água mediterrânicos permanentes com Glaucium flavum.
3260 Cursos de água dos pisos basal a montano com vegetação da Ranunculion fluitantis e da Callitricho-Batrachion.
3270 Cursos de água de margens vasosas com vegetação da Chenopodion rubri p. p. e da Bidention p. p.
3280 Cursos de água mediterrânicos permanentes da Paspalo-Agrostidion com cortinas arbóreas ribeirinhas de Salix e Populus alba.
3290 Cursos de água mediterrânicos intermitentes da Paspalo-Agrostidion.
4 Charnecas e matos das zonas temperadas
4010 Charnecas húmidas atlânticas setentrionais de Erica tetralix.
4020 * Charnecas húmidas atlânticas temperadas de Erica ciliaris e Erica tetralix.
4030 Charnecas secas europeias.
4040 * Charnecas secas atlânticas litorais de Erica vagans.
4050 * Charnecas macaronésias endémicas.
4060 Charnecas alpinas e boreais.
4070 * Matos de Pinus mugo e Rhododendron hirsutum (Mugo-Rhododendretum hirsuti).
4080 Matos de Salix spp. subárcticos.
4090 Charnecas oromediterrânicas endémicas com giestas espinhosas.
5 Matos esclerófilos
51 Matos submediterrânicos e temperados
5110 Formações estáveis xerotermófilas de Buxus sempervirens das vertentes rochosas (Berberidion p. p.).
5120 Formações montanas de Cytisus purgans.
5130 Formações de Juniperus communis em charnecas ou prados calcários.
5140 * Formações de Cistus palhinhae em charnecas marítimas.
52 Matagais arborescentes mediterrânicos
5210 Matagais arborescentes de Juniperus spp.
5220 * Matagais arborescentes de Zyziphus.
5230 * Matagais arborescentes de Laurus nobilis.
53 Matos termomediterrânicos pré-estépicos
5310 Matas de Laurus nobilis.
5320 Formações baixas de euforbiáceas junto a falésias.
5330 Matos termomediterrânicos pré-desérticos.
54 Friganas
5410 Friganas mediterrânicas ocidentais dos cimos de falésia (Astragalo-Plantaginetum subulatae).
5420 Friganas da Sarcopoterium spinosum.
5430 Friganas endémicas da Euphorbio-Verbascion.
6 Formações herbáceas naturais e seminaturais
61 Prados naturais
6110 * Prados rupícolas calcários ou basófilos da Alysso-Sedion albi.
6120 * Prados calcários de areias xéricas.
6130 Prados calaminares da Violetalia calaminariae.
6140 Prados pirenaicos siliciosos de Festuca eskia.
6150 Prados alpino-boreais siliciosos.
6160 Prados oro-ibéricos de Festuca indigesta.
6170 Prados calcários alpinos e subalpinos.
6180 Prados mesófilos macaronésios.
62 Formações herbáceas secas seminaturais e fácies arbustivas
6210 Prados secos seminaturais e fácies arbustivas em substrato calcário (Festuco-Brometalia) (* importantes habitats de orquídeas).
6220 * Subestepes de gramíneas e anuais da Thero-Brachypodietea.
6230 * Formações herbáceas de Nardus, ricas em espécies, em substratos silicosos das zonas montanas (e das zonas submontanas da Europa continental).
6240 * Prados estépicos subpanónicos.
6250 * Prados estépicos panónicos em substrato de loess.
6260 * Estepes panónicas em substrato arenoso.
6270 * Prados fenoscandianos de baixa altitude, secos a mesófilos, ricos em espécies.
6280 * Alvar nórdico e rochas planas calcárias pré-câmbricas.
63 Florestas esclerófilas sujeitas a pastoreio (montados)
6310 Montados de Quercus spp. de folha perene.
64 Pradarias húmidas seminaturais de ervas altas
6410 Pradarias com Molinia em solos calcários, turfosos e argilo-limosos (Molinion caeruleae).
6420 Pradarias húmidas mediterrânicas de ervas altas da Molinio-Holoschoenion.
6430 Comunidades de ervas altas higrófilas das orlas basais e dos pisos montano a alpino.
6440 Pradarias aluviais inundáveis da Cnidion dubii.
6450 Pradarias aluviais setêntrio-boreais.
65 Prados mesófilos
6510 Prados de feno pobres de baixa altitude (Alopecurus pratensis, Sanguisorba officinalis).
6520 Prados de feno de montanha.
6530 * Prados arborizados fenoscandianos.
7 Turfeiras altas, turfeiras baixas e pântanos
71 Turfeiras ácidas de Sphagnum
7110 * Turfeiras altas activas.
7120 Turfeiras altas degradadas ainda susceptíveis de regeneração natural.
7130 Turfeiras de coberta (* turfeiras activas).
7140 Turfeiras de transição e turfeiras ondulantes.
7150 Depressões em substratos turfosos da Rhynchosporion.
7160 Nascentes ricas em minerais e nascentes de pântano fenoscandianas.
72 Pântanos calcários
7210 * Pântanos calcários com Cladium mariscus e espécies da Caricion davallianae.
7220 * Nascentes petrificantes com formação de travertinos (Cratoneurion).
7230 Turfeiras baixas alcalinas.
7240 * Formações pioneiras alpinas da Caricion bicoloris-atrofuscae.
73 Turfeiras boreais
7310 * Turfeiras de Aapa.
7320 * Turfeiras de Palsa.
8 Habitats rochosos e grutas
81 Depósitos de vertente rochosos
8110 Depósitos siliciosos dos pisos montano a nival (Androsacetalia alpinae e Galeopsietalia ladani).
8120 Depósitos calcários e de xistos calcários dos pisos montano a alpino (Thlaspietea rotundifolii).
8130 Depósitos mediterrânicos ocidentais e termófilos.
8140 Depósitos mediterrânicos orientais.
8150 Depósitos médio-europeus siliciosos das regiões altas.
8160 * Depósitos médio-europeus calcários dos pisos colino a montano.
82 Vertentes rochosas com vegetação casmofítica
8210 Vertentes rochosas calcárias com vegetação casmofítica.
8220 Vertentes rochosas siliciosas com vegetação casmofítica.
8230 Rochas siliciosas com vegetação pioneira da Sedo-Scleranthion ou da Sedo Albi-Veronicion dillenii.
8240 * Lajes calcárias.
83 Outros habitats rochosos
8310 Grutas não exploradas pelo turismo.
8320 Campos de lava e escavações naturais.
8330 Grutas marinhas submersas ou semi-submersas.
8340 Glaciares permanentes.
9 Florestas
Florestas (sub)naturais de essências indígenas no estado de matas em alto fuste com vegetação subarbustiva típica, que correspondem a um dos seguintes critérios: raras ou residuais e ou com espécies de interesse comunitário:
90 Florestas da Europa boreal
9010 * Taiga ocidental.
9020 Florestas antigas caducifólias naturais hemiboreais da Fenoscândia ricas em epífitas (Quercus, Tilia, Acer, Fraxinus ou Ulmus).
9030 * Florestas naturais dos primeiros estádios de sucessão das superfícies emergentes costeiras.
9040 Florestas nórdicas subalpinas/subárcticas de Betula pubescens spp. czerepanovii.
9050 Florestas fenoscandianas de Picea abies ricas em herbáceas.
9060 Florestas de coníferas nos eskers fluvioglaciares ou a eles associadas.
9070 Pastagens arborizadas fenoscandianas.
9080 * Bosques pantanosos caducifólios da Fenoscândia.
91 Florestas da Europa temperada
9110 Faiais de Luzulo-Fagetum.
9120 Faiais acidófilos atlânticos com vegetação arbustiva de Ilex e por vezes Taxus (Quercion robori-petrae ou Ilici-Fagenion).
9130 Faiais da Asperulo-Fagetum.
9140 Faiais subalpinos médio-europeus com Acer e Rumex arifolius.
9150 Faiais calcícolas médio-europeus da Cephalanthero-Fagion.
9160 Carvalhais pedunculados ou florestas mistas de carvalhos e carpas subatlânticas e médio-europeias da Carpinion betuli.
9170 Florestas mistas de carvalhos e carpas da Galio-Carpinetum.
9180 * Florestas de vertentes, depósitos rochosos ou ravinas da Tilio-Acerion.
9190 Carvalhais antigos acidófilos de Quercus robur das planícies arenosas.
91A0 Carvalhais antigos das ilhas Britânicas com Ilex e Blechnum.
91B0 Freixiais termófilos de Fraxinus angustifolia.
91C0 * Florestas caledónicas.
91D0 * Turfeiras arborizadas.
91E0 * Florestas aluviais de Alnus glutinosa e Fraxinus excelsior (Alno-Padion, Alnion incanae, Salicion albae).
91F0 Florestas mistas de Quercus robur, Ulmus laevis, Ulmus minor, Fraxinus excelsior ou Fraxinus angustifolia das margens de grandes rios (Ulmenion minoris).
91G0 * Florestas panónicas de Quercus petraea e Carpinus betulus.
91H0 * Florestas panónicas de Quercus pubescens.
91I0 * Florestas euro-siberianas estépicas de Quercus spp.
91J0 * Florestas de Taxus baccata das ilhas Britânicas.
92 Florestas mediterrânicas caducifólias
9210 * Faiais dos Apeninos com Taxus e Ilex.
9220 * Faiais dos Apeninos com Abies alba e faiais com Abies nebrodensis.
9230 Carvalhais galaico-portugueses de Quercus robur e Quercus pyrenaica.
9240 Carvalhais ibéricos de Quercus faginea e Quercus canariensis.
9250 Carvalhais de Quercus trojana.
9260 Florestas de Castanea sativa.
9270 Faiais helénicos com Abies borisii-regis.
9280 Florestas de Quercus frainetto.
9290 Florestas de ciprestes (Acero-Cupression).
92A0 Florestas-galerias de Salix alba e Populus alba.
92B0 Florestas-galerias junto aos cursos de água intermitentes mediterrânicos com Rhododendron ponticum, Salix e outras espécies.
92C0 Florestas de Platanus orientalis e Liquidambar orientalis (Platanion orientalis).
92D0 Galerias e matos ribeirinhos meridionais (Nerio-Tamaricetea e Securinegion tinctoriae).
93 Florestas esclerófilas mediterrânicas
9310 Carvalhais do Egeu de Quercus brachyphylla.
9320 Florestas de Olea e Ceratonia.
9330 Florestas de Quercus suber.
9340 Florestas de Quercus ilex e Quercus rotundifolia.
9350 Florestas de Quercus macrolepis.
9360 * Laurissilvas macaronésias (Laurus, Ocotea).
9370 * Palmeirais de Phoenix.
9380 Florestas de Ilex aquifolium.
94 Florestas de coníferas das montanhas temperadas
9410 Florestas acidófilas dos pisos montano a alpino (Vaccinio-Piceetea).
9420 Florestas alpinas de Larix decidua e ou Pinus cembra.
9430 Florestas montanas e subalpinas de Pinus uncinata (* em substrato gipsífero ou calcário).
95 Florestas de coníferas das montanhas mediterrânicas e macaronésias
9510 * Florestas apeninas meridionais de Abies alba.
9520 Florestas de Abies pinsapo.
9530 * Pinhais (sub)mediterrânicos de pinheiros negros endémicos.
9540 Pinhais mediterrânicos de pinheiros mesógeos endémicos.
9550 Pinhais endémicos canários.
9560 * Florestas endémicas de Juniperus spp.
9570 * Florestas de Tetraclinis articulata.
9580 * Florestas mediterrânicas de Taxus baccata.
ANEXO B-II
Espécies animais e vegetais de interesse comunitário cuja conservação exige a designação de zonas especiais de conservação.
Interpretação
O anexo B-II complementa o anexo B-I para o estabelecimento de uma rede coerente de zonas especiais de conservação.
As espécies que constam do presente anexo são indicadas:
Pelo nome da espécie ou da subespécie; ou
Pelo conjunto das espécies pertencentes a um taxon superior ou a uma referida parte desse taxon.
A abreviatura «spp.» após o nome de uma família ou de um género indica todas as espécies que pertencem a essa família ou a esse género.
Símbolos:
Um asterisco * colocado antes do nome de uma espécie indica que se trata de uma espécie prioritária;
A maioria das espécies que constam do presente anexo estão incluídas no anexo B-IV;
Quando uma espécie referida no presente anexo não consta do anexo B-IV nem do anexo B-V, o seu nome é acompanhado do sinal (o); quando uma espécie referida no presente anexo não consta do anexo B-IV mas consta do anexo B-V, o seu nome é acompanhado do sinal (V).
Animais
Vertebrados
Mamíferos
Insectivora
Talpidae
Galemys pyrenaicus.
Chiroptera
Rhinolophidae
Rhinolophus blasii.
Rhinolophus euryale.
Rhinolophus ferrumequinum.
Rhinolophus hipposideros.
Rhinolophus mehelyi.
Vespertilionidae
Barbastella barbastellus.
Miniopterus schreibersi.
Myotis bechsteini.
Myotis blythii.
Myotis capaccinii.
Myotis dasycneme.
Myotis emarginatus.
Myotis myotis.
Rodentia
Sciuridae
- Pteromys volans (Sciuropterus russicus).
Spermophilus citellus (Citellus citellus).
Castoridae
Castor fiber (excepto as populações finlandesas e suecas).
Microtidae
Microtus cabrerae.
- Microtus oeconomus arenicola.
Carnivora
Canidae
- Alopex lagopus.
- Canis lupus (populações espanholas: apenas a sul do Douro; populações gregas: apenas a sul do paralelo 39; excepto as populações finlandesas).
Ursidae
- Ursus arctos (excepto as populações finlandesas e suecas).
Mustelidae
- Gulo gulo.
Lutra lutra.
Mustela lutreola.
Felidae
Lynx lynx (excepto as populações finlandesas).
- Lynx pardinus.
Phocidae
Halichoerus grypus (V).
- Monachus monachus.
Phoca hispida bottnica (o).
- Phoca hispida saimensis.
Phoca vitulina (V).
Artiodactyla
Cervidae
- Cervus elaphus corsicanus.
Rangifer tarandus fennicus (o).
Bovidae
Capra aegagrus (populações naturais).
- Capra pyrenaica pyrenaica.
Ovis gmelini musinon (Ovis ammon musimon) (populações naturais - Córsega e Sardenha).
- Rupicapra pyrenaica ornata (Rupicapra rupicapra ornata).
Rupicapra rupicapra balcanica.
Cetacea
Phocoena phocoena.
Tursiops truncatus.
Répteis
Chelonia (testudines)
Testudinidae
Testudo graeca.
Testudo hermanni.
Testudo marginata.
Cheloniidae
- Caretta caretta.
Emydidae
Emys orbicularis.
Mauremys caspica.
Mauremys leprosa.
Sauria
Lacertidae
Gallotia galloti insulanagae.
- Gallotia simonyi.
Lacerta bonnali (Lacerta monticola).
Lacerta monticola.
Lacerta schreiberi.
Podarcis lilfordi.
Podarcis pityusensis.
Scincidae
Chalcides simonyi (Chalcides occidentalis).
Gekkonidae
Phyllodactylus europaeus.
Ophidia (serpentes)
Colubridae
Elaphe quatuorlineata.
Elaphe situla.
Viperidae
- Macrovipera schweizeri (Vipera lebetina schweizeri).
Vipera ursinii.
Anfíbios
Caudata
Salamandridae
Chioglossa lusitanica.
Mertensiella luschani (Salamandra luschiani).
- Salamandra atra aurorae.
Salamandrina terdigitata.
Triturus carnitex (Triturus cristatus carnifex).
Trifurus cristatus (Triturus cristatus cristatus).
Triturus dobrogicus (Triturus cristatus dobrogicus).
Triturus karelinii (Triturus cristatus karelinii).
Proteidae
Proteus anguinus.
Plethodontidae
Hydromantes (Speleomantes) ambrosii.
Hydromantes (Speleomantes) flavus.
Hydromantes (Speleomantes) genei.
Hydromantes (Speleomantes) imperialis.
Hydromantes (Speleomantes) strinatii.
Hydromantes (Speleomantes) supramontes.
Anura
Discoglossidae
- Alytes muletensis.
Bombina bombina.
Bombina variegata.
Discoglossus galganoi (inclui Discoglossus «jeanneae»).
Discoglossus montalentii.
Discoglossus sardus.
Ranidae
Rana latastei.
Pelobatidae
- Pelobates fuscus insubricus.
Peixes
Petromyzoniformes
Petromyzonidae
Eudontomyzon spp. (o).
Lampetra fluviatilis (V) (excepto as populações finlandesas e suecas).
Lampetra planeri (o) (excepto as populações finlandesas e suecas).
Lethenteron zanandreai (V).
Petromyzon marinus (o) (excepto as populações suecas).
Acipenseriformes
Acipenseridae
- Acipenser naccarii.
- Acipenser sturio.
Clupeiformes
Clupeidae
Alosa spp. (V).
Salmoniformes
Salmonidae
Hucho hucho (populações naturais) (V).
Salmo macrostigma (o).
Salmo marmoratus (o).
Salmo salar (apenas em água doce) (V) (excepto as populações finlandesas).
Coregonidae
- Coregonus oxyrhynchus (populações anádromas em determinados sectores do mar do Norte).
Cypriniformes
Cyprinidae
Alburnus albidus (o) (Alburnus vulturius).
Anaecypris hispanica.
Aspius aspius (o) (excepto as populações finlandesas).
Barbus comiza (V).
Barbus meridionalis (V).
Barbus plebejus (V).
Chondrostoma genei (o).
Chondrostoma lusitanicum (o).
Chondrostoma polylepis (o) (inclui C. willkommi.)
Chalcalburnus chalcoides (o).
Chondrostoma soetta (o).
Chondrostoma toxostonna (o).
Gobio albipinnatus (o).
Gobio uranoscopus (o).
Iberocypris palaciosi (o).
- Ladigesocypris ghigii (o).
Leuciscus lucumonis (o).
Leuciscus souffia (o).
Phoxinellus spp. (o).
Rhodeus sericeus amarus (o).
Rutilus alburnoides (o).
Rutilus arcasii (o).
Rutilus frisii meidingeri (o).
Rutilus lemmingii (o).
Rutilus macrolepidotus (o).
Rutilus pigus (o).
Rutilus rubilio (o).
Scardinius graecus (o).
Cobitidae
Cobitis taenia (o) (excepto as populações finlandesas).
Cobitis trichonica (o).
Misgurnus fossilis (o).
Sabanejewia aurata (o).
Sabanejewia larvata (o) (Cobitis larvata e Cobitis conspersa).
Siluriformes
Siluridae
Silurus aristotelis (V).
Atheriniformes
Cyprinodontidae
Aphanius iberus (o).
Aphanius fasciatus (o).
- Valencia hispanica.
- Valencia letourneuxi (Valencia hispanica).
Perciformes
Percidae
Gymnocephalus schraetzer (V).
Zingel spp. [(o) excepto Zingel asper e Zingel zingel (V)].
Gobiidae
Knipowitschia (Padogobius) panizzae (o).
Padogobius nigricans (o).
Pomatoschistus canestrini (o).
Scorpaeniformes
Cottidae
Cottus gobio (o) (excepto as populações finlandesas).
Cottus petiti (o).
Invertebrados
Artrópodes
Crustacea
Decapoda
Austropotamobius pallipes (V).
Insecta
Coleoptera
Agathidium pulchellum (o).
Boros schneideri (o).
Buprestis splendens.
- Carabus menetriesi pacholei.
- Carabus olympiae.
Cerambyx cerdo.
Corticaria planula (o).
Cucujus cinnaberinus.
Dytiscus latissimus.
Graphoderus bilineatus.
Limoniscus violaceus (o).
Lucanus cervus (o).
Macroplea pubipennis (o).
Mesosa myops (o).
Morimus funereus (o).
- Osmoderma eremita.
Oxyporus mannerheimii (o).
Pytho kolwensis (o).
- Rosalia alpina.
Stephanopachys linearis (o).
Stephanopachys substriatus (o).
Xyletinus tremulicola (o).
Hemiptera
Aradus angularis (o).
Lepidoptera
Agriades glandon aquilo (o).
- Callimorpha (Euplagia, Panaxia) quadripunctaria (o).
Clossiana improba (o).
Coenonympha oedippus.
Erebia calcaria.
Erebia christi.
Erebia medusa polaris (o).
Eriogaster catax.
Euphydryas (Eurodryas, Hypodryas) aurinia (o).
Graellsia isabellae (V).
Hesperia comma catena (o).
Hypodryas maturna.
Lycaena dispar.
Maculinea nausithous.
Maculinea teleius.
Melanargia arge.
Papilio hospiton.
Plebicula golgus.
Xestia borealis (o).
Xestia brunneopicta (o).
Mantodea
Apteromantis aptera.
Odonata
Coenagrion hylas (o).
Coenagrion mercuriale (o).
Cordulegaster trinacriae.
Gomphus graslinii.
Leucorrhina pectoralis.
Lindenia teraphylla.
Macromia splendens.
Ophiogomphus cecilia.
Oxygastra curtisii.
Orthoptera
Baetica ustulata.
Arachnida
Pseudoscorpiones
Anthrenochernes stellae (o).
Moluscos
Gastropoda
Caseolus calculus.
Caseolus commixta.
Caseolus sphaerula.
Discula leacockiana.
Discula tabellata.
Discus guerinianus.
Elona quimperiana.
Geomalacus maculosus.
Geomitra moniziana.
- Helicopsis striata austriaca (o).
Idiomela (Helix) subplicata.
Leiostyla abbreviata.
Leiostyla cassida.
Leiostyla corneocostata.
Leiostyla gibba.
Leiostyla lamellosa.
Vertigo angustior (o).
Vertigo genesii (o).
Vertigo geyeri (o).
Vertigo moulinsiana (o).
Bivalvia
Unionoida
Margaritifera durrovensis (Margaritifera margaritifera) (V).
Margaritifera margaritifera (V).
Unio crassus.
Plantas
Pteridophyta
Aspleniaceae
Asplenium jahandiezii (Litard.) Rouy.
Blechnaceae
Woodwardia radicans (L.) Sm.
Dicksoniaceae
Culcita macrocarpa C. Presl.
Dryopteridaceae
Diplazium sibiricum (Turcz. ex Kunze) Kurata.
- Dryopteris corleyi Fraser-Jenk.
Dryopteris fragans (L.) Schott.
Hymenophyllaceae
Trichomanes speciosum Willd.
Isoetaceae
Isoetes boryana Durieu.
Isoetes malinverniana Ces. & De Not.
Marsileaceae
Marsilea batardae Launert.
Marsilea quadrifolia L.
Marsilea strigosa Willd.
Ophioglossaceae
Botrychium simplex Hitchc.
Ophioglossum polyphyllum A. Braun.
Gymnospermae
Pinaceae
- Abies nebrodensis (Lojac.) Mattei.
Angiospermae
Alismataceae
- Alisma wahlenbergii (Holmberg) Juz.
Caldesia parnassifolia (L.) Parl.
Luronium natans (L.) Raf.
Amaryllidaceae
Leucojum nicaeense Ard.
Narcissus asturiensis (Jordan) Pugsley.
Narcissus calcicola Mendonça.
Narcissus cyclamineus DC.
Narcissus fernandesii G. Pedro.
Narcissus humilis (Cav.) Traub.
- Narcissus nevadensis Pugsley.
Narcissus pseudonarcissus L. subsp. nobilis (Haw.) A. Fernandes.
Narcissus scaberulus Henriq.
Narcissus triandrus L. subsp. capax (Salisb.) D. A. Webb.
Narcissus viridiflorus Schousboe.
Boraginaceae
- Anchusa crispa Viv.
- Lithodora nitida (H. Ern) R. Fernandes.
Myosotis lusitanica Schuster.
Myosotis rehsteineri Wartm.
Myosotis retusifolia R. Afonso.
Omphalodes kuzinskyanae Willk.
- Omphalodes littoralis Lehm.
Solenanthus albanicus (Degen & al.) Degen & Baldacci.
- Symphytum cycladense Pawl.
Campanulaceae
Asyneuma giganteum (Boiss.) Bornm.
- Campanula sabatia De Not.
Jasione crispa (Pourret) Samp. subsp. serpentinica Pinto da Silva.
Jasione lusitanica A. DC.
Caryophyllaceae
Arenaria ciliata L. ssp. pseudofrigida Ostenf. & O. C. Dahl.
Arenaria humifusa Wahlenberg.
- Arenaria nevadensis Boiss. & Reuter.
Arenaria provincialis Chater & Halliday.
Dianthus arenarius L. subsp. arenarius.
Dianthus cintranus Boiss. & Reuter subsp. cintranus Boiss. & Reuter.
Dianthus marizii (Samp.) Samp.
Dianthus rupicola Biv.
- Gypsophila papillosa P. Porta.
Herniaria algarvica Chaudhri.
- Herniaria latifolia Lapeyr. subsp. litardierei Gamis.
Herniaria lusitanica (Chaudhri) subsp. berlengiana Chaudhri.
Herniaria maritima Link.
Moehringia lateriflora (L.) Fenzl.
Moehringia tommasinii Marches.
Petrocoptis grandiflora Rothm.
Petrocoptis montsicciana O. Bolos & Rivas Mart.
Petrocoptis pseudoviscosa Fernandez Casas.
Silene furcata Rafin. ssp. angustiflora (Rupr.) Walters.
- Silene hicesiae Brullo & Signorello.
Silene hifacensis Rouy ex Willk.
- Silene holzmanii Heldr. ex Boiss.
Silene longicilia (Brot.) Otth.
Silene mariana Pau.
- Silene orphanidis Boiss.
- Silene rothmaleri Pinto da Silva.
- Silene velutina Pourret ex Loisel.
Chenopodiaceae
- Bassia (Kochia) saxicola (Guss.) A. J. Scott.
- Salicornia veneta Pignatti & Lausi.
Cistaceae
Cistus palhinhae Ingram.
Halimium verticillatum (Brot.) Sennen.
Helianthemum alypoides Losa & Rivas Goday.
Helianthemum caput-felis Boiss.
- Tuberaria major (Willk.) Pinto da Silva & Rozeira.
Compositae
- Anthemis glaberrima (Rech. f.) Greuter.
Artemisia campestris L. subsp. bottnica A. N. Lundström ex Kindb.
- Artemisia granatensis Boiss.
- Artemisia laciniata Willd.
Artemisia oelandica (Besser) Komaror.
- Artemisia pancicii (Janka) Ronn.
- Aster pyrenaeus Desf. ex DC.
- Aster sorrentinii (Tod) Lojac.
- Carduus myriacanthus Salzm. ex DC.
- Centaurea alba L. subsp. heldreichii (Halacsy) Dostal.
- Centaurea alba L. subsp. princeps (Boiss. & Heldr.) Gugler.
- Centaurea attica Nyman subsp. megarensis (Halacsy & Hayek) Dostál.
- Centaurea balearica J. D. Rodriguez.
- Centaurea borjae Valdes-Berm. & Rivas Goday.
- Centaurea citricolor Font Quer.
Centaurea corymbosa Pourret.
Centaurea gadorensis G. Blanca.
- Centaurea horrida Badaro.
- Centaurea kalambakensis Freyn & Sint.
Centaurea kartschiana Scop.
- Centaurea lactiflora Halacsy.
Centaurea micrantha Hoffmanns. & Link subsp. herminii (Rouy) Dostál.
- Centaurea niederi Heldr.
- Centaurea peucedanifalia Boiss. & Orph.
- Centaurea pinnata Pau.
Centaurea pulvinata (G. Blanca) G. Blanca.
Centaurea rothmalerana (Arénes) Dostál.
Centaurea vicentina Mariz.
- Crepis crocifolia Boiss. & Helder.
Crepis granatensis (Willk.) B. Blanca & M. Cueto.
Crepis tectorum L. subsp. nigrescens.
Erigeron frigidus Boiss. ex DC.
Hymenostemma pseudanthemis (Kunze) Willd.
- Jurinea cyanoides (L.) Reichenb.
- Jurinea fontqueri Cuatrec.
- Lamyropsis microcephala (Moris) Dittrich & Greuter.
Leontodon microcephalus (Boiss. ex DC.) Boiss.
Leontodon boryi Boiss.
- Leontodon siculus (Guss.) Finch & Sell.
Leuzea longifolia Hoffmanns. & Link.
Ligularia sibirica (L.) Cass.
Santolina impressa Hoffmanns. & Link.
Santolina semidentata Hoffmanns. & Link.
- Senecio elodes Boiss. ex DC.
Senecio jacobea L. subsp. gotlandicus (Neuman) Sterner.
Senecio nevadensis Boiss. & Reuter.
Convolvulaceae
- Convolvulus argyrothamnus Greuter.
- Convolvulus fernandesii Pinto da Silva & Teles.
Cruciferae
Alyssum pyrenaicum Lapeyr.
Arabis sadina (Samp.) P. Cout.
- Biscutella neustriaca Bonnet.
Biscutella vincentina (Samp.) Rothim.
Boleum asperum (Pers.) Desvaux.
Brassica glabrescens Poldini.
Brassica insularis Moris.
- Brassica macrocarpa Guss.
Braya linearis Rouy.
- Coincya rupestris Rouy.
- Coronopus navasii Pau.
Diplotaxis ibicensis (Pau) Gomez-Campo.
- Diplotaxis siettiana Maire.
Diplotaxis vicentina (P. Cout.) Rothim.
Draba cacuminum Elis Ekman.
Draba cinerea Adamis.
Erucastrum palustre (Pirona) Vis.
- Iberis arbuscula Runemark.
Iberis procumbens Lange subsp. microcarpa Franco & Pinto da Silva.
- Jonopsidium acaule (Desf.) Reichenb.
Jonopsidium savianum (Caruel) Ball ex Arcang.
Rhynchosinapis erucastrum (L.) Dandy ex Clapham subsp. cintrana (Coutinho) Franco & P. Silva [Coincya cintrana (P. Cout.) Pinto da Silva].
Sisymbrium cavanillesianum Valdes & Castroviejo.
Sisymbrium supinum L.
Cyperaceae
Carex holostoma Drejer.
- Carex panormitana Guss.
Eleocharis carniolica Koch.
Dioscoreaceae
- Borderea chouardii (Gaussen) Heslot.
Droseraceae
Aldrovanda vesiculosa L.
Euphorbiaceae
- Euphorbia margalidiana Kuhbier & Lewejohann.
Euphorbia transtagana Boiss.
Gentianaceae
- Centaurium rigualii Esteve.
- Centaurium somedanum Lainz.
Gentiana ligustica R. de Vilm. & Chopinet.
Gentianella anglica (Pugsley) E. F. Warburg.
Geraniaceae
- Erodium astragaloides Boiss. & Reuter.
Erodium paularense Fernandez-Gonzalez & Izco.
- Erodium rupicola Boiss.
Globulariaceae
- Globularia stygia Orph. ex Boiss.
Gramineae
Arctagrostis latifolia (R. Br.) Griseb.
Arctophila fulva (Trin.) N. J. Anderson.
Avenula hackelii (Henriq.) Holub.
Bromus grossus Desf. ex DC.
Calamagrostis chalybaea (Laest.) Fries.
Cinna latifolia (Trev.) Griseb.
Coleanthus subtilis (Tratt.) Seidl.
Festuca brigantina (Markgr.-Dannenb.) Markgr.-Dannenb.
Festuca duriotagana Franco & R. Afonso.
Festuca elegans Boiss.
Festuca henriquesii Hack.
Festuca summilusitana Franco & R. Afonso.
Gaudinia hispanica Stace & Tutin.
Holcus setiglumis Boiss. & Reuter subsp. duriensis Pinto da Silva.
Micropyropsis tuberosa Romero-Zarco & Cabezudo.
Pseudarrhenatherum pallens (Link) J. Holub.
Puccinellia phryganodes (Trin.) Scribner & Merr.
Puccinellia pungens (Pau) Paunero.
- Stipa austroitalica Martinovsky.
- Stipa bavarica Martinovsky & H. Scholz.
- Stipa styriaca Martinovsky.
- Stipa veneta Moraldo.
Trisetum subalpestre (Hartman) Neuman.
Grossulariaceae
- Ribes sardoum Martelli.
Hippuridaceae
Hippuris tetraphylla L. Fil.
Hypericaceae
- Hypericum aciferum (Greuter) N. K. B. Robson.
Juncaceae
Juncus valvatus Link.
Luzula arctica Blytt.
Labiatae
Dracocephalum austriacum L.
- Micromeria taygetea P. Davis.
Nepeta dirphya (Boiss.) Heldr. ex Halacsy.
- Nepeta sphaciotica P. H. Davis.
Origanum dictamnus L.
Sideritis incana subsp. glauca (Cav.) Malagarriga.
Sideritis javalambrensis Pau.
Sideritis serrata Cav. ex Lag.
Teucrium lepicephalum Pau.
Teucrium turredanum Losa & Rivas Goday.
- Thymus camphoratus Hoffmanns. & Link.
Thymus carnosus Boiss.
- Thymus lotocephalus G. López & R. Morales (Thymus cephalotos non L.).
Leguminosae
Anthyllis hystrix Cardona, Contandr. & E. Sierra.
- Astragalus algarbiensis Coss. ex Bunge.
- Astragalus aquilanus Anzalone.
Astragalus centralpinus Braun-Blanquet.
- Astragalus maritimus Moris.
Astragalus tremolsianus Pau.
- Astragalus verrucosus Moris.
- Cytisus aeolicus Guss. ex Lindl.
Genista dorycnifolia Font Quer.
Genista holopetala (Fleischm. ex Koch) Baldacci.
Melilotus segetalis (Brot.) Ser. subsp. fallax Franco.
- Ononis hackelii Lange.
Trifolium saxatile All.
- Vicia bifoliolata J. D. Rodriguez.
Lentibulariaceae
Pinguicula nevadensis (Lindb.) Casper.
Liliaceae
Allium grosii Font Quer.
- Androcymbium rechingeri Greuter.
- Asphodelus bento-rainhae P. Silva.
Hyacinthoides vicentina (Hoffmans. & Link) Rothm.
- Muscari gussonei (Parl.) Tod.
Linaceae
- Linum muelleri Moris (Linum maritimum muelleri).
Lythraceae
- Lythrum flexuosum Lag.
Malvaceae
Kosteletzkya pentacarpos (L.) Ledeb.
Najadaceae
Najas flexilis (Willd.) Rostk. & W. L. Schmidt.
Najas tenuissima (A. Braun) Magnus.
Orchidaceae
Calypso bulbosa L.
- Cephalanthera cucullata Boiss. & Heldr.
Cypripedium calceolus L.
Gymnigritella runei Teppner & Klein.
Liparis loeselii (L.) Rich.
- Ophrys lunulata Parl.
Platanthera obtusata (Pursh) subsp. oligantha (Turez.) Hulten.
Paeoniaceae
Paeonia cambessedesii (Willk.) Willk.
Paeonia parnassica Tzanoudakis.
Paeonia clusii F. C. Stern subsp. rhodia (Stearn) Tzanoudakis.
Palmae
Phoenix theophrasti Greuter.
Papaveraceae
Corydalis gotlandica Lidén.
Papaver laestadianum (Nordh.) Nordh.
Papaver radicatum Rottb. subsp. hyperboreum Nordh.
Plantaginaceae
Plantago algarbiensis Sampaio [Plantago bracteosa (Willk.) G. Sampaio].
Plantago almogravensis Franco.
Plumbaginaceae
Armeria berlengensis Daveau.
- Armeria helodes Martini & Pold.
Armeria neglecta Girard.
Armeria pseudarmeria (Murray) Mansfeld.
- Armeria rouyana Daveau.
Armeria soleirolii (Duby) Godron.
Armeria velutina Welw. ex Boiss. & Reuter.
Limonium dodartii (Girard) O. Kuntze subsp. lusitanicum (Daveau) Franco.
- Limonium insulare (Beg. & Landi) Arrig. & Diana.
Limonium lanceolatum (Hoffmans. & Link) Franco.
Limonium multiflorum Erben.
- Limonium pseudolaetum Arrig. & Diana.
- Limonium strictissimum (Salzmann) Arrig.
Polygonaceae
Persicaria foliosa (H. Lindb.) Kitag.
Polygonum praelongum Coode & Cullen.
Rumex rupestris Le Gall.
Primulaceae
Androsace mathildae Levier.
Androsace pyrenaica Lam.
- Primula apennina Widmer.
Primula nutans Georgi.
Primula palinuri Petagna.
Primula scandinavica Bruun.
Soldanella villosa Darracq.
Ranunculaceae
- Aconitum corsicum Gayer (Aconitum napellus subsp. corsicum).
Adonis distorta Ten.
Aquilegia bertolonii Schott.
Aquilegia kitaibelii Schott.
- Aquilegia pyrenaica D. C. subsp. cazorlensis (Heywood) Galiano.
- Consolida samia P. H. Davis.
Pulsatilla patens (L.) Miller.
Pulsatilla vulgaris Hill. subsp. gotlandica (Johanss.) Zaemelis & Paegle.
Ranunculus lapponicus L.
- Ranunculus weyleri Mares.
Resedaceae
- Reseda decursiva Forssk.
Rosaceae
Agrimonia pilosa Ledebour.
Potentilla delphinensis Gren. & Godron.
Sorbus teodori Liljefors.
Rubiaceae
- Galium litorale Guss.
- Galium viridiflorum Boiss. & Reuter.
Salicaceae
Salix salvifolia Brot. subsp. australis Franco.
Santalaceae
Thesium ebracteatum Hayne.
Saxifragaceae
Saxifraga berica (Beguinot) D. A. Webb.
Saxifraga florulenta Moretti.
Saxifraga hirculus L.
Saxifraga osloënsis Knaben.
Saxifraga tombeanensis Boiss. ex Engl.
Scrophulariaceae
Antirrhinum charidemi Lange.
Chaenorrhinum serpyllifolium (Lange) Lange subsp. lusitanicum R. Fernandes.
- Euphrasia genargentea (Feoli) Diana.
Euphrasia marchesettii Wettst. ex Marches.
Linaria algarviana Chav.
Linaria coutinhoi Valdés.
- Linaria ficalhoana Rouy.
Linaria flava (Poiret) Desf.
- Linaria hellenica Turrill.
- Linaria ricardoi Cout.
- Linaria tursica B. Valdes & Cabezudo.
Linaria tonzigii Lona.
Odontites granatensis Boiss.
Verbascum litigiosum Samp.
Veronica micrantha Hoffmanns & Link.
- Veronica oetaea L. A. Gustavsson.
Solanaceae
- Atropa baetica Willk.
Thymelaeaceae
Daphne petraea Leybold.
- Daphne rodriguezii Texidor.
Ulmaceae
Zelkova abelicea (Lam.) Boiss.
Umbelliferae
- Angelica heterocarpa Lloyd.
Angelica palustris (Besser) Hoffm.
- Apium bermejoi Llorens.
Apium repens (Jacq.) Lag.
Athamanta cortiana Ferrarini.
- Bupleurum capillare Boiss. & Heldr.
- Bupleurum kakiskalae Greuter.
Eryngium alpinum L.
- Eryngium viviparum Gay.
- Laserpitium longiradium Boiss.
- Naufraga balearica Constans & Cannon.
- Oenanthe conioides Lange.
Petagnia saniculifolia Guss.
Rouya polygania (Desf.) Coincy.
- Seseli intricatum Boiss.
Thorella verticillatinundata (Thore) Briq.
Valerianaceae
Centranthus trinervis (Viv.) Beguinot.
Violaceae
- Viola hispida Lam.
Viola jaubertian Mares & Vigineix.
Viola rupestris F. W. Schmidt subsp. relicta Jalas.
Plantas inferiores
Bryophyta
Bruchia vogesiaca Schwaegr. (o).
Bryhnia novae-angliae (Sull & Lesq.) Grout (o).
- Bryoerythrophyllum campylocarpum (C. Müll.) Crum. [Bryoerythrophyllum machadoanum (Sergio) M. O. Hill] (o).
Buxbaumia viridis (Moug.) Moug. & Nesti. (o).
Cephalozia macounii (Aust.) Aust. (o).
Çynodontium suecicum (H. Arm. & C. Jens.) I. Hag. (o).
Dichelyma capillaceum (Dicks) Myr. (o).
Dicranum viride (Sull. & Lesq.) Lindb. (o).
Distichophyllum carinatum Dix. & Nich. (o).
Drepanocladus (Hamatocaulis) vernicosus (Mitt.) Warnst. (o).
Encalypta mutica (I. Hagen) (o).
Hamatocaulis lapponicus (Norrl.) Hedenäs (o).
Herzogiella turfacea (Lindb.) I. Wats. (o).
Hygrohypnum montanum (Lindb.) Broth. (o).
Jungermannia handelii (Schiffn.) Amak. (o).
Mannia triandra (Scop.) Grolle (o).
- Marsupella profunda Lindb. (o).
Meesia longiseta Hedw. (o).
Nothothylas orbicularis (Schwein.) Sull. (o).
Orthothecium lapponicum (Schimp.) C. Hartm. (o).
Orthotrichum rogeri Brid. (o).
Petalophyllum ralfsii (Wils.) Nees & Gott. (o).
Plagiomnium drummondii (Bruch & Schimp.) T. Kop. (o).
Riccia breidleri Jur. (o).
Riella helicophylla (Bory & Mont.) Mont. (o).
Scapania massolongi (K. Müll.) K. Müll. (o).
Sphagnum pylaisii Brid. (o).
Tayloria rudolphiana (Garov) B. & S. (o).
Tortella rigens (N. Alberts) (o).
Espécies para a Macaronésia
Pteridophyta
Hymenophyllaceae
Hymenophyllum maderensis Gibby & Lovis.
Dryopteridaceae
- Polystichum drepanum (Sw.) C. Presl.
Isoetaceae
Isoetes azorica Durieu & Paiva ex Milde.
Marsileaceae
- Marsilea azorica Launert & Paiva.
Angiospermae
Asclepiadaceae
Caralluma burchardii N. E. Brown.
- Ceropegia chrysantha Svent.
Boraginaceae
Echium candicans L. fil.
- Echium gentianoides Webb & Coincy.
Myosotis azorica H. C. Watson.
Myosotis maritima Hochst. in Seub.
Campanulaceae
- Azorina vidalii (H. C. Watson) Feer.
Musschia aurea (L. f.) DC.
- Musschia wollastonii Lowe.
Caprifoliaceae
- Sambucus palmensis Link.
Caryophyllaceae
Spergularia azorica (Kindb.) Lebel.
Celastraceae
Maytenus umbellata (R. Br.) Mabb.
Chenopodiaceae
Beta patula Ait.
Cistaceae
Cistus chinamadensis Banares & Romero.
- Helianthemum bystropogophyllum Svent.
Compositae
Andryala crithmifolia Ait.
- Argyranthemum lidii Humphries.
Argyranthemum thalassophylum (Svent.) Hump.
Argyranthemum winterii (Svent.) Humphries.
- Atractylis arbuscula Svent. & Michaelis.
Atractylis preauxiana Schultz.
Calendula maderensis DC.
Cheirolophus duranii (Burchard) Holub.
Cheirolophus ghomerytus (Svent.) Holub.
Cheirolophus junonianus (Svent.) Holub.
Cheirolophus massonianus (Lowe) Hansen & Sund.
Cirsium latifolium Lowe.
Helichrysum gossypinum Webb.
Helichrysum monogynum Burtt & Sund.
Hypochoeris oligocephala (Svent. & Bramw.) Lack.
- Lactuca watsoniana Trel.
- Onopordum nogalesii Svent.
- Onorpordum carduelinum Bolle.
- Pericallis hadrosoma (Svent.) B. Nord.
Phagnalon benettii Lowe.
Stemmacantha cynaroides (Chr. Son. in Buch) Ditt.
Sventenia bupleuroides Font Quer.
- Tanacetum ptarmiciflorum Webb & Berth.
Convolvulaceae
- Convolvulus caput-medusae Lowe.
- Convolvulus lopez-socasii Svent.
- Convolvulus massonii A. Dietr.
Crassulaceae
Aeonium gomeraense Praeger.
Aeonium saundersii Bolle.
Aichryson dumosum (Lowe) Praeg.
Monanthes wildpretii Banares & Scholz.
Sedum brissemoretii Raymond-Hamet.
Cruciferae
- Crambe arborea Webb ex Christ.
Crambe laevigata DC ex Christ.
- Crambe sventenii R. Petters ex Bramwell & Sund.
- Parolinia schizogynoides Svent.
Sinapidendron rupestre (Ait.) Lowe.
Cyperaceae
Carex malato-belizii Raymond.
Dipsacaceae
Scabiosa nitens Roemer & J. A. Schultes.
Ericaceae
Erica scoparia L. subsp. azorica (Hochst.) D. A. Webb.
Euphorbiaceae
- Euphorbia handiensis Burchard.
Euphorbia lambii Svent.
Euphorbia stygiana H. C. Watson.
Geraniaceae
- Geranium maderense P. F. Yeo.
Gramineae
Deschampsia maderensis (Haeck. & Born.) Buschm.
Phalaris maderensis (Menezes) Menezes.
Globulariaceae
- Globularia ascanii D. Bramwell & Kunkel.
- Globularia sarcophylla Svent.
Labiatae
- Sideritis cystosiphon Svent.
- Sideritis discolor (Webb ex de Noe) Bolle.
Sideritis infernalis Bolle.
Sideritis marmorea Bolle.
Teucrium abutiloides L'Hér.
Teucrium betonicum L'Hér.
Leguminosae
- Anagyris latifolia Brouss. ex Willd.
Anthyllis lemanniana Lowe.
- Dorycnium spectabile Webb & Berthel.
- Lotus azoricus P. W. Ball.
Lotus callis-viridis D. Bramwell & D. H. Davis.
- Lotus kunkelii (E. Chueca) D. Bramwell & al.
- Teline rosmarinifolia Webb & Berthel.
- Teline salsoloides Arco & Acebes.
Vicia dennesiana H. C. Watson.
Liliaceae
- Androcymbium psammophilum Svent.
Scilla maderensis Menezes.
Semele maderensis Costa.
Loranthaceae
Arceuthobium azoricum Wiens & Hawksw.
Myricaceae
- Myrica rivas-martinezii Santos.
Oleaceae
Jasminum azoricum L.
Picconia azorica (Tutin) Knobl.
Orchidaceae
Goodyera macrophylla Lowe.
Pittosporaceae
- Pittosporum coriaceum Dryand. ex Ait.
Plantaginaceae
Plantago malato-belizii Lawalree.
Plumbaginaceae
- Limonium arborescens (Brouss.) Kuntze.
Limonium dendroides Svent.
- Limonium spectabile (Svent.) Kunkel & Sunding.
- Limonium sventenii Santos & Fernandez Galvan.
Polygonaceae
Rumex azoricus Rech. fil.
Rhamnaceae
Frangula azorica Tutin.
Rosaceae
- Bencomia brachystachya Svent.
Bencomia sphaerocarpa Svent.
- Chamaemeles coriacea Lindl.
Dendriopoterium pulidoi Svent.
Marcetella maderensis (Born.) Svent.
Prunus lusitanica L. subsp. azorica (Mouillef.) Franco.
Sorbus maderensis (Lowe) Dode.
Santalaceae
Kunkeliella subsucculenta Kammer.
Scrophulariaceae
- Euphrasia azorica H. C. Watson.
Euphrasia grandiflora Hochst. in Seub.
- Isoplexis chalcantha Svent. & O'Shanahan.
Isoplexis isabelliana (Webb & Berthel.) Masferrer.
Odontites holliana (Lowe) Benth.
Sibthorpia peregrina L.
Solanaceae
- Solanum lidii Sunding.
Umbelliferae
Ammi trifoliatum (H. C. Watson) Trelease.
Bupleurum handiense (Bolle) Kunkel.
Chaerophyllum azoricum Trelease.
Ferula latipinna Santos.
Melanoselinum decipiens (Schrader & Wendl.) Hoffm.
Monizia edulis Lowe.
Oenanthe divaricata (R. Br.) Mabb.
Sanicula azorica Guthnick ex Slub.
Violaceae
Viola paradoxa Lowe.
Plantas inferiores
Bryophyta
- Echinodium spinosum (Mitt.) Jur. (o).
- Thamnobryum fernandesii Sérgio (o).
ANEXO B-III
Critérios de selecção dos sítios susceptíveis de serem identificados como sítios de importância comunitária e designados como zonas especiais de conservação.
Fase 1: Avaliação a nível nacional da importância relativa dos sítios para cada tipo de habitat natural do anexo B-I e para cada espécie do anexo B-II (incluindo os tipos de habitats naturais prioritários e as espécies prioritárias).
A) Critérios de avaliação do sítio para um determinado tipo de habitat natural do anexo B-I:
Grau de representatividade do tipo de habitat natural para o sítio;
Superfície do local coberta pelo tipo de habitat natural relativamente à superfície total coberta por esse tipo de habitat natural no território nacional;
Grau de conservação da estrutura e das funções do tipo de habitat natural em questão e possibilidade de restauro;
Avaliação global do valor do sítio para a conservação do tipo de habitat natural em questão.
B) Critérios de avaliação do local para uma espécie determinada do anexo B-II:
Extensão e densidade da população da espécie presente no sítio relativamente às populações presentes no território nacional;
Grau de conservação dos elementos do habitat importantes para a espécie considerada e possibilidade de restauro;
Grau de isolamento da população presente no local relativamente à área de repartição natural da espécie;
Avaliação global do valor do local para a conservação da espécie considerada.
C) Em conformidade com estes critérios, os Estados membros procederão à classificação dos sítios que propõem na lista nacional como sítios susceptíveis de serem identificados como sítios de importância comunitária, consoante o seu valor relativo para a conservação de cada tipo de habitat natural ou espécie constantes, respectivamente, dos anexos B-I ou B-II que lhes digam respeito.
D) Essa lista indicará os sítios em que se encontram os tipos de habitats naturais prioritários e as espécies prioritárias seleccionados pelos Estados membros segundo os critérios enunciados nas alíneas A) e B) supra.
Fase 2: Avaliação da importância comunitária dos sítios incluídos nas listas nacionais
1 - Todos os sítios identificados pelos Estados membros na fase 1 que abriguem tipos de habitat natural e ou espécies prioritários serão considerados sítios de importância comunitária.
2 - A avaliação da importância comunitária dos outros sítios incluídos nas listas dos Estados membros, ou seja, da sua contribuição para a manutenção ou para o restabelecimento, num estado de conservação favorável, de um habitat natural constante do anexo B-I ou de uma espécie incluída no anexo B-II, e ou para a coerência da Rede Natura 2000, terá em conta os seguintes critérios:
O valor relativo do sítio a nível nacional;
A localização geográfica do sítio relativamente às vias migratórias de espécies do anexo B-II, bem como a sua eventual pertença a um ecossistema coerente situado de ambos os lados de uma ou várias fronteiras internas da Comunidade;
A superfície total do sítio;
O número de tipos de habitats naturais do anexo B-I e de espécies do anexo B-II presentes no sítio;
O valor ecológico global do local para a região ou regiões biogeográfica(s) considerada(s) e ou para o conjunto do território referido no artigo 2.º, tanto pelo aspecto característico ou único dos elementos que o compõem como pela sua combinação.
ANEXO B-IV — Espécies animais e vegetais de interesse comunitário que exigem uma protecção rigorosa
As espécies contidas no presente anexo são indicadas:
Pelo nome da espécie ou da subespécie; ou
Pelo conjunto das espécies que pertencem a um taxon superior ou a uma parte determinada do referido taxon.
A abreviatura «spp.» após o nome de uma família ou de um género serve para indicar todas as espécies que pertencem a esse género ou família.
Animais
Vertebrados
Mamíferos
Insectivora
Erinaceidae
Erinaceus algirus.
Soricidae
Crocidura canariensis.
Talpidae
Galemys pyrenaicus.
Microchiroptera
Todas as espécies.
Rodentia
Gliridae
Todas as espécies, excepto Glis glis e Eliomys quercinus.
Sciuridae
Citellus citellus.
Pteromys volans (Sciuropterus russicus).
Sciurus anomalus.
Castoridae
Castor fiber.
Cricetidae
Cricetus cricetus (excepto populações finlandesas e suecas).
Microtidae
Microtus cabrerae.
Microtus oeconomus arenicola.
Microtus oeconomus mehelyi.
Zapodidae
Sicista betulina.
Hystricidae
Hystrix cristata.
Carnivora
Canidae
Alopex lagopus.
Canis lupus (populações espanholas: apenas a sul do Douro; populações gregas: apenas a sul do paralelo 39, excepto populações finlandesas na área de ordenamento das renas, tal como definida pela Lei finlandesa n.º 848/90, de 14 de Setembro, sobre o ordenamento das renas).
Ursidae
Ursus arctos.
Mustelidae
Lutra lutra.
Mustela lutreola.
Felidae
Felis silvestris.
Lynx lynx.
Lynx pardina.
Phocidae
Monachus monachus.
Artiodactyla
Cervidae
Cervus elaphus corsicanus.
Bovidae
Capra aegagrus (populações naturais).
Capra pyrenaica pyrenaica.
Ovis ammon musimon (populações naturais - Córsega e Sardenha).
Rupicapra rupicapra balcanica.
Rupicapra ornata.
Cetacea
Todas as espécies.
Répteis
Testudinata
Testudinidae
Testudo hermanni.
Testudo graeca.
Testudo marginata.
Cheloniidae
Caretta caretta.
Chelonia mydas.
Lepidochelys kempii.
Eretmochelys imbricata.
Dermochelyidae
Dermochelys coriacea.
Emydidae
Emys orbicularis.
Mauremys caspica.
Mauremys leprosa.
Sauria
Lacertidae
Algyroides fitzingeri.
Algyroides marchi.
Algyroides moreoticus.
Algyroides nigropunctatus.
Lacerta agilis.
Lacerta bedriagae.
Lacerta danfordi.
Lacerta dugesi.
Lacerta graeca.
Lacerta horvathi.
Lacerta monticola.
Lacerta schreiberi.
Lacerta trilineata.
Lacerta viridis.
Lacerta vivipara pannonica.
Gallotia atlantica.
Gallotia galloti.
Gallotia galloti insulanagae.
Gallotia simonyi.
Gallona stehlini.
Ophisops elegans.
Podarcis erhardii.
Podarcis filfolensis.
Podarcis hispanica atrata.
Podarcis lilfordi.
Podarcis melisellensis.
Podarcis milensis.
Podarcis muralis.
Podarcis peloponnesiaca.
Podarcis pityusensis.
Podarcis sicula.
Podarcis taurica.
Podarcis nliguerta.
Podarcis wagleriana.
Scincidae
Ablepharus kitaibelli.
Chalcides bedriagai.
Chalcides occidentalis.
Chalcides ocellatus.
Chalcides sexlineatus.
Chalcides viridianus.
Ophiomorus punctatissimus.
Gekkonidae
Cyrtopodion kotschyi.
Phyllodaaylus europaeus.
Tarentola angustimentalis.
Tarentola boettgeri.
Tarentola delalandii.
Tarentola gomerensis.
Agamidae
Stellio stellio.
Chamaeleontidae
Chamaeleo chamaeleon.
Anguidae
Ophisaurus apodus.
Ophidia
Colubridae
Coluber caspius.
Coluber hippocrepis.
Coluber jugularis.
Coluber laurenti.
Coluber najadum.
Coluber nummifer.
Coluber vindiflavus.
Coronella austriaca.
Eirenis modesta.
Elaphe longissima.
Elaphe quatuorlineata.
Elaphe situla.
Natrix natrix cetti.
Natrix natrix corsa.
Natrix tessellata.
Telescopus falax.
Viperidae
Vipera ammodytes.
Vipera schweizeri.
Vipera seoanni (excepto as populações espanholas).
Vipera ursinii.
Vipera xanthina.
Boidae
Eryx jaculus.
Anfíbios
Caudata
Salamandridae
Chioglossa lusitanica.
Euproctus asper.
Euproctus montamus.
Euproctus platycephalus.
Salamandra atra.
Salamandra aurorae.
Salamandra lanzai.
Salamandra luschani.
Salamandrina terdigitata.
Triturus carnifex.
Triturus cristatus.
Triturus italicus.
Triturus karelinii.
Triturus marmoratus.
Proteidae
Proteus anguinus.
Plethodontidae
Speleomantes ambrosii.
Speleomantes flavus.
Speleomantes genei.
Speleomantes imperialis.
Speleomantes italicus.
Speleomantes supramontes.
Anura
Discoglossidae
Bombina bombina.
Bombina variegata.
Discoglossus galganoi.
Discoglossus jeanneae.
Discoglossus montalentii.
Discoglossus pictus.
Discoglossus sardus.
Alytes cisternasii.
Alytes muletensis.
Alytes obstetricans.
Ranidae
Rana arvalis.
Rana dalmatina.
Rana graeca.
Rana iberica.
Rana italica.
Rana latastei.
Rana lessonae.
Pelobatidae
Pelobates cultripes.
Pelobates fuscus.
Pelobates syriacus.
Bufonidae
Bufo calamita.
Bufo viridis.
Hylidae
Hyla arborea.
Hyla meridionalis.
Hyla sarda.
Peixes
Acipenseriformes
Acipenseridae
Acipenser naccarii.
Acipenser sturio.
Atheriniformes
Cyprinodontidae
Valencia hispanica.
Cypriniformes
Cyprinidae
Anaecypris hispanica.
Perciformes
Percidae
Zingel asper.
Salmoniformes
Coregonidae
Coregonus oxyrhynchus (populações anádromas em determinados sectores do mar do Norte) (excepto populações finlandesas).
Invertebrados
Artrópodes
Insecta
Coleoptera
Buprestis splendens.
Carabus olympiae.
Cerambyx cerdo.
Cucujus cinnaberinus.
Dytiscus latissimus.
Graphoderus bilineatus.
Osmoderna eremita.
Rosalia alpina.
Lepidoptera
Apatura metis.
Coenonympha hero.
Coenonympha oedippus.
Erebia calcaria.
Erebia christi.
Erebia sudetica.
Eriogaster catax.
Fabriciana elisa.
Hypodryas maturna.
Hyles hippophaes.
Lopinga achine.
Lycaena dispar.
Maculinea arion.
Maculinea nausithous.
Maculinea teleius.
Melanagria arge.
Papilio alexanor.
Papilio hospiton.
Parnassius apollo.
Parnassius mnemosyne.
Plebicula golgus.
Proserpinus proserpina.
Zerynthia polyxena.
Mantodea
Apteromantis aptera.
Odonata
Aeshna viridis.
Cordulegaster trinacriae.
Gomphus graslinii.
Leucorrhina albifrons.
Leucorrhina caudalis.
Leucorrhina peaoralis.
Lindenia tetraphylla.
Macromia splendens.
Ophiogomphus cecilia.
Oxygastra curtisii.
Stylurus flavipes.
Sympecma braueri.
Orthoptera
Baetica ustulata.
Saga pedo.
Arachnida
Araneae
Macrothele calpeiana.
Moluscos
Gastropoda
Prosobranchia
Patella feruginea.
Theodoxux prevostianus.
Stylommatophora
Caseolus calculus.
Caseolus commixta.
Caseolus sphaerula.
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