Resolução do Conselho de Ministros n.º 101/2026 — Aprova o Plano Nacional de Qualificações do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais

Tipo Resolucao-Conselho-Ministros
Publicação 2026-05-27
Estado Em vigor
Texto Tal como publicado
Ministério Presidência do Conselho de Ministros
Fonte DRE
artigos Não indexado

Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.

Aprova o Plano Nacional de Qualificações do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais.

Histórico de alterações JSON API
Certificações SGIFR ao nível do ensino superior
Plano de formação/conteúdos programáticos
Designação abreviada
AI6-GR. Gestão de Recursos em incêndios rurais
Designação
Ativação, organização, gestão e coordenação de recursos operacionais em fogos rurais para a pré-supressão, supressão e proteção
Objetivos gerais/competências a desenvolver
Espera-se que, após a frequência desta certificação, os agentes do SGIFR com responsabilidade no planeamento, organização, gestão e coordenação de recursos operacionais para a gestão, pré-supressão, supressão e socorro em incêndios rurais sejam detentores dos melhores conhecimentos e capacidades necessárias à sua adequada distribuição, mobilização e utilização, e a identificar e propor melhorias contínuas.
Objetivos de aprendizagem (Conhecimentos, Aptidões e Atitudes)
Conhecer a legislação, a organização e os normativos do sistema de gestão integrada de fogos rurais
Saber que tipos de recursos humanos e materiais podem, são ou devem ser utilizados no âmbito dos incêndios rurais, desde os tecnológicos de apoio à decisão, de deteção ou visualização, até às ferramentas manuais, e desde o analista de incêndios até ao operacional menos qualificado
Conhecer a tipologia, especificidades, rentabilidade, produtividade, eficácia, eficiência dos diversos recursos utilizados no âmbito dos incêndios rurais, ao nível da supressão e do socorro
Conhecer as capacidades e limitações dos vários tipos de recursos, a sua adequação às várias situações de comportamento de fogo e as possibilidades e necessidades de complementaridade entre eles
Conhecer, organizar, e utilizar devidamente os diversos sistemas e dispositivos de comunicação disponíveis e passiveis de utilização no âmbito das operações de gestão e PCIR
Dimensionar e gerir a tipologia e necessidades de recursos em teatro de operações, sua distribuição na(s) ocorrência(s) e sua evolução no tempo, de acordo com as condições observadas e previstas, capacidades, disponibilidades, e necessidades e especificidades de atuação
Identificar lacunas, necessidades e oportunidades de melhoria ao nível dos recursos materiais e humanos utilizados no âmbito dos incêndios rurais
Critérios de desempenho
Procede à ativação e organização dos recursos humanos e materiais em função das necessidades e especificidades nas várias fases da cadeia de processos dos incêndios rurais
Identifica os recursos necessários segundo a tipologia e capacidades mais adequadas ao comportamento do fogo, às prioridades de intervenção e à eficiência das ações
Planeia, organiza e gere necessidades de recursos segundo as diferentes tipologias, no espaço e no tempo, de acordo com as condições observadas e previstas, prioridades e necessidades de intervenção
Utiliza os recursos disponíveis, potenciando ao máximo a complementaridade entre conhecimentos, capacidades e eficiência
Planeia e organiza adequadamente sistema de comunicação, para os operacionais e público em geral via OCS
Identifica lacunas, necessidades e oportunidades de melhoria ao nível dos recursos materiais e humanos utilizados no âmbito dos incêndios rurais
Condições de exercício
Em gabinete, para definição de procedimentos, e organização de recursos, face às necessidades potenciais ou efetivas, de acordo com as previsões de fatores determinantes e situações observadas
No terreno e em teatros de operação, para gestão de recursos em operações
No pós-evento, no terreno e em gabinete, para de-briefings e identificação de oportunidades de melhoria
Conteúdos programáticos/Programa de Formação
Principais aspetos da legislação, diretivas e normativos existentes no âmbito do SGIFR, e sua implicação com a disponibilidade de recursos humanos e materiais
Funções, atividades chave, qualificações, capacidades e complementaridades dos intervenientes no SGIFR
Tipologia de recursos para a deteção, pré-supressão, supressão e socorro no âmbito dos incêndios rurais
Especificidade, capacidade, limitações, produtividade dos recursos utilizados nos IR
Adequação da diferente tipologia recursos e de complementaridade entre os mesmos às condições de comportamento do fogo e prioridades de supressão e proteção
Planeamento da ativação e organização de recursos de supressão e socorro em IR
Sistemas de comunicações entre operacionais e para o público em geral, sua organização, utilização, redundâncias e limitações
Metodologias pedagógicas e forma de organização da formação
A formação deverá ser organizada preferencialmente através de métodos de ensino híbridos (b-learning), combinando formação presencial com formação à distância, com funcionalidades de momentos síncronos (videoconferência) e assíncronos (Fóruns, Wiki, etc.). A formação presencial será obrigatória para as sessões que impliquem a realização de trabalho colaborativo e para resolução de problemas e situações de elevada complexidade. Os momentos a distância deverão realizar-se com suporte em Plataforma Colaborativa de Aprendizagem (Learning Management System - LMS). Utilização de metodologia STEM, através da oferta de conteúdos essenciais para a formação ou aperfeiçoamento de profissionais qualificados em inovações tecnológicas aplicáveis à área de conhecimento.
Metodologia de ensino-aprendizagem com abordagem de problemas, casos práticos e/ou situações críticas, por forma a garantir o envolvimento dos formandos e a proximidade com a situações reais. Criação de ligações entre assuntos distintos e avaliação de cenários complexos, competências essenciais para o sistema de gestão integrada de fogos rurais. Deverá ser promovida a aprendizagem colaborativa, permitindo desenvolver complementarmente competências de trabalho em equipa e capacidades de autoavaliação, heteroavaliação e avaliação interpares.
Prever componente de estudo autónomo que deverá culminar na realização de um trabalho prático final, individual, cujo tema ficará ao arbítrio do formando, de entre as temáticas abordadas no curso.
Carga horária de trabalho estimada (horas)
Teóricas e Teórico-práticas (T e TP)
Trabalho de campo supervisionado (TC)
Aulas tutoriais (OT)
Outros trabalhos (O)
Trabalho independente (TI)
TOTAL
0
Métodos de avaliação
Execução de exercícios formativos durante as aulas e trabalho prático final
Pré-requisitos específicos para a certificação
Formandos
Nível ≥6 PNQ. Com precedência de AI5_GF
Entidades formadoras
Instituições de ensino superior com experiência comprovada no ensino e investigação na gestão de recursos no âmbito dos incêndios rurais
Protocolo de colaboração para a docência com entidades SGIFR, outras instituições de ensino superior, ou congéneres internacionais com experiência relevante na gestão de recursos no âmbito dos incêndios rurais
Docentes/Formadores
Docente regente da entidade formadora com experiência superior a 5 anos na investigação e ensino superior na gestão de recursos no âmbito dos incêndios rurais
Co docentes (internos ou externos) com experiência superior a 3 anos na investigação, ensino, ou operacional na gestão de recursos no âmbito dos incêndios rurais
Materiais/Equipamentos
Acesso à internet e plataformas web de apoio à decisão em IR
Projetor multimédia (presencial)
PC (formandos)
Entidades de apoio à formação. Entidade externa com recursos técnicos e humanos necessários à formação (entidades SGIFR ou outras)
ANPEC, ICNF
Referenciais de formação/bibliografia
Forestales: In: Vélez, R. (ed.). Incendios Forestales: Fundamentos y Aplicaciones. McGraw-Hill. Pp. 274–282. Finney,
Grillo, F.F., Castellnou, M., Molina, D.M, Martínez, E.R., and Fababú, D.D. 2008. Análisis del Incendio Forestal: planificación de la extinción, Editorial AIFEMA, Granada, Spain. 144 p.
Certificações SGIFR ao nível do ensino superior
Plano de formação/conteúdos programáticos
Designação abreviada
AI8-FAD. Ferramentas de Apoio à Decisão em incêndios rurais
Designação
Utilização de ferramentas de apoio à decisão, através das informações e tecnologias existentes para a gestão e PCIR, nomeadamente através de operações de análise espacial em sistemas de informação geográfica
Objetivos gerais/competências a desenvolver
Espera-se que, após a frequência desta certificação, os agentes do SGIFR com responsabilidade no planeamento, organização, gestão e coordenação nas várias fases da cadeia de processos, sejam detentores dos conhecimentos e das capacidades de utilização de ferramentas de apoio à decisão, informações e tecnologias existentes, que conduzam ao melhor aproveitamento do conhecimento, previsões, desenvolvimento e organização dos processos e tomada de decisões mais eficaz e eficiente, identificação de potencial de melhoria contínua dessas ferramentas e decisões, e sua implementação, difusão e partilha.
Objetivos de aprendizagem (Conhecimentos, Aptidões e Atitudes)
Conhecer os produtos de caraterização e da ocupação do solo, do perigo meteorológico, disponibilizados pelas entidades do sistema e as suas principais aplicações analíticas e no apoio a decisão (ex. COS, COSsim, interface, perigosidade, mapa de valor, severidade Sentinel ICNF, etc.)
Conhecer e compreender os fundamentos das Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica e Cartográfica
Adquirir e processar dados alfanuméricos e geográficos, relacionando informação de fontes múltiplas e formatos distintos
Realizar operações de análise espacial em vetor e raster e com ferramentas de análise de dados avançadas em folha de cálculo e ligação com os resultados a bases de dados geográficas
Aplicar os conhecimentos adquiridos nas tarefas relacionadas com o SGIFR
Conhecer os princípios dos simuladores de comportamento do fogo, funcionamento, uso potencial e utilização dos resultados obtidos na prevenção e na supressão de IR
Conhecer e compreender os fundamentos da Deteção Remota
Conhecer e compreender as especificidades dos Drones enquanto plataformas de Deteção Remota
Critérios de desempenho
Utiliza os produtos de caraterização do território, da sua ocupação, do perigo meteorológico, e outros com importância no apoio à decisão no SGIFR
Compreende as diferentes componentes e áreas do conhecimento envolvidas nos Sistemas de Informação Geográfica
Consegue recolher informação em fontes oficiais, nacionais e estrangeiras, transformar e processar os dados brutos e integrar todos os elementos num projeto coerente e estruturado
Consegue realizar operações de análise espacial, nomeadamente geoprocessamento de dados em vetor e raster e ligação com base de dados
Consegue aplicar, com autonomia, os conhecimentos adquiridos, no processamento de dados relacionados com as tarefas de análise de incêndios rurais
Compreende os fundamentos da Deteção Remota
Consegue desenvolver um projeto de deteção remota, desde a aquisição das imagens até ao produto final, nomeadamente o cálculo de índices espectrais ou a cartografia de áreas ardidas
Compreende as especificidades dos Drones e as suas potenciais aplicações
Condições de exercício
Em gabinete no âmbito de simulações ou de caraterização de comportamento de fogo
Em gabinete, face às condições de propagação (orografia, meteorologia, ocupação do solo, combustíveis, acessibilidades, etc.), para antecipação de medidas de pré-supressão ou de estratégicas de supressão, face aos riscos e ao potencial de supressão
Na análise de ignições ativas para determinação das condições de propagação do fogo e dos fatores determinantes
Em teatros de operações para determinação de comportamento esperado do fogo e apoio na definição de estratégias e táticas de supressão
Conteúdos programáticos/Programa de Formação
Sistemas de Informação Geográfica
Cartografia existente de caraterização e ocupação do solo, e informações de perigo meteorológico de incêndio
Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica
Sistemas de Referenciação Geográfica
Modelos e Formatos de Dados Geográficos (Vetoriais; Raster; Nuvens de Pontos; Malhas 3D; Bases de Dados; Serviços Web Geográficos)
Fontes de Dados Espaciais e Alfanuméricos (Cartografia Oficial e Homologada; Deteção Remota; GNSS; Dados Abertos). Metadados
Interoperabilidade de Dados (Importação, Exportação e Transformação)
Criação e Edição de Dados Espaciais em Gabinete e no Campo
Análise Espacial em Vetor (Operações Básicas de Geoprocessamento; Análise de Redes)
Análise Espacial em Raster (Análise Geomorfológica; Análise de Visibilidade; Álgebra de Mapas e Análise Multicritério)
Preparação, processamento de dados para simuladores de comportamento do fogo, verificação, organização da informação e preparação para divulgação dos principais indicadores para utilização expedita.
Partilha e Publicação de Informação Geográfica
Deteção Remota
Radiação Eletromagnética
Plataformas, Sensores Espaciais e Missões de Observação da Terra
Acesso a Dados de Observação da Terra
Pré-Processamento de Imagens (Correção Atmosférica; Orto retificação)
Criação de Compósitos de Imagens; Mosaicos; Subsets
Cálculo de Índices Espectrais.
Exercícios Finais
Identificação de oportunidades de combate, pontos críticos de abertura de incêndios e de situações prioritárias de defesa
Cálculo das Áreas Fora da Capacidade de Extinção, com os Outputs dos Simuladores de Comportamento do Fogo
Processamento de Imagens de Satélite para Obtenção da Área Ardida e Avaliação da Severidade de um grande incêndio rural
Metodologias pedagógicas e forma de organização da formação
A formação deverá ser organizada preferencialmente através de métodos de ensino híbridos (b-learning), combinando formação presencial com formação à distância, com funcionalidades de momentos síncronos (videoconferência) e assíncronos (Fóruns, Wiki, etc.). A formação presencial será obrigatória para as sessões que impliquem a realização de trabalho colaborativo e para resolução de problemas e situações de elevada complexidade. Os momentos a distância deverão realizar-se com suporte em Plataforma Colaborativa de Aprendizagem (Learning Management System - LMS). Utilização de metodologia STEM, através da oferta de conteúdos essenciais para a formação ou aperfeiçoamento de profissionais qualificados em inovações tecnológicas aplicáveis à área de conhecimento.
Metodologia de ensino-aprendizagem com abordagem de problemas, casos práticos e/ou situações críticas, por forma a garantir o envolvimento dos formandos e a proximidade com a situações reais. Criação de ligações entre assuntos distintos e avaliação de cenários complexos, competências essenciais para o sistema de gestão integrada de fogos rurais. Deverá ser promovida a aprendizagem colaborativa, permitindo desenvolver complementarmente competências de trabalho em equipa e capacidades de autoavaliação, heteroavaliação e avaliação interpares.
Prever componente de estudo autónomo que deverá culminar na realização de um trabalho prático final, individual, cujo tema ficará ao arbítrio do formando, de entre as temáticas abordadas no curso.
Pré-requisitos específicos para a certificação
Formandos
Nível ≥6 PNQ. Com precedência de AI4-CF
Entidades formadoras
Instituições de ensino superior com experiência comprovada no ensino e investigação, nas áreas das Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica, Cartográfica e Deteção Remota
Protocolo de colaboração para a docência com entidades SGIFR, outras instituições de ensino superior, ou congéneres internacionais com experiência relevante na utilização, ensino ou investigação em Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica, Cartográfica e Deteção Remota, e sua aplicação no âmbito dos fogos rurais
Docentes/Formadores
Docente regente da entidade formadora com experiência superior a 5 anos na investigação e ensino superior nas áreas das Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica, Cartográfica e Deteção Remota
Co docentes (internos ou externos) com experiência comprovada superior a 3 anos no ensino e/ou na utilização das Ciências e Tecnologias de Informação Geográfica, Cartográfica e Deteção Remota associadas aos incêndios rurais
Materiais/Equipamentos
Acesso à internet e plataformas web de apoio à decisão em Incêndios Rurais
Projetor multimédia (presencial)
PC com permissões para instalação de software Open Source
Entidades de apoio à formação. Entidade externa com recursos técnicos e humanos necessários à formação (entidades SGIFR ou outras)
ICNF, DGT, ANEPC
Carga horária de trabalho estimada (horas)
Teóricas e Teórico-práticas (T e TP)
40
Trabalho de campo supervisionado (TC)
Aulas tutoriais (OT)
Outros trabalhos (O)
10
Trabalho independente (TI)
TOTAL
50
Métodos de avaliação
Execução de exercícios formativos durante as aulas e trabalho prático final
Referenciais de formação/bibliografia
Botella-Martínez, M.A., Fernández-Manso, A., 2017. Estudio de la severidad post-incendio en la Comunidad Valenciana comparando los índices dNBR, RdNBR y RBR a partir de imágenes Landsat 8. Revista de Teledetección. (49):33-47. doi:10.4995/raet.2017.7095.
Chuvieco, E., 2019. Teledetección ambiental: La observación de la Tierra desde el Espacio. Digital Reasons. ISBN 978-8434434981.
FA Sousa, RJN Dos Reis, and JCF Pereira. Simulation of surface fire fronts using firelib and gpus. Environmental Modelling & Software, 38:167–177, 2012.
Finney, M. A. 1998. FARSITE: Fire Area Simulator-model development and evaluation. Res. Pap. RMRS-RP-4, Revised 2004. Ogden, UT: US Department of Agriculture, Forest Service, Rocky Mountain Research Station. 47 p., 4.
Fonseca, A.D., Fernandes, J.C., 2004. Detecção Remota. LIDEL - Edições Técnicas. Lisboa. ISBN 9789727572922.
Fundamentals of Spatial Information Systems, Academic Press, (A.P.I.C. Series, No 37): R. Laurini, D. Thompson, 1993 null.
Fundamentos de Informação Geográfica (Lidel).: J. L. Matos, 2001 null.
Geographic Information Systems and Science, 2nd Edition, Wiley: P. Longley, M. Goodchild, D. Maguire, D. Rhind, 2005 null.
Key, C. H. 2006. Ecological and sampling constraints on defining landscape fire severity. Fire Ecology, 2(2), 34–59. https://doi.org/10.4996/fireecology.0202034
Key, C. H., Benson, N. C. 2006. Landscape assessment (LA): Sampling and analysis methods. USDA Forest Service General Technical Report RMS-GTR-164-CD, 1–55.
Kuleshov, A.A., Myshetskaya, E.E. & Yakush, S.E. Numerical simulation of forest fire propagation based on modified two-dimensional model. Math Models Comput Simul 9, 437–447 (2017). https://doi.org/10.1134/S207004821704007X.
Matos, J., 2008. Fundamentos de Informação Geográfica (5.ª edição atualizada e aumentada). LIDEL - Edições Técnicas. Lisboa. ISBN 9789727575145.
Olaya, V., 2020. Sistemas de Información Geográfica (3ª edição). Creative Commons (CC BY). ISBN 9781716777660.
Parks, S., Dillon, G., Miller, C., 2014. A New Metric for Quantifying Burn Severity: The Relativized Burn Ratio. Remote Sensing, 6(3), 1827–1844. https://doi.org/10.3390/rs6031827
Ponzoni, F.J., Shimabukuro, Y.E., Kuplich, T.M., 2012. Sensoriamento Remoto da Vegetação (2.ª edição atualizada e ampliada). Oficina de Textos. São Paulo, Brasil. ISBN 978-85-7975-053-3.
Roger Viet Hoang. Wildfire Simulation on the GPU. ProQuest, 2008.
Sausen, T.M., Lacruz, M.S., 2015. Sensoriamento Remoto para Desastres. Oficina de Textos. São Paulo, Brasil. ISBN 978-85-7975-175-2.
Toffanin, P., 2019. OpenDroneMap: The Missing Guide. A Practical Guide To Drone Mapping Using Free and Open Source Software. MasseranoLabs LLC, St Petersburg, Florida. ISBN - 978-1086027563.
Certificações SGIFR ao nível do ensino superior
Plano de formação/conteúdos programáticos
Designação abreviada
AI8-PE. Prevenção Estratégica de fogo rural
Designação
Planeamento estratégico de intervenções preventivas estruturais de incêndios rurais, para maximização da sua eficiência, tendo como referência o risco, a incidência, as causas, as atividades, o histórico e o comportamento esperado do fogo, os custos de implementação e manutenção e a eficácia das intervenções no apoio à supressão e na mitigação dos impactos do fogo
Objetivos gerais/competências a desenvolver
Espera-se que, após a frequência desta certificação, os agentes do SGIFR com responsabilidade no planeamento, organização, implementação de programas de gestão de combustíveis e sua utilização, sejam detentores dos conhecimentos e das capacidades de utilização de ferramentas de apoio à decisão, que conduzam à melhor racionalidade financeira, eficácia e eficiência dos resultados que se pretendem obter na supressão e PCIR, à sua divulgação, avaliação da sua adequação e utilização e à identificação e registo de possibilidades de melhoria contínua.
Objetivos de aprendizagem (Conhecimentos, Aptidões e Atitudes)
Conhecer a importância das causas e sua relação com ações preventivas a implementar
Conhecer as várias utilizações do fogo no território, seus impactos e potencial de gestão e mitigação
Conhecer as técnicas de gestão de combustíveis, reações das espécies e formações e avaliar a sua eficiência na alteração do comportamento do fogo e as potenciais utilizações na supressão e PCIR
Conhecer os princípios básicos e prioritários para a efetividade das intervenções de prevenção estrutural, tendo em consideração nomeadamente as estratégias e técnicas de supressão mais utilizadas em Portugal
Conhecer e estimar taxas de crescimento e de recuperação da vegetação e sua relevância nas intervenções preventivas
Conhecer e considerar devidamente os custos de implementação e de manutenção das diferentes técnicas de intervenção de gestão de combustíveis
Analisar histórico de incêndios e identificar as intervenções de prevenção mais adequadas para a sua mitigação com base no mesmo.
Definir áreas estratégicas de intervenção, com base na identificação de pontos críticos de expansão de incêndios, de zonas de oportunidade de combate e de áreas criticas de proteção e nas possibilidades de alteração do comportamento do fogo
Dimensionar e calendarizar intervenções com base nas caraterísticas das formações vegetais, orografia e efetividade de impacto no comportamento do fogo.
Identificação das técnicas de gestão de combustíveis a utilizar, intervalos de manutenção e custos associados
Planear, organizar e implementar rede primária, rede secundária e mosaicos de gestão de combustíveis, maximizando a sua eficácia no apoio à supressão e à PCIR
Avaliar o impacto das intervenções no comportamento do fogo, na diminuição da sua expansão e na melhoria de oportunidades de supressão passiva e ativa
Critérios de desempenho
Relaciona as causas de incêndio com as prioridades e tipologias de intervenção para a prevenção
Domina os princípios básicos para a efetividade das ações de prevenção estrutural, nomeadamente na sua interligação para apoio à supressão e melhoria da proteção
Conhece a influência das diferentes variáveis no comportamento do fogo e a forma como as intervenções preventivas devem ser planeadas para alterarem efetivamente o comportamento do fogo, e as suas limitações
Domina as diferentes técnicas de gestão de combustíveis, custos diretos e indiretos associados, seus impactos nas diferentes espécies e complexos de combustíveis e no comportamento do fogo, e efeitos na criação de oportunidades de supressão e na PCIR.
Localiza e calendariza intervenções e técnicas de gestão de combustíveis em locais estratégicos, com o dimensionamento adequado à efetiva alteração de comportamento do fogo, de forma a potenciar ao máximo a relação custos/benefícios.
Analisa histórico de incêndios e avalia o impacto que as intervenções preventivas poderiam ter na alteração do mesmo
Tem capacidade para localizar e dimensionar rede primária, mosaicos de gestão de combustíveis e outras intervenções nos melhores locais para apoio à supressão e selecionar as técnicas de intervenção mais eficientes
Avalia a eficácia e eficiência das ações de prevenção estrutural implementadas, a interação com a supressão, identifica necessidades de correção e de melhoria ao nível das intervenções e da sua utilização para os objetivos previstos de apoio à supressão e PCIR
Condições de exercício (contexto em que decorre a ação)
Em gabinete no âmbito de análises das informações de apoio à decisão, no planeamento, desenvolvimento e aferição de propostas de intervenção
Em gabinete, face às condições de propagação de ocorrências para identificação e comunicação das oportunidades de combate associadas às intervenções executadas de prevenção estrutural
Em teatros de operações para apoio à organização do dispositivo para máximo aproveitamento de oportunidades de combate criadas pela prevenção estrutural
No pós-evento, para análise de utilização, eficácia e integração, e no desenvolvimento de propostas de melhoria ao nível das intervenções, da integração e interação
Conteúdos programáticos/Programa de Formação
Potencialidades da prevenção face às causas de incêndio e em particular face ao uso do fogo
Objetivos das intervenções de prevenção estrutural, estratégias associadas e necessidades de integração com supressão e PCIR
Diferentes táticas e técnicas de prevenção estrutural, eficácia na alteração do comportamento do fogo, potencialidades, limitações, custos e complementaridades
Princípios básico e componentes do planeamento estratégico de prevenção estrutural. Histórico de incêndios, orografia, uso e ocupação do solo, meteorologia, utilização para a supressão, custos diretos e indiretos e sua relação com produtividade e rentabilidade dos espaços
Dimensionamento e calendarização das intervenções de prevenção estrutural face aos objetivos e às necessidades de alteração de comportamento do fogo para criação de oportunidades de supressão e melhoria da proteção
Avaliação da utilização das intervenções de prevenção estrutural nas operações de supressão e proteção, da sua eficácia e eficiência e identificação de necessidades e oportunidades de melhoria.
Metodologias pedagógicas e forma de organização da formação
A formação deverá ser organizada preferencialmente através de métodos de ensino híbridos (b-learning), combinando formação presencial com formação à distância, com funcionalidades de momentos síncronos (videoconferência) e assíncronos (Fóruns, Wiki, etc.). A formação presencial será obrigatória para as sessões que impliquem a realização de trabalho colaborativo e para resolução de problemas e situações de elevada complexidade. Os momentos a distância deverão realizar-se com suporte em Plataforma Colaborativa de Aprendizagem (Learning Management System - LMS). Utilização de metodologia STEM, através da oferta de conteúdos essenciais para a formação ou aperfeiçoamento de profissionais qualificados em inovações tecnológicas aplicáveis à área de conhecimento.
Metodologia de ensino-aprendizagem com abordagem de problemas, casos práticos e/ou situações críticas, por forma a garantir o envolvimento dos formandos e a proximidade com a situações reais. Criação de ligações entre assuntos distintos e avaliação de cenários complexos, competências essenciais para o sistema de gestão integrada de fogos rurais. Deverá ser promovida a aprendizagem colaborativa, permitindo desenvolver complementarmente competências de trabalho em equipa e capacidades de autoavaliação, heteroavaliação e avaliação interpares.
Prever componente de estudo autónomo que deverá culminar na realização de um trabalho prático final, individual, cujo tema ficará ao arbítrio do formando, de entre as temáticas abordadas no curso.
Carga horária de trabalho estimada (horas)
Teóricas e Teórico-práticas (T e TP)
Trabalho de campo supervisionado (TC)
Aulas tutoriais (OT)
Outros trabalhos (O)
Trabalho independente (TI)
TOTAL
0
Métodos de avaliação
Execução de exercícios formativos durante as aulas e trabalho prático final
Pré-requisitos específicos para a certificação
Formandos
Nível ≥6 PNQ. Com precedência de AI1-ECR e de AI4-CF
Entidades formadoras
Instituições de ensino superior com experiência comprovada no ensino e investigação na prevenção estrutural de incêndios rurais
Protocolo de colaboração para a docência com entidades SGIFR, outras instituições de ensino superior, ou congéneres internacionais com experiência relevante na análise, ensino ou investigação na prevenção estrutural de incêndios rurais
Docentes/Formadores
Docente regente da entidade formadora com experiência superior a 5 anos na investigação e ensino superior na prevenção estrutural de incêndios rurais
Co docentes (internos ou externos) com experiência superior a 3 anos na investigação, ensino, ou operacional na prevenção estrutural de incêndios rurais
Materiais/Equipamentos
Acesso à internet e plataformas web de apoio à decisão em Incêndios Rurais
Projetor multimédia (presencial)
PC (formandos)
Entidades de apoio à formação. Entidade externa com recursos técnicos e humanos necessários à formação (entidades SGIFR ou outras)
ICNF
Referenciais de formação/bibliografia
AFN / GAUF. Vários trabalhos desenvolvidos de análise de risco e proposta de gestão estratégica de combustíveis para perímetros florestais.
Cruz, M.G.. 2004. Guia fotográfico para a identificação de combustíveis florestais – Região Centro de Portugal, Modelos de combustível, ADAI, Coimbra.
GiFF SA. Vários trabalhos desenvolvidos no âmbito de análise de risco e propostas de gestão estratégica de combustíveis
Macedo, W.; Sardinha, A.. 1993. Fogos florestais. Publicações Ciência e vida, Lisboa.
Mark Beighley & A. C. Hyde (fevereiro 2018). Gestão dos Incêndios Florestais em Portugal numa Nova Era Avaliação dos Riscos de Incêndio, Recursos e Reformas.
Propostas de implementação da medida compensatória 4 (MC4) – programa de proteção e valorização de habitats prioritários. ação MC4.3 – redução do risco de incêndio. GiFF, Edição 01, janeiro 2013.
Salgueiro, A., Serra, A., Fernandes, L., Ribeiro, M. & Serôdio, R. (2020). Aferição de Impactos e Otimização da Implementação do Plano de Redução do Risco de Incêndio do Baixo Sabor (Medida Compensatória Mc4.3 – Redução Do Risco De Incêndio): Aproveitamento Hidroelétrico Do Baixo Sabor. Porto: EDP Gestão da Produção de Energia, S.A.
Silva, Joaquim Sande (Ed.). (2007). Proteger a Floresta - Incêndios, pragas e doenças (Vol. 8). Lisboa: Público/Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento/Liga para a Proteção da Natureza.
Certificações SGIFR ao nível do ensino superior
Plano de formação/conteúdos programáticos
Designação abreviada
AI9 - PCIR. Proteção Contra Incêndios Rurais
Designação
Planeamento e organização da identificação de situações de risco. da implementação de boas práticas para defesa do edificado, de infraestruturas e de pessoas contra incêndios rurais, da gestão da emergência e da criação de condições para retorno à normalidade
Objetivos gerais/competências a desenvolver
Espera-se que, após a frequência desta certificação, os agentes do SGIFR com responsabilidade no planeamento, organização, implementação e fiscalização da PCIR, tenham os conhecimentos e capacidades que permitam identificar situações criticas de risco, que conduzam à identificação, planeamento, adoção, implementação e ativação das medidas e dos procedimentos mais adequados, antes, durante e após os eventos, ao nível da prevenção, comunicação, autoproteção, proteção e socorro das pessoas e do património construído, nomeadamente através do programa aldeias seguras e dos planos especiais de emergência para incêndios rurais, e das estruturas operacionais, garantindo a segurança necessária para o retorno à normalidade das populações, em particular em situações extremas de comportamento do fogo, à sua divulgação, avaliação da sua adequação e utilização, e à identificação, registo e comunicação de possibilidades de melhoria contínua.
Objetivos de aprendizagem (Conhecimentos, Aptidões e Atitudes)
Domínio da regulamentação, dos normativos e dos programas relativos aos incêndios rurais, especificamente na emissão de avisos e alertas, das ações preventivas e de atuação para a PCIR
Identificar parâmetros e condições para determinação de perigo e de risco de incêndio para pessoas e património construído
Conhecer e dominar processos de emissão de avisos e alertas e de mobilização de meios de comunicação de risco e de situações críticas às populações e operacionais
Planear e organizar ativação de sistemas expeditos de comunicação do perigo, do risco, de alerta e de emergência para dispositivo operacional, entidades, OCS e público.
Identificar situações críticas de risco de incêndio, nomeadamente de situações complexas que ultrapassem a capacidade de extinção e impliquem priorização ao socorro
Conhecer os materiais e tipologias de construção e a sua vulnerabilidade ao fogo
Conhecer os principais fatores de vulnerabilidade ao fogo exterior do património construído
Conhecer os mecanismos de propagação do fogo com origem em incêndios rurais ao património construído
Identificar e propor medidas para diminuição do riso de propagação de incêndio nas interfaces urbano florestais e ao edificado
Identificar e propor ações para melhoria da autoproteção contra incêndios rurais
Identificar e implementar procedimentos de vigilância ativa e intervenção para minimizar ocorrência de incêndios no património construído após a passagem da frente de incêndio rural
Identificar e tipificar situações críticas de propagação do fogo no património construído e organizar a sua mitigação
Conhecer os impactos do fumo na saúde pública e na organização das operações de proteção e socorro.
Organização de dispositivo para a proteção e socorro de pessoas e do património construído no âmbito dos incêndios rurais
Conhecer os fatores de avaliação e de verificação para limitação de circulação, identificação de alternativas e reabertura de vias de acesso
Identificar e tipificar necessidades de evacuação de populações para locais seguros
Desenvolver, organizar e implementar planos de prevenção e de emergência para proteção das pessoas das interfaces e do edificado
Elaboração de normativos e planos especiais de emergência para PCIR e identificar as situações para a sua ativação e implementação
Critérios de desempenho
Prepara normas de procedimentos para emissão de avisos e de alertas e de adequação de procedimentos adaptadas às previsões de comportamento do fogo, ao perigo e ao risco
Planeia, organiza e operacionaliza emissão de comunicações, avisos, alertas e condicionamento de comportamentos de risco, face ao comportamento esperado do fogo, perigo, risco, potencial de ignições, capacidades de supressão e potenciais necessidades de proteção e socorro
Identifica e tipifica situações críticas de risco estrutural nas interfaces e no edificado e ações preventivas a implementar para a sua mitigação
Elabora e organiza implementação e ativação de planos especiais de emergência para PCIR
Define condições e organização das comunidades para autoproteção, nomeadamente através do programa aldeias seguras
Organiza dispositivo operacional para proteção e socorro, face ao comportamento do fogo, e às prioridades e capacidades de intervenção
Identifica por antecipação, situações extremas de comportamento do fogo, potencial de afetação de pessoas e de património construído, estratégias, organização e prioridades de intervenção
Identifica situações críticas de risco para as populações, estima o tempo útil das intervenções, identifica, aciona e coordena os recursos e procedimentos necessários para reação adequada ao nível de risco e tempo útil
Tipifica e Identifica, por antecipação, necessidades potenciais de ativação de planos especiais de emergência, de recursos e de procedimentos de deteção, primeira intervenção, ataque ampliado, proteção e socorro
Identifica situações críticas e prioridades de intervenção para proteção, socorro, evacuação e condicionamentos à circulação
Desenvolve e implementa procedimentos de verificação de condições que permitam o retorno das populações à normalidade
Identifica, regista e comunica necessidades e oportunidades de melhoria
Condições de exercício (contexto em que decorre a ação)
Em gabinete, na tipificação de situações e preparação de propostas de atuação, e no desenvolvimento de planos especiais de emergência de PCIR
Em gabinete, face às condições de propagação, às ignições e às ocorrências, para antecipação de perigo, identificação de situações de risco e de prioridades e estratégias de comunicação, organização e intervenção
Em teatros de operações para planeamento, gestão e coordenação de intervenções.
Conteúdos programáticos/Programa de Formação
Regulamentação, orientações, normativos e planificação existentes relativas à PCIR, sua organização e aplicação
Padrões de construção em Portugal e sua relação com risco de propagação de fogo por incêndios rurais. Potencial de ignição, vulnerabilidade e boas práticas construtivas e de organização do espaço envolvente
Identificação e avaliação de perigosidade e do risco de propagação de incêndio rural na interface e ao património construído. Condições estruturais e de comportamento do fogo
Exposição de estruturas e componentes infraestruturais aos incêndios rurais em função das características da região e da área de implantação;
Caraterísticas das interfaces urbano florestais para diminuição do risco de vida e da propagação de incêndios rurais ao património construído
Segurança pessoal e coletiva em incêndios rurais. Medidas de autoproteção, equipamentos e infraestruturas de proteção
Casos de estudo de propagação de incêndios rurais ao património construído e infraestruturas, de incêndios complexos, e identificação de medidas de mitigação
Compreensão e identificação de condições meteorológicas de comportamento do fogo com potencial de afetação de pessoas e de bens e sua relação com emissão de avisos, alertas e de comunicações de emergência.
Relação entre comportamento do fogo, estratégias, oportunidades, prioridades e tipologia de intervenções.
Necessidades de planeamento e organização para mitigação de impactos sobre pessoas e edificado
Identificação de situações críticas para infraestruturas e edificado que possam por em risco a permanência e circulação de pessoas. Identificação, organização e implementação de intervenções de mitigação.
Elaboração, ativação e implementação de planos especiais de emergência para incêndios rurais
Planeamento e organização de verificação de condições de retorno à normalidade de circulação e permanência de pessoas.
Exercício prático de análise da perigosidade de afetação de estruturas de danos estruturais usando casos reais. Para além do diagnóstico, os exercícios deverão prever a conceção e análise de eficiência de medidas de autoproteção.
Metodologias pedagógicas e forma de organização da formação
A formação deverá ser organizada preferencialmente através de métodos de ensino híbridos (b-learning), combinando formação presencial com formação à distância, com funcionalidades de momentos síncronos (videoconferência) e assíncronos (Fóruns, Wiki, etc.). A formação presencial será obrigatória para as sessões que impliquem a realização de trabalho colaborativo e para resolução de problemas e situações de elevada complexidade. Os momentos a distância deverão realizar-se com suporte em Plataforma Colaborativa de Aprendizagem (Learning Management System - LMS). Utilização de metodologia STEM, através da oferta de conteúdos essenciais para a formação ou aperfeiçoamento de profissionais qualificados em inovações tecnológicas aplicáveis à área de conhecimento.
Metodologia de ensino-aprendizagem com abordagem de problemas, casos práticos e/ou situações críticas, por forma a garantir o envolvimento dos formandos e a proximidade com a situações reais. Criação de ligações entre assuntos distintos e avaliação de cenários complexos, competências essenciais para o sistema de gestão integrada de fogos rurais. Deverá ser promovida a aprendizagem colaborativa, permitindo desenvolver complementarmente competências de trabalho em equipa e capacidades de autoavaliação, heteroavaliação e avaliação interpares.
Prever componente de estudo autónomo que deverá culminar na realização de um trabalho prático final, individual, cujo tema ficará ao arbítrio do formando, de entre as temáticas abordadas no curso.
Carga horária prevista (horas)
Teóricas e Teórico-práticas (T e TP)
Trabalho de Campo Supervisionado
Estudo
Exercícios (aula)
Trabalho final
TOTAL
0
Métodos de avaliação
Execução de exercícios formativos durante as aulas e trabalho prático final
Pré-requisitos específicos para a certificação
Formandos
Nível ≥6 PNQ. Com precedência ou em simultâneo com AI4-CF
Entidades formadoras
Instituições de ensino superior com experiência comprovada no ensino e investigação na área da proteção e socorro contra incêndios rurais
Protocolo de colaboração para a docência com entidades SGIFR, outras instituições de ensino superior, ou congéneres internacionais com experiência relevante na análise, ensino ou investigação na proteção e socorro contra incêndios rurais
Docentes/Formadores
Docente regente da entidade formadora com experiência superior a 5 anos na investigação e ensino superior na proteção e socorro contra incêndios rurais
Co docentes (internos ou externos) com experiência superior a 3 anos na investigação, ensino, ou operacional na proteção e socorro contra incêndios rurais
Materiais/Equipamentos
Acesso à internet e plataformas web de apoio à decisão em IR
Projetor multimédia (presencial)
PC (formandos)
Entidades de apoio à formação. Entidade externa com recursos técnicos e humanos necessários à formação (entidades SGIFR ou outras)
ANEPC, GNR
Referenciais de formação/bibliografia
Análise dos Incêndios Florestais ocorridos a 15 de outubro de 2017. Centro de Estudos sobre Incêndios Florestais da Universidade de Coimbra. ADAI/LAETA.
Braun, C.C. 1995. Addressing the common behavioural element in accidents and incidents. In: Putnam, T. (ed.).
Comissão Técnica Independente. (2017). Análise e apuramento dos factos relativos aos incêndios que ocorreram em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã, entre 17 e 24 de junho de 2017. Lisboa: Assembleia da República.
Comissão Técnica Independente. (2018). Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental. Lisboa: Assembleia da República.
Manual de apoio. Incêndios e turismo em territórios rurais. Autoproteção e segurança. AGIF I.P. e Turismo de Portugal.
Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais. AGIF I.P. 2019.
Certificações SGIFR ao nível do ensino superior
Plano de formação/conteúdos programáticos
Designação abreviada
AI10 -MF. Meteorologia e Fogos rurais
Designação
Compreensão, identificação e utilização de previsões meteorológicas, de índices de instabilidade atmosférica e de Índices e subíndices de comportamento meteorológico do fogo, em particular do FWI adaptado para Portugal e respetivos subíndices, e sua implicação nas estratégias de pré-supressão e supressão. Interações entre física da atmosfera, meteorologia sinóptica e de superfície, e comportamento do fogo. Identificação por antecipação da possibilidade de ocorrência de situações meteorológicas extremas na sua interação com o fogo
Objetivos gerais/competências a desenvolver
Espera-se que, após a frequência desta certificação, que os agentes do SGIFR com responsabilidade na avaliação de situações de risco meteorológico, na emissão de avisos e alertas, na organização e afetação de recursos para vigilância, deteção, pré-posicionamento, supressão e socorro e na coordenação de situações operacionais, sejam capazes de utilização e interpretação por antecipação dos fatores meteorológicos determinantes para a elevação de situações de perigo e de risco, dotando-os nomeadamente das capacidades de utilização de ferramentas de apoio à decisão, que conduzam à adoção e implementação de estratégias, procedimentos e medidas mais adequadas para a supressão e socorro, em particular em situações previstas ou verificadas de comportamento extremo do fogo, à sua divulgação, avaliação da sua adequação e utilização, e à identificação, registo e implementação de iniciativas para melhoria contínua.
Objetivos de aprendizagem (Conhecimentos, Aptidões e Atitudes)
Entender os efeitos dos processos atmosféricos nos incêndios rurais.
Identificar a relevância do clima e dos fatores meteorológicos na incidência e comportamento do fogo
Compreender as relações de interdependência entre o estado do tempo, a vegetação e os combustíveis e o seu impacto no comportamento do fogo
Relacionar as previsões meteorológicas com as condições de comportamento do fogo e capacidades de supressão
Relacionar, antes, durante ou após evento, as condições meteorológicas e o comportamento expectável do fogo com a sua severidade
Relacionar as condições meteorológicas e de índices de comportamento do fogo com a probabilidade de ocorrências de incêndio por causas acidentais e estruturais
Avaliar a estabilidade atmosférica, diretamente ou através de índices, e identificar efeitos no comportamento do fogo
Identificar e dominar a utilização de ferramentas preditivas meteorológicas e antecipar potenciais situações de ocorrência de grandes incêndios
Identificar, por antecipação as condições meteorológicas que determinam a ocorrência de fenómenos extremos de comportamento do fogo, que ultrapassem a capacidade de extinção e que possam degenerar em incêndios complexos com afetação de pessoas e bens construídos
Identificar, por antecipação situações meteorológicas extremas que determinem a adoção de medidas adequadas de comunicação e de emergência, para adoção de estratégias de pré-supressão e supressão, e salvaguarda da vida e do património construído.
Critérios de desempenho
Compreende a interação entre clima, meteorologia e fogo
Conhece e explora as informações das previsões meteorológicas e a importância dos vários componentes no comportamento do fogo
Conhece os índices e subíndices de previsão do comportamento meteorológico do fogo, em particular o FWI, compreende os fatores que os condicionam e os efeitos esperados.
Identifica por antecipação situações de instabilidade atmosférica e a sua influência no comportamento do fogo
Identifica, por antecipação, face às previsões, o comportamento potencial do fogo
Identifica, por antecipação, face às previsões, potencial de ignição por várias causas acidentais e estruturais e desenvolve propostas de mitigação
Identifica, por antecipação, situações meteorológicas conducentes a comportamentos extremos do fogo
Conhece, compreende e identifica situações de interação entre fogo e meteorologia, em particular daquelas conducentes à iteração das condições meteorológicas por influência do fogo
Condições de exercício (contexto em que decorre a ação)
Em gabinete na recolha, tratamento e análise de informações para antecipação de comportamento potencial de fogo e identificação de situações extremas
Em gabinete, face às condições de propagação para antecipação de medidas de mitigação de comportamentos de risco, estratégias e necessidades particulares de pré-supressão ou de supressão, face aos riscos e ao potencial de supressão
Na análise de ignições ativas para determinação das condições de propagação do fogo e dos fatores determinantes
Em teatros de operações para determinação de comportamento esperado do fogo e apoio na definição de estratégias e táticas de supressão
Conteúdos programáticos/Programa de Formação
Temperatura, Humidade Relativa e Ambiente de incêndio.
Estabilidade e Circulação Geral da Atmosfera. Padrões de pressão e de vento
Regime de ventos, ventos especiais e considerações do estado do tempo. Fenómenos de subsidência
Sistemas Meteorológicos de Superfície
O tefigrama como ferramenta de previsão e de análise do comportamento do fogo
Nuvens e o estado do tempo. Sistemas convectivos e trovoadas
Padrões piro meteorológicos significativos
Índices e subíndices meteorológicos de comportamento do fogo e a importância na ocorrência e propagação do fogo
Interação entre fogo e meteorologia e situações potenciais de criação de fenómenos meteorológicos pelo fogo
Análise de histórico de incêndios rurais, sobretudo de grandes incêndios para identificação e compreensão da influência dos fatores meteorológicos determinantes
Casos de estudo de grandes incêndios e de incêndios complexos, fatores determinantes meteorológicos associados. Possibilidades de antecipação da situação, tempo útil de decisão e estratégias potenciais de mitigação
Impactos das mudanças climáticas nos incêndios rurais. Adaptação e mitigação
Metodologias pedagógicas e forma de organização da formação
A formação deverá ser organizada preferencialmente através de métodos de ensino híbridos (b-learning), combinando formação presencial com formação à distância, com funcionalidades de momentos síncronos (videoconferência) e assíncronos (Fóruns, Wiki, etc.). A formação presencial será obrigatória para as sessões que impliquem a realização de trabalho colaborativo e para resolução de problemas e situações de elevada complexidade. Os momentos a distância deverão realizar-se com suporte em Plataforma Colaborativa de Aprendizagem (Learning Management System - LMS). Utilização de metodologia STEM, através da oferta de conteúdos essenciais para a formação ou aperfeiçoamento de profissionais qualificados em inovações tecnológicas aplicáveis à área de conhecimento.
Metodologia de ensino-aprendizagem com abordagem de problemas, casos práticos e/ou situações críticas, por forma a garantir o envolvimento dos formandos e a proximidade com a situações reais. Criação de ligações entre assuntos distintos e avaliação de cenários complexos, competências essenciais para o sistema de gestão integrada de fogos rurais. Deverá ser promovida a aprendizagem colaborativa, permitindo desenvolver complementarmente competências de trabalho em equipa e capacidades de autoavaliação, heteroavaliação e avaliação interpares.
Prever componente de estudo autónomo que deverá culminar na realização de um trabalho prático final, individual, cujo tema ficará ao arbítrio do formando, de entre as temáticas abordadas no curso.
Carga horária de trabalho estimada (horas)
Teóricas e Teórico-práticas (T e TP)
Trabalho de campo supervisionado (TC)
Aulas tutoriais (OT)
Outros trabalhos (O)
Trabalho independente (TI)
TOTAL
0
Métodos de avaliação
Execução de exercícios formativos durante as aulas e trabalho prático final
Pré-requisitos específicos para a certificação
Formandos
Nível ≥6 PNQ. Com precedência, ou em simultâneo com AI4-CF
Entidades formadoras
Instituições de ensino superior com experiência comprovada no ensino e investigação na área da meteorologia e comportamento do fogo rural.
Protocolo de colaboração para a docência com entidades SGIFR, outras instituições de ensino superior, ou congéneres internacionais com experiência relevante na análise, ensino ou investigação em comportamento do fogo.
Docentes/Formadores
Docente regente da entidade formadora com experiência superior a 5 anos na investigação e ensino superior na área da meteorologia e comportamento do fogo.
Co docentes (internos ou externos) com experiência superior a 3 anos na investigação, ensino, ou operacional em meteorologia e comportamento do fogo.
Materiais/Equipamentos
Acesso à internet e plataformas web de apoio à decisão em IR
Projetor multimédia (presencial)
PC (formandos)
Entidades de apoio à formação. Entidade externa com recursos técnicos e humanos necessários à formação (entidades SGIFR ou outras)
IPMA
Referenciais de formação/bibliografia
Alexander, M.E. (2000). Fire behaviour as a factor in forest and rural fire suppression. Forest Research, Rotorua, in association with the New Zealand Fire Service Commission and National Rural Fire Authority, Wellington. Forest Research Bulletin No. 197, Forest and Rural Fire Scientific and Technical Series, Report No. 5. 28 pp.
Butler, B.W., Cohen, J.D. (1998). Firefighter safety zones: a theoretical model based on radiative heating. International Journal WilDecreto-Leiand Fire 8, 73-77.
Chuvieco E (Ed), 2009. Earth Observation of WilDecreto-Leiand Fires in Mediterranean Ecosystems. Springer, 257 p.
Comissão Técnica Independente. (2017). Análise e apuramento dos factos relativos aos incêndios que ocorreram em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Ansião, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Arganil, Góis, Penela, Pampilhosa da Serra, Oleiros e Sertã, entre 17 e 24 de junho de 2017. Lisboa: Assembleia da República.
Comissão Técnica Independente. (2018). Avaliação dos incêndios ocorridos entre 14 e 16 de outubro de 2017 em Portugal Continental. Lisboa: Assembleia da República.
David N. Spires, 2015. Fire Weather (Agriculture Handbook 360) Part 2 - Guide for Application of Meteorological Information to Forest Fire Control Operations, Winds, Moisture, Temperature, Fronts, Thunderstorms, Climate. Progressive Management, Smashwords Edition ISBN: 9781310514876.
Durão, R.M. & J. Corte-Real. (2006) Alterações climáticas: futuro dos acontecimentos extremos e do risco de incêndio. In J.S. Pereira, Pereira, J.M.C., Rego, F.C., Silva, J.M.N., Silva, T.P. (Ed.). Incêndios Florestais em Portugal: Caracterização, Impactes e Prevenção (pp. 231-255). Lisboa:ISAPress.
Jenkins, M. A., Sun, R., Krueger, S., Charney, J., Zaluaf, M. (2007, October). Effect of Vertical Wind Shear on Grassfire Evolution. Proceedings of 7th Symposium on Fire and Forest Meteorology. Bar Harbor, Maine, USA.
Pereira, J.M.C., J.M.B. Carreiras, J.M.N. Silva, & M.J. Vasconcelos. (2006). Alguns conceitos básicos sobre os fogos rurais em Portugal. In J.S. Pereira, Pereira, J.M.C., Rego, F.C., Silva, J.M.N., Silva, T.P. (Ed.). Incêndios Florestais em Portugal: Caracterização, Impactes e Prevenção (pp. 133-161). Lisboa: ISAPress.
Viegas, D.X. (2006b). Modelação do comportamento do fogo. In J.S. Pereira, Pereira, J.M.C., Rego, F.C., Silva, J.M.N., Silva, T.P. (Ed.). Incêndios Florestais em Portugal: Caracterização, Impactes e Prevenção (pp. 288-323). Lisboa:ISAPress.
Viegas, D.X. (2006c). Parametic Study of Eruptive Fire Behaviour Model. International Journal of WilDecreto-Leiand Fire, 15(2), 169-177.

SIGLAS E ACRÓNIMOS gerais

A3ES Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior
AEF Área de Educação e Formação
AGIF Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, I. P.
ANEPC Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil
ANQEP Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional
CB Corpo de Bombeiros
CCDR Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional
CCOD Centro de Coordenação Operacional Distrital
CDON Centro de Coordenação Operacional Nacional
CIM Comunidades Intermunicipais
CM Câmara Municipal
CMGIFR Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais
CNGIFR Comissão Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais
CNQ Catálogo Nacional de Qualificações
CODIS Comandante Operacional Distrital
COS Comandante das Operações de Socorro
CRGIFR Comissão Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais
CSGIFR Comissão Sub-Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais
CTI Comissão Técnica Independente
DGADR Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural
DGAV Direção Geral de Alimentação e Veterinária
DGERT Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho
DGES Direção Geral do Ensino Superior
DRA Direção Regional de Agricultura e Pescas
EAC Entidades da Administração Central
EAL Entidades da Administração Local
ENB Escola Nacional dos Bombeiros
FA Força Aérea
FFAA Forças Armadas
GNR Guarda Nacional Republicana
ICNF Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, I. P.
IEFP Instituto de Emprego e Formação Profissional
INEM Instituto Nacional de Emergência Médica, I. P.
IPMA Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I. P.
ISS Instituto da Segurança Social, I. P.
MF Ministério das Finanças
OPF Organizações de Produtores Florestais
PCO Posto de Comando Operacional
PEA Plano Estratégico de Ação
PJ Polícia Judiciária
PNGIFR Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais
PNQ_SGIFR Plano Nacional de Qualificação dos Ativos do Sistema Integrado de Gestão de Fogos Rurais
POSIT Ponto de situação
PRV Entidades Privadas (inclui AFOCELCA, entre outras)
PSP Polícia de Segurança Pública
PT Pontos de Trânsito
QNQ Quadro Nacional de Qualificações
SGO Sistema de Gestão de Operações
SGIFR Sistema de Gestão Integrado de Fogos Rurais
SNQ Sistema Nacional de Qualificações
TO Teatro de Operações
ZA Zona de Apoio
ZCR Zona de Concentração e Reserva
ZS Zona de Sinistro

SIGLAS E ACRÓNIMOS tabelas de funções, atividades chave e qualificações

AD Apoio à Decisão
AdCL Adjunto Célula Logística
AdCO Adjunto Célula de Operações
AdCP Adjunto Célula Planeamento
AdOL Adjuntos Oficial Ligação, de outras entidades
adRP Adjunto Relações Públicas
AdS Adjunto de Segurança
Ant Antecipação
ap Avaliação prejuízos
apa Alteração da paisagem
aps Apoio psicológico e social
as Programa aldeias seguras
ATA Ataque ampliado
ATI Ataque inicial
ccm Coordenação municipal
C Condutor
Cd Coordenação
cf Comandante de frente
Ch Chefiar equipas, brigadas ou pelotões
ChB Chefiar Brigadas
ChE Chefiar Equipas
ChP Chefiar Pelotões ou Companhias
ci Coordenação de intervenções
cm Chefiar manobras
COS Comandante de Operações de Socorro
cq Contenção química
cro Comunicação de perigo e de risco aos operacionais
crp Comunicação de perigo e de risco às populações
cs Comandante de setor
CTO Comando Tático Operacional
ea Estabilização ambiental
eh Equipa helitransportada
em Emergência médica
Esp Especialistas
Est Nível Estratégico
fc Fogo controlado
fg Fogos de gestão
fm Ferramentas manuais
fmm Ferramentas motomanuais
fp Fiscalização da prevenção
ft Fitofármacos
gc Gestão de combustíveis
gci Gestão de combustíveis e de ignições
gcp Gestão de combustíveis e apoio pastorícia
gec Gestão estratégica de combustíveis
gec Gestão estratégica de combustíveis
GFR Gestão do Fogo Rural
gi ogos de gestão (gestão de ignições)
igfr Infraestruturação para gestão de fogo rural
ipcir Infraestruturação para proteção contra incêndios
ma Monitorização e Avaliação
mae Meios aéreos
maq Máquinas (máquinas de rasto e tratores)
maqr Máquinas de rasto
mea Manobras de supressão com água
mec Manobras de extinção por carência
mm Moto-manual
mr Meios e recursos
ms Manobras de supressão
mtr Meios terrestres
OL Oficial Logística
Olx Oficial Ligação
OO Oficial Operações
OP Oficial Planeamento
Op Nível Operacional
op Operacional/manobra
OPAR Adjunto Operações Aéreas
PCIR Proteção Contra Incêndios Rurais
PCO Posto Comando Operacional
PE Pós-Evento
PE1 Investigação de causas
PE2 Recuperação
PE3 Melhoria contínua
PL Planeamento
PL1 Diretrizes Estratégias Planeamento Integrado
PL2 Normas técnicas e Diretrizes Operacionais
PNA Programa nacional de Ação
po Planeamento e Organização
POSIT Ponto de Situação
ppc Proteção património construído
PR Preparação
PR1 Educação e capacitação das Comunidades
PR2.1 Comunicação do risco às populações (avisos)
PR2.2 Comunicação de risco ao dispositivo operacional (alertas)
PS Pré-Supressão
PS1 Análise de Risco
PS2 Vigilância
PS3 Pré-Posicionamento
PV Prevenção
PV1 Gestão de território rural.
PV2 Proteção do território edificado
PV3 Verificação das condições de segurança
PV4 Fiscalização
qq Queimas e queimadas
rdi Redes de defesa para infraestruturação território
re Rescaldo
rgi Redução e gestão de ignições
ri Redução de ignições
rpv Rede postos de vigia e teledeteção
rs Rede secundária
SC Supressão e Socorro
SC1 Ataque Inicial
SC2 Ataque Ampliado
SC3 Rescaldo e Extinção
SC4 Restabelecimento de segurança
SC5 Execução de planos de emergência de proteção civil
si Sistemas informação
SIOPS Sistema integrado de operações de proteção e socorro
SGIFR Sistema de gestão integrada de fogos rurais
SGO Sistema de gestão de operações
Sup Formação de nível ≥ 6 do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ)
Ta Nível Tático
tr Tratores
vdd Vigilância, deteção e dissuasão
vp Vigilância e deteção passiva (sem meios de supressão)
va Vigilância e deteção ativa com meios de supressão

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