Decreto Regulamentar Regional n.º 13/2026/A — Plano de Gestão das Áreas Terrestres do Parque Natural da Terceira
Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.
Plano de Gestão das Áreas Terrestres do Parque Natural da Terceira.
| Condicionantes | Condicionantes |
|---|---|
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Cabeceiras de Linhas de Água |
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Falésias |
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Nascentes |
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Reserva Florestal Natural |
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Reserva Geotérmica |
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Zonas Húmidas |
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Zona de Proteção Especial |
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Zonas de Risco de Erosão |
| Plano Diretor Municipal da Praia da Vitoria | Área pertencente à Lista Nacional de Sítios/Açores |
| Plano Diretor Municipal da Praia da Vitoria | Espaços Agrícolas |
| Plano Diretor Municipal da Praia da Vitoria | Espaços Florestais |
| Conservação da Natureza | Sítio Ramsar 1805 - Planalto Central da Terceira (Furnas do Enxofre e Algar do Carvão) |
| Conservação da Natureza | ZEC PTTER0017 Serra de Santa Bárbara e Pico Alto |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Áreas de Especial Interesse Ambiental |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Área de Zona de Proteção de Arriba |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Faróis |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Linha Costeira |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Reserva Ecológica |
| Unidades Operativas de Gestão | Unidades Operativas de Gestão |
| --- | --- |
| TER11.01 - terrenos públicos (gestão da DRA) | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica (391,59 ha) |
| TER11.02 A, B, C e D - Costa Noroeste, envolvente da Serra de Santa Bárbara e Mistérios Negros, Planarto Central e Malha Grande; Canada dos Pomares, Caminho Florestal 31 | Áreas de proteção complementar (A-1270,39 ha, B-34,10 ha, C-31,22 ha e D-42,62 ha) |
| TER11.03 – Costa Noroeste | Área prioritária para a conservação (105,45 ha) |
| TER11.04 A, B, C, D, E e F - Serreta, Raminho, Pico Matias Simão e Planalto Central | Área de uso sustentável de recursos e área de intervenção específica (A-368,81 ha, B-208,88 ha, C-3,91 ha, D-947,22 ha, E-397,68 ha, F-128,29 ha) |
| Elementos de fruição da paisagem | Elementos de fruição da paisagem |
| --- | --- |
| Trilhos | Trilhos |
| PRC03TER Serreta | Manutenção e beneficiação |
| PRC06TER da Rocha do Chambre | Manutenção e beneficiação |
| PRC01TER Mistérios Negros - troço | Manutenção e beneficiação |
| Trilho Algar do Carvão - Furnas do Enxofre | Trilho proposto |
| Miradouros | Miradouros |
| TER.M10 Miradouro da Ponta da Serreta | Manutenção |
| TER.M11 Miradouro do Raminho | Manutenção |
| TER.M12 Miradouro do Pico Carneiro | Manutenção |
| TER.M13 Miradouro do Pico Matias Simão | Manutenção |
| TER.M14 Miradouro do Planalto Central | Manutenção |
5.11.1 - Objetivos de gestão
OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão, promovendo o efeito tampão em torno de áreas mais sensíveis.
OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque para as espécies prioritárias de aves Calonectris borealis e Columba palumbus azorica (anexo i daDiretiva Aves), assim como para as espécies de flora protegida, de que são exemplo: Arceuthobium azoricum, Euphorbia stygiana, Frangula azorica, Rumex azoricus, Sanicula azorica e a espécie prioritária Lactuca watsoniana, (anexos ii e iv da Diretiva Habitats).
OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente os habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras altas ativas (7110), turfeiras de cobertura (7130), turfeiras arborizadas (91DO) laurissilvas macaronésicas (9360) e florestas macaronésicas de Juniperus spp. (9560) (anexo i da Diretiva Habitats).
OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.
OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma, nomeadamente atividades de recreio, lazer e turística.
5.11.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
| Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M1 - Medidas gerais | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | M4 - Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntes e habitats costeiros | M4 - Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntes e habitats costeiros | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial |
| TER11.01 | M1.1. | M2.9. | M2.10. | M3.14. | M3.17. | M4.9. | M6.2. | M6.9. | |||||
| TER11.02 | M1.1. | M6.9. | |||||||||||
| TER11.03 | M1.1. | M6.9. | |||||||||||
| TER11.04 | M1.1. | M2.1. | M3.15. | M3.16. | M3.17. | M6.2. | M6.9. | ||||||
| Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão |
| --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- |
| Unidade Operativa de Gestão | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes |
| TER11.01 | M7.2. | M7.3. | M7.11. | M7.14. | M7.16. | M7.18. | M7.24. | M7.26. | M7.31. | M7.32. | M8.35. | ||
| TER11.02 | M7.3. | M7.11. | M7.16. | M7.31. | M7.32. | ||||||||
| TER11.03 | M7.3. | M7.11. | M7.16. | M7.31. | M7.32. | ||||||||
| TER11.04 | M7.3. | M7.11. | M7.16. | M7.18. | M7.31. | M7.32. | M8.25. | M8.25. | M8.35. |
5.11.3 - Medidas de gestão
| Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição |
|---|---|---|---|
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M2.9. | Vedação de terrenos públicos e/ou privados. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M2.10. | Construção de cancelas e outros dispositivos de limitação do gado. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M3.14. | Restauro/melhoria dos habitats florestais endémicos e nativos. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M3.17. | Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção dos habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras arborizadas (91D0), laurissilvas macaronésicas (9360), florestas endémicas de Juniperus spp. (9560); turfeiras de cobertura (7130) e turfeiras altas ativas (7110). |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M4.9. | Conservação de zonas húmidas. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M6.2. | Estabelecimento de corredor ecológico entre as Furnas do Enxofre e o Biscoito Rachado. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M7.2. | Caracterização da fauna. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M7.3. | Monitorização das espécies Columba palumbus azorica e outras aves, Nyctalus azoreum e de artrópodes, com especial incidência no Trechus terrabravensis. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M7.11. | Monitorização de flora endémica. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M7.14. | Plantação e/ou sementeira de vegetação endémica. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M7.16. | Controlo de invasoras, prioridade na erradicação sempre que as invasoras compitam com habitats e espécies protegidos e que afetem os terrenos circundantes. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M7.18. | Monitorização e gestão de espécies de flora invasora, nomeadamente Rubus ulmifolius (silvado), Hedychium gardnerianum (roca), Ulex europaeus L. subsp. europaeus (pica-rato) e Pittosporum undulatum (incenso) e Hydrangea macrophylla (hortência). |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M7.24. | Aumento da conectividade do habitat do artrópode endémico Trechus terrabravensis, através do corte cirúrgico dos eucaliptais, plantação de árvores e arbustos nativos, da dispersão de esporos de fetos nativos. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M7.26. | Fomento da sucessão natural através da erradicação de espécies invasoras e condicionamento de acesso ao público. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros. |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ). |
| TER11.01 | Área de proteção parcial e áreas de intervenção específica | M8.35. | Criação de novo trilho (Algar do Carvão-Furnas do Enxofre). |
| TER11.02 A, B, C e D | Áreas de proteção complementar | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza. |
| M6.9. | Monitorização dos geossítios e elementos de interesse geológico. | ||
| M7.3. | Monitorização das espécies Calonectris borealis, Sterna dougalli, Sterna hirundo, Columba palumbus azorica e outras aves e do Nyctalus azoreum. | ||
| M7.11. | Monitorização da flora endémica e protegida. | ||
| M7.16. | Controlo de invasoras, prioridade na erradicação sempre que as invasoras compitam com habitats e espécies protegidos e que afetem os terrenos circundantes. | ||
| M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros. | ||
| M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ). | ||
| TER11.03 | Área prioritária para a conservação | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza. |
| M6.9. | Monitorização dos geossítios e elementos de interesse geológico. | ||
| M7.3. | Monitorização de aves nidificantes prioritárias Calonectris borealis, Sterna dougalli e Sterna hirundo. | ||
| M7.11. | Monitorização da flora endémica. | ||
| M7.16 | Controlo das principais invasoras. Prioridade na erradicação sempre que as invasoras afetem o habitat da espécie Erica azorica. | ||
| M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, entidades e parceiros. | ||
| M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (ex situ). | ||
| TER11.04A, B, C, D, E e F | Áreas de uso sustentável de recursos e área de intervenção específica | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza. |
| M2.1. | Manutenção de pastagens e outros habitats abertos. | ||
| M3.15. | Valorização de manchas florestais como corredores ecológicos. | ||
| M3.16. | Valorização de bermas de caminhos como corredores ecológicos. | ||
| M3.17. | Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção dos habitats prioritários. | ||
| M6.2. | Estabelecimento do corredor ecológico Matela - Rocha do Chambre. | ||
| M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico. | ||
| M7.3. | Monitorização das espécies Calonectris borealis, Sterna dougallii e Sterna hirundo, Columba palumbus azorica e outras aves e de Nyctalus azoreum. | ||
| M7.11. | Monitorização de flora endémica. | ||
| M7.16. | Controlo de espécies de vegetação invasora por métodos mecânicos, químicos ou manuais. | ||
| M7.18. | Monitorização e gestão de espécies de flora invasora, nomeadamente Rubus ulmifolius, Hedychium gardnerianum, Ulex europaeus L. subsp. europaeus e Pittosporum undulatum e Hydrangea macrophylla. | ||
| M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros. | ||
| M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ). | ||
| M8.25. | Manutenção de troço do trilho PRC03TER Serreta e do trilho PRC06TER da Rocha do Chambre. | ||
| M8.35. | Estudo para a criação de trilho na zona do Pico Vermelho, Fogo e Caldeirinhas. | ||
| M8.37. | Limpeza de bermas de estradas e caminhos (corredor ecológico). | ||
| M8.64. | Gestão de resíduos provenientes de atividades de remoção de espécies invasoras. | ||
| M9.5. | Fomento da recuperação paisagística de zonas de extração de inertes. |
5.12 - Proposta de intervenção para a Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Pico do Boi (TER12)
| Condicionantes | Condicionantes |
|---|---|
| Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Espaços Agrícolas |
| Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Espaços Florestais |
| Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Espaços Naturais |
| Conservação da Natureza | ZEC PTTER0017 Serra de Santa Bárbara e Pico Alto |
| Unidades Operativas de Gestão | Unidades Operativas de Gestão |
| --- | --- |
| TER12.01 - Pico do Boi | Área de proteção complementar (217,14 ha) |
5.12.1 - Objetivos de gestão
OB1. Assegurar as condições de referência dos habitats necessárias à proteção de espécies significantes, grupos de espécies, comunidades bióticas ou características físicas do ambiente, sempre que estas necessitem de intervenção humana para a otimização da gestão, promovendo o efeito tampão em torno de áreas mais sensíveis.
OB2. Promover a investigação científica e a monitorização ambiental como atividades indispensáveis à gestão sustentável, com particular enfoque para a espécie prioritária de ave Columba palumbus azorica (anexo i da Diretiva Aves), para as espécies protegidas de flora Erica azorica, Frangula azorica e a espécie prioritária Lactuca watsoniana (anexos ii e iv da Diretiva Habitats) o Sphagnum spp. (anexo v da Diretiva Habitats) e para o mamífero Nyctalus azoreum (anexo iv Diretiva Habitats) e artrópodes endémicos.
OB3. Criar e delimitar áreas destinadas ao conhecimento e divulgação das características dos habitats a proteger, nomeadamente os habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras altas ativas (7110), turfeiras arborizadas (91DO) laurissilvas macaronésicas (9360) e florestas macaronésicas de Juniperus spp. (9560) (anexo i da Diretiva Habitats).
OB4. Disciplinar os usos e atividades que possam constituir ameaça à sustentabilidade de habitats ou espécies.
OB5. Permitir que a população local usufrua de benefícios que resultem da prática de atividades no âmbito da área protegida, desde que compatíveis com os objetivos da mesma, nomeadamente atividades de recreio, lazer e turísticas.
5.12.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
| Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M1 - Medidas gerais | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes |
| TER12.01 | M1.1. | M3.17. | M7.16. | M7.18. | M7.31. | M7.32. | M8.64. |
5.12.3 - Medidas de gestão
| Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição |
|---|---|---|---|
| TER12.01 | Área de proteção complementar | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza. |
| TER12.01 | Área de proteção complementar | M3.17. | Gestão florestal adaptada à conservação da natureza com a manutenção dos habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050), turfeiras altas ativas (7110), turfeiras arborizadas (91DO) laurissilvas macaronésicas (9360) e florestas macaronésicas de Juniperus spp. (9560). |
| TER12.01 | Área de proteção complementar | M7.16. | Controlo de invasoras, prioridade na erradicação sempre que as invasoras compitam com habitats e espécies protegidos e que afetem os terrenos circundantes. |
| TER12.01 | Área de proteção complementar | M7.18. | Monitorização e gestão de espécies invasoras. |
| TER12.01 | Área de proteção complementar | M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros. |
| TER12.01 | Área de proteção complementar | M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ). |
| TER12.01 | Área de proteção complementar | M8.64. | Gestão de resíduos provenientes de remoção de espécies invasoras. |
5.13 - Proposta de intervenção para o Área de Paisagem Protegida das Vinhas dos Biscoitos (TER13)
| Condicionantes | Condicionantes |
|---|---|
| Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Arribas e Falésias |
| Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Espaço Agrícola |
| Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Espaços Naturais |
| Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Espaços Urbanizáveis |
| Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória | Espaços Urbanos |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Área de Especial Interesse Ambiental |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Área de Zona de Proteção de Arriba |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Linha costeira |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Reserva Ecológica |
| Unidades Operativas de Gestão | Unidades Operativas de Gestão |
| --- | --- |
| TER13.01 - Vinhas dos Biscoitos | Área de uso sustentável de recursos (165,36 ha) |
| Elementos de fruição da paisagem | Elementos de fruição da paisagem |
| --- | --- |
| Trilhos | Trilhos |
| Trilho das vinhas dos Biscoitos | Manutenção e beneficiação |
| Miradouros | Miradouros |
| TER.M16 Miradouro da Santinha (Biscoitos) | Beneficiação |
5.13.1 - Objetivos de gestão
OB1. Preservar uma interação harmoniosa, natural e cultural, através da proteção da paisagem, usos tradicionais, práticas de edificação e manifestações sociais e culturais.
OB2. Apoiar o desenvolvimento de modos de vida e atividades económicas em harmonia com a natureza e com a preservação das tradições da comunidade local, nomeadamente o estabelecimento de circuitos turísticos de interpretação da paisagem e história desta área protegida.
OB3. Manter e preservar a diversidade paisagística, bem como as espécies de flora, fauna, habitats e os ecossistemas.
OB4. Regular usos e atividades, minimizando as ameaças à estabilidade da paisagem.
OB5. Incentivar as atividades turísticas e recreativas segundo tipologias e escalas apropriadas às características biofísicas e culturais da área.
OB6. Promover atividades científicas e educacionais que contribuam para o bem-estar da população e desenvolvam um suporte público de proteção ambiental, nomeadamente atividades de voluntariado de erradicação de espécies invasoras.
OB7. Contribuir para o desenvolvimento da comunidade local através dos benefícios gerados pela prestação de serviços e venda de produtos naturais.
5.13.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
| Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M1 - Medidas gerais | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial |
| TER013.01 | M1.1. | M2.21. | M6.9. | |||
| Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão |
| --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- |
| Unidade Operativa de Gestão | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca |
| TER13.01 | M7.3. | M7.10. | M7.11 | M7.17. | M7.18. |
5.13.3 - Medidas de gestão
| Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição |
|---|---|---|---|
| TER13.01 | Área de uso sustentável de recursos | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza. |
| TER13.01 | Área de uso sustentável de recursos | M2.21. | Apoios financeiros à manutenção de paisagens tradicionais da cultura da vinha, em currais e em socalcos, e de pomares de espécies tradicionais, situadas em áreas de paisagem protegida e em fajãs costeiras, integradas nos Parques Naturais de Ilha e em Reservas da Biosfera. |
| TER13.01 | Área de uso sustentável de recursos | M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico. |
| TER13.01 | Área de uso sustentável de recursos | M7.3. | Monitorização das espécies Nyctalus azoreum e Columba palumbus azorica e outras aves. |
| TER13.01 | Área de uso sustentável de recursos | M7.10. | Levantamento de espécies de flora endémica presentes na linha de costa. |
| TER13.01 | Área de uso sustentável de recursos | M7.11. | Monitorização de flora endémica. |
| TER13.01 | Área de uso sustentável de recursos | M7.17. | Controlo de espécies de vegetação invasora, Carpobrotus edulis e Arundo donax. |
| TER13.01 | Área de uso sustentável de recursos | M7.18. | Monitorização e gestão da espécie de vegetação invasora, Carpobrotus edulis (chorão). |
| TER13.01 | Área de uso sustentável de recursos | M8.25. | Manutenção do trilho das vinhas dos Biscoitos. |
| TER13.01 | Área de uso sustentável de recursos | M8.44. | Colocação de placas de informação e sensibilização dos valores culturais presentes. |
| TER13.01 | Área de uso sustentável de recursos | M8.64. | Gestão de resíduos provenientes de atividades de remoção de espécies invasoras. |
5.14 - Proposta de intervenção para a Área Protegida de Gestão de Recursos da Caldeira de Guilherme Moniz (TER14)
| Condicionantes | Condicionantes |
|---|---|
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Espaços Naturais |
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Ocupação e Uso de Solo |
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Zona de Cabeceiras de Linhas de Água |
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Zona de Nascentes |
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Zona de Proteção Especial |
| Plano Diretor Municipal de Angra do Heroísmo | Zonas Húmidas |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Área de Especial Interesse Ambiental |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Área de Zona de Proteção de Arriba |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Linha Costeira |
| Plano de Ordenamento da Orla Costeira | Reserva Ecológica |
| Unidades Operativas de Gestão | Unidades Operativas de Gestão |
| --- | --- |
| TER14.01 - Caldeira Guilherme Moniz | Área de uso sustentável de recursos (1218,05 ha) |
| Elementos de fruição da paisagem | Elementos de fruição da paisagem |
| --- | --- |
| Trilhos | Trilhos |
| PRC07 TER Passagem das Bestas | Manutenção |
| Miradouros | Miradouros |
| TER.M17 Miradouro da Caldeira de Guilherme Moniz | Manutenção |
5.14.1 - Objetivos de gestão
OB1. Proteger a manutenção da biodiversidade e outros valores naturais a longo prazo, nomeadamente com a conservação de habitats e ecossistemas, tendo em especial atenção os habitats prioritários charnecas macaronésicas endémicas (4050) e turfeiras altas ativas (7110) e as laurissilvas macaronésicas (9360), que asseguram a recarga dos principais aquíferos do complexo vulcânico de Guilherme Moniz e a conservação das espécies de fauna e flora tendo em especial atenção a espécie prioritária de aves Columba palumbus azorica (anexo i da Diretiva Aves) e as espécies de flora protegida Erica azorica, Frangula azorica e a espécie prioritária Lactuca watsoniana (anexos ii e iv da Diretiva Habitats).
OB2. Promover a gestão efetiva visando o uso sustentável dos recursos, nomeadamente, a água, o pastoreio, a exploração florestal e outras atividades com baixa incidência de impactes ambientais.
OB3. Contribuir para a sustentabilidade do desenvolvimento socioeconómico.
5.14.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
| Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M1 - Medidas gerais | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M2 - Medidas relacionadas com a agricultura e habitats abertos | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | M3 - Medidas relacionadas com florestas e habitats lenhosos | M4 - Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntes e habitats costeiros | M4 - Medidas relacionadas com zonas húmidas, águas correntes e habitats costeiros | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial | M6 - Medidas relacionadas com planeamento espacial |
| TER014.01 | M1.1. | M2.1. | M2.2. | M2.5. | M3.17. | M4.9. | M6.9. | |||||
| Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | Medidas de gestão | |||||
| --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | |||||
| Unidade Operativa de Gestão | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes | M8 - Medidas relacionadas com áreas urbanas, indústria, energia, turismo e transportes | |||||
| TER14.01 | M7.3. | M7.11 | M7.18. | M7.31. | M8.25 |
5.14.3 - Medidas de gestão
| Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição |
|---|---|---|---|
| TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M1.1. | Fiscalização da área protegida pelos Vigilantes da Natureza. |
| TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M2.1. | Manutenção de pastagens e outros habitats abertos. |
| TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M2.2. | Modificação de práticas culturais. |
| TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M2.5. | Realização de ações de sensibilização para o maneio de fertilização em zonas de pastagem. Diminuição da sua utilização e controlo das quantidades usadas. |
| TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M3.17. | Promover a gestão florestal adaptada à conservação da natureza. |
| TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M4.9. | Conservação das zonas húmidas existentes: dos habitats prioritários, turfeiras altas ativas (7110). Conservação dos habitats protegidos lagos e charcos distróficos naturais (3160), turfeiras altas degradadas ainda suscetíveis de regeneração natural (7120) e charnecas macaronésicas endémicas (4050). |
| TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M6.9. | Monitorização do geossítio e elementos de interesse geológico. |
| TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M7.3. | Monitorização da espécie prioritária Columba palumbus azorica e outras aves. |
| TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M7.11. | Monitorização das espécies de flora protegidas, especialmente as pertencentes aos anexos ii e iv da Diretiva Habitats. |
| TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M7.18. | Monitorização e gestão de flora invasora. |
| TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M7.31. | Campanhas de sensibilização ambiental do público, de entidades e parceiros. |
| TER14.01 | Área de uso sustentável de recursos | M8.25. | Manutenção do trilho PRC07 TER Passagem das Bestas. |
5.15 - Gestão e monitorização de cavidades vulcânicas protegidas
| Condicionantes legais |
|---|
| Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio |
5.15.1 - Objetivos de gestão
No quadro do Regime de proteção e classificação das cavidades vulcânicas dos Açores, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio, identificam-se os seguintes objetivos:
OB1. Conhecer e proteger o estado natural das estruturas geológicas e vulcano-espeleológicas, bem como dos respetivos habitats e espécies.
OB2. Salvaguardar as especificidades naturais e culturais das cavidades vulcânicas, incluindo a integridade física e condições de estabilidade dessas estruturas.
OB3. Promover a investigação científica e a manutenção de serviços dos ecossistemas associados às cavidades vulcânicas.
OB4. Promover a compatibilidade entre a conservação da geodiversidade e dos ecossistemas e as atividades industriais, agrícolas, florestais, de turismo, de recreio e de lazer.
OB5. Promover ações de sensibilização e educação ambiental orientadas para o uso sustentável dos recursos naturais presentes nas cavidades vulcânicas.
5.15.2 - Medidas de gestão
M1.2 - Gestão e monitorização das cavidades vulcânicas
Proceder à classificação das cavidades vulcânicas inventariadas para a ilha Terceira, em função do respetivo grau de conhecimento e importância em termos geológicos, biológicos, estéticos e de integridade, numa das seguintes categorias:
Classe A - cavidade com elevado interesse de conservação, caracterizada pela presença de elementos patrimoniais geológicos e biológicos únicos, nomeadamente a ocorrência de espécies endémicas ou troglóbias ou de formações geológicas muito raras, bem como pela grande dimensão ou elevada integridade, não apresentando sinais de destruição ou de interferência antrópica;
Classe B - cavidade com interesse de conservação, caracterizada pela presença de elementos patrimoniais geológicos e biológicos importantes, nomeadamente a ocorrência de ecossistemas cavernícolas íntegros ou de formações geológicas raras, bem como pela dimensão média ou relativa integridade, apresentando poucos sinais de interferência humana;
Classe C - cavidade com valor natural reduzido, caracterizada essencialmente pela pequena dimensão e pela ausência de elementos patrimoniais geológicos e biológicos importantes ou existência de sinais de deterioração do ecossistema;
Classe D - cavidade com valor natural não conhecido, em resultado da ausência de informação sobre os elementos patrimoniais aí presentes.
A Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 163/2024, de 4 de novembro, classifica as cavidades vulcânicas em função do respetivo grau de conhecimento e importância em termos geológicos, biológicos, estéticos e de integridade, nas categorias de classe A, classe B, classe C e classe D.
Integrar no Parque Natural da Terceira, com a categoria de cavidade vulcânica protegida, as cavidades vulcânicas classificadas em classe A.
Elaborar um plano de ação que estabeleça as medidas e ações adequadas à concretização dos regimes de salvaguarda dos recursos e valores naturais presentes e à implementação dos usos compatíveis com a fruição sustentável, para as cavidades vulcânicas protegidas e aquelas que estejam abertas à visitação regular.
Implementar as orientações de gestão do Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio.
6 - Programa de Monitorização
6.1 - Níveis de monitorização
A monitorização dos Planos de Gestão dos Parques Naturais de Ilha compreende três níveis:
- Monitorização dos habitats e espécies, que se encontram definidas como medidas de gestão e que devem ser sujeitas a protocolos de monitorização coordenados por todas as entidades com intervenção na conservação e gestão dos elementos de valor natural e cultural, sejam elas públicas ou privadas.
- Monitorização das medidas de gestão preconizadas pelo Plano de Gestão. Esta monitorização é efetuada por meio das indicações para avaliação associadas a cada medida de conservação.
- Monitorização do grau de concretização do Plano de Gestão de Parque Natural de Ilha propriamente dito, que compreende a monitorização dos indicadores de avaliação do grau de concretização dos objetivos definidos no Plano de Gestão, e a monitorização do modelo de intervenção definido no Plano de Gestão do Parque Natural de Ilha.
A monitorização dos habitats e espécies compreende um trabalho de articulação entre as diversas entidades para a definição de protocolos que não cabe no âmbito deste Plano. A monitorização de cada medida de conservação pode ser efetuada por meio das indicações para a avaliação de cada medida.
O resultado das ações de monitorização do grau de concretização do Plano de Gestão deve ser objeto de um relatório trienal coincidente com as ações de avaliação das medidas de gestão, e que evidencie o nível e as vicissitudes de execução das medidas de gestão. O relatório referido constitui um elemento privilegiado de informação de suporte à revisão do Plano de Gestão de Parque Natural.
Tendo em conta os macro objetivos, domínios e subdomínios definidos para a Região Autónoma dos Açores, o modelo de gestão territorial definido para os Planos de Gestão dos Parques Naturais de Ilha é o seguinte.
6.2 - Indicadores
| Indicadores | Unidade de medida |
|---|---|
| Área da Rede de Áreas Protegidas ocupada por habitats naturais protegidos- Extensão de território da Rede de Áreas Protegidas ocupada por habitats naturais protegidos pela Diretiva Habitats. | ha |
| Área da Rede de Áreas Protegidas abrangida por intervenções de gestão ativa- Extensão de território da Rede de Áreas Protegidas abrangido por ações de conservação da natureza que visam a manutenção ou recuperação de espécies e habitats protegidos e o controlo de espécies exóticas invasoras de flora e fauna. | ha |
| Habitats e espécies com estatuto de conservação desfavorável abrangidos por medidas de gestão- Número de habitats e espécies de flora e fauna com estatuto de conservação desfavorável abrangidos por medidas de gestão efetuadas para melhorar o seu estatuto. | n.º |
| Estruturas e sistemas de apoio à fruição, identificação e interpretação das Áreas Protegidas e da paisagem- Número de estruturas físicas e sistemas tecnológicos de apoio à fruição, identificação e interpretação das Áreas Protegidas e da paisagem. | n.º |
| Ações e participantes em atividades de sensibilização ambiental- Número de ações e de participantes em atividades de sensibilização ambiental promovidas para aumentar o conhecimento sobre as Áreas Protegidas e a valorização do património natural. | n.º |
| Trilhos em Áreas Protegidas alvo de ações de manutenção e beneficiação- Extensão de trilhos em Áreas Protegidas alvo de ações de manutenção e beneficiação. | km |
| Área de cultura tradicional em produção- Extensão de território em Área Protegida com cultura de vinha em produção. | ha |
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SRAAC - «Plano de Gestão de Secas e Escassez de Água dos Açores», Direção Regional do Ambiente e Ação Climática, Secretaria Regional do Ambiente e Ação Climática (SRAAC), versão para consulta pública, 2024.
SRAM - «Plano Sectorial para a Rede Natura 2000». Horta: Direção Regional do Ambiente, Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2004b.
SRAM - «Plano Regional de Erradicação e Controlo de Espécies de Flora Invasoras em Áreas Sensíveis (PRECEFIAS)». Horta: Direção de Serviços da Conservação da Natureza, Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2004c.
SRAM - «Plano de gestão de recursos hídricos: Caracterização e diagnóstico da situação de referência e perspectivas de evolução». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2010. (relatórios de todas as ilhas).
SRE, DRT - «Plano de ordenamento turístico da Região Autónoma dos Açores (POTRAA): relatório - volume i: estratégia e programa de intervenção». Ponta Delgada: Secretaria Regional da Economia (SRE)/Direção Regional do Turismo (DRT)/Consórcio GEOIDEIA/IESE/PLURAL. Março,2007.
TOSTÕES, Ana; SILVA, Filipe Jorge; CALDAS, João Vieira; FERNANDES, José Manuel; JANEIRO, Maria de Lurdes; BARCELOS, Nuno; MESTRE, Vítor - «Arquitectura popular dos Açores». Lisboa: Ordem dos Arquitetos, 2000.
VIEIRA, Rui Manuel da Silva - «Ameaças à laurissilva no século xxi». «Islenha: temas culturais das sociedades insulares atlânticas». Funchal: Direção Regional dos Assuntos Culturais. N.º 42 (janeiro-junho 2008) pp. 24-46.
VIEIRA, Virgílio - «Borboletas dos Açores: Papilionoidea e Sphingoidea». Ponta Delgada: Virgílio Vieira (edição do autor), 2009.
Recursos disponíveis na Internet
FLORA.ON - [online] Disponível em http://flora-on.pt/.
GEOPARQUE AÇORES - «Geossítios» [online] disponível em https://www.azoresgeopark.com/geoparque_acores/geossitios.php.
ICN - «Plano Sectorial da Rede Natura 2000: caracterização dos valores naturais». [online] Instituto da Conservação da Natureza (ICN). Disponível em https://www.icnf.pt/conservacao/redenatura2000/aredenatura2000.
PORTAL DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO. Disponível em http://ot.azores.gov.pt.
PORTAL DA BIODIVERSIDADE DOS AÇORES [online] https://azoresbioportal.uac.pt/.
SILVA, Paulo Henrique (coord.); SRAM - «SIARAM - Sentir e interpretar o ambiente dos Açores através de recursos auxiliares multimédia». [online] Secretaria Regional do Ambiente e do Mar. Disponível em https://siaram.azores.gov.pt/.
SILVA, Luís et al - «Base de dados da biodiversidade dos Açores: plantas vasculares». [online] Universidade dos Açores. Disponível em https://azoresbioportal.uac.pt/.
SPEA - «Life - Laurissilva sustentável». [online] Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA); Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM); Câmara Municipal da Povoação (São Miguel). Disponível em https://spea.pt/projetos/life-laurissilva-sustentavel/.
SRIA - Sistema Regional de Informação sobre a Água. [online] Disponível em http://sig-sraa.azores.gov.pt/SRAM/site/SRIA/.
TRILHOS OFICIAIS DOS AÇORES [online] http://www.trails-azores.com.
Informação digital
DRA/DOT - «Carta de Ocupação do Solo da Região Autónoma dos Açores (COS.A/2018) (ficha técnica)». Direção Regional do Ambiente e Ação Climática|Divisão do Ordenamento do Território, 2018. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
DRRF - «Perímetros florestais». 2014. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS e fornecida pela DRA).
IGEO - «Cartografia militar em formato de imagem e vetorial», 2001 (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS e fornecida pela DRA).
IROA - «Reserva Agrícola Regional», 2013. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS e fornecida pela DRA).
SRAM - «Caracterização e identificação das Paisagens dos Açores». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2001. (informação geográfica digital relativa a unidades de paisagem, elementos singulares e pontos de vista utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM - «Parques Naturais de Ilha». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2008-2011. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM/DROTRH - «Carta de Capacidade do solo.» Ponta Delgada: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), Direção Regional do Ordenamento do Território e dos Recursos Hídricos (DROTRH), 1998. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS, proveniente do PROTA e fornecida pela DRA).
SRAM/DROTRH - «Plano Regional do Ordenamento do Território dos Açores (PROTA)». Ponta Delgada: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), Direção Regional do Ordenamento do Território e dos Recursos Hídricos (DROTRH), 2010.
SRAM - «Geossítios do Geoparque Açores». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2010. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM - «Áreas Ramsar». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2010. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM - «Plano de Ordenamento de Orla Corteira da Terceira». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2012. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM - «Key Biodiversity Areas». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2017. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
Legislação
Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro, na sua atual redação - Estabelece a titularidade dos recursos hídricos.
Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro, na sua atual redação - Aprova a Lei da Água.
Lei n.º 19/2014, de 14 de abril - Define as bases da política de ambiente.
Lei n.º 31/2016, de 23 de agosto - Altera e republica a Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro - Estabelece a titularidade dos recursos hídricos.
Declaração n.º 1/2026, de 8 de janeiro - Primeira correção material à Planta de Síntese da Primeira alteração ao Plano de Ordenamento da Orla Costeira da Ilha Terceira.
Decreto-Lei n.º 226-A/2007, de 31 de maio, na sua atual redação - Regime de utilização de recursos hídricos.
Decreto Legislativo Regional n.º 18/2003/A, de 9 de abril - Aprova o novo Estatuto das Vias de Comunicação Terrestre na Região Autónoma dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 6/2005/A, de 17 de maio - Transpõe a Diretiva n.º 91/676/CEE, do Conselho, de 12 de dezembro, Diretiva Nitratos, relativa à proteção das águas contra a poluição causada por nitratos de origem agrícola.
Decreto Legislativo Regional n.º 20/2006/A, de 6 de junho - Plano Sectorial da Rede Natura 2000 da Região Autónoma dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 38/2008/A, de 11 de agosto - Aprova o Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónomo das Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 39/2008/A, de 12 de agosto - Alteração ao Decreto Legislativo Regional n.º 18/2003/A, de 9 de abril.
Decreto Legislativo Regional n.º 18/2009/A, de 19 de outubro - Regime jurídico da recolha, tratamento e descarga de águas residuais urbanas.
Decreto Legislativo Regional n.º 26/2010/A, de 12 de agosto - Plano Regional de Ordenamento do Território dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 11/2011/A, de 20 de abril - Cria o Parque Natural da Terceira.
Decreto Legislativo Regional n.º 24/2011/A, de 22 de agosto - Sistema portuário dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril - Regime jurídico da conservação da natureza e da proteção da biodiversidade.
Decreto Legislativo Regional n.º 30/2012/A, de 3 de julho - Regime jurídico dos percursos pedestres da Região Autónoma dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 35/2012/A, de 16 de agosto - Regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial.
Decreto Legislativo Regional n.º 19/2015/A, de 14 de agosto - Plano Sectorial de Ordenamento do Território para as Atividades Extrativas dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 10/2016/A, de 16 de junho - Estabelece as normas e os critérios para a delimitação de perímetros de proteção de captações de águas superficiais e subterrâneas destinadas ao abastecimento público para consumo humano na Região Autónoma dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio - Regime de proteção e classificação das cavidades vulcânicas dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 8/2023/A, de 27 de fevereiro - Aprova o Plano de Gestão da Região Hidrográfica dos Açores 2022-2027 (PGRH-Açores 2022-2027).
Decreto Legislativo Regional n.º 9/2023/A, de 8 de março - Aprova o Programa Regional da Água da Região Autónoma dos Açores.
Decreto n.º 4/2005, de 14 de fevereiro - Aprova a «Convenção Europeia da Paisagem».
Decreto Regional n.º 12/77/A, de 14 de junho - Estabelece medidas de proteção às lagoas, ribeiras e nascentes de água existentes no Arquipélago dos Açores.
Decreto Regulamentar Regional n.º 38/2004/A, de 11 de novembro, na sua redação atual.
Decreto Regulamentar Regional n.º 11/2006/A, de 22 de fevereiro - Aprova o Plano Diretor Municipal da Praia da Vitória.
Decreto Regulamentar Regional n.º 24/2014/A, de 15 de dezembro - Aprova o sistema de incentivos à manutenção de paisagens tradicionais da cultura da vinha, em currais e em socalcos, e de pomares de espécies tradicionais, situadas em áreas de paisagem protegida e em fajãs costeiras, integradas nos parques naturais de ilha e em reservas da biosfera.
Decreto Regulamentar Regional n.º 30/2023/A, de 26 de outubro - Aprova a alteração ao Plano de Ordenamento da Orla Costeira da Ilha Terceira.
Portaria n.º 1100/2004, de 3 de setembro - Aprova a lista e as cartas das oito zonas vulneráveis da Região Autónoma dos Açores.
Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 135/2018, de 10 de dezembro - Aprova os objetivos de qualidade de paisagem e as orientações para a gestão da paisagem dos Açores.
Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 163/2024, de 4 de novembro - Classifica as cavidades vulcânicas em função do respetivo grau de conhecimento e importância em termos geológicos, biológicos, estéticos e de integridade.
ANEXOS
1 - Habitats com estatuto de proteção nas áreas protegidas do Parque Natural da Terceira
Tabela 6 - Listagem de habitats naturais com estatuto de proteção por área protegida do Parque Natural da Terceira
| RNSSBMN | RNBFPA | RNTBCL | MNAC | MNFE | APGHEPC | APGHEIC | APGHEM | APGHEBF | APGHECQR | APGHEPCCN | APGHEPB | APPVB | APGRCGM | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1210 - Vegetação anual das zonas de acumulação de detritos pela maré | X | X | ||||||||||||
| 1220 - Vegetação perene das praias de calhaus rolados | X | X | ||||||||||||
| 1250 - Falésias com flora endémica das costas macaronésicas | X | X | X | X | ||||||||||
| 3130 - Águas estagnadas, oligotróficas a mesotróficas, com vegetação da Littorelletea uniflorae e ou da Isoeto-Nanojuncetea | X | X | X | X | ||||||||||
| 3160 - Lagos e charcos distróficos naturais | X | X | X | X | X | X | X | |||||||
| 3170 - Charcos temporários mediterrânicos * | X | |||||||||||||
| 4050 - Charnecas macaronésicas endémicas * | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | X | |
| 4060 - Charnecas alpinas e subalpinas | X | |||||||||||||
| 5330 - Matos termomediterrânicos pré-desérticos | X | X | X | |||||||||||
| 6180 - Prados mesófílos macaronésicos | X | X | X | |||||||||||
| 7110 - Turfeiras altas ativas * | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||||
| 7120 - Turfeiras altas degradadas ainda suscetíveis de regeneração natural | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||||
| 7130 - Turfeiras de cobertura (* turfeiras ativas) | X | X | X | X | X | |||||||||
| 7140 - Turfeiras de transição e turfeiras ondulantes | X | X | X | |||||||||||
| 8220 - Vegetação casmofítica das falésias rochosas siliciosas | X | X | X | X | ||||||||||
| 8230 - Vegetação pioneira de superfícies rochosas | X | X | X | |||||||||||
| 8310 - Grutas não exploradas pelo turismo | X | X | X | X | X | X | ||||||||
| 8320 - Campos de lavas e escavações naturais | X | X | X | X | X | |||||||||
| 91D0 - Turfeiras arborizadas * | X | X | X | X | X | X | ||||||||
| 9360 - Laurissilvas macaronésicas * | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||||
| 9560 - Florestas macaronésicas de Juniperus spp.* | X | X | X | X |
- Habitat prioritário (Diretiva Habitats).
RNSSBMN - Reserva Natural da Serra de Santa Bárbara e dos Mistérios Negros.
RNBFPA - Reserva Natural do Biscoito da Ferraria e Pico Alto.
RNTBCL - Reserva Natural da Terra Brava e Criação das Lagoas.
MNAC - Monumento Natural do Algar do Carvão.
MNFE - Monumento Natural das Furnas do Enxofre.
APGHEPC - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta das Contendas.
APGHEIC - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies dos Ilhéus das Cabras.
APGHEM - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Matela.
APGHEBF - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Biscoito das Fontinhas.
APGHECQR - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Costa das Quatro Ribeiras.
APGHEPCCN - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Planalto Central e Costa Noroeste.
APGHEPB - Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Pico do Boi.
APPVB - Área de Paisagem Protegida das Vinhas dos Biscoitos.
APGRCGM - Área Protegida de Gestão de Recursos da Caldeira de Guilherme Moniz.
2 - Espécies com interesse para a conservação da natureza nas áreas protegidas do Parque Natural da Terceira
2.1 - Flora
Tabela 7 - Listagem de espécies de flora por área protegida do Parque Natural da Terceira
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