Resolução do Conselho de Ministros n.º 101/2026 — Aprova o Plano Nacional de Qualificações do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais
Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.
Aprova o Plano Nacional de Qualificações do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais.
| Certificações SGIFR ao nível do ensino superior |
|---|
| Plano de formação/conteúdos programáticos |
| Designação abreviada |
| AI6-GR. Gestão de Recursos em incêndios rurais |
| Designação |
| Ativação, organização, gestão e coordenação de recursos operacionais em fogos rurais para a pré-supressão, supressão e proteção |
| Objetivos gerais/competências a desenvolver |
| Espera-se que, após a frequência desta certificação, os agentes do SGIFR com responsabilidade no planeamento, organização, gestão e coordenação de recursos operacionais para a gestão, pré-supressão, supressão e socorro em incêndios rurais sejam detentores dos melhores conhecimentos e capacidades necessárias à sua adequada distribuição, mobilização e utilização, e a identificar e propor melhorias contínuas. |
| Objetivos de aprendizagem (Conhecimentos, Aptidões e Atitudes) |
| Conhecer a legislação, a organização e os normativos do sistema de gestão integrada de fogos rurais |
| Saber que tipos de recursos humanos e materiais podem, são ou devem ser utilizados no âmbito dos incêndios rurais, desde os tecnológicos de apoio à decisão, de deteção ou visualização, até às ferramentas manuais, e desde o analista de incêndios até ao operacional menos qualificado |
| Conhecer a tipologia, especificidades, rentabilidade, produtividade, eficácia, eficiência dos diversos recursos utilizados no âmbito dos incêndios rurais, ao nível da supressão e do socorro |
| Conhecer as capacidades e limitações dos vários tipos de recursos, a sua adequação às várias situações de comportamento de fogo e as possibilidades e necessidades de complementaridade entre eles |
| Conhecer, organizar, e utilizar devidamente os diversos sistemas e dispositivos de comunicação disponíveis e passiveis de utilização no âmbito das operações de gestão e PCIR |
| Dimensionar e gerir a tipologia e necessidades de recursos em teatro de operações, sua distribuição na(s) ocorrência(s) e sua evolução no tempo, de acordo com as condições observadas e previstas, capacidades, disponibilidades, e necessidades e especificidades de atuação |
| Identificar lacunas, necessidades e oportunidades de melhoria ao nível dos recursos materiais e humanos utilizados no âmbito dos incêndios rurais |
| Critérios de desempenho |
| Procede à ativação e organização dos recursos humanos e materiais em função das necessidades e especificidades nas várias fases da cadeia de processos dos incêndios rurais |
| Identifica os recursos necessários segundo a tipologia e capacidades mais adequadas ao comportamento do fogo, às prioridades de intervenção e à eficiência das ações |
| Planeia, organiza e gere necessidades de recursos segundo as diferentes tipologias, no espaço e no tempo, de acordo com as condições observadas e previstas, prioridades e necessidades de intervenção |
| Utiliza os recursos disponíveis, potenciando ao máximo a complementaridade entre conhecimentos, capacidades e eficiência |
| Planeia e organiza adequadamente sistema de comunicação, para os operacionais e público em geral via OCS |
| Identifica lacunas, necessidades e oportunidades de melhoria ao nível dos recursos materiais e humanos utilizados no âmbito dos incêndios rurais |
| Condições de exercício |
| Em gabinete, para definição de procedimentos, e organização de recursos, face às necessidades potenciais ou efetivas, de acordo com as previsões de fatores determinantes e situações observadas |
| No terreno e em teatros de operação, para gestão de recursos em operações |
| No pós-evento, no terreno e em gabinete, para de-briefings e identificação de oportunidades de melhoria |
| Conteúdos programáticos/Programa de Formação |
| Principais aspetos da legislação, diretivas e normativos existentes no âmbito do SGIFR, e sua implicação com a disponibilidade de recursos humanos e materiais |
| Funções, atividades chave, qualificações, capacidades e complementaridades dos intervenientes no SGIFR |
| Tipologia de recursos para a deteção, pré-supressão, supressão e socorro no âmbito dos incêndios rurais |
| Especificidade, capacidade, limitações, produtividade dos recursos utilizados nos IR |
| Adequação da diferente tipologia recursos e de complementaridade entre os mesmos às condições de comportamento do fogo e prioridades de supressão e proteção |
| Planeamento da ativação e organização de recursos de supressão e socorro em IR |
| Sistemas de comunicações entre operacionais e para o público em geral, sua organização, utilização, redundâncias e limitações |
| Metodologias pedagógicas e forma de organização da formação |
| A formação deverá ser organizada preferencialmente através de métodos de ensino híbridos (b-learning), combinando formação presencial com formação à distância, com funcionalidades de momentos síncronos (videoconferência) e assíncronos (Fóruns, Wiki, etc.). A formação presencial será obrigatória para as sessões que impliquem a realização de trabalho colaborativo e para resolução de problemas e situações de elevada complexidade. Os momentos a distância deverão realizar-se com suporte em Plataforma Colaborativa de Aprendizagem (Learning Management System - LMS). Utilização de metodologia STEM, através da oferta de conteúdos essenciais para a formação ou aperfeiçoamento de profissionais qualificados em inovações tecnológicas aplicáveis à área de conhecimento. |
| Metodologia de ensino-aprendizagem com abordagem de problemas, casos práticos e/ou situações críticas, por forma a garantir o envolvimento dos formandos e a proximidade com a situações reais. Criação de ligações entre assuntos distintos e avaliação de cenários complexos, competências essenciais para o sistema de gestão integrada de fogos rurais. Deverá ser promovida a aprendizagem colaborativa, permitindo desenvolver complementarmente competências de trabalho em equipa e capacidades de autoavaliação, heteroavaliação e avaliação interpares. |
| Prever componente de estudo autónomo que deverá culminar na realização de um trabalho prático final, individual, cujo tema ficará ao arbítrio do formando, de entre as temáticas abordadas no curso. |
| Carga horária de trabalho estimada (horas) |
| Teóricas e Teórico-práticas (T e TP) |
| Trabalho de campo supervisionado (TC) |
| Aulas tutoriais (OT) |
| Outros trabalhos (O) |
| Trabalho independente (TI) |
| TOTAL |
| 0 |
| Métodos de avaliação |
| Execução de exercícios formativos durante as aulas e trabalho prático final |
| Pré-requisitos específicos para a certificação |
| Formandos |
| Nível ≥6 PNQ. Com precedência de AI5_GF |
| Entidades formadoras |
| Instituições de ensino superior com experiência comprovada no ensino e investigação na gestão de recursos no âmbito dos incêndios rurais |
| Protocolo de colaboração para a docência com entidades SGIFR, outras instituições de ensino superior, ou congéneres internacionais com experiência relevante na gestão de recursos no âmbito dos incêndios rurais |
| Docentes/Formadores |
| Docente regente da entidade formadora com experiência superior a 5 anos na investigação e ensino superior na gestão de recursos no âmbito dos incêndios rurais |
| Co docentes (internos ou externos) com experiência superior a 3 anos na investigação, ensino, ou operacional na gestão de recursos no âmbito dos incêndios rurais |
| Materiais/Equipamentos |
| Acesso à internet e plataformas web de apoio à decisão em IR |
| Projetor multimédia (presencial) |
| PC (formandos) |
| Entidades de apoio à formação. Entidade externa com recursos técnicos e humanos necessários à formação (entidades SGIFR ou outras) |
| ANPEC, ICNF |
| Referenciais de formação/bibliografia |
| Forestales: In: Vélez, R. (ed.). Incendios Forestales: Fundamentos y Aplicaciones. McGraw-Hill. Pp. 274–282. Finney, |
| Grillo, F.F., Castellnou, M., Molina, D.M, Martínez, E.R., and Fababú, D.D. 2008. Análisis del Incendio Forestal: planificación de la extinción, Editorial AIFEMA, Granada, Spain. 144 p. |
| Certificações SGIFR ao nível do ensino superior |
|---|
| Plano de formação/conteúdos programáticos |
| Designação abreviada |
| AI8-FAD. Ferramentas de Apoio à Decisão em incêndios rurais |
| Designação |
| Utilização de ferramentas de apoio à decisão, através das informações e tecnologias existentes para a gestão e PCIR, nomeadamente através de operações de análise espacial em sistemas de informação geográfica |
| Objetivos gerais/competências a desenvolver |
| Espera-se que, após a frequência desta certificação, os agentes do SGIFR com responsabilidade no planeamento, organização, gestão e coordenação nas várias fases da cadeia de processos, sejam detentores dos conhecimentos e das capacidades de utilização de ferramentas de apoio à decisão, informações e tecnologias existentes, que conduzam ao melhor aproveitamento do conhecimento, previsões, desenvolvimento e organização dos processos e tomada de decisões mais eficaz e eficiente, identificação de potencial de melhoria contínua dessas ferramentas e decisões, e sua implementação, difusão e partilha. |
| Objetivos de aprendizagem (Conhecimentos, Aptidões e Atitudes) |
| Conhecer os produtos de caraterização e da ocupação do solo, do perigo meteorológico, disponibilizados pelas entidades do sistema e as suas principais aplicações analíticas e no apoio a decisão (ex. COS, COSsim, interface, perigosidade, mapa de valor, severidade Sentinel ICNF, etc.) |
| Conhecer e compreender os fundamentos das Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica e Cartográfica |
| Adquirir e processar dados alfanuméricos e geográficos, relacionando informação de fontes múltiplas e formatos distintos |
| Realizar operações de análise espacial em vetor e raster e com ferramentas de análise de dados avançadas em folha de cálculo e ligação com os resultados a bases de dados geográficas |
| Aplicar os conhecimentos adquiridos nas tarefas relacionadas com o SGIFR |
| Conhecer os princípios dos simuladores de comportamento do fogo, funcionamento, uso potencial e utilização dos resultados obtidos na prevenção e na supressão de IR |
| Conhecer e compreender os fundamentos da Deteção Remota |
| Conhecer e compreender as especificidades dos Drones enquanto plataformas de Deteção Remota |
| Critérios de desempenho |
| Utiliza os produtos de caraterização do território, da sua ocupação, do perigo meteorológico, e outros com importância no apoio à decisão no SGIFR |
| Compreende as diferentes componentes e áreas do conhecimento envolvidas nos Sistemas de Informação Geográfica |
| Consegue recolher informação em fontes oficiais, nacionais e estrangeiras, transformar e processar os dados brutos e integrar todos os elementos num projeto coerente e estruturado |
| Consegue realizar operações de análise espacial, nomeadamente geoprocessamento de dados em vetor e raster e ligação com base de dados |
| Consegue aplicar, com autonomia, os conhecimentos adquiridos, no processamento de dados relacionados com as tarefas de análise de incêndios rurais |
| Compreende os fundamentos da Deteção Remota |
| Consegue desenvolver um projeto de deteção remota, desde a aquisição das imagens até ao produto final, nomeadamente o cálculo de índices espectrais ou a cartografia de áreas ardidas |
| Compreende as especificidades dos Drones e as suas potenciais aplicações |
| Condições de exercício |
| Em gabinete no âmbito de simulações ou de caraterização de comportamento de fogo |
| Em gabinete, face às condições de propagação (orografia, meteorologia, ocupação do solo, combustíveis, acessibilidades, etc.), para antecipação de medidas de pré-supressão ou de estratégicas de supressão, face aos riscos e ao potencial de supressão |
| Na análise de ignições ativas para determinação das condições de propagação do fogo e dos fatores determinantes |
| Em teatros de operações para determinação de comportamento esperado do fogo e apoio na definição de estratégias e táticas de supressão |
| Conteúdos programáticos/Programa de Formação |
| Sistemas de Informação Geográfica |
| Cartografia existente de caraterização e ocupação do solo, e informações de perigo meteorológico de incêndio |
| Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica |
| Sistemas de Referenciação Geográfica |
| Modelos e Formatos de Dados Geográficos (Vetoriais; Raster; Nuvens de Pontos; Malhas 3D; Bases de Dados; Serviços Web Geográficos) |
| Fontes de Dados Espaciais e Alfanuméricos (Cartografia Oficial e Homologada; Deteção Remota; GNSS; Dados Abertos). Metadados |
| Interoperabilidade de Dados (Importação, Exportação e Transformação) |
| Criação e Edição de Dados Espaciais em Gabinete e no Campo |
| Análise Espacial em Vetor (Operações Básicas de Geoprocessamento; Análise de Redes) |
| Análise Espacial em Raster (Análise Geomorfológica; Análise de Visibilidade; Álgebra de Mapas e Análise Multicritério) |
| Preparação, processamento de dados para simuladores de comportamento do fogo, verificação, organização da informação e preparação para divulgação dos principais indicadores para utilização expedita. |
| Partilha e Publicação de Informação Geográfica |
| Deteção Remota |
| Radiação Eletromagnética |
| Plataformas, Sensores Espaciais e Missões de Observação da Terra |
| Acesso a Dados de Observação da Terra |
| Pré-Processamento de Imagens (Correção Atmosférica; Orto retificação) |
| Criação de Compósitos de Imagens; Mosaicos; Subsets |
| Cálculo de Índices Espectrais. |
| Exercícios Finais |
| Identificação de oportunidades de combate, pontos críticos de abertura de incêndios e de situações prioritárias de defesa |
| Cálculo das Áreas Fora da Capacidade de Extinção, com os Outputs dos Simuladores de Comportamento do Fogo |
| Processamento de Imagens de Satélite para Obtenção da Área Ardida e Avaliação da Severidade de um grande incêndio rural |
| Metodologias pedagógicas e forma de organização da formação |
| A formação deverá ser organizada preferencialmente através de métodos de ensino híbridos (b-learning), combinando formação presencial com formação à distância, com funcionalidades de momentos síncronos (videoconferência) e assíncronos (Fóruns, Wiki, etc.). A formação presencial será obrigatória para as sessões que impliquem a realização de trabalho colaborativo e para resolução de problemas e situações de elevada complexidade. Os momentos a distância deverão realizar-se com suporte em Plataforma Colaborativa de Aprendizagem (Learning Management System - LMS). Utilização de metodologia STEM, através da oferta de conteúdos essenciais para a formação ou aperfeiçoamento de profissionais qualificados em inovações tecnológicas aplicáveis à área de conhecimento. |
| Metodologia de ensino-aprendizagem com abordagem de problemas, casos práticos e/ou situações críticas, por forma a garantir o envolvimento dos formandos e a proximidade com a situações reais. Criação de ligações entre assuntos distintos e avaliação de cenários complexos, competências essenciais para o sistema de gestão integrada de fogos rurais. Deverá ser promovida a aprendizagem colaborativa, permitindo desenvolver complementarmente competências de trabalho em equipa e capacidades de autoavaliação, heteroavaliação e avaliação interpares. |
| Prever componente de estudo autónomo que deverá culminar na realização de um trabalho prático final, individual, cujo tema ficará ao arbítrio do formando, de entre as temáticas abordadas no curso. |
| Pré-requisitos específicos para a certificação |
| Formandos |
| Nível ≥6 PNQ. Com precedência de AI4-CF |
| Entidades formadoras |
| Instituições de ensino superior com experiência comprovada no ensino e investigação, nas áreas das Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica, Cartográfica e Deteção Remota |
| Protocolo de colaboração para a docência com entidades SGIFR, outras instituições de ensino superior, ou congéneres internacionais com experiência relevante na utilização, ensino ou investigação em Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica, Cartográfica e Deteção Remota, e sua aplicação no âmbito dos fogos rurais |
| Docentes/Formadores |
| Docente regente da entidade formadora com experiência superior a 5 anos na investigação e ensino superior nas áreas das Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica, Cartográfica e Deteção Remota |
| Co docentes (internos ou externos) com experiência comprovada superior a 3 anos no ensino e/ou na utilização das Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica, Cartográfica e Deteção Remota associadas aos incêndios rurais |
| Materiais/Equipamentos |
| Acesso à internet e plataformas web de apoio à decisão em Incêndios Rurais |
| Projetor multimédia (presencial) |
| PC com permissões para instalação de software Open Source |
| Entidades de apoio à formação. Entidade externa com recursos técnicos e humanos necessários à formação (entidades SGIFR ou outras) |
| ICNF, DGT, ANEPC |
| Carga horária de trabalho estimada (horas) |
| Teóricas e Teórico-práticas (T e TP) |
| 40 |
| Trabalho de campo supervisionado (TC) |
| Aulas tutoriais (OT) |
| Outros trabalhos (O) |
| 10 |
| Trabalho independente (TI) |
| TOTAL |
| 50 |
| Métodos de avaliação |
| Execução de exercícios formativos durante as aulas e trabalho prático final |
| Referenciais de formação/bibliografia |
| Botella-Martínez, M.A., Fernández-Manso, A., 2017. Estudio de la severidad post-incendio en la Comunidad Valenciana comparando los índices dNBR, RdNBR y RBR a partir de imágenes Landsat 8. Revista de Teledetección. (49):33-47. doi:10.4995/raet.2017.7095. |
| Chuvieco, E., 2019. Teledetección ambiental: La observación de la Tierra desde el Espacio. Digital Reasons. ISBN 978-8434434981. |
| FA Sousa, RJN Dos Reis, and JCF Pereira. Simulation of surface fire fronts using firelib and gpus. Environmental Modelling & Software, 38:167–177, 2012. |
| Finney, M. A. 1998. FARSITE: Fire Area Simulator-model development and evaluation. Res. Pap. RMRS-RP-4, Revised 2004. Ogden, UT: US Department of Agriculture, Forest Service, Rocky Mountain Research Station. 47 p., 4. |
| Fonseca, A.D., Fernandes, J.C., 2004. Detecção Remota. LIDEL - Edições Técnicas. Lisboa. ISBN 9789727572922. |
| Fundamentals of Spatial Information Systems, Academic Press, (A.P.I.C. Series, No 37): R. Laurini, D. Thompson, 1993 null. |
| Fundamentos de Informação Geográfica (Lidel).: J. L. Matos, 2001 null. |
| Geographic Information Systems and Science, 2nd Edition, Wiley: P. Longley, M. Goodchild, D. Maguire, D. Rhind, 2005 null. |
| Key, C. H. 2006. Ecological and sampling constraints on defining landscape fire severity. Fire Ecology, 2(2), 34–59. https://doi.org/10.4996/fireecology.0202034 |
| Key, C. H., Benson, N. C. 2006. Landscape assessment (LA): Sampling and analysis methods. USDA Forest Service General Technical Report RMS-GTR-164-CD, 1–55. |
| Kuleshov, A.A., Myshetskaya, E.E. & Yakush, S.E. Numerical simulation of forest fire propagation based on modified two-dimensional model. Math Models Comput Simul 9, 437–447 (2017). https://doi.org/10.1134/S207004821704007X. |
| Matos, J., 2008. Fundamentos de Informação Geográfica (5.ª edição atualizada e aumentada). LIDEL - Edições Técnicas. Lisboa. ISBN 9789727575145. |
| Olaya, V., 2020. Sistemas de Información Geográfica (3ª edição). Creative Commons (CC BY). ISBN 9781716777660. |
| Parks, S., Dillon, G., Miller, C., 2014. A New Metric for Quantifying Burn Severity: The Relativized Burn Ratio. Remote Sensing, 6(3), 1827–1844. https://doi.org/10.3390/rs6031827 |
| Ponzoni, F.J., Shimabukuro, Y.E., Kuplich, T.M., 2012. Sensoriamento Remoto da Vegetação (2.ª edição atualizada e ampliada). Oficina de Textos. São Paulo, Brasil. ISBN 978-85-7975-053-3. |
| Roger Viet Hoang. Wildfire Simulation on the GPU. ProQuest, 2008. |
| Sausen, T.M., Lacruz, M.S., 2015. Sensoriamento Remoto para Desastres. Oficina de Textos. São Paulo, Brasil. ISBN 978-85-7975-175-2. |
| Toffanin, P., 2019. OpenDroneMap: The Missing Guide. A Practical Guide To Drone Mapping Using Free and Open Source Software. MasseranoLabs LLC, St Petersburg, Florida. ISBN - 978-1086027563. |
| Certificações SGIFR ao nível do ensino superior |
|---|
| Plano de formação/conteúdos programáticos |
| Designação abreviada |
| AI8-PE. Prevenção Estratégica de fogo rural |
| Designação |
| Planeamento estratégico de intervenções preventivas estruturais de incêndios rurais, para maximização da sua eficiência, tendo como referência o risco, a incidência, as causas, as atividades, o histórico e o comportamento esperado do fogo, os custos de implementação e manutenção e a eficácia das intervenções no apoio à supressão e na mitigação dos impactos do fogo |
| Objetivos gerais/competências a desenvolver |
| Espera-se que, após a frequência desta certificação, os agentes do SGIFR com responsabilidade no planeamento, organização, implementação de programas de gestão de combustíveis e sua utilização, sejam detentores dos conhecimentos e das capacidades de utilização de ferramentas de apoio à decisão, que conduzam à melhor racionalidade financeira, eficácia e eficiência dos resultados que se pretendem obter na supressão e PCIR, à sua divulgação, avaliação da sua adequação e utilização e à identificação e registo de possibilidades de melhoria contínua. |
| Objetivos de aprendizagem (Conhecimentos, Aptidões e Atitudes) |
| Conhecer a importância das causas e sua relação com ações preventivas a implementar |
| Conhecer as várias utilizações do fogo no território, seus impactos e potencial de gestão e mitigação |
| Conhecer as técnicas de gestão de combustíveis, reações das espécies e formações e avaliar a sua eficiência na alteração do comportamento do fogo e as potenciais utilizações na supressão e PCIR |
| Conhecer os princípios básicos e prioritários para a efetividade das intervenções de prevenção estrutural, tendo em consideração nomeadamente as estratégias e técnicas de supressão mais utilizadas em Portugal |
| Conhecer e estimar taxas de crescimento e de recuperação da vegetação e sua relevância nas intervenções preventivas |
| Conhecer e considerar devidamente os custos de implementação e de manutenção das diferentes técnicas de intervenção de gestão de combustíveis |
| Analisar histórico de incêndios e identificar as intervenções de prevenção mais adequadas para a sua mitigação com base no mesmo. |
| Definir áreas estratégicas de intervenção, com base na identificação de pontos críticos de expansão de incêndios, de zonas de oportunidade de combate e de áreas criticas de proteção e nas possibilidades de alteração do comportamento do fogo |
| Dimensionar e calendarizar intervenções com base nas caraterísticas das formações vegetais, orografia e efetividade de impacto no comportamento do fogo. |
| Identificação das técnicas de gestão de combustíveis a utilizar, intervalos de manutenção e custos associados |
| Planear, organizar e implementar rede primária, rede secundária e mosaicos de gestão de combustíveis, maximizando a sua eficácia no apoio à supressão e à PCIR |
| Avaliar o impacto das intervenções no comportamento do fogo, na diminuição da sua expansão e na melhoria de oportunidades de supressão passiva e ativa |
| Critérios de desempenho |
| Relaciona as causas de incêndio com as prioridades e tipologias de intervenção para a prevenção |
| Domina os princípios básicos para a efetividade das ações de prevenção estrutural, nomeadamente na sua interligação para apoio à supressão e melhoria da proteção |
| Conhece a influência das diferentes variáveis no comportamento do fogo e a forma como as intervenções preventivas devem ser planeadas para alterarem efetivamente o comportamento do fogo, e as suas limitações |
| Domina as diferentes técnicas de gestão de combustíveis, custos diretos e indiretos associados, seus impactos nas diferentes espécies e complexos de combustíveis e no comportamento do fogo, e efeitos na criação de oportunidades de supressão e na PCIR. |
| Localiza e calendariza intervenções e técnicas de gestão de combustíveis em locais estratégicos, com o dimensionamento adequado à efetiva alteração de comportamento do fogo, de forma a potenciar ao máximo a relação custos/benefícios. |
| Analisa histórico de incêndios e avalia o impacto que as intervenções preventivas poderiam ter na alteração do mesmo |
| Tem capacidade para localizar e dimensionar rede primária, mosaicos de gestão de combustíveis e outras intervenções nos melhores locais para apoio à supressão e selecionar as técnicas de intervenção mais eficientes |
| Avalia a eficácia e eficiência das ações de prevenção estrutural implementadas, a interação com a supressão, identifica necessidades de correção e de melhoria ao nível das intervenções e da sua utilização para os objetivos previstos de apoio à supressão e PCIR |
| Condições de exercício (contexto em que decorre a ação) |
| Em gabinete no âmbito de análises das informações de apoio à decisão, no planeamento, desenvolvimento e aferição de propostas de intervenção |
| Em gabinete, face às condições de propagação de ocorrências para identificação e comunicação das oportunidades de combate associadas às intervenções executadas de prevenção estrutural |
| Em teatros de operações para apoio à organização do dispositivo para máximo aproveitamento de oportunidades de combate criadas pela prevenção estrutural |
| No pós-evento, para análise de utilização, eficácia e integração, e no desenvolvimento de propostas de melhoria ao nível das intervenções, da integração e interação |
| Conteúdos programáticos/Programa de Formação |
| Potencialidades da prevenção face às causas de incêndio e em particular face ao uso do fogo |
| Objetivos das intervenções de prevenção estrutural, estratégias associadas e necessidades de integração com supressão e PCIR |
| Diferentes táticas e técnicas de prevenção estrutural, eficácia na alteração do comportamento do fogo, potencialidades, limitações, custos e complementaridades |
| Princípios básico e componentes do planeamento estratégico de prevenção estrutural. Histórico de incêndios, orografia, uso e ocupação do solo, meteorologia, utilização para a supressão, custos diretos e indiretos e sua relação com produtividade e rentabilidade dos espaços |
| Dimensionamento e calendarização das intervenções de prevenção estrutural face aos objetivos e às necessidades de alteração de comportamento do fogo para criação de oportunidades de supressão e melhoria da proteção |
| Avaliação da utilização das intervenções de prevenção estrutural nas operações de supressão e proteção, da sua eficácia e eficiência e identificação de necessidades e oportunidades de melhoria. |
| Metodologias pedagógicas e forma de organização da formação |
| A formação deverá ser organizada preferencialmente através de métodos de ensino híbridos (b-learning), combinando formação presencial com formação à distância, com funcionalidades de momentos síncronos (videoconferência) e assíncronos (Fóruns, Wiki, etc.). A formação presencial será obrigatória para as sessões que impliquem a realização de trabalho colaborativo e para resolução de problemas e situações de elevada complexidade. Os momentos a distância deverão realizar-se com suporte em Plataforma Colaborativa de Aprendizagem (Learning Management System - LMS). Utilização de metodologia STEM, através da oferta de conteúdos essenciais para a formação ou aperfeiçoamento de profissionais qualificados em inovações tecnológicas aplicáveis à área de conhecimento. |
| Metodologia de ensino-aprendizagem com abordagem de problemas, casos práticos e/ou situações críticas, por forma a garantir o envolvimento dos formandos e a proximidade com a situações reais. Criação de ligações entre assuntos distintos e avaliação de cenários complexos, competências essenciais para o sistema de gestão integrada de fogos rurais. Deverá ser promovida a aprendizagem colaborativa, permitindo desenvolver complementarmente competências de trabalho em equipa e capacidades de autoavaliação, heteroavaliação e avaliação interpares. |
| Prever componente de estudo autónomo que deverá culminar na realização de um trabalho prático final, individual, cujo tema ficará ao arbítrio do formando, de entre as temáticas abordadas no curso. |
| Carga horária de trabalho estimada (horas) |
| Teóricas e Teórico-práticas (T e TP) |
| Trabalho de campo supervisionado (TC) |
| Aulas tutoriais (OT) |
| Outros trabalhos (O) |
| Trabalho independente (TI) |
| TOTAL |
| 0 |
| Métodos de avaliação |
| Execução de exercícios formativos durante as aulas e trabalho prático final |
| Pré-requisitos específicos para a certificação |
| Formandos |
| Nível ≥6 PNQ. Com precedência de AI1-ECR e de AI4-CF |
| Entidades formadoras |
| Instituições de ensino superior com experiência comprovada no ensino e investigação na prevenção estrutural de incêndios rurais |
| Protocolo de colaboração para a docência com entidades SGIFR, outras instituições de ensino superior, ou congéneres internacionais com experiência relevante na análise, ensino ou investigação na prevenção estrutural de incêndios rurais |
| Docentes/Formadores |
| Docente regente da entidade formadora com experiência superior a 5 anos na investigação e ensino superior na prevenção estrutural de incêndios rurais |
| Co docentes (internos ou externos) com experiência superior a 3 anos na investigação, ensino, ou operacional na prevenção estrutural de incêndios rurais |
| Materiais/Equipamentos |
| Acesso à internet e plataformas web de apoio à decisão em Incêndios Rurais |
| Projetor multimédia (presencial) |
| PC (formandos) |
| Entidades de apoio à formação. Entidade externa com recursos técnicos e humanos necessários à formação (entidades SGIFR ou outras) |
| ICNF |
| Referenciais de formação/bibliografia |
| AFN / GAUF. Vários trabalhos desenvolvidos de análise de risco e proposta de gestão estratégica de combustíveis para perímetros florestais. |
| Cruz, M.G.. 2004. Guia fotográfico para a identificação de combustíveis florestais – Região Centro de Portugal, Modelos de combustível, ADAI, Coimbra. |
| GiFF SA. Vários trabalhos desenvolvidos no âmbito de análise de risco e propostas de gestão estratégica de combustíveis |
| Macedo, W.; Sardinha, A.. 1993. Fogos florestais. Publicações Ciência e vida, Lisboa. |
| Mark Beighley & A. C. Hyde (fevereiro 2018). Gestão dos Incêndios Florestais em Portugal numa Nova Era Avaliação dos Riscos de Incêndio, Recursos e Reformas. |
| Propostas de implementação da medida compensatória 4 (MC4) – programa de proteção e valorização de habitats prioritários. ação MC4.3 – redução do risco de incêndio. GiFF, Edição 01, janeiro 2013. |
| Salgueiro, A., Serra, A., Fernandes, L., Ribeiro, M. & Serôdio, R. (2020). Aferição de Impactos e Otimização da Implementação do Plano de Redução do Risco de Incêndio do Baixo Sabor (Medida Compensatória Mc4.3 – Redução Do Risco De Incêndio): Aproveitamento Hidroelétrico Do Baixo Sabor. Porto: EDP Gestão da Produção de Energia, S.A. |
| Silva, Joaquim Sande (Ed.). (2007). Proteger a Floresta - Incêndios, pragas e doenças (Vol. 8). Lisboa: Público/Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento/Liga para a Proteção da Natureza. |
| Certificações SGIFR ao nível do ensino superior |
|---|
| Plano de formação/conteúdos programáticos |
| Designação abreviada |
| AI9 - PCIR. Proteção Contra Incêndios Rurais |
| Designação |
| Planeamento e organização da identificação de situações de risco. da implementação de boas práticas para defesa do edificado, de infraestruturas e de pessoas contra incêndios rurais, da gestão da emergência e da criação de condições para retorno à normalidade |
| Objetivos gerais/competências a desenvolver |
| Espera-se que, após a frequência desta certificação, os agentes do SGIFR com responsabilidade no planeamento, organização, implementação e fiscalização da PCIR, tenham os conhecimentos e capacidades que permitam identificar situações criticas de risco, que conduzam à identificação, planeamento, adoção, implementação e ativação das medidas e dos procedimentos mais adequados, antes, durante e após os eventos, ao nível da prevenção, comunicação, autoproteção, proteção e socorro das pessoas e do património construído, nomeadamente através do programa aldeias seguras e dos planos especiais de emergência para incêndios rurais, e das estruturas operacionais, garantindo a segurança necessária para o retorno à normalidade das populações, em particular em situações extremas de comportamento do fogo, à sua divulgação, avaliação da sua adequação e utilização, e à identificação, registo e comunicação de possibilidades de melhoria contínua. |
| Objetivos de aprendizagem (Conhecimentos, Aptidões e Atitudes) |
| Domínio da regulamentação, dos normativos e dos programas relativos aos incêndios rurais, especificamente na emissão de avisos e alertas, das ações preventivas e de atuação para a PCIR |
| Identificar parâmetros e condições para determinação de perigo e de risco de incêndio para pessoas e património construído |
| Conhecer e dominar processos de emissão de avisos e alertas e de mobilização de meios de comunicação de risco e de situações críticas às populações e operacionais |
| Planear e organizar ativação de sistemas expeditos de comunicação do perigo, do risco, de alerta e de emergência para dispositivo operacional, entidades, OCS e público. |
| Identificar situações críticas de risco de incêndio, nomeadamente de situações complexas que ultrapassem a capacidade de extinção e impliquem priorização ao socorro |
| Conhecer os materiais e tipologias de construção e a sua vulnerabilidade ao fogo |
| Conhecer os principais fatores de vulnerabilidade ao fogo exterior do património construído |
| Conhecer os mecanismos de propagação do fogo com origem em incêndios rurais ao património construído |
| Identificar e propor medidas para diminuição do riso de propagação de incêndio nas interfaces urbano florestais e ao edificado |
| Identificar e propor ações para melhoria da autoproteção contra incêndios rurais |
| Identificar e implementar procedimentos de vigilância ativa e intervenção para minimizar ocorrência de incêndios no património construído após a passagem da frente de incêndio rural |
| Identificar e tipificar situações críticas de propagação do fogo no património construído e organizar a sua mitigação |
| Conhecer os impactos do fumo na saúde pública e na organização das operações de proteção e socorro. |
| Organização de dispositivo para a proteção e socorro de pessoas e do património construído no âmbito dos incêndios rurais |
| Conhecer os fatores de avaliação e de verificação para limitação de circulação, identificação de alternativas e reabertura de vias de acesso |
| Identificar e tipificar necessidades de evacuação de populações para locais seguros |
| Desenvolver, organizar e implementar planos de prevenção e de emergência para proteção das pessoas das interfaces e do edificado |
| Elaboração de normativos e planos especiais de emergência para PCIR e identificar as situações para a sua ativação e implementação |
| Critérios de desempenho |
| Prepara normas de procedimentos para emissão de avisos e de alertas e de adequação de procedimentos adaptadas às previsões de comportamento do fogo, ao perigo e ao risco |
| Planeia, organiza e operacionaliza emissão de comunicações, avisos, alertas e condicionamento de comportamentos de risco, face ao comportamento esperado do fogo, perigo, risco, potencial de ignições, capacidades de supressão e potenciais necessidades de proteção e socorro |
| Identifica e tipifica situações críticas de risco estrutural nas interfaces e no edificado e ações preventivas a implementar para a sua mitigação |
| Elabora e organiza implementação e ativação de planos especiais de emergência para PCIR |
| Define condições e organização das comunidades para autoproteção, nomeadamente através do programa aldeias seguras |
| Organiza dispositivo operacional para proteção e socorro, face ao comportamento do fogo, e às prioridades e capacidades de intervenção |
| Identifica por antecipação, situações extremas de comportamento do fogo, potencial de afetação de pessoas e de património construído, estratégias, organização e prioridades de intervenção |
| Identifica situações críticas de risco para as populações, estima o tempo útil das intervenções, identifica, aciona e coordena os recursos e procedimentos necessários para reação adequada ao nível de risco e tempo útil |
| Tipifica e Identifica, por antecipação, necessidades potenciais de ativação de planos especiais de emergência, de recursos e de procedimentos de deteção, primeira intervenção, ataque ampliado, proteção e socorro |
| Identifica situações críticas e prioridades de intervenção para proteção, socorro, evacuação e condicionamentos à circulação |
| Desenvolve e implementa procedimentos de verificação de condições que permitam o retorno das populações à normalidade |
| Identifica, regista e comunica necessidades e oportunidades de melhoria |
| Condições de exercício (contexto em que decorre a ação) |
| Em gabinete, na tipificação de situações e preparação de propostas de atuação, e no desenvolvimento de planos especiais de emergência de PCIR |
| Em gabinete, face às condições de propagação, às ignições e às ocorrências, para antecipação de perigo, identificação de situações de risco e de prioridades e estratégias de comunicação, organização e intervenção |
| Em teatros de operações para planeamento, gestão e coordenação de intervenções. |
| Conteúdos programáticos/Programa de Formação |
| Regulamentação, orientações, normativos e planificação existentes relativas à PCIR, sua organização e aplicação |
| Padrões de construção em Portugal e sua relação com risco de propagação de fogo por incêndios rurais. Potencial de ignição, vulnerabilidade e boas práticas construtivas e de organização do espaço envolvente |
| Identificação e avaliação de perigosidade e do risco de propagação de incêndio rural na interface e ao património construído. Condições estruturais e de comportamento do fogo |
| Exposição de estruturas e componentes infraestruturais aos incêndios rurais em função das características da região e da área de implantação; |
| Caraterísticas das interfaces urbano florestais para diminuição do risco de vida e da propagação de incêndios rurais ao património construído |
| Segurança pessoal e coletiva em incêndios rurais. Medidas de autoproteção, equipamentos e infraestruturas de proteção |
| Casos de estudo de propagação de incêndios rurais ao património construído e infraestruturas, de incêndios complexos, e identificação de medidas de mitigação |
| Compreensão e identificação de condições meteorológicas de comportamento do fogo com potencial de afetação de pessoas e de bens e sua relação com emissão de avisos, alertas e de comunicações de emergência. |
| Relação entre comportamento do fogo, estratégias, oportunidades, prioridades e tipologia de intervenções. |
| Necessidades de planeamento e organização para mitigação de impactos sobre pessoas e edificado |
| Identificação de situações críticas para infraestruturas e edificado que possam por em risco a permanência e circulação de pessoas. Identificação, organização e implementação de intervenções de mitigação. |
| Elaboração, ativação e implementação de planos especiais de emergência para incêndios rurais |
| Planeamento e organização de verificação de condições de retorno à normalidade de circulação e permanência de pessoas. |
| Exercício prático de análise da perigosidade de afetação de estruturas de danos estruturais usando casos reais. Para além do diagnóstico, os exercícios deverão prever a conceção e análise de eficiência de medidas de autoproteção. |
| Metodologias pedagógicas e forma de organização da formação |
| A formação deverá ser organizada preferencialmente através de métodos de ensino híbridos (b-learning), combinando formação presencial com formação à distância, com funcionalidades de momentos síncronos (videoconferência) e assíncronos (Fóruns, Wiki, etc.). A formação presencial será obrigatória para as sessões que impliquem a realização de trabalho colaborativo e para resolução de problemas e situações de elevada complexidade. Os momentos a distância deverão realizar-se com suporte em Plataforma Colaborativa de Aprendizagem (Learning Management System - LMS). Utilização de metodologia STEM, através da oferta de conteúdos essenciais para a formação ou aperfeiçoamento de profissionais qualificados em inovações tecnológicas aplicáveis à área de conhecimento. |
| Metodologia de ensino-aprendizagem com abordagem de problemas, casos práticos e/ou situações críticas, por forma a garantir o envolvimento dos formandos e a proximidade com a situações reais. Criação de ligações entre assuntos distintos e avaliação de cenários complexos, competências essenciais para o sistema de gestão integrada de fogos rurais. Deverá ser promovida a aprendizagem colaborativa, permitindo desenvolver complementarmente competências de trabalho em equipa e capacidades de autoavaliação, heteroavaliação e avaliação interpares. |
| Prever componente de estudo autónomo que deverá culminar na realização de um trabalho prático final, individual, cujo tema ficará ao arbítrio do formando, de entre as temáticas abordadas no curso. |
| Carga horária prevista (horas) |
| Teóricas e Teórico-práticas (T e TP) |
| Trabalho de Campo Supervisionado |
| Estudo |
| Exercícios (aula) |
| Trabalho final |
| TOTAL |
| 0 |
| Métodos de avaliação |
| Execução de exercícios formativos durante as aulas e trabalho prático final |
| Pré-requisitos específicos para a certificação |
| Formandos |
| Nível ≥6 PNQ. Com precedência ou em simultâneo com AI4-CF |
| Entidades formadoras |
| Instituições de ensino superior com experiência comprovada no ensino e investigação na área da proteção e socorro contra incêndios rurais |
| Protocolo de colaboração para a docência com entidades SGIFR, outras instituições de ensino superior, ou congéneres internacionais com experiência relevante na análise, ensino ou investigação na proteção e socorro contra incêndios rurais |
| Docentes/Formadores |
| Docente regente da entidade formadora com experiência superior a 5 anos na investigação e ensino superior na proteção e socorro contra incêndios rurais |
| Co docentes (internos ou externos) com experiência superior a 3 anos na investigação, ensino, ou operacional na proteção e socorro contra incêndios rurais |
| Materiais/Equipamentos |
| Acesso à internet e plataformas web de apoio à decisão em IR |
| Projetor multimédia (presencial) |
| PC (formandos) |
| Entidades de apoio à formação. Entidade externa com recursos técnicos e humanos necessários à formação (entidades SGIFR ou outras) |
| ANEPC, GNR |
| Referenciais de formação/bibliografia |
| Análise dos Incêndios Florestais ocorridos a 15 de outubro de 2017. Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais da Universidade de Coimbra. ADAI/LAETA. |
| Braun, C.C. 1995. Addressing the common behavioural element in accidents and incidents. In: Putnam, T. (ed.). |
| Comissão Técnica Independente. (2017). Análise e apuramento dos factos relativos aos incêndios que ocorreram em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã, entre 17 e 24 de junho de 2017. Lisboa: Assembleia da República. |
| Comissão Técnica Independente. (2018). Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental. Lisboa: Assembleia da República. |
| Manual de apoio. Incêndios e turismo em territórios rurais. Autoproteção e segurança. AGIF I.P. e Turismo de Portugal. |
| Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais. AGIF I.P. 2019. |
| Certificações SGIFR ao nível do ensino superior |
|---|
| Plano de formação/conteúdos programáticos |
| Designação abreviada |
| AI10 -MF. Meteorologia e Fogos rurais |
| Designação |
| Compreensão, identificação e utilização de previsões meteorológicas, de índices de instabilidade atmosférica e de Índices e subíndices de comportamento meteorológico do fogo, em particular do FWI adaptado para Portugal e respetivos subíndices, e sua implicação nas estratégias de pré-supressão e supressão. Interações entre física da atmosfera, meteorologia sinóptica e de superfície, e comportamento do fogo. Identificação por antecipação da possibilidade de ocorrência de situações meteorológicas extremas na sua interação com o fogo |
| Objetivos gerais/competências a desenvolver |
| Espera-se que, após a frequência desta certificação, que os agentes do SGIFR com responsabilidade na avaliação de situações de risco meteorológico, na emissão de avisos e alertas, na organização e afetação de recursos para vigilância, deteção, pré-posicionamento, supressão e socorro e na coordenação de situações operacionais, sejam capazes de utilização e interpretação por antecipação dos fatores meteorológicos determinantes para a elevação de situações de perigo e de risco, dotando-os nomeadamente das capacidades de utilização de ferramentas de apoio à decisão, que conduzam à adoção e implementação de estratégias, procedimentos e medidas mais adequadas para a supressão e socorro, em particular em situações previstas ou verificadas de comportamento extremo do fogo, à sua divulgação, avaliação da sua adequação e utilização, e à identificação, registo e implementação de iniciativas para melhoria contínua. |
| Objetivos de aprendizagem (Conhecimentos, Aptidões e Atitudes) |
| Entender os efeitos dos processos atmosféricos nos incêndios rurais. |
| Identificar a relevância do clima e dos fatores meteorológicos na incidência e comportamento do fogo |
| Compreender as relações de interdependência entre o estado do tempo, a vegetação e os combustíveis e o seu impacto no comportamento do fogo |
| Relacionar as previsões meteorológicas com as condições de comportamento do fogo e capacidades de supressão |
| Relacionar, antes, durante ou após evento, as condições meteorológicas e o comportamento expectável do fogo com a sua severidade |
| Relacionar as condições meteorológicas e de índices de comportamento do fogo com a probabilidade de ocorrências de incêndio por causas acidentais e estruturais |
| Avaliar a estabilidade atmosférica, diretamente ou através de índices, e identificar efeitos no comportamento do fogo |
| Identificar e dominar a utilização de ferramentas preditivas meteorológicas e antecipar potenciais situações de ocorrência de grandes incêndios |
| Identificar, por antecipação as condições meteorológicas que determinam a ocorrência de fenómenos extremos de comportamento do fogo, que ultrapassem a capacidade de extinção e que possam degenerar em incêndios complexos com afetação de pessoas e bens construídos |
| Identificar, por antecipação situações meteorológicas extremas que determinem a adoção de medidas adequadas de comunicação e de emergência, para adoção de estratégias de pré-supressão e supressão, e salvaguarda da vida e do património construído. |
| Critérios de desempenho |
| Compreende a interação entre clima, meteorologia e fogo |
| Conhece e explora as informações das previsões meteorológicas e a importância dos vários componentes no comportamento do fogo |
| Conhece os índices e subíndices de previsão do comportamento meteorológico do fogo, em particular o FWI, compreende os fatores que os condicionam e os efeitos esperados. |
| Identifica por antecipação situações de instabilidade atmosférica e a sua influência no comportamento do fogo |
| Identifica, por antecipação, face às previsões, o comportamento potencial do fogo |
| Identifica, por antecipação, face às previsões, potencial de ignição por várias causas acidentais e estruturais e desenvolve propostas de mitigação |
| Identifica, por antecipação, situações meteorológicas conducentes a comportamentos extremos do fogo |
| Conhece, compreende e identifica situações de interação entre fogo e meteorologia, em particular daquelas conducentes à iteração das condições meteorológicas por influência do fogo |
| Condições de exercício (contexto em que decorre a ação) |
| Em gabinete na recolha, tratamento e análise de informações para antecipação de comportamento potencial de fogo e identificação de situações extremas |
| Em gabinete, face às condições de propagação para antecipação de medidas de mitigação de comportamentos de risco, estratégias e necessidades particulares de pré-supressão ou de supressão, face aos riscos e ao potencial de supressão |
| Na análise de ignições ativas para determinação das condições de propagação do fogo e dos fatores determinantes |
| Em teatros de operações para determinação de comportamento esperado do fogo e apoio na definição de estratégias e táticas de supressão |
| Conteúdos programáticos/Programa de Formação |
| Temperatura, Humidade Relativa e Ambiente de incêndio. |
| Estabilidade e Circulação Geral da Atmosfera. Padrões de pressão e de vento |
| Regime de ventos, ventos especiais e considerações do estado do tempo. Fenómenos de subsidência |
| Sistemas Meteorológicos de Superfície |
| O tefigrama como ferramenta de previsão e de análise do comportamento do fogo |
| Nuvens e o estado do tempo. Sistemas convectivos e trovoadas |
| Padrões piro meteorológicos significativos |
| Índices e subíndices meteorológicos de comportamento do fogo e a importância na ocorrência e propagação do fogo |
| Interação entre fogo e meteorologia e situações potenciais de criação de fenómenos meteorológicos pelo fogo |
| Análise de histórico de incêndios rurais, sobretudo de grandes incêndios para identificação e compreensão da influência dos fatores meteorológicos determinantes |
| Casos de estudo de grandes incêndios e de incêndios complexos, fatores determinantes meteorológicos associados. Possibilidades de antecipação da situação, tempo útil de decisão e estratégias potenciais de mitigação |
| Impactos das mudanças climáticas nos incêndios rurais. Adaptação e mitigação |
| Metodologias pedagógicas e forma de organização da formação |
| A formação deverá ser organizada preferencialmente através de métodos de ensino híbridos (b-learning), combinando formação presencial com formação à distância, com funcionalidades de momentos síncronos (videoconferência) e assíncronos (Fóruns, Wiki, etc.). A formação presencial será obrigatória para as sessões que impliquem a realização de trabalho colaborativo e para resolução de problemas e situações de elevada complexidade. Os momentos a distância deverão realizar-se com suporte em Plataforma Colaborativa de Aprendizagem (Learning Management System - LMS). Utilização de metodologia STEM, através da oferta de conteúdos essenciais para a formação ou aperfeiçoamento de profissionais qualificados em inovações tecnológicas aplicáveis à área de conhecimento. |
| Metodologia de ensino-aprendizagem com abordagem de problemas, casos práticos e/ou situações críticas, por forma a garantir o envolvimento dos formandos e a proximidade com a situações reais. Criação de ligações entre assuntos distintos e avaliação de cenários complexos, competências essenciais para o sistema de gestão integrada de fogos rurais. Deverá ser promovida a aprendizagem colaborativa, permitindo desenvolver complementarmente competências de trabalho em equipa e capacidades de autoavaliação, heteroavaliação e avaliação interpares. |
| Prever componente de estudo autónomo que deverá culminar na realização de um trabalho prático final, individual, cujo tema ficará ao arbítrio do formando, de entre as temáticas abordadas no curso. |
| Carga horária de trabalho estimada (horas) |
| Teóricas e Teórico-práticas (T e TP) |
| Trabalho de campo supervisionado (TC) |
| Aulas tutoriais (OT) |
| Outros trabalhos (O) |
| Trabalho independente (TI) |
| TOTAL |
| 0 |
| Métodos de avaliação |
| Execução de exercícios formativos durante as aulas e trabalho prático final |
| Pré-requisitos específicos para a certificação |
| Formandos |
| Nível ≥6 PNQ. Com precedência, ou em simultâneo com AI4-CF |
| Entidades formadoras |
| Instituições de ensino superior com experiência comprovada no ensino e investigação na área da meteorologia e comportamento do fogo rural. |
| Protocolo de colaboração para a docência com entidades SGIFR, outras instituições de ensino superior, ou congéneres internacionais com experiência relevante na análise, ensino ou investigação em comportamento do fogo. |
| Docentes/Formadores |
| Docente regente da entidade formadora com experiência superior a 5 anos na investigação e ensino superior na área da meteorologia e comportamento do fogo. |
| Co docentes (internos ou externos) com experiência superior a 3 anos na investigação, ensino, ou operacional em meteorologia e comportamento do fogo. |
| Materiais/Equipamentos |
| Acesso à internet e plataformas web de apoio à decisão em IR |
| Projetor multimédia (presencial) |
| PC (formandos) |
| Entidades de apoio à formação. Entidade externa com recursos técnicos e humanos necessários à formação (entidades SGIFR ou outras) |
| IPMA |
| Referenciais de formação/bibliografia |
| Alexander, M.E. (2000). Fire behaviour as a factor in forest and rural fire suppression. Forest Research, Rotorua, in association with the New Zealand Fire Service Commission and National Rural Fire Authority, Wellington. Forest Research Bulletin No. 197, Forest and Rural Fire Scientific and Technical Series, Report No. 5. 28 pp. |
| Butler, B.W., Cohen, J.D. (1998). Firefighter safety zones: a theoretical model based on radiative heating. International Journal WilDecreto-Leiand Fire 8, 73-77. |
| Chuvieco E (Ed), 2009. Earth Observation of WilDecreto-Leiand Fires in Mediterranean Ecosystems. Springer, 257 p. |
| Comissão Técnica Independente. (2017). Análise e apuramento dos factos relativos aos incêndios que ocorreram em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã, entre 17 e 24 de junho de 2017. Lisboa: Assembleia da República. |
| Comissão Técnica Independente. (2018). Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental. Lisboa: Assembleia da República. |
| David N. Spires, 2015. Fire Weather (Agriculture Handbook 360) Part 2 - Guide for Application of Meteorological Information to Forest Fire Control Operations, Winds, Moisture, Temperature, Fronts, Thunderstorms, Climate. Progressive Management, Smashwords Edition ISBN: 9781310514876. |
| Durão, R.M. & J. Corte-Real. (2006) Alterações climáticas: futuro dos acontecimentos extremos e do risco de incêndio. In J.S. Pereira, Pereira, J.M.C., Rego, F.C., Silva, J.M.N., Silva, T.P. (Ed.). Incêndios Florestais em Portugal: Caracterização, Impactes e Prevenção (pp. 231-255). Lisboa:ISAPress. |
| Jenkins, M. A., Sun, R., Krueger, S., Charney, J., Zaluaf, M. (2007, October). Effect of Vertical Wind Shear on Grassfire Evolution. Proceedings of 7th Symposium on Fire and Forest Meteorology. Bar Harbor, Maine, USA. |
| Pereira, J.M.C., J.M.B. Carreiras, J.M.N. Silva, & M.J. Vasconcelos. (2006). Alguns conceitos básicos sobre os fogos rurais em Portugal. In J.S. Pereira, Pereira, J.M.C., Rego, F.C., Silva, J.M.N., Silva, T.P. (Ed.). Incêndios Florestais em Portugal: Caracterização, Impactes e Prevenção (pp. 133-161). Lisboa: ISAPress. |
| Viegas, D.X. (2006b). Modelação do comportamento do fogo. In J.S. Pereira, Pereira, J.M.C., Rego, F.C., Silva, J.M.N., Silva, T.P. (Ed.). Incêndios Florestais em Portugal: Caracterização, Impactes e Prevenção (pp. 288-323). Lisboa:ISAPress. |
| Viegas, D.X. (2006c). Parametic Study of Eruptive Fire Behaviour Model. International Journal of WilDecreto-Leiand Fire, 15(2), 169-177. |
SIGLAS E ACRÓNIMOS gerais
| A3ES | Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior |
|---|---|
| AEF | Área de Educação e Formação |
| AGIF | Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, I. P. |
| ANEPC | Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil |
| ANQEP | Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional |
| CB | Corpo de Bombeiros |
| CCDR | Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional |
| CCOD | Centro de Coordenação Operacional Distrital |
| CDON | Centro de Coordenação Operacional Nacional |
| CIM | Comunidades Intermunicipais |
| CM | Câmara Municipal |
| CMGIFR | Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais |
| CNGIFR | Comissão Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais |
| CNQ | Catálogo Nacional de Qualificações |
| CODIS | Comandante Operacional Distrital |
| COS | Comandante das Operações de Socorro |
| CRGIFR | Comissão Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais |
| CSGIFR | Comissão Sub-Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais |
| CTI | Comissão Técnica Independente |
| DGADR | Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural |
| DGAV | Direção Geral de Alimentação e Veterinária |
| DGERT | Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho |
| DGES | Direção Geral do Ensino Superior |
| DRA | Direção Regional de Agricultura e Pescas |
| EAC | Entidades da Administração Central |
| EAL | Entidades da Administração Local |
| ENB | Escola Nacional dos Bombeiros |
| FA | Força Aérea |
| FFAA | Forças Armadas |
| GNR | Guarda Nacional Republicana |
| ICNF | Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, I. P. |
| IEFP | Instituto de Emprego e Formação Profissional |
| INEM | Instituto Nacional de Emergência Médica, I. P. |
| IPMA | Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I. P. |
| ISS | Instituto da Segurança Social, I. P. |
| MF | Ministério das Finanças |
| OPF | Organizações de Produtores Florestais |
| PCO | Posto de Comando Operacional |
| PEA | Plano Estratégico de Ação |
| PJ | Polícia Judiciária |
| PNGIFR | Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais |
| PNQ_SGIFR | Plano Nacional de Qualificação dos Ativos do Sistema Integrado de Gestão de Fogos Rurais |
| POSIT | Ponto de situação |
| PRV | Entidades Privadas (inclui AFOCELCA, entre outras) |
| PSP | Polícia de Segurança Pública |
| PT | Pontos de Trânsito |
| QNQ | Quadro Nacional de Qualificações |
| SGO | Sistema de Gestão de Operações |
| SGIFR | Sistema de Gestão Integrado de Fogos Rurais |
| SNQ | Sistema Nacional de Qualificações |
| TO | Teatro de Operações |
| ZA | Zona de Apoio |
| ZCR | Zona de Concentração e Reserva |
| ZS | Zona de Sinistro |
SIGLAS E ACRÓNIMOS tabelas de funções, atividades chave e qualificações
| AD | Apoio à Decisão |
|---|---|
| AdCL | Adjunto Célula Logística |
| AdCO | Adjunto Célula de Operações |
| AdCP | Adjunto Célula Planeamento |
| AdOL | Adjuntos Oficial Ligação, de outras entidades |
| adRP | Adjunto Relações Públicas |
| AdS | Adjunto de Segurança |
| Ant | Antecipação |
| ap | Avaliação prejuízos |
| apa | Alteração da paisagem |
| aps | Apoio psicológico e social |
| as | Programa aldeias seguras |
| ATA | Ataque ampliado |
| ATI | Ataque inicial |
| ccm | Coordenação municipal |
| C | Condutor |
| Cd | Coordenação |
| cf | Comandante de frente |
| Ch | Chefiar equipas, brigadas ou pelotões |
| ChB | Chefiar Brigadas |
| ChE | Chefiar Equipas |
| ChP | Chefiar Pelotões ou Companhias |
| ci | Coordenação de intervenções |
| cm | Chefiar manobras |
| COS | Comandante de Operações de Socorro |
| cq | Contenção química |
| cro | Comunicação de perigo e de risco aos operacionais |
| crp | Comunicação de perigo e de risco às populações |
| cs | Comandante de setor |
| CTO | Comando Tático Operacional |
| ea | Estabilização ambiental |
| eh | Equipa helitransportada |
| em | Emergência médica |
| Esp | Especialistas |
| Est | Nível Estratégico |
| fc | Fogo controlado |
| fg | Fogos de gestão |
| fm | Ferramentas manuais |
| fmm | Ferramentas motomanuais |
| fp | Fiscalização da prevenção |
| ft | Fitofármacos |
| gc | Gestão de combustíveis |
| gci | Gestão de combustíveis e de ignições |
| gcp | Gestão de combustíveis e apoio pastorícia |
| gec | Gestão estratégica de combustíveis |
| gec | Gestão estratégica de combustíveis |
| GFR | Gestão do Fogo Rural |
| gi | ogos de gestão (gestão de ignições) |
| igfr | Infraestruturação para gestão de fogo rural |
| ipcir | Infraestruturação para proteção contra incêndios |
| ma | Monitorização e Avaliação |
| mae | Meios aéreos |
| maq | Máquinas (máquinas de rasto e tratores) |
| maqr | Máquinas de rasto |
| mea | Manobras de supressão com água |
| mec | Manobras de extinção por carência |
| mm | Moto-manual |
| mr | Meios e recursos |
| ms | Manobras de supressão |
| mtr | Meios terrestres |
| OL | Oficial Logística |
| Olx | Oficial Ligação |
| OO | Oficial Operações |
| OP | Oficial Planeamento |
| Op | Nível Operacional |
| op | Operacional/manobra |
| OPAR | Adjunto Operações Aéreas |
| PCIR | Proteção Contra Incêndios Rurais |
| PCO | Posto Comando Operacional |
| PE | Pós-Evento |
| PE1 | Investigação de causas |
| PE2 | Recuperação |
| PE3 | Melhoria contínua |
| PL | Planeamento |
| PL1 | Diretrizes Estratégias Planeamento Integrado |
| PL2 | Normas técnicas e Diretrizes Operacionais |
| PNA | Programa nacional de Ação |
| po | Planeamento e Organização |
| POSIT | Ponto de Situação |
| ppc | Proteção património construído |
| PR | Preparação |
| PR1 | Educação e capacitação das Comunidades |
| PR2.1 | Comunicação do risco às populações (avisos) |
| PR2.2 | Comunicação de risco ao dispositivo operacional (alertas) |
| PS | Pré-Supressão |
| PS1 | Análise de Risco |
| PS2 | Vigilância |
| PS3 | Pré-Posicionamento |
| PV | Prevenção |
| PV1 | Gestão de território rural. |
| PV2 | Proteção do território edificado |
| PV3 | Verificação das condições de segurança |
| PV4 | Fiscalização |
| Queimas e queimadas | |
| rdi | Redes de defesa para infraestruturação território |
| re | Rescaldo |
| rgi | Redução e gestão de ignições |
| ri | Redução de ignições |
| rpv | Rede postos de vigia e teledeteção |
| rs | Rede secundária |
| SC | Supressão e Socorro |
| SC1 | Ataque Inicial |
| SC2 | Ataque Ampliado |
| SC3 | Rescaldo e Extinção |
| SC4 | Restabelecimento de segurança |
| SC5 | Execução de planos de emergência de proteção civil |
| si | Sistemas informação |
| SIOPS | Sistema integrado de operações de proteção e socorro |
| SGIFR | Sistema de gestão integrada de fogos rurais |
| SGO | Sistema de gestão de operações |
| Sup | Formação de nível ≥ 6 do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ) |
| Ta | Nível Tático |
| tr | Tratores |
| vdd | Vigilância, deteção e dissuasão |
| vp | Vigilância e deteção passiva (sem meios de supressão) |
| va | Vigilância e deteção ativa com meios de supressão |
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