Decreto Legislativo Regional n.º 1/2025/A — Aprova o Plano de Gestão de Riscos de Inundações da Região Autónoma dos Açores 2022-2027
Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.
Aprova o Plano de Gestão de Riscos de Inundações da Região Autónoma dos Açores 2022-2027.
Como para o caso dos Planos Especiais de Ordenamento do Território, o Guia para a delimitação e integração da cartografia de riscos naturais nos PEOT e PMOT e restrição ao uso e ocupação do solo (DROTRH, 2022) define os requisitos técnicos a tomar em linha de conta quando da integração das zonas críticas de inundação definidas no âmbito do Plano de Gestão de Risco de Inundações dos Açores nas peças cartográficas integradas nos Planos Municipais de Ordenamento do Território. O mesmo Guia apresenta, ainda, um conjunto de orientações e recomendações sobre as restrições ao uso e ocupação do solo nas áreas sujeitas a riscos associados à ocorrência de inundações costeiras, e são consideradas pelo presente plano como normas orientadoras que devem ser refletidas aquando da elaboração e revisão de Planos Municipais de Ordenamento do Território. Estas normas orientadoras, listadas na tabela 33, foram definidas para áreas com vulnerabilidade elevada e moderada, e visam não só minimizar a exposição ao perigo, como refletir, de igual forma, o potencial agravamento resultante dos fenómenos associados às alterações climáticas.
Tabela 33 - Normas orientadoras sobre as restrições ao uso e ocupação do solo nas áreas sujeitas a riscos associados à ocorrência de galgamentos e inundações costeiras a observar aquando da elaboração e revisão de Planos Municipais de Ordenamento do Território
| Grau de vulnerabilidade/risco | Normas orientadoras |
|---|---|
| Vulnerabilidade e/ou risco elevado | Interdição de novas construções e condicionamento, nas áreas identificadas com elevada vulnerabilidade, e adequação dos usos e atividades à tipologia de risco em causa nas zonas inundáveis provenientes do PGRIA. |
| Interdição de novas construções e condicionamento e adequação dos usos e atividades à tipologia de risco nas áreas identificadas em outra cartografia de pormenor (1:2.000) como de elevada vulnerabilidade a galgamentos e inundações costeiras. | |
| Incorporação de regulamentação que permita: minimizar as situações de risco ao galgamento e inundação costeira; a ponderação de relocalização programada e a longo prazo de edificado em zona de vulnerabilidade e risco elevado, com a renaturalização das zonas que serão desocupadas para utilização pública e definição de zonas tampão destinadas a atividades de cariz sazonal ou que facilmente possam ser relocalizadas. | |
| Elaboração de plano de relocalização, reabilitação e manutenção de património construído, nomeadamente para as áreas urbanas e infraestruturas críticas em zonas de vulnerabilidade e/ou risco elevado, tendo em consideração a definição de critérios claros e objetivos. | |
| Adequação e adaptação do desenvolvimento e uso do território às novas circunstâncias e aos novos parâmetros ambientais, de vulnerabilidade, e de risco, subsequentemente à determinação do grau de vulnerabilidade e do grau de risco, através da implementação de medidas específicas. | |
| Reavaliação de cartografia de galgamento e/ou inundações costeiras à escala de 1:2.000 em áreas que ocorra alteração da ocupação/uso do solo (como por exemplo novas construções em áreas de vulnerabilidade moderada). | |
| Definição de regras aplicáveis ao edificado em zonas de vulnerabilidade e/ou risco elevado, tendo em consideração a reabilitação e manutenção dessas zonas, por forma a promover a diminuição da sua ocupação permanente, sem alterar a morfologia urbana existente e concebida ao longo do tempo. | |
| Desenvolvimento de ações de monitorização de processos hidromorfodinâmicos da orla costeira e da interação antrópica e zona costeira, com o objetivo de estudar a evolução dos processos que nela ocorrem, tendo em consideração a vulnerabilidade, a resiliência e adaptação às alterações climáticas. | |
| Levantamento e monitorização do estado de conservação das estruturas de defesa costeira existentes. | |
| Planeamento e realização de ações de comunicação e sensibilização, destinadas a diferentes públicos-alvo, como a população em geral e autarquias, sobre os riscos e efeitos das alterações climáticas na orla costeira, as suas causas e consequências e, em particular, sobre a exposição de pessoas e bens a situações de risco. | |
| Vulnerabilidade e/ou risco moderado | Adequação e adaptação do desenvolvimento e uso do território às novas circunstâncias e aos novos parâmetros ambientais, de vulnerabilidade, e de risco, subsequentemente à determinação do grau de vulnerabilidade e do grau de risco, através da implementação de medidas específicas, incluindo normas que não recomendem a implantação de edifícios sensíveis nas áreas de vulnerabilidade/risco moderado. |
| Vulnerabilidade e/ou risco moderado | Reavaliação de cartografia de galgamento e/ou inundações costeiras à escala de 1:2.000 em áreas que ocorra alteração da ocupação/uso do solo (como por exemplo novas construções em áreas de vulnerabilidade moderada). |
| Vulnerabilidade e/ou risco moderado | Definição de regras aplicáveis ao edificado em zona de vulnerabilidade e/ou risco moderado, visando a reabilitação e manutenção dessas zonas, tendo em consideração a morfologia urbana existente e concebida ao longo do tempo. |
| Vulnerabilidade e/ou risco moderado | Desenvolvimento de ações de monitorização de processos hidromorfodinâmicos da orla costeira e da interação antrópica e zona costeira, com o objetivo de estudar a evolução dos processos que nela ocorrem, tendo em consideração a sustentabilidade, a resiliência e adaptação às alterações climáticas. |
| Vulnerabilidade e/ou risco moderado | Planeamento e realização de ações de comunicação e sensibilização, destinadas a diferentes públicos-alvo, como a população em geral e autarquias, sobre os riscos e efeitos das alterações climáticas na orla costeira, as suas causas e consequências e, em particular, sobre a exposição de pessoas e bens a situações de risco. |
8 - Medidas
De igual forma que para a definição dos objetivos, e de acordo com o disposto no Decreto-Lei n.º 115/2010, de 22 de outubro, no âmbito dos planos de gestão dos riscos de inundações, devem ser definidas, numa perspetiva de priorização, as medidas destinadas a atingir os objetivos de gestão dos riscos de inundações. Estas medidas, preferencialmente de natureza não estrutural, devem visar a redução das potenciais consequências prejudiciais das inundações para a saúde humana, o ambiente, o património cultural, as infraestruturas e as atividades económicas nas zonas identificadas como de risco potencial significativo, bem como refletir as ações decorrentes de outros diplomas legais, como sejam:
• Decreto-Lei n.º 69/2000, de 3 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 7-D/2000, de 30 de junho, alterado pelos Decretos-Leis n.os74/2001, de 26 de fevereiro, e 69/2003, de 10 de abril, pela Lei n.º 12/2004, de 30 de março, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 197/2005, de 8 de novembro, e alterado pelo Decreto-Lei n.º 60/2012, de 14 de março, que aprovou o regime jurídico da avaliação de impacte ambiental dos projetos públicos e privados suscetíveis de produzirem efeitos significativos no ambiente (revogado pelo Decreto-Lei n.º 151-B/2013, de 31 de outubro);
• Decreto-Lei n.º 254/2007, de 12 de julho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 42/2014, de 18 de março, relativo ao controlo dos perigos associados a acidentes graves que envolvem substâncias perigosas (revogado pelo Decreto-Lei n.º 150/2015, de 5 de agosto);
• Decreto-Lei n.º 232/2007, de 15 de junho, relativo à avaliação dos efeitos de determinados planos e programas no ambiente, alterado pelo Decreto-Lei n.º 58/2011, de 4 de maio, e, no caso particular dos instrumentos de gestão territorial, pelo Decreto-Lei n.º 80/2015, de 14 de maio;
• Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro, alterada pelos Decretos-Leis n.os245/2009, de 22 de setembro, 60/2012, de 14 de março, 130/2012, de 22 de junho, e 11/2023, de 10 de fevereiro, e pelas Leis n.os42/2016, de 28 de dezembro, 44/2017, de 19 de junho, e 82/2023, de 19 de dezembro, que aprova a Lei da Água;
• Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro, retificada pela Declaração de Retificação n.º 4/2006, de 16 de janeiro, e alterada sucessivamente pelas Leis n.os78/2013, de 21 de novembro, 34/2014, de 19 de junho, e 31/2016, de 23 de agosto, que aprova a Lei da Titularidade dos Recursos Hídricos;
• Decreto Legislativo Regional n.º 35/2012/A, de 16 de agosto, que estabelece o regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial. Define para a Região Autónoma dos Açores o regime de coordenação dos âmbitos do sistema de gestão territorial, o regime geral de uso do solo e o regime de elaboração, acompanhamento, aprovação, execução e avaliação dos instrumentos de gestão territorial;
• Decreto-Lei n.º 364/98, de 21 de novembro, que estabelece que os Planos Municipais de Ordenamento do Território devem considerar as áreas sujeitas ao risco de inundação como fator condicionante do uso do solo.
Por forma a prosseguir os objetivos descritos no âmbito do processo de elaboração do PGRIA 2022-2027, define-se um conjunto de 37 medidas, a implementar no horizonte de vigência do plano. Estas medidas encontram-se listadas na tabela 34, organizadas de acordo com a área temática para a qual contribuem, e as respetivas fichas descritivas constituem o anexo vi.
O número de medidas propostas por área temática do PGRIA 2022-2027 é variável, constatando-se que 18 (48,65 %) correspondem à área de Gestão de Riscos, 7 (18,92 %) à área do Quadro Institucional e Normativo, 3 (8,11 %) à área da Informação e Participação Cidadã e 9 (24,32 %) à área de Monitorização e Desenvolvimento de Investigação Aplicada (figura 20).
Figura 20 - Distribuição das medidas a implementar no âmbito do PGRIA 2022-2027 por área temática (GR - Gestão de riscos; QIN - Quadro institucional e normativo; IPC - Informação e participação cidadã; MDI - Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada)
As fichas descritivas das medidas contemplam, ainda, a identificação da respetiva tipologia de acordo com o âmbito dos planos de gestão de riscos de inundação, tal como definido na legislação aplicável. Com efeito, de acordo com a Diretiva 2007/60/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de outubro, e o Decreto-Lei n.º 115/2010, de 22 de outubro, estes planos devem centrar-se na prevenção, proteção, preparação e previsão dos fenómenos de cheias e inundações, assim como na manutenção e/ou restauração das planícies aluviais, e na recuperação e aprendizagem após uma ocorrência. Neste contexto, consideraram-se quatro níveis para a classificação tipológica das várias medidas, respetivamente preparação, proteção, prevenção e recuperação/aprendizagem. Os resultados obtidos permitem constatar que 12 (32,43 %) das medidas contribuem para a preparação, 9 (24,32 %) para a proteção, 12 (32,43 %) para a prevenção e 4 (10,81 %) para a recuperação/aprendizagem (figura 20.1).
Figura 20.1 - Distribuição das medidas a implementar no âmbito do PGRIA 2022-2027 por tipologia (PREP - preparação; PROT - proteção; PREV - prevenção; REAP - recuperação/aprendizagem)
Com o objetivo de minimizar a arbitrariedade inerente à discriminação do grau de prioridade das medidas que integram o PGRIA 2022-2027, recorreu-se ao cálculo de um índice numérico, que corresponde ao somatório dos valores de cinco índices parcelares. Estes índices parcelares medem o contributo que cada medida tem para a redução de potenciais consequências prejudiciais das cheias e inundações para, respetivamente, a saúde humana, o ambiente, o património cultural, as infraestruturas e as atividades económicas, aferidas de acordo com a seguinte escala: contributo nulo (0 pontos); contributo reduzido (1 ponto); contributo mediano (2 pontos); contributo elevado (3 pontos).
Posteriormente, com base no valor final obtido por medida, que varia entre um mínimo de 0 e um máximo de 15 pontos, é atribuído o grau de prioridade de acordo com três categorias: prioridade reduzida (0-5 pontos); prioridade intermédia (6-10 pontos); prioridade elevada (11 a 15 pontos).
Da aplicação desta métrica resulta que 13 (35,14 %) das medidas têm uma prioridade elevada, 15 (40,54 %) uma prioridade intermédia e 9 (24,32 %) uma prioridade reduzida (figura 21).
Figura 21 - Grau de prioridade das medidas a implementar no âmbito do PGRIA 2022-2027
O investimento estimado para a implementação das medidas propostas no PGRIA 2022-2027 totaliza 18 093 000 €. Por área temática, verifica-se que 17 027 000 € (94,11 %) correspondem às medidas na área de Gestão de Riscos, 67 500 € (0,37 %) na área do Quadro Institucional e Normativo, 42 500 € (0,23 %) na área da Informação e Participação Cidadã, e 956 000 € (5,28 %) na área de Monitorização e Desenvolvimento de Investigação Aplicada (figura 22). Os custos previsionais mais elevados estão associados às medidas GR04, GR09, GR10, GR12 e GR13, que no primeiro caso corresponde a sistemas de previsão e alerta, enquanto nos restantes casos os montantes estimados podem não ser atingidos se não for considerada, após a avaliação que cada medida impõe, a necessidade de implementar soluções de cariz estrutural.
O cronograma de execução e a distribuição previsional dos custos ao longo do tempo encontram-se discriminados nas fichas de medida (anexo vi).
Figura 22 - Investimento associado à implementação das medidas a executar no âmbito do PGRIA 2022-2027 por área temática (GR - Gestão de riscos; QIN - Quadro institucional e normativo; IPC - Informação e participação cidadã; MDI - Monitorização e desenvolvimento de investigação)
Tabela 34 - Listagem de medidas a implementar no âmbito do PGRIA 2022-2027 (PREP - preparação; PROT - proteção; PREV - prevenção; REAP - recuperação/aprendizagem)
| Área temática | Código | Tipologia | Descrição | Indicador de desempenho |
|---|---|---|---|---|
| Área temática | Medida | Medida | Medida | Indicador de desempenho |
| Gestão de riscos | GR01 | PREP | Execução de cartografia de pormenor das zonas de risco de inundação | Cartografia das áreas inundáveis a escala de pormenor (%) |
| Gestão de riscos | GR02 | PREV | Revisão da delimitação das zonas de risco de cheia com base nos caudais de ponta de cheia para os períodos de retorno de 25, 50 e 100 anos | Bacias hidrográficas validadas/revistas (%) |
| Gestão de riscos | GR03 | PREV | Estudo de definição de zonas adjacentes | Bacias hidrográficas avaliadas (%) |
| Gestão de riscos | GR04 | PREP | Implementação de sistemas de previsão e alerta de cheias às populações e entidades responsáveis, e instalação de sinalética apropriada | Número de sistemas criados nas bacias hidrográficas do PGRIA |
| Gestão de riscos | GR05 | PREV | Desobstrução e desassoreamento regular do leito dos cursos de água e desenvolvimento de ações de regularização fluvial | Número de ações de desobstrução e desassoreamento |
| Gestão de riscos | GR05 | PREV | Desobstrução e desassoreamento regular do leito dos cursos de água e desenvolvimento de ações de regularização fluvial | Número de ações de regularização fluvial concluídas |
| Gestão de riscos | GR05 | PREV | Desobstrução e desassoreamento regular do leito dos cursos de água e desenvolvimento de ações de regularização fluvial | Volume removido (m3) |
| Gestão de riscos | GR06 | PROT | Estudar o dimensionamento e estrutura de passagens hidráulicas em vias de comunicação para identificar e corrigir situações de possível inadequação para escoamento dos caudais de ponta de cheia nas bacias hidrográficas do PGRIA | Bacias avaliadas (%) |
| Gestão de riscos | GR06 | PROT | Estudar o dimensionamento e estrutura de passagens hidráulicas em vias de comunicação para identificar e corrigir situações de possível inadequação para escoamento dos caudais de ponta de cheia nas bacias hidrográficas do PGRIA | Infraestruturas redimensionadas (% bacia) |
| Gestão de riscos | GR06 | PROT | Estudar o dimensionamento e estrutura de passagens hidráulicas em vias de comunicação para identificar e corrigir situações de possível inadequação para escoamento dos caudais de ponta de cheia nas bacias hidrográficas do PGRIA | Infraestruturas adequadas (% bacia) |
| Gestão de riscos | GR07 | PROT | Estudo de remodelação de redes de drenagem urbana de águas pluviais tendo em vista adequação hidráulica aos caudais em eventos de precipitação intensa particularmente em pontos críticos como pontes, aquedutos e outros estrangulamentos | Número de estudos das redes de drenagem urbana de águas pluviais desenvolvidos nas bacias hidrográficas do PGRIA |
| Gestão de riscos | GR07 | PROT | Estudo de remodelação de redes de drenagem urbana de águas pluviais tendo em vista adequação hidráulica aos caudais em eventos de precipitação intensa particularmente em pontos críticos como pontes, aquedutos e outros estrangulamentos | Número de ações de remodelação das redes de drenagem urbana de águas pluviais desenvolvidos nas bacias hidrográficas do PGRIA |
| Gestão de riscos | GR08 | PROT | Identificação e estudo de zonas onde seja necessário intervir para consolidação e recuperação de cabeceiras, taludes e margens de cursos de água, através de técnicas de engenharia natural e/ou de recuperação de habitats, ou por via da construção e/ou recuperação de bacias de retenção | Número de zonas criadas ou recuperadas |
| Gestão de riscos | GR08 | PROT | Identificação e estudo de zonas onde seja necessário intervir para consolidação e recuperação de cabeceiras, taludes e margens de cursos de água, através de técnicas de engenharia natural e/ou de recuperação de habitats, ou por via da construção e/ou recuperação de bacias de retenção | Áreas criadas ou recuperadas (ha) |
| Gestão de riscos | GR09 | PROT | Avaliar, programar e executar, se necessárias, intervenções de cariz estrutural para melhorar as condições de escoamento nas bacias hidrográficas do PGRIA | Número de obras estruturais projetadas |
| Gestão de riscos | GR09 | PROT | Avaliar, programar e executar, se necessárias, intervenções de cariz estrutural para melhorar as condições de escoamento nas bacias hidrográficas do PGRIA | Número de obras estruturais executadas |
| GR10 | PROT | Avaliar, programar e executar, se necessárias, intervenções de cariz estrutural para melhorar as condições de escoamento em outras bacias hidrográficas da RH9 não integradas no âmbito territorial do PGRIA | Número de obras estruturais projetadas | |
| GR10 | PROT | Avaliar, programar e executar, se necessárias, intervenções de cariz estrutural para melhorar as condições de escoamento em outras bacias hidrográficas da RH9 não integradas no âmbito territorial do PGRIA | Número de obras estruturais executadas | |
| GR11 | PREP | Implementação de sistemas de previsão e alerta de inundações costeiras às populações e entidades responsáveis e sinalética apropriada | Número de sistemas criados nas zonas costeiras vulneráveis do PGRIA | |
| GR12 | PROT | Avaliar, programar e executar, se necessárias, intervenções em estruturas de defesa costeira preexistentes (incluindo subida de cotas e enrocamentos) em zonas de risco de inundação costeira do PGRIA | Número de estruturas de defesa costeira preexistentes avaliadas | |
| GR12 | PROT | Avaliar, programar e executar, se necessárias, intervenções em estruturas de defesa costeira preexistentes (incluindo subida de cotas e enrocamentos) em zonas de risco de inundação costeira do PGRIA | Número de estruturas de defesa costeira preexistentes intervencionadas | |
| GR13 | PROT | Avaliar, programar e executar, se necessárias, novas infraestruturas de defesa costeira em zonas de risco de inundação costeira do PGRIA | Número de estruturas de defesa costeira projetadas | |
| GR13 | PROT | Avaliar, programar e executar, se necessárias, novas infraestruturas de defesa costeira em zonas de risco de inundação costeira do PGRIA | Número de estruturas de defesa costeira edificadas | |
| GR14 | PREV | Avaliar, programar e executar, se necessário, a retirada de edificações/infraestruturas localizadas em zonas de risco face às cheias e inundações nas bacias hidrográficas e frentes marítimas do PGRIA (incluindo a renaturalização dos espaços) | Número de edificações/infraestruturas retiradas e renaturalizações do espaço | |
| GR15 | PREP | Avaliar, programar e executar, se necessários, planos de proteção a edifícios sensíveis localizados nas zonas de risco nas bacias hidrográficas e frentes marítimas do PGRIA | Número de planos de proteção definidos | |
| GR16 | PREV | Elaboração do Relatório do Estado das Ribeiras dos Açores (RERA) | Publicação de Relatório Anual RERA | |
| GR17 | PREV | Elaboração e implementação de Planos Específicos de Intervenção Florestal que permitam a mitigação dos impactes decorrentes das cheias, com reposição/reabilitação das galerias ripícolas nas bacias hidrográficas do PGRIA | Planos Específicos de Intervenção Florestal nas bacias hidrográficas do PGRIA elaborados (%) | |
| GR17 | PREV | Elaboração e implementação de Planos Específicos de Intervenção Florestal que permitam a mitigação dos impactes decorrentes das cheias, com reposição/reabilitação das galerias ripícolas nas bacias hidrográficas do PGRIA | Planos Específicos de Intervenção Florestal nas bacias hidrográficas do PGRIA implementados (%) | |
| GR18 | PREV | Redução de riscos de inundação associados às práticas de exploração florestal | Número de cortes florestais licenciados em áreas de intervenção do PGRIA | |
| GR18 | PREV | Redução de riscos de inundação associados às práticas de exploração florestal | Número de ocorrências relacionadas com atividades de exploração florestal em áreas de intervenção do PGRIA | |
| GR18 | PREV | Redução de riscos de inundação associados às práticas de exploração florestal | Publicação de folheto de boas práticas de exploração florestal para proteção contra a erosão hídrica | |
| QIN01 | PREV | Promoção de medidas ativas de gestão da utilização do solo, nomeadamente alterações de uso, movimentações de solo e gestão de drenagem superficial para prevenção de riscos hidrológicos nas bacias hidrográficas do PGRIA | Definição de orientações para a utilização do solo nas áreas das bacias hidrográficas com áreas inundáveis | |
| QIN01 | PREV | Promoção de medidas ativas de gestão da utilização do solo, nomeadamente alterações de uso, movimentações de solo e gestão de drenagem superficial para prevenção de riscos hidrológicos nas bacias hidrográficas do PGRIA | Incorporação das orientações nos respetivos Planos Especiais/Planos Setoriais de Ordenamento do Território (%) | |
| QIN01 | PREV | Promoção de medidas ativas de gestão da utilização do solo, nomeadamente alterações de uso, movimentações de solo e gestão de drenagem superficial para prevenção de riscos hidrológicos nas bacias hidrográficas do PGRIA | Incorporação das orientações nos respetivos Planos Municipais de Ordenamento do Território (%) | |
| QIN02 | PROT | Reduzir a vulnerabilidade das áreas urbanas às cheias e inundações através da adoção de restrições ao uso e ocupação do solo, de normas de edificação, e da recuperação das condições de permeabilidade do solo nas áreas de risco do PGRIA | Definição de normas de ocupação do solo e de edificação visando a redução da vulnerabilidade das áreas urbanas às cheias e inundações em áreas de risco | |
| QIN02 | PROT | Reduzir a vulnerabilidade das áreas urbanas às cheias e inundações através da adoção de restrições ao uso e ocupação do solo, de normas de edificação, e da recuperação das condições de permeabilidade do solo nas áreas de risco do PGRIA | incorporação das orientações nos respetivos Planos Diretores Municipais (%) | |
| QIN03 | PREV | Integração das áreas inundáveis definidas no PGRIA na Reserva Ecológica | Integração em Plano Diretor Municipal (%) | |
| QIN04 | PREV | Articulação do PGRIA com o Programa Regional para as Alterações Climáticas | Cartografia de áreas inundáveis e de riscos de inundação de acordo com a cenarização do PRAC | |
| QIN05 | PREV | Avaliação do contributo da aplicação das medidas do PGRIA no cumprimento dos objetivos da LA/Diretiva-Quadro da Água | Ponderação do PGRIA no contexto da avaliação intercalar do Plano de Gestão da Região Hidrográfica dos Açores 2022-2027 | |
| QIN06 | PREP | Reavaliar os Planos Municipais de Emergência e as necessidades de meios a médio e longo prazo, e promover a integração do PGRIA nos Planos de Emergência | Planos Municipais de Emergência revistos (%) | |
| QIN07 | PREP | Reavaliar o Plano Regional de Emergência e Proteção Civil dos Açores e promover a articulação com o PGRIA | Reavaliação do Plano Regional de Emergência e Proteção Civil dos Açores | |
| Informação e participação cidadã | IPC01 | PREV | Elaboração de guia de definição e delimitação do risco de inundação costeira nos Açores | Publicação de guia de definição e delimitação do risco de inundação costeira nos Açores |
| Informação e participação cidadã | IPC02 | PREP | Desenvolvimento de um programa de sensibilização regional sobre medidas de prevenção e proteção contra cheias e inundações para a população em geral, para as escolas e entidades responsáveis | Número de campanhas nos órgãos de comunicação social |
| Informação e participação cidadã | IPC02 | PREP | Desenvolvimento de um programa de sensibilização regional sobre medidas de prevenção e proteção contra cheias e inundações para a população em geral, para as escolas e entidades responsáveis | Número de iniciativas desenvolvidas a nível local |
| Informação e participação cidadã | IPC03 | REAP | Desenvolvimento de ações de formação de recursos humanos sobre a ocorrência, impactes e respostas a fenómenos hidrológicos extremos | Número de ações de formação de recursos humanos |
| Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada | MDI01 | PREP | Incrementar a rede hidrometeorológica automática nas bacias hidrográficas do PGRIA | Bacias hidrográficas monitorizadas (%) |
| Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada | MDI02 | PREP | Rever e reforçar a rede hidrometeorológica automática da RAA | Número de estações |
| Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada | MDI03 | PREP | Manutenção de estações hidrométricas e atualização de curvas de vazão no contexto da prevenção de riscos de cheia | Estações hidrométricas operacionais (%) |
| Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada | MDI03 | PREP | Manutenção de estações hidrométricas e atualização de curvas de vazão no contexto da prevenção de riscos de cheia | Curvas de vazão atualizadas por estação hidrométrica (%) |
| Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada | MDI04 | PREP | Definição e implementação de um sistema de monitorização dos fenómenos de inundação costeira nas zonas de risco do PGRIA | Definição de sistemas de monitorização dos fenómenos de inundações costeiras (%) |
| Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada | MDI04 | PREP | Definição e implementação de um sistema de monitorização dos fenómenos de inundação costeira nas zonas de risco do PGRIA | Implementação de sistemas de monitorização dos fenómenos de inundações costeiras (%) |
| Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada | MDI05 | PROT | Monitorização anual do funcionamento e estado das infraestruturas implantadas como medidas estruturais | Relatórios de avaliação |
| Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada | MDI06 | PREP | Implementação de modelação hidrológica e hidráulica como mecanismo de apoio à decisão na gestão de eventos meteorológicos extremos e alerta de riscos de inundação | Número de modelos elaborados nas bacias hidrográficas do PGRIA |
| Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada | MDI07 | REAP | Constituição de uma base de dados operacional de cheias e inundações | Base de dados |
| Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada | MDI08 | REAP | Estudo de impacto económico das ocorrências de cheias e inundações | Estudo de impacto económico das ocorrências de cheias e inundações |
| Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada | MDI09 | REAP | Apoiar a participação regional em projetos nacionais e internacionais nas temáticas relacionadas | Número de projetos nacionais apoiados |
| Monitorização e desenvolvimento de investigação aplicada | MDI09 | REAP | Apoiar a participação regional em projetos nacionais e internacionais nas temáticas relacionadas | Número de projetos internacionais apoiados |
9 - Modelo de promoção, acompanhamento e avaliação
9.1 - Enquadramento e trabalhos anteriores
Um dos pressupostos fundamentais que concorrem para a implementação integral das medidas propostas, e assim para que os objetivos do PGRIA 2022-2027 possam ser alcançados com sucesso, corresponde à dinamização da informação e participação das populações e dos agentes para as diversas vertentes associadas à minimização dos riscos de inundações. No caso do PGRIA, compete, em particular, às autoridades responsáveis pela promoção da participação das pessoas singulares e coletivas no processo de elaboração, reavaliação e atualização PGRIA, contribuindo para um maior entendimento e responsabilidade partilhada, por forma a minimizar as consequências associadas à ocorrência das inundações aos níveis da saúde humana, do ambiente, do património cultural e das atividades económicas.
Neste contexto, a implementação do PGRIA 2022-2027 deve englobar um processo paralelo de promoção, avaliação e acompanhamento, com o objetivo de permitir não só a aferição da evolução do cumprimento dos objetivos e medidas propostos, bem como potenciar a articulação entre entidades com competências na matéria e a promover a participação de interessados.
Os planos de gestão dos riscos de inundações correspondem, conforme disposto nos artigos 16.º e 17.º da Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro, designada como Lei da Água, a planos de recursos hídricos que promovem o planeamento das águas, e em particular a planos específicos de gestão das águas, nos termos da alínea c) do n.º 2 do artigo 24.º e do artigo 31.º da referida lei. Neste contexto, a elaboração do PGRIA 2022-2027, como instrumento de planeamento das águas, deve assegurar a participação no processo dos vários departamentos governamentais e outros organismos públicos que tutelam atividades e áreas envolvidas no uso dos recursos hídricos, assim como dos demais interessados, estes através da discussão pública e da representação em órgãos consultivos.
O artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 115/2010, de 22 de outubro, determina, igualmente, a participação ativa dos interessados na elaboração, reavaliação e atualização dos planos de gestão dos riscos de inundações, nomeadamente através da sua divulgação pública.
A promoção desta participação requer, desde logo, a disponibilização da avaliação preliminar dos riscos de inundações, das cartas de zonas inundáveis para as áreas de risco, das cartas de riscos de inundações e dos planos de gestão dos riscos de inundações.
No âmbito do modelo de promoção, acompanhamento e avaliação do PGRIA 2016-2021, e entre outros aspetos genéricos, apenas é apresentada a lista de autoridades competentes, para além do calendário respeitante ao seu ciclo de reavaliação.
9.2 - Principais atores no âmbito do PGRIA 2022-2027
No anexo ao Decreto-Lei n.º 115/2010, de 22 de outubro, que fixa os elementos a prever nos primeiros planos de gestão dos riscos de inundações, é explicitamente referida a necessidade de fornecer uma lista das autoridades competentes. A atualização desta listagem é providenciada na tabela 35, e contempla, para além da Direção Regional do Ordenamento do Território e dos Recursos Hídricos, que assume um papel central no processo de elaboração e implementação do PGRIA 2022-2027, inclusivamente como entidade promotora de todo o processo, um conjunto de outros organismos que podem ser considerados como parceiros ativos para o desenvolvimento do ciclo de planeamento.
Tabela 35 - Listagem de autoridades competentes no âmbito do PGRIA 2022-2027
| Entidade | Endereço | Contactos |
|---|---|---|
| Direção de Serviços dos Recursos Hídricos e Ordenamento do Território | Edifício dos CTTAvenida de Antero de Quental, n.º 9 C, 2.º andar9500-160 Ponta Delgada | Email: info.drotrh@azores.gov.ptTelefone: (+351) 296 206 700 |
| Direção Regional do Ambiente e Alterações Climáticas | Rua do Cônsul Dabney - Colónia AlemãApartado 1409900-014 Horta | Email: info.draac@azores.gov.ptTelefone: (+351) 292 207 300 |
| Direção Regional dos Recursos Florestais | Rua do Contador, 239500-050 Ponta Delgada | Email: info.drrf@azores.gov.ptTelefone: (+351) 296 204 600 |
| Direção Regional da Agricultura | Direção Regional da AgriculturaVinha Brava9701-861 Angra do Heroísmo | Email: info.drag@azores.gov.ptTelefone: (+351) 295 404 200 |
| Direção Regional da Habitação | Ilha de São Miguel (sede da DRH)Rua do Doutor João Francisco de Sousa, 309500-187 Ponta Delgada | Email: vpgr-drh-info@azores.gov.ptTelefone: (+351) 296 309 800 |
| Direção Regional dos Assuntos Culturais | Palacete Silveira e PauloRua da Conceição9700-054 Angra do Heroísmo | Email: drac.info@azores.gov.ptTelefone: (+351) 295 403 000 |
| Direção Regional das Obras Públicas | Largo do Colégio, 49500-054 Ponta Delgada | Email: drop@azores.gov.ptTelefone: (+351) 296 206 200 |
| Direção Regional de Políticas Marítimas | Rua de D. Pedro IV, 299900-111 Horta | Email: info.drpm@azores.gov.ptTelefone: (+351) 292 202 400 |
| Direção Regional da Educação e Administração Educativa | Paços da Junta Geral Carreira dos Cavalos9700-167 Angra do Heroísmo | Email: dre.info@azores.gov.ptTelefone: (+351) 295 401 100 |
| Instituto da Segurança Social dos Açores | Avenida do Tenente-Coronel José Agostinho9700-108 Angra do Heroísmo | Email: issa@seg-social.ptTelefone: (+351) 300 077 000 |
| Direção Regional do Desporto | Rua da Sé, 1589700-191 Angra do Heroísmo | Email: drd@azores.gov.ptTelefone: (+351) 295 206 980 |
| Direção Regional da Saúde | Solar dos Remédios9701-855 Angra do Heroísmo | Email: sres-drs@azores.gov.ptTelefone: (+351) 295 204 200 |
| Direção Regional das Pescas | Rua do Cônsul Dabney - Colónia AlemãApartado 99900-014 Horta | Email: info.drp@azores.gov.ptTelefone: (+351) 292 202 400 |
| Direção Regional da Ciência e Tecnologia | Rua do Mercado, 219500-326 Ponta Delgada | Email: info.drct@azores.gov.ptTelefone: (+351) 296 308 900 |
| Direção Regional do Turismo | Rua do Comendador Ernesto Rebelo, 149900-112 Horta | Email: acoresturismo@azores.gov.ptTelefone: (+351) 292 200 500 |
| Direção Regional de Energia | Rua do Engenheiro Deodato Magalhães, 6, Paim9500-786 Ponta Delgada | Email: dren@azores.gov.ptTelefone: (+351) 296 304 360 |
| Direção Regional da Ciência e Tecnologia | Rua do Mercado, 219500-326 Ponta Delgada | Email: info.drct@azores.gov.ptTelefone: (+351) 296 308 900 |
| Instituto Regional de Ordenamento Agrário | Praça de Almeida Garret, 19700-016 Angra do Heroísmo | Email: iroa.sa@azores.gov.ptTelefone: (+351) 296 470 800 |
| Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores | Vale de LinharesSão Bento9701-854 Angra do Heroísmo | Email: srpcba@azores.gov.ptTelefone: (+351) 295 401 400 |
| Laboratório Regional de Engenharia Civil | Edifício LRECRua de S. Gonçalo, s/n9500-343 Ponta Delgada | Email: LREC@azores.gov.ptTelefone: (+351) 296 301 500 |
| Capitania do Porto de Ponta Delgada/Marinha | Avenida do Infante D. Henrique9500-768 Ponta Delgada | Email: capitania.pdelgada@amn.ptTelefone: (+351) 296 205 240 |
| Capitania do Porto da Horta/Marinha | Largo do Dr. Manuel de Arriaga9900-026 Horta | Email: capitania.horta@amn.ptTelefone: (+351) 292 208 010 |
| Portos dos Açores, S. A. | Avenida de Gago Coutinho e Sacadura Cabral, 79900-062 Horta | Email: geral@portosdosacores.ptTelefone: (+351) 292 208 300 |
| Eletricidade dos Açores, S. A. | Rua de Francisco Pereira Ataíde, 19504-535 Ponta Delgada | Email: eda@eda.ptTelefone: (+351) 296 202 000 |
| Câmara de Comércio e Indústria dos Açores | Rua dos Mercadores, 639500-092 Ponta Delgada | Email: ccipd@ccipd.ptTelefone: (+351) 296 281 020 |
| Federação Agrícola dos Açores | Vinha Brava - Bloco Central - piso 19700-236 Angra do Heroísmo | Email: info@faa.ptTelefone: (+351) 295 628 350 |
| Câmara Municipal de Lajes das Flores | Avenida do Emigrante9960-431 Lajes das Flores | Email: geral@cmlajesdasflores.ptTelefone: (+351) 292 590 800 |
| Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores | Rua do Senador André de Freitas, 139970-337 Santa Cruz das Flores | Email: geral@cmscflores.ptTelefone: (+351) 292 590 700 |
| Câmara Municipal de Calheta | Rua de 25 de Abril9850-032 Calheta | Email: geral@cm-calheta.ptTelefone: (+351) 295 416 324 |
| Câmara Municipal de São Roque do Pico | Alameda de 10 de Novembro de 15429940-353 São Roque | Email: geral@cm-saoroquedopico.ptTelefone: (+351) 292 648 700 |
| Câmara Municipal da Madalena | Largo do Cardeal Costa Nunes9950-324 Madalena | Email: geral@cm-madalena.ptTelefone: (+351) 292 628 700 |
| Câmara Municipal de Angra do Heroísmo | Praça Velha, s/n9701-857 Angra do Heroísmo | Email: angra@cmah.ptTelefone: (+351) 295 401 700 |
| Câmara Municipal de Praia da Vitória | Praça de Francisco Ornelas da Câmara9760-851 Santa Cruz | Email: geral@cmpv.ptTelefone: (+351) 295 540 200 |
| Câmara Municipal de Ponta Delgada | Praça do Município9504-523 Ponta Delgada | Email: geral@mpdelgada.ptTelefone: (+351) 296 304 400 |
| Câmara Municipal de Lagoa | Largo de D. João III9560-045 Lagoa (Santa Cruz) | Email: geral@lagoa-acores.ptTelefone: (+351) 296 960 600 |
| Câmara Municipal da Ribeira Grande | Largo do Conselheiro Hintze Ribeiro9600-509 Ribeira Grande | Email: geralcmrg@cm-ribeiragrande.ptTelefone: (+351) 296 470 730 |
| Câmara Municipal de Nordeste | Praça da República9630 Nordeste | Email: geral@cmnordeste.ptTelefone: (+351) 296 480 060 |
| Câmara Municipal da Povoação | Praça do Município, 29650-411 Povoação | Email: geral@cm-povoacao.ptTelefone: (+351) 296 550 200 |
Realça-se que o Conselho Regional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CRADS), constituído pelo Decreto Legislativo Regional n.º 19/2010/A, de 25 de maio, alterado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 12/2019/A, de 30 de maio, deverá, no âmbito das suas competências, assumir um papel de relevo no acompanhamento do ciclo de planeamento do PGRIA 2022-2027. Com efeito, o CRADS é um órgão consultivo do departamento da administração regional autónoma competente em matéria de ambiente, constituído com o objetivo de contribuir para a garantia do direito de participação pública em matéria de política do ambiente e de assegurar o diálogo e cooperação com entidades e organizações da sociedade civil com interesse em matéria ambiental na procura de consensos relativos à política ambiental. Igualmente, no âmbito da sua esfera de atuação em matéria de gestão de recursos hídricos, ao CRADS compete:
• Emitir parecer sobre todas as questões relacionadas com os recursos hídricos e com a gestão da água;
• Informar os planos e projetos de interesse geral que, significativamente, condicionem o planeamento dos recursos hídricos, incluindo a disponibilização, utilização, conservação, tratamento e economia da água, bem como as alterações substantivas do quadro normativo e institucional;
• Acompanhar e avaliar a execução do Programa Regional da Água e informar sobre eventuais propostas de alteração;
• Propor linhas de estudo e investigação para o desenvolvimento tecnológico no domínio da água, nomeadamente no que se refere à disponibilização, utilização, conservação, recuperação, tratamento integral e economia da água;
• Propor as ações que entenda necessárias para a elaboração e implementação dos planos e projetos referidos nas alíneas anteriores;
• Exercer na Região Autónoma dos Açores as competências que estão atribuídas aos conselhos da região hidrográfica pela Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro, que aprova a Lei da Água.
A composição do CRADS, tal como fixada pelo Decreto Legislativo Regional n.º 12/2019/A, de 30 de maio, é a seguinte:
• Membro do Governo Regional com competência em matéria de ambiente, que preside;
• Representante da Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores;
• Representante do Departamento Marítimo dos Açores;
• Representante da Polícia de Segurança Pública;
• Representante da Guarda Nacional Republicana;
• Dirigente máximo da Inspeção Regional do Ambiente;
• Dirigente máximo da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos dos Açores;
• Representante da Região Autónoma dos Açores no Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável;
• Representante da Universidade dos Açores;
• Representante da Federação Agrícola dos Açores;
• Representante da Federação das Pescas dos Açores;
• Representante das associações do setor florestal com sede na Região Autónoma dos Açores;
• Representante da Câmara do Comércio e Indústria dos Açores;
• Um representante de cada uma das organizações inscritas no registo regional das organizações não governamentais de ambiente;
• Um representante de cada uma das associações de consumidores com sede na Região Autónoma dos Açores;
• Representante da delegação regional dos Açores da Associação Nacional das Freguesias;
• Um representante das escolas que mantenham programas de educação ambiental reconhecidos pelo departamento regional competente em matéria de ambiente, eleito pelo Conselho Coordenador do Sistema Educativo de entre os presidentes dos conselhos executivos dessas escolas;
• Um representante de cada uma das organizações com representatividade na Região Autónoma dos Açores reconhecidas pela World Association of Girl Guides and Girl Scouts e pela World Organization of the Scout Movement;
• Até três representantes de outras entidades, designadas por despacho do membro do Governo Regional competente em matéria de ambiente, ouvido o CRADS;
• Os dirigentes máximos dos serviços da administração regional autónoma com competência nas áreas de conservação da natureza e da biodiversidade, ordenamento do território, gestão dos recursos hídricos, gestão de resíduos e alterações climáticas (todos sem direito a voto).
O Decreto Legislativo Regional n.º 19/2010/A, de 25 de maio, regula, ainda, a elaboração e disponibilização de relatórios e informação pública sobre o estado do ambiente, e assim com implicações sobre as matérias versadas no PGRIA 2022-2027. Neste âmbito, e para além da obrigação de disponibilização na Internet da informação pública produzida em matéria ambiental, é expressamente referido que os riscos naturais e antropogénicos devem ser tomados em linha de conta.
9.3 - Calendarização e produtos
No âmbito do modelo de avaliação e acompanhamento do PGRIA 2022-2027, propõe-se a adoção de três momentos distintos de monitorização respeitantes a cada ciclo de planeamento, nomeadamente:
• Caracterização da situação de referência e avaliação da eficácia de avaliação do PGRIA respeitante ao ciclo de planeamento anterior.
No caso vertente, este momento de avaliação incidiu sobre os resultados da implementação do PGRIA 2016-2021 e integrou o relatório relativo às fases i e ii dos trabalhos em curso de elaboração do PGRIA 2022-2027.
• Caracterização de desempenho intercalar.
Este momento de avaliação intermédio deve permitir avaliar o estado e a eficácia de implementação do PGRIA 2022-2027 a meio do respetivo período de vigência.
• Caracterização de desempenho final.
Este momento de avaliação é concomitante com o final do período de vigência do PGRIA 2022-2027, deve permitir avaliar o estado e a eficácia de implementação do plano, e os respetivos resultados devem ser ponderados na preparação do ciclo de planeamento imediatamente subsequente.
O conteúdo, produtos e cronograma de desenvolvimento dos trabalhos supramencionados encontram-se sistematizados na figura 23.
Figura 23 - Etapas do modelo de avaliação e acompanhamento do PGRIA 2022-2027
9.4 - Modelo de indicadores do PGRIA 2022-2027
Com o intuito de definir o conjunto de indicadores que permita conferir um carácter objetivo ao acompanhamento da implementação do PGRIA 2022-2027, optou-se, desde logo para assegurar a necessária coerência ao sistema de planeamento de águas na RH9, por recorrer a um modelo similar ao selecionado no âmbito do Programa Regional da Água. Assim, adotou-se um modelo de Pressão-Estado-Resposta (PSR), definido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, que permite assegurar um processo que rastreabilidade desde a situação de referência, com base numa divisão dos indicadores de acordo com três grupos, nomeadamente:
• Indicadores de Pressão
Refletem as pressões antropogénicas sobre o meio ambiente e que se traduzem por alterações na qualidade do ambiente e qualidade e quantidade dos recursos naturais; no caso vertente do PGRIA 2022-2027, refletem as pressões que se verificam neste momento sobre os recursos hídricos e o território nos Açores e que de alguma forma implicam vulnerabilidade face à ocorrência de cheias e inundações.
• Indicadores de Estado
Caracterizam a qualidade do ambiente e qualidade e quantidade dos recursos naturais, permitindo obter uma visão global e imediata do seu estado; no caso vertente do PGRIA 2022-2027, refletem o estado atual dos fenómenos de cheias e inundações nos Açores.
• Indicadores de Resposta
Refletem as atitudes e mecanismos levados a cabo pela sociedade para se adaptar/mitigar alterações no estado do ambiente; no caso vertente do PGRIA 2022-2027, refletem os projetos, medidas, ações e outros mecanismos levados a cabo para minimizar as consequências da ocorrência de cheias e inundações nos Açores.
Os indicadores propostos para cada uma das áreas temáticas do PGRIA 2022-2027 encontram-se listados nas tabelas 36 a 39.
Tabela 36 - Indicadores para a Área Temática 1 (Gestão de Riscos)
| Pressão | Estado | Resposta |
|---|---|---|
| Número de bacias hidrográficas com zonas críticas à ocorrência de cheias fluviais | Cartografia de pormenor das áreas de risco de cheia e inundação nas bacias hidrográficas do PGRIA (%) | Revisão da delimitação das áreas de risco de cheia com base nos caudais de ponta de cheia para os períodos de retorno de 25, 50 e 100 anos nas bacias hidrográficas do PGRIA (%) |
| Número de zonas críticas à ocorrência de inundações costeiras | Número de bacias hidrográficas com sistemas de monitorização e alerta de cheias e sinalética apropriada | Número de ações de desobstrução e desassoreamento do leito dos cursos de água |
| Número de cortes florestais licenciados em áreas de intervenção do PGRIA | Número de sistemas de previsão e alerta de inundações costeiras nas zonas costeiras vulneráveis do PGRIA | Número de ações de regularização fluvial concluídas |
| Número de estruturas de defesa costeira preexistentes intervencionadas nas zonas costeiras vulneráveis do PGRIA | Número de estudos das redes de drenagem urbana de águas pluviais desenvolvidos nas bacias hidrográficas do PGRIA | |
| Número de planos de proteção a edifícios sensíveis localizados nas áreas de risco do PGRIA | Número de ações de remodelação das redes de drenagem urbana de águas pluviais desenvolvidos nas bacias hidrográficas do PGRIA | |
| Número de ocorrências relacionadas com atividades de exploração florestal em áreas de intervenção do PGRIA | Número de obras estruturais projetadas nas bacias hidrográficas do PGRIA | |
| Número de obras estruturais executadas nas bacias hidrográficas do PGRIA | ||
| Número de obras estruturais projetadas em outras bacias hidrográficas da RH9 não integradas no âmbito territorial do PGRIA | ||
| Número de obras estruturais executadas em outras bacias hidrográficas da RH9 não integradas no âmbito territorial do PGRIA | ||
| Número de estruturas de defesa costeira projetadas nas zonas costeiras de risco do PGRIA | ||
| Número de estruturas de defesa costeira executadas nas zonas costeiras de risco do PGRIA | ||
| Número de edificações e infraestruturas retiradas e renaturalizadas nas áreas de risco do PGRIA | ||
| Número de planos de proteção a edifícios sensíveis localizados nas áreas de risco do PGRIA elaborados | ||
| Publicação do Relatório do Estado das Ribeiras dos Açores | ||
| Planos específicos de intervenção florestal nas bacias hidrográficas do PGRIA elaborados (%) | ||
| Planos específicos de intervenção florestal nas bacias hidrográficas do PGRIA implementados (%) |
Tabela 37 - Indicadores para a Área Temática 2 (Quadro Institucional e Normativo)
| Pressão | Estado | Resposta |
|---|---|---|
| Cartografia de áreas inundáveis e de riscos de inundação com a cenarização do PRAC | Instrumentos de planeamento setorial de ordenamento do território com as Linhas de Orientação Estratégica e objetivos do PGRIA (%) | Definição de orientações para a utilização do solo nas áreas das bacias hidrográficas com áreas inundáveis |
| Instrumentos de planeamento especial de ordenamento do território com as Linhas de Orientação Estratégica e objetivos do PGRIA (%) | Definição de normas de edificação visando a redução da vulnerabilidade das áreas urbanas às cheias e inundações em áreas de risco | |
| Instrumentos de planeamento municipal de ordenamento do território articulados com as Linhas de Orientação Estratégica e objetivos do PGRIA (%) | Integração das áreas inundáveis definidas no PGRIA em Plano Diretor Municipal (%) | |
| Instrumentos de planeamento municipal de emergência articulados com as Linhas de Orientação Estratégica e objetivos do PGRIA (%) | Ponderação do PGRIA no contexto da avaliação intercalar do Plano de Gestão da Região Hidrográfica dos Açores 2022-2027 | |
| Planos Municipais de Emergência revistos (%) | ||
| Reavaliação do Plano Regional de Emergência e Proteção Civil dos Açores | ||
| Publicação de guia de boas práticas para a redução do risco de catástrofe e promoção da resiliência |
Tabela 38 - Indicadores para a Área Temática 3 (Informação e Participação Cidadã)
| Pressão | Estado | Resposta |
|---|---|---|
| Número de acessos ao Portal dos Recursos Hídricos | Publicação do guia de definição e delimitação do risco de inundação costeira nos Açores | |
| Número de ações de sensibilização/educação sobre a ocorrência, impactes e resposta a fenómenos hidrológicos extremos a nível local | Número de campanhas nos órgãos de comunicação social | |
| Número de ações de formação de recursos humanos sobre a ocorrência, impactes e resposta a fenómenos hidrológicos extremos |
Tabela 39 - Indicadores para a Área Temática 4 (Monitorização e Desenvolvimento de Investigação Aplicada)
| Pressão | Estado | Resposta |
|---|---|---|
| Curvas de vazão atualizadas por estação hidrométrica (%) | Redes hidrometeorológicas automáticas nas bacias hidrográficas abrangidas pelo PGRIA (%) | Base de dados operacional de cheias e inundações |
| Número de relatórios de monitorização anual do funcionamento e estado das infraestruturas implantadas como medidas estruturais | Redes hidrometeorológicas automáticas em bacias hidrográficas dos Açores não abrangidas pelo PGRIA | Estudo de impacto económico das ocorrências de cheias e inundações |
| Número de modelos hidrológicos e hidráulicos elaborados nas bacias hidrográficas do PGRIA | Sistema de monitorização dos fenómenos de inundações costeiras nas faixas abrangidas pelo PGRIA (%) | Número de projetos científicos nacionais apoiados com participação regional |
| Estações hidrométricas operacionais (%) | Número de projetos científicos internacionais apoiados com participação regional |
ANEXO II — [a que se refere o n.º 3 do artigo 4.º e alínea c) do n.º 2 do artigo 5.º]
Áreas críticas a cheias e inundações - Bacias hidrográficas suscetíveis a cheias e inundações
Figura 24 - Carta de suscetibilidade a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira Grande (ilha das Flores)
Figura 25 - Classes de suscetibilidade (%) a cheias fluviais para bacia hidrográfica da Ribeira Grande (ilha das Flores)
Figura 26 - Carta de suscetibilidade a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira do Dilúvio (ilha do Pico)
Figura 27 - Classes de suscetibilidade (%) a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira do Dilúvio (ilha do Pico)
Figura 28 - Carta de suscetibilidade a cheias para a bacia hidrográfica da Ribeira Seca (ilha de São Jorge)
Figura 29 - Classes de suscetibilidade (%) a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira Seca (ilha de São Jorge)
Figura 30 - Carta de suscetibilidade a cheias para a bacia hidrográfica da Ribeira da Agualva (ilha Terceira)
Figura 31 - Classes de suscetibilidade (%) a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira da Agualva (ilha Terceira)
Figura 32 - Carta de suscetibilidade a cheias para a bacia hidrográfica da Ribeira do Porto Judeu (ilha Terceira)
Figura 33 - Classes de suscetibilidade (%) a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira do Porto Judeu (ilha Terceira)
Figura 34 - Carta de suscetibilidade a cheias para a bacia hidrográfica da Ribeira de São Bento (ilha Terceira)
Figura 35 - Classes de suscetibilidade (%) a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira de São Bento (ilha Terceira)
Figura 36 - Carta de suscetibilidade a cheias para a bacia hidrográfica da Ribeira da Casa da Ribeira (ilha Terceira)
Figura 37 - Classes de suscetibilidade (%) a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira da Casa da Ribeira (ilha Terceira)
Figura 38 - Carta de suscetibilidade a cheias para a bacia hidrográfica da Ribeira Grande (ilha de São Miguel)
Figura 39 - Classes de suscetibilidade (%) a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira Grande (ilha de São Miguel)
Figura 40 - Carta de suscetibilidade a cheias para a bacia hidrográfica da Ribeira da Povoação (ilha de São Miguel)
Figura 41 - Classes de suscetibilidade (%) a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira da Povoação (ilha de São Miguel)
Figura 42 - Carta de suscetibilidade a cheias para a bacia hidrográfica da Grota da Areia (ilha de São Miguel)
Figura 43 - Classes de suscetibilidade (%) a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Grota da Areia (ilha de São Miguel)
Figura 44 - Carta de suscetibilidade a cheias para a bacia hidrográfica da Grota do Cinzeiro (ilha de São Miguel)
Figura 45 - Classes de suscetibilidade (%) a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Grota do Cinzeiro (ilha de São Miguel)
ANEXO III — [a que se refere o n.º 3 do artigo 4.º e alínea d) do n.º 2 do artigo 5.º]
Áreas críticas a cheias e inundações - Frentes marítimas vulneráveis
Figura 46 - Carta de vulnerabilidade a inundações/galgamentos para a frente marítima da Ribeira Quente (ilha de São Miguel)
Figura 47 - Classes de vulnerabilidade (%) a inundações/galgamentos para a frente marítima da Ribeira Quente (ilha de São Miguel)
Figura 48 - Carta de vulnerabilidade a inundações/galgamentos para a frente marítima de Santa Cruz - Lagoa (ilha de São Miguel)
)
Figura 49 - Classes de vulnerabilidade (%) a inundações/galgamentos para a frente marítima de Santa Cruz - Lagoa (ilha de São Miguel)
Figura 50 - Carta de vulnerabilidade a inundações/galgamentos para a frente marítima de São Roque (ilha de São Miguel)
Figura 51 - Classes de vulnerabilidade (%) a inundações/galgamentos para a frente marítima de São Roque (ilha de São Miguel)
Figura 52 - Carta de vulnerabilidade a inundações/galgamentos para a frente marítima de São Roque (ilha do Pico)
Figura 53 - Classes de vulnerabilidade (%) a inundações/galgamentos para a frente marítima de São Roque (ilha do Pico)
ANEXO IV — [a que se refere a alínea e) do n.º 2 do artigo 5.º]
Cartas de risco a cheias fluviais para as bacias hidrográficas com risco potencial significativo de cheias fluviais
Representação gráfica da proporção dos edifícios/elementos vulneráveis por categorias de suscetibilidade a cheias fluviais para as bacias hidrográficas com risco potencial significativo de cheias fluviais
Identificação, categoria de suscetibilidade (baixa/média/elevada) e fonte de informação para os vários edifícios/elementos vulneráveis a cheias fluviais nas bacias hidrográficas com risco potencial significativo de cheias fluviais
)
Figura 54 - Carta de risco a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira Grande (ilha das Flores)
Figura 55 - Percentagem de elementos expostos a cada classe de suscetibilidade na bacia hidrográfica da Ribeira Grande - Ilha das Flores
Tabela 40 - Elementos vulneráveis da bacia hidrográfica da Ribeira Grande - Ilha das Flores
| Baixa | Média | Alta | |
|---|---|---|---|
| População por classe de suscetibilidade | 0 | 0 | 0 |
| Designação | Tipologia | Localização | Classe de suscetibilidade |
| --- | --- | --- | --- |
| Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada | Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada | Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada | Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada |
| Prados/pastagens | Ocupação do solo | Nula, baixa, média, alta | |
| Pico 594 - Fajã Grande | Áreas de extração de massas minerais consolidadas | Fajã Grande | Nula, baixa, média, alta |
| Rede de abastecimento de água | Rede de abastecimento de água | Nula | |
| Infraestruturas rodoviárias | Infraestruturas rodoviárias | Infraestruturas rodoviárias | Infraestruturas rodoviárias |
| Rede viária | Caminhos municipais | Nula, baixa, média, alta | |
| Rede viária | Estradas secundárias | Nula, baixa, média, alta | |
| Rede viária | Estradas regionais | Nula, baixa, média, alta | |
| Património classificado | Património classificado | Património classificado | Património classificado |
| Moinhos de água | Imóvel de interesse público | Baixa e alta | |
| Captações de abastecimento público de água | Captações de abastecimento público de água | Captações de abastecimento público de água | Captações de abastecimento público de água |
| FLO.N52 | Nascente | Intermédia e alargada | |
| FLO.N47 | Nascente | Alargada | |
| FLO.N5 | Nascente | Alargada | |
| Zonas protegidas | Zonas protegidas | Zonas protegidas | Zonas protegidas |
| Planalto Central das Flores (Morro Alto) | RAMSAR | Morro Alto | Nula, baixa, média, alta |
| Zona central | Zona Especial de Conservação | Morro Alto | Nula, baixa, média, alta |
| Outros elementos sensíveis | Outros elementos sensíveis | Outros elementos sensíveis | Outros elementos sensíveis |
| Edificado | Elementos base | Nula | |
| Miradouro Craveiro Lopes | Miradouro | Nula | |
| Miradouro do Poço | Miradouro | Poço | Alta |
| Miradouro Lagoa Comprida | Miradouro | Lagoa Comprida | Nula |
| Miradouro da Lagoa Seca | Miradouro | Lagoa Seca | Nula |
| Miradouro da Lagoa Branca | Miradouro | Lagoa Branca | Nula |
| Miradouro do Morro Alto | Miradouro | Morro Alto | Nula |
| Miradouro da Lagoa Negra | Miradouro | Lagoa Negra | Alta |
| Grande Rota das Flores | Trilhos | Nula, baixa, média, alta | |
| Miradouro da Lagoa - Poço do Bacalhau | Trilhos | Poço do | Nula, baixa, média, alta |
| Lajedo - Fajã Grande | Trilho | Fajã Grande | Nula, baixa, média, alta |
| Rede elétrica | Rede elétrica | Nula, baixa, média, alta |
Figura 56 - Carta de risco a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira do Dilúvio (ilha do Pico)
Figura 57 - Percentagem de elementos expostos a cada classe de suscetibilidade na bacia hidrográfica da Ribeira do Dilúvio - Ilha do Pico
Tabela 41 - Elementos vulneráveis da bacia hidrográfica da Ribeira do Dilúvio - Ilha do Pico
| Baixa | Média | Alta | |
|---|---|---|---|
| População por classe de suscetibilidade | 29 | 3 | 1 |
| Designação | Tipologia | Localização | Classe de suscetibilidade |
| --- | --- | --- | --- |
| Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada | Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada | Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada | Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada |
| Prados/pastagens | Ocupação do solo | Nula, baixa, média, alta | |
| Áreas agrícolas heterogéneas | Ocupação do solo | Nula, baixa, média, alta | |
| Infraestruturas rodoviárias | Infraestruturas rodoviárias | Infraestruturas rodoviárias | Infraestruturas rodoviárias |
| Caminhos municipais | Rede viária | Baixa, média, alta | |
| Estradas secundárias | Rede viária | Baixa, média, alta | |
| Estradas regionais | Rede viária | Baixa, média, alta | |
| Infraestruturas de abastecimento de água/águas residuais | Infraestruturas de abastecimento de água/águas residuais | Infraestruturas de abastecimento de água/águas residuais | Infraestruturas de abastecimento de água/águas residuais |
| Mirateca II | Rede de abastecimento de água | Mirateca | Nula, baixa, média, alta |
| Zonas protegidas | Zonas protegidas | Zonas protegidas | Zonas protegidas |
| Montanha do Pico, Prainha e Caveiro | Zona Especial de Conservação | Montanha do Pico, Praínha e Caveiro | Nula |
| Outros elementos sensíveis | Outros elementos sensíveis | Outros elementos sensíveis | Outros elementos sensíveis |
| Edificado | Elementos base | Nula, baixa, média, alta | |
| Cursos de água | Elementos base | Nula, baixa, média, alta | |
| Tecido urbano | Ocupação do solo | Nula, baixa, média, alta | |
| Rede elétrica | Outros elementos | Nula, baixa, média, alta |
Figura 58 - Carta de risco a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira Seca (ilha de São Jorge)
Figura 59 - Percentagem de elementos expostos a cada classe de suscetibilidade na bacia hidrográfica da Ribeira Seca - Ilha São Jorge
Tabela 42 - Elementos vulneráveis da bacia hidrográfica da Ribeira Seca - Ilha de São Jorge
| Baixa | Média | Alta | |
|---|---|---|---|
| População por classe de suscetibilidade | 38 | 9 | 22 |
| Designação | Tipologia | Localização | Classe de suscetibilidade |
| --- | --- | --- | --- |
| Edifícios sensíveis | Edifícios sensíveis | Edifícios sensíveis | Edifícios sensíveis |
| EB1/JI da Ribeira Seca/Escola Prof. Nemésio Serpa | Estabelecimentos de ensino | Ribeira Seca | Alta |
| Igreja Paroquial de São Tiago | Igreja | São Tiago | Nula |
| Infraestruturas de abastecimento público de água | Infraestruturas de abastecimento público de água | Infraestruturas de abastecimento público de água | Infraestruturas de abastecimento público de água |
| Ribeira Seca/Calheta | Rede de abastecimento de água | Ribeira Seca/Calheta | Nula, baixa, média, alta |
| Silveira | Rede de abastecimento de água | Silveira | Nula, baixa, média, alta |
| Parques | Reservatórios | Baixa | |
| Canada dos Touros | Reservatórios | Média | |
| Tê Norte Pequeno - CJC Urzal | Adutoras | Nula | |
| Urzal - CJC Urzal | Adutoras | Nula | |
| CJC Urzal - CRC Terreiro do Rosal | Adutoras | Nula | |
| CRC Terreiro Rosal - Parque | Adutoras | Nula, baixa, média, alta | |
| Parque - Rede Silveira | Adutoras | Nula, baixa, média, alta | |
| CRC Terreiro do Rosal - ETA da Canada dos Touros | Adutoras | Nula, baixa, média, alta | |
| Serra VI - ETA da Canada dos Touros | Adutoras | Nula, baixa, média, alta | |
| ETA Canada dos Touros - Reservatório da Canada dos Touros | Adutoras | Média, alta | |
| Canada dos Touros - CRC1 (Ribeira Seca/Calheta/Norte | Adutoras | Nula, baixa, média, alta | |
| Infraestruturas de abastecimento de água à agricultura - IROA | Infraestruturas de abastecimento de água à agricultura - IROA | Infraestruturas de abastecimento de água à agricultura - IROA | Infraestruturas de abastecimento de água à agricultura - IROA |
| Caminho do Pau-Pique | Caminhos | Nula, baixa, média, alta | |
| Sem designação | Condutas | Nulas | |
| Urzal - Norte Pequeno | Nascentes | Nula | |
| Urzal - Norte Pequeno | Pontos de abastecimento | Nula | |
| Bardinhos | Reservatórios e Pontos de abastecimento | Alta | |
| Captações de água | Captações de água | Captações de água | Captações de água |
| Urzal I | Nascentes | Captações de água | Nula |
| Urzal I, II | Nascentes | Intermédia | Nula |
| Urzal (S.J. N23) | Nascentes | Intermédia | Nula |
| Outros elementos sensíveis | Outros elementos sensíveis | Outros elementos sensíveis | Outros elementos sensíveis |
| Edificado | Elementos de base | Nula, baixa, média, alta | |
| Cursos de água | Elementos de base | Nula, baixa, média, alta | |
| Tecido urbano | Ocupação do solo | Nula, baixa, média, alta | |
| Rede elétrica | Outros elementos | Nula, baixa, média, alta |
Figura 60 - Carta de risco a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira de Agualva (ilha Terceira)
Figura 61 - Percentagem de elementos expostos a cada classe de suscetibilidade na bacia hidrográfica da Ribeira da Agualva - Ilha Terceira
Tabela 43 - Elementos vulneráveis da bacia hidrográfica da Ribeira de Agualva - Ilha Terceira
| Baixa | Média | Alta | |
|---|---|---|---|
| População por classe de suscetibilidade | 67 | 51 | 119 |
| Designação | Tipologia | Localização | Classe de suscetibilidade |
| --- | --- | --- | --- |
| Edifícios sensíveis | Edifícios sensíveis | Edifícios sensíveis | Edifícios sensíveis |
| Núcleo Familiar de Agualva | Equipamentos coletivos de saúde | Agualva | Nula |
| Escola Básica integrada da Praia - Agualva | Estabelecimentos de ensino | Agualva | Nula |
| Centro Social e Paroquial de Agualva | Centros comunitários | Agualva | Alta |
| Associação do Centro de Convívio de Nossa Senhora de Guadalupe da Agualva | Ateliers de tempos livres | Agualva | Alta |
| Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe | Igrejas | Agualva | Alta |
| Pavilhão Desportivo da Agualva | Equipamentos desportivos | Agualva | Nula |
| Campo de Futebol de 11 do Grupo Desportivo e Recreativo de Agualva | Equipamentos desportivos | Agualva | Nula |
| Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada | Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada | Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada | Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada |
| Terras aráveis | Ocupação do solo | Nula, baixa, média, alta | |
| Prados/pastagens | Ocupação do solo | Nula, baixa, média, alta | |
| Infraestruturas de abastecimento de água/águas residuais | Infraestruturas de abastecimento de água/águas residuais | Infraestruturas de abastecimento de água/águas residuais | Infraestruturas de abastecimento de água/águas residuais |
| Agualva (20226309) | Rede de abastecimento de água | Agualva | Nula, baixa, média, alta |
| Vila Nova (20226305) | Rede de abastecimento de água | Vila Nova | Nula, baixa, média, alta |
| R15 Vila Nova (20224343) | Reservatórios | Vila Nova | Nula |
| R8 Frechas (20224360) | Reservatórios | Média | |
| R8 Frechas - R15 Vila Nova (2) | Adutoras | Vila Nova | Nula, baixa, média, alta |
| Tê Frechas - Tê Pico do Rocha (2) | Adutoras | Nula, baixa, média, alta | |
| R15 Vila Nova - Rede Vila Nova (3) | Adutoras | Vila Nova | Nula, baixa, média, alta |
| R16 Outeiros | Adutoras | Outeiros | Nula, baixa, média, alta |
| R15 Vila Nova (3) | Adutoras | Vila Nova | Nula, baixa, média, alta |
| Infraestruturas de abastecimento de água à agricultura - IROA | Infraestruturas de abastecimento de água à agricultura - IROA | Infraestruturas de abastecimento de água à agricultura - IROA | Infraestruturas de abastecimento de água à agricultura - IROA |
| Ladeira da Nossa Senhora (SCAG-CP08) | Caminhos | Nula | |
| Sem designações | Condutas | Nula | |
| Ribeira dos Moinhos | Reservatórios | Alta | |
| Infraestruturas rodoviárias | Infraestruturas rodoviárias | Infraestruturas rodoviárias | Infraestruturas rodoviárias |
| Caminhos municipais | Rede viária | Nula, baixa, média, alta | |
| Estradas secundárias | Rede viária | Nula, baixa, média, alta | |
| Estradas regionais | Rede viária | Nula, baixa, média, alta | |
| Património classificado | Património classificado | Património classificado | Património classificado |
| Museus/património cultural | Património classificado | Média | |
| Zonas protegidas | Zonas protegidas | Zonas protegidas | Zonas protegidas |
| Planalto Central (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão) | RAMSAR | Furnas do Enxofre e Algar do Carvão | Nula |
| ZEC da Serra de Santa Barbara e Pico Alto - nascente | Zona Especial de Conservação | Serra de Santa Bárbara e Pico Alto | Nula |
| Captações de água | Captações de água | Captações de água | Captações de água |
| Frechas 1 (TER. N38) | Nascentes | Alta | |
| Frechas 2 (TER. N39) | Nascentes | Alta | |
| Frechas 3 (TER. N40) | Nascentes | Alta | |
| Perímetros de proteção de captações de água | Perímetros de proteção de captações de água | Perímetros de proteção de captações de água | Perímetros de proteção de captações de água |
| Frecha 1 e 2 (TER. N38 e N39) - nascente | Nascentes | ZP Imediata | Nula, baixa, média, alta |
| Frecha 3 (TER. N40) - nascente | Nascentes | ZP Intermédia | Nula, baixa, média, alta |
| Frechas 1, 2 e 3 (TER. N38, N39 e N40) - nascente | Nascente | ZP Intermédia | Nula, baixa, média, alta |
| Frechas 1, 2 e 3 (TER. N38, N39 e N40) - nascente | Nascentes | ZP Alargada | Nula, baixa, média, alta |
| Outros elementos de referência | Outros elementos de referência | Outros elementos de referência | Outros elementos de referência |
| Edificado | Elementos base | Nula, baixa, média, alta | |
| Cursos de água | Elementos base | Nula, baixa, média, alta | |
| Tecido urbano | Ocupação do solo | Nula, baixa, média, alta | |
| Estações de feixes hertzianos | Outros elementos | Nula | |
| Rede elétrica | Outros elementos | Nula, baixa, média, alta |
Figura 62 - Carta de risco a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira do Porto Judeu (ilha Terceira)
Figura 63 - Percentagem de elementos expostos a cada classe de suscetibilidade na bacia hidrográfica das Ribeiras do Porto Judeu - Ilha Terceira
Tabela 44 - Elementos vulneráveis da bacia hidrográfica da Ribeira do Porto Judeu - Ilha Terceira
| Baixa | Média | Alta | |
|---|---|---|---|
| População por classe de suscetibilidade | 84 | 59 | 213 |
| Designação | Tipologia | Localização | Classe de suscetibilidade |
| --- | --- | --- | --- |
| Edifícios sensíveis | Edifícios sensíveis | Edifícios sensíveis | Edifícios sensíveis |
| Jardim de Infância - O Ninho (Casa do Povo) | Creches/infantários | Nula | |
| EB1/JI do Porto Judeu | Estabelecimentos de ensino | Nula | |
| Casa do Povo de Porto Judeu | Centros comunitários | Nula | |
| Campo de Futebol de 11 do Barreiro | Equipamentos desportivos | Nula | |
| Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada | Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada | Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada | Tipo de atividade económica da zona potencialmente afetada |
| Terras aráveis | Ocupação do solo | Nula | |
| Culturas permanentes | Ocupação do solo | Nula, baixa, média, alta | |
| Prados/pastagens | Ocupação do solo | Nula, baixa, média, alta | |
| Indústria, comércio, equipamentos gerais e infraestruturas | Ocupação do solo | Nula | |
| Infraestruturas de abastecimento de água/águas residuais | Infraestruturas de abastecimento de água/águas residuais | Infraestruturas de abastecimento de água/águas residuais | Infraestruturas de abastecimento de água/águas residuais |
| Canada do Santana (Furo) | Estações elevatórias de água | Nula | |
| Angra do Heroísmo | Rede de abastecimento de água | Nula, baixa, média, alta | |
| 4R3 | Reservatórios | Nula | |
| 1R3 João Caminho | Reservatórios | Média | |
| R. RB SMAH - Tê R. RB SMAH (3) | Adutoras | Nula | |
| R. 4R3 - R. 1R3 João Caminho (3) | Adutoras | Nula, baixa, média, alta | |
| Tê R. 5R2 - R. 4R3 (2) | Adutoras | Nula | |
| Infraestruturas de abastecimento de água à agricultura - IROA | Infraestruturas de abastecimento de água à agricultura - IROA | Infraestruturas de abastecimento de água à agricultura - IROA | Infraestruturas de abastecimento de água à agricultura - IROA |
| Cam.Meio Moio (PAUL-CS06) | Caminhos | Nula, baixa | |
| Can. Praia (PAUL-CP04) | Caminhos | Nula | |
| D. Joana (PAUL-CS13) | Caminhos | Nula, baixa, média, alta | |
| Can. Galinho (PAUL-CS17) | Caminhos | Nula, baixa, média, alta | |
| Can. Praia (PAUL-CP04) | Caminhos | Nula | |
| Can. Santana (PAUL-CP03) | Caminhos | Nula | |
| Canada da Quinta (PAUL-CS04) | Caminhos | Nula | |
| Can. Cideral (PAUL-CP11) | Caminhos | Nula, baixa, média, alta | |
| PAUL-CS18 | Caminhos | Nula | |
| Escrivão (PAUL-CP09) | Caminhos | Nula, baixa, média, alta | |
| PAUL-CS12 | Caminhos | Nula, baixa, média, alta | |
| Can. Tinchais (PAUL-CP07) | Caminhos | Nula, baixa, média, alta | |
| Boca de Asne (PAUL-CP08) | Caminhos | Nula, baixa, média, alta | |
| Pau Branco (PAUL-CS10) | Caminhos | Nula | |
| Trás da Granja (PAUL-CS09) | Caminhos | Nula | |
| Cam. Ginjal (PAUL-CS08) | Caminhos | Nula | |
| PAUL-CS11 | Caminhos | Nula | |
| PAUL-CS18 | Caminhos | Nula | |
| Entre Picos (PAUL-CS14) | Caminhos | Nula | |
| Can. Pico Vime (PAUL-CP01) | Caminhos | Nula | |
| Can. Compridos (PAUL-CP20) | Caminhos | Nula | |
| Can. Serreta (PAUL-CS15) | Caminhos | Nula | |
| Can. Fetos (PAUL-CP10) | Caminhos | Nula | |
| Can. Junco (PAUL-CS02) | Caminhos | Nula | |
| Can. Qui. Grande (PAUL-CS01) | Caminhos | Nula | |
| Sem designação | Condutas | Nula, baixa, média, alta | |
| Barraca | Pontos de abastecimento | Nula | |
| Boca d’Asne - Feteira | Pontos de abastecimento | Alta | |
| C. do Tapete | Pontos de abastecimento | Nula | |
| Canada de Santana | Pontos de abastecimento | Nula | |
| C. do Tapete - Feteira | Pontos de abastecimento | Nula | |
| Sem designação | Reservatórios | Nula | |
| Infraestruturas rodoviárias | Infraestruturas rodoviárias | Infraestruturas rodoviárias | Infraestruturas rodoviárias |
| Caminhos municipais | Rede viária | Nula, baixa, média, alta | |
| Estradas secundárias | Rede viária | Nula, baixa, média, alta | |
| Estradas regionais | Rede viária | Nula, baixa, média, alta | |
| Perímetros de proteção de captações de água | Perímetros de proteção de captações de água | Perímetros de proteção de captações de água | Perímetros de proteção de captações de água |
| Canada do Santana (TER.F3) | Furos | Nula | |
| Santana do Norte (TER.F20) | Furos | Nula | |
| Tapete (TER.F17) | Furos | Nula | |
| Canada do Santana (TER.F3) - Furo | Furos | ZP Imediata | Nula |
| Santana do Norte (TER.F20) - Furo | Furos | ZP Imediata | Nula |
| Tapete (TER.F17) - Furo | Furos | ZP Imediata | Nula |
| Canada do Santana (TER.F3) - Furo | Furos | ZP Intermédia | Nula |
| Santana do Norte (TER.F20) - Furo | Furos | ZP Intermédia | Nula |
| Tapete (TER.F17) - Furo | Furos | ZP Intermédia | Nula |
| Canadas, Tapete, Santana do Norte (TER.F3, F17, F20) | Furos | ZP Alargada | Nula, baixa, média, alta |
| Outros elementos sensíveis | Outros elementos sensíveis | Outros elementos sensíveis | Outros elementos sensíveis |
| Edificado | Elementos bases | Nula, baixa, média, alta | |
| Cursos de água | Elementos bases | Nula, baixa, média, alta | |
| Tecido urbano | Ocupação do solo | Nula, baixa, média, alta | |
| Estações de feixes hertzianos | Outros elementos | Nula | |
| Miradouro da Serra do Cume | Miradouros | Nula | |
| Miradouro da Cruz do Canário | Miradouros | Nula | |
| Miradouro da Ponta dos Coelhos | Miradouros | Nula | |
| Rede elétrica | Outros elementos | Nula, baixa, média, alta | |
| Porto Judeu | Rede de águas residuais | Nula, baixa, média, alta |
Figura 64 - Carta de risco a cheias fluviais para a bacia hidrográfica da Ribeira de São Bento (ilha Terceira)
Figura 65 - Carta de risco a cheias fluviais com ampliação para a bacia hidrográfica da Ribeira de São Bento (ilha Terceira)
Figura 66 - Percentagem de elementos expostos a cada classe de suscetibilidade na bacia hidrográfica da Ribeira de São Bento - Ilha Terceira
Tabela 45 - Elementos vulneráveis da bacia hidrográfica da Ribeira de São Bento - Ilha Terceira
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