Resolução do Conselho de Ministros n.º 93/2023 — Aprova o Plano Nacional de Saúde 2030

Tipo Resolucao-Conselho-Ministros
Publicação 2023-08-16
Estado Em vigor
Texto Tal como publicado
Ministério Presidência do Conselho de Ministros
Fonte DRE
artigos Não indexado

Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.

Aprova o Plano Nacional de Saúde 2030

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Indicadores Sexo Fonte de dados Último valor Pt Ano/período de tempo Resultados Resultados Resultados Observações
Indicadores Sexo Fonte de dados Último valor Pt Ano/período de tempo 2025 2028 2031 Observações
Taxa de privação material (%) HM INE 13,5 2020
Demora mediana entre o início de sintomas até ao diagnóstico de tuberculose (dia) HM DGS 80 2020
Sucesso terapêutico de tuberculose (%) HM DGS 82,2 2019
Proporção de utentes com diabetes com registo de resultado de HbA1c nos últimos 6 meses (%) HM DGS 69*** 2018
Índice de cobertura universal em saúde, por áreas de prestação de cuidados (%) HM IHME 83,5 2019
Proporção de necessidades não satisfeitas de cuidados médicos, idade igual ou superior a 16 anos (%) HM Eurostat 1,7 2019
Proporção de utentes inscritos sem médico de família atribuído (%) HM ACSS 8,4 2020
Mediana do tempo de espera até à realização da primeira consulta hospitalar no âmbito da Consulta a Tempo e Horas (CTH) (dia) ACSS 100,2 2020
Proporção de despesas não reembolsadas no total das despesas em saúde (proporção de pagamentos diretos) (%) OCDE 30,5 2019
Notas: * Ano de diagnóstico do tumor maligno; ** Prevalência nos últimos 30 dias (P30D); *** No Continente. Notas: * Ano de diagnóstico do tumor maligno; ** Prevalência nos últimos 30 dias (P30D); *** No Continente. Notas: * Ano de diagnóstico do tumor maligno; ** Prevalência nos últimos 30 dias (P30D); *** No Continente. Notas: * Ano de diagnóstico do tumor maligno; ** Prevalência nos últimos 30 dias (P30D); *** No Continente. Notas: * Ano de diagnóstico do tumor maligno; ** Prevalência nos últimos 30 dias (P30D); *** No Continente. Notas: * Ano de diagnóstico do tumor maligno; ** Prevalência nos últimos 30 dias (P30D); *** No Continente. Notas: * Ano de diagnóstico do tumor maligno; ** Prevalência nos últimos 30 dias (P30D); *** No Continente. Notas: * Ano de diagnóstico do tumor maligno; ** Prevalência nos últimos 30 dias (P30D); *** No Continente. Notas: * Ano de diagnóstico do tumor maligno; ** Prevalência nos últimos 30 dias (P30D); *** No Continente.
Legenda: ACSS - Administração Central do Sistema de Saúde; DGS - Direção-Geral da Saúde; Eurostat - Gabinete de Estatísticas da União Europeia; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; IHME - Institute for Health Metrics and Evaluation; INE - Instituto Nacional de Estatística; INPG - Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral de Portugal; INSEF - Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico; Kg/hab - quilograma por habitante; kt CO(índice 2) eq - quilotoneladas de dióxido de carbono equivalentes; M - sexo feminino; OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico; PM2,5 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 2,5; PM10 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 10 (mi)m; PT - Portugal; ROR - Registo Oncológico Regional. Legenda: ACSS - Administração Central do Sistema de Saúde; DGS - Direção-Geral da Saúde; Eurostat - Gabinete de Estatísticas da União Europeia; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; IHME - Institute for Health Metrics and Evaluation; INE - Instituto Nacional de Estatística; INPG - Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral de Portugal; INSEF - Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico; Kg/hab - quilograma por habitante; kt CO(índice 2) eq - quilotoneladas de dióxido de carbono equivalentes; M - sexo feminino; OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico; PM2,5 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 2,5; PM10 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 10 (mi)m; PT - Portugal; ROR - Registo Oncológico Regional. Legenda: ACSS - Administração Central do Sistema de Saúde; DGS - Direção-Geral da Saúde; Eurostat - Gabinete de Estatísticas da União Europeia; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; IHME - Institute for Health Metrics and Evaluation; INE - Instituto Nacional de Estatística; INPG - Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral de Portugal; INSEF - Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico; Kg/hab - quilograma por habitante; kt CO(índice 2) eq - quilotoneladas de dióxido de carbono equivalentes; M - sexo feminino; OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico; PM2,5 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 2,5; PM10 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 10 (mi)m; PT - Portugal; ROR - Registo Oncológico Regional. Legenda: ACSS - Administração Central do Sistema de Saúde; DGS - Direção-Geral da Saúde; Eurostat - Gabinete de Estatísticas da União Europeia; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; IHME - Institute for Health Metrics and Evaluation; INE - Instituto Nacional de Estatística; INPG - Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral de Portugal; INSEF - Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico; Kg/hab - quilograma por habitante; kt CO(índice 2) eq - quilotoneladas de dióxido de carbono equivalentes; M - sexo feminino; OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico; PM2,5 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 2,5; PM10 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 10 (mi)m; PT - Portugal; ROR - Registo Oncológico Regional. Legenda: ACSS - Administração Central do Sistema de Saúde; DGS - Direção-Geral da Saúde; Eurostat - Gabinete de Estatísticas da União Europeia; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; IHME - Institute for Health Metrics and Evaluation; INE - Instituto Nacional de Estatística; INPG - Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral de Portugal; INSEF - Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico; Kg/hab - quilograma por habitante; kt CO(índice 2) eq - quilotoneladas de dióxido de carbono equivalentes; M - sexo feminino; OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico; PM2,5 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 2,5; PM10 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 10 (mi)m; PT - Portugal; ROR - Registo Oncológico Regional. Legenda: ACSS - Administração Central do Sistema de Saúde; DGS - Direção-Geral da Saúde; Eurostat - Gabinete de Estatísticas da União Europeia; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; IHME - Institute for Health Metrics and Evaluation; INE - Instituto Nacional de Estatística; INPG - Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral de Portugal; INSEF - Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico; Kg/hab - quilograma por habitante; kt CO(índice 2) eq - quilotoneladas de dióxido de carbono equivalentes; M - sexo feminino; OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico; PM2,5 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 2,5; PM10 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 10 (mi)m; PT - Portugal; ROR - Registo Oncológico Regional. Legenda: ACSS - Administração Central do Sistema de Saúde; DGS - Direção-Geral da Saúde; Eurostat - Gabinete de Estatísticas da União Europeia; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; IHME - Institute for Health Metrics and Evaluation; INE - Instituto Nacional de Estatística; INPG - Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral de Portugal; INSEF - Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico; Kg/hab - quilograma por habitante; kt CO(índice 2) eq - quilotoneladas de dióxido de carbono equivalentes; M - sexo feminino; OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico; PM2,5 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 2,5; PM10 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 10 (mi)m; PT - Portugal; ROR - Registo Oncológico Regional. Legenda: ACSS - Administração Central do Sistema de Saúde; DGS - Direção-Geral da Saúde; Eurostat - Gabinete de Estatísticas da União Europeia; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; IHME - Institute for Health Metrics and Evaluation; INE - Instituto Nacional de Estatística; INPG - Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral de Portugal; INSEF - Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico; Kg/hab - quilograma por habitante; kt CO(índice 2) eq - quilotoneladas de dióxido de carbono equivalentes; M - sexo feminino; OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico; PM2,5 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 2,5; PM10 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 10 (mi)m; PT - Portugal; ROR - Registo Oncológico Regional. Legenda: ACSS - Administração Central do Sistema de Saúde; DGS - Direção-Geral da Saúde; Eurostat - Gabinete de Estatísticas da União Europeia; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; IHME - Institute for Health Metrics and Evaluation; INE - Instituto Nacional de Estatística; INPG - Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral de Portugal; INSEF - Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico; Kg/hab - quilograma por habitante; kt CO(índice 2) eq - quilotoneladas de dióxido de carbono equivalentes; M - sexo feminino; OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico; PM2,5 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 2,5; PM10 - partículas inaláveis com diâmetro inferior a 10 (mi)m; PT - Portugal; ROR - Registo Oncológico Regional.

10 - Plano de Comunicação: Orientações estratégicas

10.1 - Enquadramento

A definição de estratégias de comunicação de suporte ao PNS 2030 é um imperativo nas diferentes etapas do processo, constituindo um suporte fundamental, quer para a sua elaboração, quer para a sua implementação. As presentes recomendações centram-se em linhas orientadoras de âmbito macro, emergentes dos princípios que definem a essência constitutiva do PNS 2030.

Tendo em conta que o PNS é um instrumento estratégico constituído por orientações e recomendações que visam o alinhamento das políticas de saúde, sublinha-se, aqui, o papel central da comunicação estratégica em saúde e o seu potencial como elemento facilitador deste processo.

Face ao diagnóstico realizado, as presentes orientações de comunicação focam-se em práticas de comunicação participativa e colaborativa, pautadas pelos princípios da cocriação e implicação de multistakeholders. Desta forma, será possível responder às expectativas de comunicação de um plano estratégico, que se assume como, mais do que um documento, um processo, definido pelo seu carácter participativo e coprodutivo e que procura, em última instância, uma corresponsabilização social conducente a mudanças efetivas).

10.2 - Desafios e objetivos de comunicação

As expectativas emergentes da auditoria de comunicação ao PNS 2030 sintetizam-se nos seguintes objetivos de comunicação: informar, motivar, envolver, participar e avaliar (quadros 7 e 8).

QUADRO 7

Desafios e objetivos de comunicação

Desafio Âmbito
Informar Informar sobre a existência do PNS, natureza e linha de atuação.
Motivar Motivar os diferentes intervenientes, incluindo-os plenamente em todas as fases.
Envolver Envolver os diferentes stakeholders através de ferramentas concretas de participação.
Avaliar Avaliar o progresso para garantir a natureza cíclica e evolutiva do PNS.
Fonte: Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS)/ Universidade do Minho (UM). Fonte: Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS)/ Universidade do Minho (UM).

O processo de resposta aos referidos desafios baseou-se, numa fase inicial, na criação de estruturas identitárias e comunicacionais prévias. Neste âmbito, o trabalho de criação de uma identidade de marca (motivação e envolvimento) e um website (informação e envolvimento) capaz de tornar tangível esta marca, foram dois marcos significativos no enquadramento estratégico do PNS 2030.

QUADRO 8

Propósitos do PNS 2030 e Objetivos de Comunicação

Propósito(s) do PNS Desafio Objetivo(s) de Comunicação
Fazer as melhores escolhas, focando no que é mais importante. Informar e motivar Informar sobre a existência do documento, bem como a sua natureza de base populacional e linhas de atuação.
Dar a conhecer o estado de saúde da população e estratégias de intervenção.
Criar a predisposição positiva para o entendimento da saúde como um compromisso social.
Criar redes colaborativas e relações de confiança.
Alinhar cada parte interessada, no sentido do trabalho conjunto, orientando e facilitando a construção de um compromisso social. Motivar e envolver Mobilizar interna e externamente através de oportunidades de participação.
Alinhar cada parte interessada, no sentido do trabalho conjunto, orientando e facilitando a construção de um compromisso social. Promover práticas de comunicação participativa e colaborativa através da participação.
Alinhar cada parte interessada, no sentido do trabalho conjunto, orientando e facilitando a construção de um compromisso social. Cocriar e implicar multistakeholders (colaboração).
Potencializar o PNS para a governação em saúde. Informar e envolver Ativar e enraizar o sentimento de pertença.
Potencializar o PNS para a governação em saúde. Partilhar conhecimento para resiliência comunitária.
Avaliar o progresso.
Fonte: CECS/UM. Fonte: CECS/UM. Fonte: CECS/UM.

10.3 - Públicos-alvo

Os públicos-alvo desta estratégia de comunicação encontram-se alinhados com os destinatários do próprio PNS (quadro 9).

QUADRO 9

Públicos-alvo do PNS 2030

Segmentação Públicos-alvo
Internos Ministro/a da Saúde e respetivo Gabinete. Diretor/a-Geral da Saúde.
Diretor/a executiva do PNS.
Coordenação técnica da estratégia e do PNS.
Equipa de apoio.
Externos Stakeholders dentro do setor da saúde (profissionais, alunos e organizações no setor da saúde, tais como a Administração Central dos Sistemas de Saúde (ACSS), ARS, hospitais, institutos nacionais, comissões/conselhos nacionais, instituições de ensino superior, associações especializadas, instituições internacionais).
Stakeholders fora do setor de saúde (organizações diversas tais como entidades do setor social e solidário, autarquias, Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), comissões/conselhos nacionais, institutos nacionais, forças de segurança pública, governo, instituições de ensino médio e superior, associações diversas).
Comunidade local (setor público, privado e social).
População em geral.
Média (local, nacional, internacional e de especialidade).
Entidades externas (relação com ODS e OMS).
ACSS - Administração Central dos Sistemas de Saúde; ARS - Administração Regional de Saúde; CCDR - Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional; ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; OMS - Organização Mundial de Saúde; PNS - Plano Nacional de Saúde. ACSS - Administração Central dos Sistemas de Saúde; ARS - Administração Regional de Saúde; CCDR - Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional; ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; OMS - Organização Mundial de Saúde; PNS - Plano Nacional de Saúde.
Fonte: CECS/UM. Fonte: CECS/UM.

10.4 - Eixos de comunicação

Na sequência dos elementos estratégicos anteriormente referidos, foi possível identificar um conjunto de desafios e eixos de comunicação, capazes de indicar possíveis caminhos de ação (quadro 10).

QUADRO10

Desafios de implementação e eixos de comunicação

Desafio(s) Eixo(s) de comunicação
Cocriar Colaboração.
Agir/Incluir Inclusão.
Partilhar/Comunicar/Inovar Participação.
Alinhar Integração.
Assegurar/Investir Compromisso e Responsabilidade.
Fonte: CECS/UM. Fonte: CECS/UM.

A partir destes eixos gerais deverá haver uma declinação temática em função das necessidades de saúde e das respetivas estratégias de intervenção selecionadas. Neste âmbito, destacam-se eixos temáticos relacionados com a promoção e prevenção (por exemplo, de doenças determinadas pelo estilo de vida); qualidade (cobertura, acesso e prestação de cuidados) e consciencialização (por exemplo, relacionada com a saúde mental ou o Ambiente). Tudo isto enquadrado pelos princípios da saúde sustentável e da intervenção multissetorial (ODS).

As eventuais derivações temáticas devem ter uma estratégia de comunicação própria em função dos respetivos objetivos e públicos-alvo a definir posteriormente.

10.5 - Mensagens-chave

Os eixos de comunicação encontram sustentação e legitimidade num conjunto de mensagens-chave, associadas ao PNS 2030 e que devem ser amplamente transmitidas, como por exemplo:

10.6 - Mix de Comunicação

A concretização dos eixos de comunicação (e mensagens-chave) encontrados poderá contar com o apoio das seguintes modalidades comunicativas (e respetivos canais) (quadro 11).

QUADRO 11

Mix de comunicação

Mix de comunicação Canais
Digital Website PNS.
Websites institucionais (DGS, Governo/Ministério da Saúde).
Redes Sociais de entidades parceiras (Ex: Direção-Geral da Saúde).
E-mail (Mailing Lists).
Plataformas complementares (apps e newsletter digitais).
Relações Públicas Eventos (lançamento, ações de formação, workshops, encontros, etc.).
Reuniões gerais e bilaterais.
Assessoria de imprensa.
Pontos de contacto.
Publicidade Institucional Cartazes.
Flyers.
Newsletter(s).
Display Systems (parceiros).
DGS - Direção-Geral da Saúde; PNS - Plano Nacional de Saúde. DGS - Direção-Geral da Saúde; PNS - Plano Nacional de Saúde.
Fonte: CECS/UM. Fonte: CECS/UM.

Em função da definição de aspetos mais concretos de implementação poderão ser identificados no mix de comunicação outras modalidades e canais adequados (Guias de comunicação - Plano Nacional de Saúde).

10.7 - Etapas e outputs (ações) de comunicação

A preocupação de dotar este documento instrumental com uma dinâmica envolvente e agregadora confluiu no desenho de um conjunto de ações e outputs de comunicação que se dividem pelas três etapas fundamentais: construção, lançamento e implementação (quadro 12).

Após a conclusão de cada uma destas etapas torna-se fundamental a existência de um momento de avaliação de resultados e da estratégia comunicacional adotada. Esta etapa pode ser implementada através da recolha de feedback dos diferentes públicos-alvo e acompanhamento dos resultados de forma faseada e sistemática ao longo do processo.

QUADRO 12

Etapas e outputs (ações) de comunicação

Etapa Objetivo de comunicação Output (ação)
Construção Ativar e enraizar o sentimento de pertença Criação da identidade de marca do PNS 2030.
Mobilizar interna e externamente Criação da identidade de marca do PNS 2030.
Promover práticas de comunicação participativa e colaborativa. Website PNS 2030.
Ativar e enraizar o sentimento de pertença Website PNS 2030.
Partilhar conhecimento para resiliência comunitária Website PNS 2030.
Criar a predisposição positiva para o entendimento da saúde pública como um compromisso social. Vídeo de Apresentação PNS 2030 (Assessoria estratégica).
Criar redes colaborativas e relações de confiança Vídeo de Apresentação PNS 2030 (Assessoria estratégica).
Cocriar e implicar multistakeholders
Mobilizar interna e externamente Reuniões e contactos periódicos com os principais stakeholders (assessoria estratégica).
Criar redes colaborativas e relações de confiança Reuniões e contactos periódicos com os principais stakeholders (assessoria estratégica).
Cocriar e implicar multistakeholders Reuniões e contactos periódicos com os principais stakeholders (assessoria estratégica).
Partilhar conhecimento para resiliência comunitária Reuniões e contactos periódicos com os principais stakeholders (assessoria estratégica).
Lançamento Informar sobre a existência do documento, bem como a sua natureza de base populacional e linhas de atuação. Evento de lançamento (organização e assessoria).
Criar a predisposição positiva para o entendimento da saúde como um compromisso social.
Cocriar e implicar multistakeholders
Ativar e enraizar o sentimento de pertença
Informar sobre a existência do documento, bem como a sua natureza de base populacional e linhas de atuação. Evento de lançamento (relações com os media) - press kit.
Promover práticas de comunicação participativa e colaborativa.
Implementação Cocriar e implicar multistakeholders Kit PNS - «aqui, implementamos o PNS todos os dias».
Ativar e enraizar o sentimento de pertença Kit PNS - «aqui, implementamos o PNS todos os dias».
Criar redes colaborativas e relações de confiança Kit PNS - «aqui, implementamos o PNS todos os dias».
Partilhar conhecimento para resiliência comunitária Website (alimentação de conteúdos).
Dar a conhecer o estado de saúde da população e as estratégias de intervenção selecionadas. Website (alimentação de conteúdos).
Criar a predisposição positiva para o entendimento da saúde pública como um compromisso social. Eventos temáticos bilaterais (oportunidade de participação e estratégias de intervenção).
Promover práticas de comunicação participativa e colaborativa através da participação. Eventos temáticos bilaterais (oportunidade de participação e estratégias de intervenção).
Cocriar e implicar multistakeholders
Mobilizar interna e externamente Pontos de situação da evolução (valorização e responsabilização).
Criar redes colaborativas e relações de confiança Pontos de situação da evolução (valorização e responsabilização).
Avaliar o progresso Pontos de situação da evolução (valorização e responsabilização).
Promover práticas de comunicação participativa e colaborativa. Guia de Boas Práticas (comunicação e implementação)
Cocriar e implicar multistakeholders Guia de Boas Práticas (comunicação e implementação)
Ativar e enraizar o sentimento de pertença Guia de Boas Práticas (comunicação e implementação)
Criar redes colaborativas e relações de confiança
PNS - Plano Nacional de Saúde. PNS - Plano Nacional de Saúde. PNS - Plano Nacional de Saúde.
Fonte: Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS)/Universidade do Minho (UM). Fonte: Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS)/Universidade do Minho (UM). Fonte: Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS)/Universidade do Minho (UM).

ANEXOS

ANEXO 1 — Objetivos de saúde fixados para 2030, em Portugal

Objetivos de saúde relativos às necessidades de saúde decorrentes de problemas de elevada magnitude fixados para 2030, em Portugal

1 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por todas as causas de morte em ambos os sexos para 315,0 por 100 000 habitantes.

2 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por todas as causas de morte no sexo masculino para 458,0 por 100 000 habitantes.

3 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por todas as causas de morte no sexo feminino para 196,4 por 100 000 habitantes.

4 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada por doenças do aparelho circulatório em todas as idades e ambos os sexos para 246,5 por 100 000 habitantes.

5 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada por doenças cerebrovasculares em todas as idades e ambos os sexos para 58,9 por 100 000 habitantes.

6 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por doenças cerebrovasculares em ambos os sexos para 13,4 por 100 000 habitantes.

7 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada por doenças isquémicas do coração em todas as idades e ambos os sexos para 41,8 por 100 000 habitantes.

8 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por doenças isquémicas do coração em ambos os sexos para 20,5 por 100 000 habitantes.

9 - Assegurar uma taxa de mortalidade padronizada por tumores malignos em todas as idades e ambos os sexos inferior ou igual a 242,4 por 100 000 habitantes.

10 - Assegurar uma taxa de mortalidade padronizada por tumores malignos em todas as idades e no sexo masculino inferior ou igual a 347,2 por 100 000 habitantes.

11 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada por tumores malignos em todas as idades e no sexo feminino para 161,2 por 100 000 habitantes.

12 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por tumores malignos em ambos os sexos para 132,4 por 100 000 habitantes.

13 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por tumores malignos no sexo masculino para 185,1 por 100 000 habitantes.

14 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por tumores malignos no sexo feminino para 89,0 por 100 000 habitantes.

15 - Assegurar uma taxa de mortalidade padronizada por tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão em todas as idades e no sexo masculino inferior ou igual a 73,9 por 100 000 habitantes.

16 - Assegurar uma taxa de mortalidade padronizada por tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão em todas as idades e no sexo feminino inferior ou igual a 23,2 por 100 000 habitantes.

17 - Assegurar uma taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão no sexo masculino inferior ou igual a 49,9 por 100 000 habitantes.

18 - Assegurar uma taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão no sexo feminino inferior ou igual a 16,2 por 100 000 habitantes.

19 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada por tumor maligno da mama em todas as idades no sexo feminino para 25,1 por 100 000 habitantes.

20 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura por tumor maligno da mama no sexo feminino para 15,5 por 100 000 habitantes.

21 - Assegurar uma taxa de mortalidade padronizada por doenças do aparelho respiratório em todas as idades e ambos os sexos igual ou inferior a 98,6 por 100 000 habitantes.

22 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por doenças do aparelho respiratório em todas as idades e ambos os sexos para 16,4 por 100 000 habitantes.

23 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada por diabetes mellitus em todas as idades e ambos os sexos para 25,6 por 100 000 habitantes.

24 - Reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por diabetes mellitus em todas as idades e ambos os sexos para 4,7 por 100 000 habitantes.

25 - Reduzir a taxa de incidência de tuberculose em todas as idades e ambos os sexos para 12,1 por 100 000 habitantes.

26 - Reduzir a taxa de incidência de infeção por vírus de imunodeficiência humana (VIH) em todas as idades e ambos os sexos para 5,7 por 100 000 habitantes.

Objetivos de saúde relativos a problemas de saúde de baixa magnitude e elevado potencial de risco* fixados para 2030, em Portugal

1 - Assegurar uma taxa de mortalidade materna igual ou inferior a 7,1 por 100 000 nados-vivos, no triénio 2028-2030. (valor médio do triénio com melhor desempenho em Portugal nos últimos seis anos com valores disponíveis).

2 - Reduzir a taxa de mortalidade neonatal para 1,1 por 1000 nados-vivos, no triénio 2028-2030. (objetivo a longo prazo calculado com base na média dos países com melhor desempenho, no Mundo).

3 - Assegurar uma taxa de mortalidade infantil inferior ou igual a 2,5 por 1000 nados-vivos, no triénio 2028-2030. (objetivo a longo prazo calculado com base na média dos países com melhor desempenho).

4 - Reduzir a taxa de mortalidade em crianças com menos de 5 anos para 2,6 por 1000 nados-vivos. (objetivo a longo prazo calculado com base na média dos países com melhor desempenho, no Mundo).

5 - Aumentar a proporção de nascimentos assistidos por pessoal de saúde qualificado para 99,5 % em todos as regiões tipo NUTS II.

6 - Assegurar o valor tendencialmente nulo do número de casos de sífilis congénita.

7 - Manter nula a transmissão endémica do sarampo, de acordo com o estatuto de eliminação do sarampo.

8 - Assegurar o valor tendencialmente nulo do número de casos de tétano neonatal.

9 - Assegurar o valor tendencialmente nulo do número de casos de rubéola congénita.

10 - Assegurar o valor mínimo de 99,0 % do indicador de água segura em todas as regiões tipo NUTS II.

11 - Assegurar uma proporção de alojamentos servidos por drenagem de águas residuais superior ou igual a 98,0 % em todos as regiões tipo NUTS II.

Legenda:

*Que tiveram, no passado, uma elevada magnitude e atualmente se encontram controlados graças a intervenções efetivas e sustentadas no tempo.

ANEXO 2 — Indicadores e outros componentes relativos aos objetivos de saúde fixados no PNS 2030

Indicadores dos objetivos relativos a: Sexo Último valor Último valor Projeções PT 2030 (/10(elevado a 5) habitantes) Projeções PT 2030 (/10(elevado a 5) habitantes) Quantificação objetivo (/10(elevado a 5) habitantes) Quantificação objetivo (/10(elevado a 5) habitantes)
Indicadores dos objetivos relativos a: Sexo PT (/10(elevado a 5) habitantes) Ano Estimativa pontual (IC 95 %) Ano Valor
NS por problemas de saúde de elevada magnitude NS por problemas de saúde de elevada magnitude NS por problemas de saúde de elevada magnitude NS por problemas de saúde de elevada magnitude NS por problemas de saúde de elevada magnitude NS por problemas de saúde de elevada magnitude NS por problemas de saúde de elevada magnitude NS por problemas de saúde de elevada magnitude
Taxa de mortalidade padronizada por todas as causas de morte, inferior a 75 anos. HM 325,0 2019 315,0 [250,5-391,1] 2030 315,0
Taxa de mortalidade padronizada por todas as causas de morte, inferior a 75 anos. H 466,1 2019 458,0 [366,3-565,6] 2030 458,0
M 204,7 2019 196,4 [152,6-249,0] 2030 196,4
Taxa de mortalidade padronizada por doenças do aparelho circulatório, todas as idades. HM 271,7 2019 246,5 [164,0-356,4] 2030 246,5
Taxa de mortalidade padronizada por doenças cerebrovasculares, todas as idades. HM 88,7 2019 58,9 [37,7-87,9] 2030 58,9
Taxa de mortalidade padronizada por doenças cerebrovasculares, inferior a 75 anos. HM 18,9 2019 13,4 [7,8-21,4] 2030 13,4
Taxa de mortalidade padronizada por doenças isquémicas do coração, todas as idades. HM 58,6 2019 41,8 [28,8-58,7] 2030 41,8
Taxa de mortalidade padronizada por doenças isquémicas do coração, inferior a 75 anos. HM 23,9 2019 20,5 [12,5-31,9] 2030 20,5
Taxa de mortalidade padronizada por tumores malignos, todas as idades. HM 242,6 2019 242,4 [227,6-258,0] 2030 242,4
Taxa de mortalidade padronizada por tumores malignos, todas as idades. H 347,6 2019 347,2 [320,4-375,5] 2030 347,2
M 169,0 2019 161,2 [132,5-194,2] 2030 161,2
Taxa de mortalidade padronizada por tumores malignos, inferior a 75 anos. HM 136,9 2019 132,4 [124,0-141,3] 2030 132,4
Taxa de mortalidade padronizada por tumores malignos, inferior a 75 anos. H 187,6 2019 185,1 [174,1-195,6] 2030 185,1
M 94,2 2019 89,0 [83,4-94,9] 2030 89,0
Taxa de mortalidade padronizada por tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão, todas as idades. H 72,1 2019 73,9 [69,8-78,1] 2030 73,9
Taxa de mortalidade padronizada por tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão, todas as idades. M 17,4 2019 23,2 [18,3-29,0] 2030 23,2
Taxa de mortalidade padronizada por tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão, inferior a 75 anos. H 49,8 2019 49,9 [46,4-53,5] 2030 49,9
Taxa de mortalidade padronizada por tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão, inferior a 75 anos. M 12,3 2019 16,2 [12,1-21,2] 2030 16,2
Taxa de mortalidade padronizada por tumor maligno da mama, todas as idades. M 27,7 2019 25,1 [23,3-27,0] 2030 25,1
Taxa de mortalidade padronizada por tumor maligno da mama, inferior a 75 anos. M 17,8 2019 15,5 [14,2-16,8] 2030 15,5
Taxa de mortalidade padronizada por doenças do aparelho respiratório, todas as idades. HM 98,6 2019 98,6 [19,7-177,4] 2030 98,6
Taxa de mortalidade padronizada por doenças do aparelho respiratório, inferior a 75 anos. HM 17,7 2019 16,4 [10,5-24,3] 2030 16,4
Taxa de mortalidade padronizada por diabetes mellitus, todas as idades. HM 31,3 2019 25,6 [12,1-48,0] 2030 25,6
Taxa de mortalidade padronizada por diabetes mellitus, inferior a 75 anos. HM 8,1 2019 4,7 [3,6-6,6] 2030 4,7
Taxa de incidência de tuberculose HM 16,5 2019 12,1 [7,3-18,9] 2030 12,1
Taxa de incidência de infeção VIH HM 7,6 2019 5,7 [2,0-13,0] 2030 5,7

Legenda:

H - sexo masculino;

HM - sexos feminino e masculino;

IC - intervalo de confiança;

M - sexo feminino;

NS - necessidades de saúde;

PT - Portugal;

VIH - vírus da imunodeficiência humana;

/10(elevado a 5) habitantes - por 100.000 habitantes.

Indicadores dos objetivos relativos a: Sexo Último valor Último valor Quantificação objetivo Quantificação objetivo
Indicadores dos objetivos relativos a: Sexo PT/NUTS II de valor menos favorável Ano/ período de tempo Ano/ período de tempo Valor
Problemas de saúde de baixa magnitude e elevado potencial de risco Problemas de saúde de baixa magnitude e elevado potencial de risco Problemas de saúde de baixa magnitude e elevado potencial de risco Problemas de saúde de baixa magnitude e elevado potencial de risco Problemas de saúde de baixa magnitude e elevado potencial de risco Problemas de saúde de baixa magnitude e elevado potencial de risco
Taxa de mortalidade materna (por 100 000 nados-vivos) M 13,5 2017-2019 2028-2030 7,1
Taxa de mortalidade neonatal (por 1000 nados-vivos) HM 1,9 2018-2020 2028-2030 1,1
Taxa de mortalidade infantil (por 1000 nados-vivos) HM 2,9 2018-2020 2028-2030 2,5
Taxa de mortalidade em crianças com menos de 5 anos (por 1000 nados-vivos) HM 3,0 2020 2030 2,6
Proporção de nascimentos assistidos por pessoal de saúde qualificado (%) HM 98,6/98,0 (PT/AML) 2020 2030 99,5
Número absoluto de casos de sífilis congénita HM 7 2018 2030 0
Número absoluto de casos autóctones de sarampo HM 2030 0
Número absoluto de casos de tétano neonatal HM 0 2018 2030 0
Número absoluto de casos de rubéola congénita HM 0 2018 2030 0
Indicador de água segura (%) 98,8/98,2 (PT/RAM) 2020 2030 99,0
Proporção de alojamentos servidos por drenagem de águas residuais (%) n.d./67,5 (PT/RAM) 2019 2030 98,0
Legenda: AML - Área Metropolitana de Lisboa; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; M - sexo feminino; n.d. - não disponível; NUTS II - Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos - nível 2; PT - Portugal; RAM - Região Autónoma da Madeira. Legenda: AML - Área Metropolitana de Lisboa; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; M - sexo feminino; n.d. - não disponível; NUTS II - Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos - nível 2; PT - Portugal; RAM - Região Autónoma da Madeira. Legenda: AML - Área Metropolitana de Lisboa; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; M - sexo feminino; n.d. - não disponível; NUTS II - Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos - nível 2; PT - Portugal; RAM - Região Autónoma da Madeira. Legenda: AML - Área Metropolitana de Lisboa; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; M - sexo feminino; n.d. - não disponível; NUTS II - Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos - nível 2; PT - Portugal; RAM - Região Autónoma da Madeira. Legenda: AML - Área Metropolitana de Lisboa; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; M - sexo feminino; n.d. - não disponível; NUTS II - Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos - nível 2; PT - Portugal; RAM - Região Autónoma da Madeira. Legenda: AML - Área Metropolitana de Lisboa; H - sexo masculino; HM - sexos feminino e masculino; M - sexo feminino; n.d. - não disponível; NUTS II - Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos - nível 2; PT - Portugal; RAM - Região Autónoma da Madeira.

ANEXO 3 — Documentos de enquadramento do PNS 2030

ANEXO 3.1 — Alguns documentos internacionais de enquadramento do PNS 2030

World Health Organization. WHO Framework Convention on Tobacco Control (2003, updated reprint 2004, 2005). The WHO FCTC was developed in response to the globalization of the tobacco epidemic. The spread of the tobacco epidemic is facilitated through a variety of complex factors with cross-border effects, including trade liberalization and direct foreign investment. Other factors such as global marketing, transnational tobacco advertising, promotion and sponsorship, and the international movement of contraband and counterfeit cigarettes have also contributed to the explosive increase in tobacco use.
Permanent Mission of Ireland to the OSCE - Dublin Declaration on Partnership to fight HIV/AIDS in Europe and Central Asia - Conference held in Dublin on 23-24 February. - "Breaking the Barriers - Partnership to fight HIV/AIDS in Europe and Central Asia" - 2004. The Dublin Declaration on Partnership to fight HIV/AIDS in Europe and Central Asia adopted in 2004, was the first in a series of regional declarations which emphasised HIV as an important political priority for the countries of Europe and Central Asia. Following the UNAIDS mandate to report annually on the progress, it was agreed that ECDC from 2019 onwards monitors the HIV response of EU/EEA countries annually, but with a significantly reduced questionnaire in alternate years.
World Health Organization. Global action plan for the prevention and control of noncommunicable diseases 2013-2020. WHO; 2013. The WHO Global NCD Action Plan 2013-2020 follows on from commitments made by Heads of State and Government in the United Nations Political Declaration on the Prevention and Control of NCDs (resolution A/RES/66/2), recognizing the primary role and responsibility of Governments in responding to the challenge of NCDs and the important role of international cooperation to support national efforts.
World Health Organization. Noncommunicable Diseases Global Monitoring Framework: Indicator Definitions and Specifications. WHO; 2013. In May 2013 the 66th World Health Assembly adopted the comprehensive global monitoring framework (GMF) for the prevention and control of noncommunicable diseases. The Global Monitoring Framework included a set of indicators capable of application across regions and country settings to monitor trends and assess progress made in the implementation of national strategies and plans on noncommunicable diseases.
World Health Organization. European Food and Nutrition: Action Plan 2015-2020. WHO Regional Office for Europe; 2014. The intention of the Action Plan is to significantly reduce the burden of preventable diet-related noncommunicable diseases, obesity and all other forms of malnutrition still prevalent in the WHO European Region. It calls for action through a whole-ofgovernment, health-in-all-policies approach. Its priority actions will contribute to improving food system governance and the overall quality of the European population's diet and nutritional status.
World Health Organization. Regional Office for Europe. (2015). The Minsk Declaration: the life-course approach in the context of Health 2020. World Health Organization. Regional Office for Europe. The adoption of the life-course approach across the whole of government would improve health and well-being, promote social justice, and contribute to sustainable development and inclusive growth and wealth; The life-course approach encompasses actions that are taken: . early; . appropriately to transitions in life; . together as the whole of society.
United Nations. Transforming our world: the 2030 Agenda for Sustainable Development - adopted at the United Nations Sustainable Development Summit on 25 September 2015. This Agenda is a plan of action for people, planet and prosperity. It also seeks to strengthen universal peace in larger freedom. We recognize that eradicating poverty in all its forms and dimensions, including extreme poverty, is the greatest global challenge and an indispensable requirement for sustainable development.
World Health Organization. Promoting health in the SDGs. Report on the 9th Global conference for health promotion, Shanghai, China, 21-24 November 2016: all for health, health for all. Geneva: World Health Organization; 2017. The 9th Global Conference on Health Promotion was an extraordinary milestone because it positioned health promotion within the 2030 agenda. The Shanghai Declaration recognizes health and well-being as essential to achieving sustainable development. It reaffirms health as a universal right, an essential resource for everyday living, a shared social goal, and a political priority for all countries.
World Health Organization. Global action plan on physical activity 2018-2030: more active people for a healthier world. WHO; 2018. Global action plan on physical activity 2018-2030: more active people for a healthier world - Regular physical activity is proven to help prevent and treat noncommunicable diseases (NCDs) such as heart disease, stroke, diabetes and breast and colon cancer. It also helps to prevent hypertension, overweight and obesity and can improve mental health, quality of life and well-being. The action plan was developed through a worldwide consultation process involving governments and key stakeholders across multiple sectors including health, sports, transport, urban design, civil society, academia and the private setor.
UNESCO - International Charter of Physical Education, Physical Activity and Sport. Adopted at the 20th session of the UNESCO's General Conference (1978), the original Charter was perceived as innovative at the time - as it was the first rights-based document to state that "the practice of physical education and sport is a fundamental right for all". Based on the universal spirit of the original Charter and integrating the significant evolutions in the field of sport since 1978, the revised International Charter of Physical Education, Physical Activity and Sport was adopted during UNESCO's 38th session of the General Conference (November 2015). The revised Charter introduces universal principles such as gender equality, non-discrimination and social inclusion in and through sport. It also highlights the benefits of physical activity, the sustainability of sport, the inclusion of persons with disabilities and the protection of children.
Tartu Call for a Healthy Lifestyle In September 2017 the Commission launched the Tartu call for a healthy lifestyle. The Tartu call aims to promote healthy lifestyles in Europe, in particular among children.
Recomendação do Conselho de 26 de novembro de 2013 relativa à promoção transetorial das atividades físicas benéficas para a saúde. Recomenda aos Estados-Membros, o desenvolvimento de políticas eficazes no domínio da HEPA, adotando uma abordagem transetorial que envolva domínios de intervenção como o desporto, a saúde, a educação, o ambiente e os transportes, tendo em conta as OR UE AF, bem como outros setores relevantes e de acordo com as especificidades nacionais.
United Nations. Declaração política da 3.ª Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral sobre a Prevenção e Controlo das Doenças Não Transmissíveis: resolução/aprovada pela Assembleia Geral. UN; 2018. Political declaration of the third high-level meeting of the General Assembly on the prevention and control of non-communicable diseases. Time to deliver: accelerating our response to address non-communicable diseases for the health and well-being of present and future generations.
World Health Organization. Time to deliver: report of the WHO Independent high-level commission on noncommunicable diseases. World Health Organization; 2018. The recommendations in this report are intended for Heads of State and Government and policymakers across government sectors, as well as other stakeholders, and as input towards the third High-level Meeting of the UN General Assembly on NCDs.
World Health Organization. Declaration of Astana. World Health Organization; 2018. Declaration of Astana on Primary Health care: From Alma-Ata towards universal health coverage and the Sustainable Development Goals.
Mendenhall E, Singer M. The global syndemic of obesity, undernutrition, and climate change. - Lancet 2019; 393: 791-846 Published Online January 27, 2019. «Obesity, undernutrition, and climate change-represent The Global Syndemic that affects most people in every country and region worldwide. They constitute a syndemic, or synergy of epidemics, because they co-occur in time and place, interact with each other to produce complex sequelae, and share common underlying societal drivers».
Fancourt D, Finn S. What is the evidence on the role of the arts in improving health and well-being? WHO Regional Office for Europe; 2019. This report synthesizes the global evidence on the role of the arts in improving health and well-being, with a specific focus on the WHO European Region. Results from over 3000 studies identified a major role for the arts in the prevention of ill health, promotion of health, and management and treatment of illness across the lifespan. The beneficial impact of the arts could be furthered through acknowledging and acting on the growing evidence base; promoting arts engagement at the individual, local and national levels; and supporting cross-sectoral collaboration.
European Commission. Reflection paper: Towards a sustainable Europe by 2030. European Commission; 2019 Jan. The Multi-Stakeholder Platform on the implementation of the Sustainable Development Goals in the European Union - the «EU SDG multi-stakeholder platform» - was established in May 2017 to support and advise the European Commission and all stakeholders involved on the implementation of the SDGs at EU level. Achieving the Goals requires a comprehensive review, the identification of areas where changes are needed, and the development of coherent policies which produce lasting social, economic, governance and environmental co-benefits, recognising and acting on interlinkages between all goals and targets. The recommendations of the Multi-Stakeholder Platform provide an ambitious and consensus-based contribution to this goal.
World Health Organization. Health Equity Policy Tool: A framework to track policies for increasing health equity in the WHO European Region. WHO Regional Office for Europe; 2019. The WHO Health Equity Policy Tool has been developed to support WHO Member States and partners to strengthen the implementation of these commitments and strategies through specific policy actions. To accelerate progress in reaching those being left behind because of poor health and in preventing others from falling behind, policy action is required that reaches not only the most vulnerable but also those disproportionally at risk of avoidable poor health.
International Organization for Migration (IOM), 2019. Migration Governance Indicators: A Global Perspective. IOM. Geneva. The MGI was developed when countries around the world agreed to work towards the achievement of 17 Sustainable Development Goals (SDGs) and 169 SDG targets, including many important references to migration. The SDGs' central reference to migration is in Target 10.7, which calls upon all countries to facilitate orderly, safe, regular and responsible migration and the mobility of people, including through the implementation of planned and well-managed migration policies.
Comissão Europeia - Pacto Ecológico Europeu, 2019. Este pacto redefine o compromisso da Comissão de enfrentar os desafios climáticos e ambientais, tarefa determinante desta geração. Trata-se de uma nova estratégia de crescimento que visa transformar a UE numa sociedade equitativa e próspera, dotada de uma economia moderna, eficiente na utilização dos recursos e competitiva, que, em 2050, tenha zero emissões líquidas de gases com efeito de estufa e em que o crescimento económico esteja dissociado da utilização dos recursos.
European Union - From farm to fork: the European Green Deal, 2020. At the heart of the Green Deal the Biodiversity and Farm to Fork strategies point to a new and better balance of nature, food systems and biodiversity; to protect our people's health and well-being, and at the same time to increase the EU's competitiveness and resilience.
Marmot M, Allen J, Goldblatt P, Herd E, Morrisonbuild J. Build Back Fairer: The COVID-19 Marmot Review: The pandemic, socioeconomic and health inequalities in England. Institute of Health Equity; 2020. Build Back Better has become the mantra. Important, but we need to Build Back Fairer. The levels of social, environmental and economic inequality in society are damaging health and well-being. As the UK emerges from the pandemic it would be a tragic mistake to attempt to re-establish the status quo that existed before the pandemic - a status quo marked in England, over the past decade, by stagnation of health improvement that was the second worst in Europe and widening health inequalities.
Clark H, Coll-Seck et al. A future for the world's children? A WHO-UNICEF-Lancet Commission. UNICEF; 2020. Despite dramatic improvements in survival, nutrition, and education over recent decades, today's children face an uncertain future. Climate change, ecological degradation, migrating populations, conflict, pervasive inequalities, and predatory commercial practices threaten the health and future of children in every country. In 2015, the world's countries agreed on the Sustainable Development Goals (SDGs), yet nearly 5 years later, few countries have recorded much progress towards achieving them. This Commission presents the case for placing children, aged 0-18 years, at the centre of the SDGs: at the heart of the concept of sustainability and our shared human endeavour.
United Nations General Assembly - United Nations Decade of Healthy Ageing (2021-2030). Resolution adopted by the General Assembly - 44th plenary meeting 14 December 2020. Decides to proclaim 2021-2030 the United Nations Decade of Healthy Ageing, within existing structures and available resources to provide a work programme with voluntary policy options and strategies for use by Governments and other stakeholders, as appropriate, and notes that this is a living document developed through an inclusive, continuous and collaborative process.
IPCC, 2021: Climate Change, 2021: The physical science basis. Technical Summary. The Working Group I (WGI) contribution to the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) Sixth Assessment Report (AR6) assesses the physical science basis of climate change. The Technical Summary provides a synthesis of the key findings of the Report and serves as a bridge between the Summary for Policymakers and the chapters of the full report.
World Health Organization. Global Patient Safety Action Plan 2021-2030: towards eliminating avoidable harm in health care. World Health Organization; 2021. The purpose of the action plan is to provide strategic direction for all stakeholders for eliminating avoidable harm in health care and improving patient safety in different practice domains through policy actions on safety and quality of health services, as well as for implementation of recommendations at the point of care. The action plan provides a framework for countries to develop their respective national action plans on patient safety, as well to align existing strategic instruments for improving patient safety in all clinical and health-related programmes.
European Commission. Europe's Beating Cancer Plan. Communication from the commission to the European parliament and the council. European Commission; 2021. Europe's Beating Cancer Plan reflects a political commitment to leave no stone unturned to take action against cancer. Mobilising the collective power of the EU to drive change to the benefit of our citizens, the Cancer Plan contains concrete, ambitious actions that will support, coordinate and complement Member States' efforts to reduce the suffering caused by cancer.
Parlamento Europeu e do Conselho. - EU4Health Programme - Regulamento (UE) 2021/522. 2021 Mar. Cria um programa de ação da União no domínio da saúde («Programa UE pela Saúde») para o período 2021-2027 e que revoga o Regulamento (UE) n.º 282/2014.
European Commission. Proposal for a council recommendation establishing a European child guarantee. European Commission; 2021. The European Child Guarantee was approved unanimously by a Council Recommendation on 14 June 2021. The aim of the recommendation is to prevent and combat social exclusion of children in need by guaranteeing access to a set of key services, to combat child poverty and fostering equal opportunities.
World Health Organization. Drawing light from the pandemic: A new strategy for health and sustainable development. WHO Regional Office for Europe; 2021 Set. Over the past year, members of the Commission have reflected on what worked and, more often, what did not work in the COVID-19 response and in previous crises. In the Call to Action that we issued in March 2021 and in this final report, we have made a series of recommendations with the aim of achieving seven key objectives to prevent a catastrophe on the same scale from happening again.
UHC2030 2021. State of commitment to universal health coverage: Synthesis 2021 UHC2030's mission is to create a movement for accelerating equitable and sustainable progress towards universal health coverage (UHC).
Conselho União Europeia. Recomendação do Concelho (UE) 2021/1004 garantia europeia para crianças. UE; 2021 Jun. This annotated outline aims to provide more detailed information on the content and structure of the National Action Plan (NAP) in order to support Member States, in particular the Child Guarantee coordinators, in the preparation of their NAPs. It follows the scope of the Council Recommendation (EU) 2021/1004 of 14 June 2021 establishing a European Child Guarantee.
Joint United Nations Programme on HIV/AIDS (UNAIDS) End Inequalities. End AIDS. Global AIDS Strategy 2021-2026 - 2021. End Inequalities. End AIDS. Global AIDS Strategy 2021-2026 is a bold new approach to use an inequalities lens to close the gaps that are preventing progress towards ending AIDS. The Global AIDS Strategy aims to reduce these inequalities that drive the AIDS epidemic and prioritize people who are not yet accessing life-saving HIV services. The Strategy sets out evidence-based priority actions and bold targets to get every country and every community on-track to end AIDS as a public health threat by 2030.
United Nations General Assembly - 2021 - Political Declaration on HIV and AIDS: Ending Inequalities and Getting on Track to End AIDS by 2030. United Nations Member States adopted this political declaration at the United Nations General Assembly High-Level Meeting on AIDS. If the international community reaches the targets, 3.6 million new HIV-infections and 1.7 million AIDS-related deaths will be prevented by 2030.
IPCC Sixth Assessment Report - Climate Change 2022: Impacts, Adaptation and Vulnerability - Summary for Policymakers. The Working Group II contribution to the IPCC Sixth Assessment Report assesses the impacts of climate change, looking at ecosystems, biodiversity, and human communities at global and regional levels. It also reviews vulnerabilities and the capacities and limits of the natural world and human societies to adapt to climate change.

ANEXO 3.2 — Alguns documentos nacionais de enquadramento do PNS 2030

Estratégia Portugal 2030 - Resolução do Conselho de Ministros n.º 98/2020, de 13 de novembro. A Estratégia Portugal 2030 constitui a referência principal de planeamento das políticas públicas de promoção do desenvolvimento económico e social do país. Está estruturada em torno de quatro agendas temáticas centrais para o desenvolvimento da economia, da sociedade e do território de Portugal no horizonte de 2030. A Estratégia Portugal 2030 destaca a resiliência do sistema de saúde como um domínio estratégico da agenda 1 «as pessoas primeiro: um melhor equilíbrio demográfico, maior inclusão, menos desigualdade».
Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas 2013-2022 - Resolução do Conselho de Ministros n.º 154/2018, de 29 de novembro. Visa a eliminação das barreiras à plena participação cidadã e inclusão social de pessoas das comunidades ciganas, assumindo como central a eliminação dos estereótipos que estão na base de discriminações diretas e indiretas em razão da origem racial e étnica.
Grupo de Trabalho de Educação para a Cidadania - Despacho n.º 6173/2016, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 90, de 10 de maio de 2016. Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. A Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC) integra um conjunto de direitos e deveres que devem estar presentes na formação cidadã das crianças e dos jovens portugueses, para que no futuro sejam adultos e adultas com uma conduta cívica que privilegie a igualdade nas relações interpessoais, a integração da diferença, o respeito pelos Direitos Humanos e a valorização de conceitos e valores de cidadania democrática.
Plano ação economia circular - Resolução do Conselho de Ministros n.º 190-A/2017, de 11 de dezembro. A economia circular, é um conceito estratégico que assenta na prevenção, redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e energia. Substituindo o conceito de «fim-de-vida» da economia linear por novos fluxos circulares de reutilização, restauração e renovação, num processo integrado, a economia circular é vista como um elemento-chave para promover a dissociação entre o crescimento económico e o aumento no consumo de recursos.
Gosseries A. Desafios sobre Justiça Intergeracional. Fundação Calouste Gulbenkian; 2018. Todos os seres humanos - no passado, presente, ou futuro - merecem que a sua dignidade seja protegida e respeitada. Por outras palavras, o princípio de igual dignidade dos seres humanos deve aplicar-se não apenas aos homens e mulheres que vivem hoje, mas também aos que virão a existir.
Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento 2018-2022. Resolução do Conselho de Ministros n.º 94/2018, de 16 de julho. A ENED 2018-2022 vai ainda ao encontro das responsabilidades assumidas por Portugal no quadro da União Europeia (UE). O Novo Consenso Europeu sobre o Desenvolvimento «O Nosso Mundo, a Nossa Dignidade, o Nosso Futuro», aprovado pelo Parlamento Europeu, pela Comissão Europeia, pelo Conselho e pelos Estados-Membros, em 7 de junho de 2017, prevê que a UE e os seus Estados -Membros devam apoiar as Organizações da Sociedade Civil (OSC) enquanto «promotores, executantes e agentes da mudança no âmbito da sensibilização e da Educação para o Desenvolvimento».
Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação 2018-2030 - Resolução do Conselho de Ministros n.º 61/2018, de 21 de maio. Reconhecimento da igualdade e da não discriminação como condição para a construção de um futuro sustentável para Portugal, enquanto país que realiza efetivamente os direitos humanos e assegura plenamente a participação de todas e de todos. Neste âmbito, a Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação - Portugal + Igual (ENIND), alinhada temporal e substantivamente com a Agenda 2030, é apoiada em três planos de ação que definem objetivos estratégicos e específicos em matéria de não discriminação em razão do sexo e igualdade entre mulheres e homens (IMH), de prevenção e combate a todas as formas de violência contra as mulheres, violência de género e violência doméstica (VMVD), e de combate à discriminação em razão da orientação sexual, identidade e expressão de género, e características sexuais (OIEC). Estes planos de ação definem, ainda, as medidas concretas a prosseguir no primeiro período de execução de quatro anos até 2021, a que se deverá seguir o processo de revisão e redefinição para o período seguinte de quatro anos, e assim sucessivamente.
Estratégia da Saúde na Área das Demências - Despacho n.º 5988/2018, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 116, de 19 de junho de 2018. O documento discute, na linha das propostas internacionais, os pontos principais de uma estratégia da saúde para as demências em Portugal, bem como uma ordem de prioridade para estes pontos. Pretende-se colmatar uma lacuna existente em Portugal e criar condições para que se possam desenvolver políticas públicas no âmbito da saúde, traduzidas em planos e ações coerentes, nomeadamente através de um futuro Plano da Saúde para as Demências em Portugal.
Plano Nacional de Implementação do Pacto Global das Migrações. Resolução do Conselho de Ministros n.º 141/2019, de 20 de agosto. Aprovado pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em dezembro de 2018, o Pacto Global para as Migrações, Seguras Ordenadas e Regulares das Nações Unidas exorta os Estados signatários a desenhar Planos Nacionais adaptados à sua realidade migratória. Portugal foi o primeiro país das Nações Unidas a elaborar um Plano Nacional de Implementação do Pacto Global das Migrações (PNIPGM), o qual entrou em vigor em 21 de agosto de 2019, com a publicação da Resolução do Conselho de Ministros n.º 141/2019, de 20 de agosto. O PNIPGM preconiza uma abordagem holística das migrações, pelo que envolve todos os níveis da Administração Pública, bem como a Sociedade Civil. As 97 medidas do Plano Nacional implementam os 23 objetivos do Pacto, os quais, por sua vez, prosseguem os 10 princípios orientadores do Pacto Global para as Migrações, Seguras Ordenadas e Regulares das Nações Unidas.
Carta para a Participação Pública em Saúde - aprovada como anexo i, à Lei n.º 108/2019, de 9 de setembro. A Carta para a Participação Pública em Saúde pretende fomentar a participação por parte das pessoas, com ou sem doença e seus representantes, nas decisões que afetam a saúde da população, e incentivar a tomada de decisão em saúde assente numa ampla participação pública. A Carta pretende ainda promover e consolidar a participação pública a nível político e dos diferentes órgãos e entidades do Estado, em Portugal, através do aprofundamento dos processos de participação já existentes e da criação de novos espaços e mecanismos participativos.
Plano Nacional Energia e Clima 2030 (PNEC 2030) - Resolução do Conselho de Ministros n.º 53/2020, de 10 de julho. O PNEC inclui uma caracterização da situação existente em Portugal em matéria de Energia e Clima, abrangendo as cinco dimensões do Regulamento (UE) 2018/1999 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de dezembro de 2018: descarbonização, eficiência energética, segurança de abastecimento, mercado interno da energia e investigação, inovação e competitividade, bem como a definição dos contributos nacionais e políticas e medidas planeadas para o cumprimento dos diferentes compromissos globais da União, incluindo em termos de redução de emissões de gases com efeito de estufa, energias renováveis, eficiência energética e interligações.
Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo (ENIPSSA): Prevenção, Intervenção e Acompanhamento, 2017-2023 - Resolução do Conselho de Ministros n.º 107/2017, de 25 de julho, e Resolução do Conselho de Ministros n.º 2/2020, de 21 de janeiro. 2017 - A ENIPSSA 2017-2023 assenta em três objetivos estratégicos, que visam a promoção do conhecimento do fenómeno das pessoas em situação de sem-abrigo, informação, sensibilização e educação, o reforço de uma intervenção promotora da integração das pessoas em situação de sem-abrigo, bem como a sua coordenação, monitorização e avaliação. 2020 - O gestor executivo coordena o Grupo de Implementação, Monitorização e Avaliação da Estratégia (GIMAE) e o Núcleo Executivo do GIMAE, assegura a articulação entre os diversos órgãos e estruturas da ENIPSSA 2017-2023, o acompanhamento, monitorização, agilização e prossecução dos objetivos, recursos e estratégias na implementação de medidas de política e de intervenção para as pessoas em situação de sem-abrigo, designadamente as previstas nos Planos de Ação bienais.
Estratégia Nacional para os Direitos da Criança (ENDC) - 2021-2024. Resolução do Conselho de Ministros n.º 112/2020, de 18 de dezembro. A ENDC 2021-2024 assenta em cinco áreas estratégicas, configuradas em cinco prioridades que se desenvolvem em objetivos estratégicos: I - Promover o bem-estar e a igualdade de oportunidades; II - Apoiar as famílias e a parentalidade; III - Promover o acesso à informação e à participação das crianças e jovens; IV - Prevenir e combater a violência contra crianças e jovens; V - Promover a produção de instrumentos e de conhecimento científico potenciadores de uma visão global dos direitos das crianças e jovens.
Agenda da juventude para a saúde 2030. Conselho Nacional de Saúde, 2021. A saúde das crianças e jovens é, não só um direito humano como um recurso fundamental para uma sociedade mais saudável e justa - agora e no futuro. Esta Agenda centra-se nas áreas que as crianças e jovens inquiridos consideraram prioritárias para a sua saúde na próxima década.
Plano Nacional de Combate ao Racismo e à Discriminação 2021-2025 - Portugal contra o racismo - Resolução do Conselho de Ministros n.º 101/2021, de 28 de julho. Tem como objetivo a promoção da igualdade, o combate ao racismo e à discriminação racial considerada, nos termos do artigo 1.º da Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, como «qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência fundada na raça, cor, ascendência ou origem nacional ou étnica que tenha como objetivo ou efeito destruir ou comprometer o reconhecimento, o gozo ou o exercício, em condições de igualdade, dos direitos humanos e das liberdades fundamentais nos domínios político, económico, social e cultural ou em qualquer outro domínio da vida pública».
Recomenda ao Governo medidas de prevenção, tratamento e combate à obesidade - Resolução da Assembleia da República n.º 195/2021, de 8 de julho. Recomenda ao Governo medidas de prevenção, tratamento e combate à obesidade.
Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2021 -2026 (PNSD 2021-2026), da Direção-Geral da Saúde - Despacho n.º 9390/2021, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 187, de 24 de setembro de 2021. O PNSD 2021-2026 tem por objetivo consolidar e promover a segurança na prestação de cuidados de saúde no sistema de saúde, e, em particular no SNS, incluindo em contextos próprios dos sistemas de saúde modernos, como o domicílio e a telessaúde, sem negligenciar os princípios que sustentam a área da segurança do doente, como a cultura de segurança, a comunicação e a implementação continuada de práticas seguras em ambientes cada vez mais complexos.
Estratégia Nacional para Inclusão das Pessoas com Deficiência 2021-2025 - 2021. A ENIPD 2021-2025 orienta-se pelos princípios fundamentais de respeito e garantia da dignidade humana da pessoa com deficiência, da sua autonomia, independência e autodeterminação, da participação em todos os domínios da vida, da promoção da igualdade e não discriminação nas suas diversas dimensões, incluindo discriminações múltiplas e pelo respeito pela diferença e diversidade.
Estratégia Nacional de Combate à Pobreza 2021-2030. Resolução do Conselho de Ministros n.º 184/2021, de 29 de dezembro. Instrumento de política pública, com um conjunto de ações coerentes e articuladas, que permitam reduzir de forma expressiva a incidência da pobreza. Os impactos socioeconómicos da pandemia, de magnitude ainda incerta, renovaram e reforçaram a pertinência da existência deste instrumento.
Estudo do impacto da pandemia COVID-19 na prática de atividade física e desportiva da população portuguesa durante os períodos de isolamento social 2020-2021, do Instituto Português do Desporto e Juventude, I. P. (IPDJ). Este estudo, realizado pelo IPDJ, I. P. analisa o impacto significativo, causado pela pandemia COVID-19, na diminuição da prática de atividade física e desportiva da população portuguesa, através de indicadores de prática de atividade física e desportiva e as suas determinantes. Esta análise permite aprofundar o conhecimento sobre o impacto da pandemia e disponibilizar evidência científica que suporte o desenvolvimento de medidas ajustadas.

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