Decreto Regulamentar Regional n.º 14/2026/A — Plano de Gestão das Áreas Terrestres do Parque Natural da Ilha Graciosa
Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.
Plano de Gestão das Áreas Terrestres do Parque Natural da Ilha Graciosa.
| Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição |
|---|---|---|---|
| GRA06.01 | Área de proteção integral | M1.1. | Fiscalização de área protegida pelos vigilantes da natureza. |
| M7.2. | Caraterização de aves existentes no ilhéu da Baleia e ilhéus da Ponta da Barca. | ||
| M7.3. | Monitorização de aves prioritárias: Sterna dougallii (garajau-rosado) e Sterna hirundo (garajau-comum). | ||
| GRA06.02 | Área prioritária para a conservação | M1.1. | Fiscalização de área protegida pelos vigilantes da natureza. |
| M6.3. | Estabelecimento de áreas de continuum naturale. | ||
| M6.9. | Gestão geossítios/elementos de interesse geológico diversos. Caracterização dos elementos existentes, estabelecimento de medidas para a prevenção da erosão, monitorização da pressão turística. | ||
| M6.11. | Gestão do elemento singular da paisagem Arribas de Porto Afonso (ESG3). | ||
| M7.2. | Caraterização de aves existentes. | ||
| M7.3. | Monitorização de aves prioritárias e artrópodes. | ||
| M7.10. | Caracterização de flora. | ||
| M7.11. | Monitorização de flora. Alargamento da monitorização às falésias sempre que possível. Georreferenciação. | ||
| M7.15. | Plantação e sementeira de espécies endémicas e nativas. | ||
| M7.17. | Controlo das principais invasoras por métodos manuais e motomanuais: Agave americana (piteira), Carpobrotus edulis (chorão). Outras invasoras que ocorrem: Phytolacca americana, Pittosporum undulatum, Rubus ulmifolius e Tetragonia tetragonoides. | ||
| M7.18. | Monitorização e gestão de novas espécies invasoras. | ||
| M7.30. | Reforço das populações de Spergularia azorica. | ||
| M7.32. | Recolha de sementes em banco de sementes (conservação ex situ). | ||
| M8.20. | Recuperação das zonas degradadas por depósito de resíduos e informação da população da proibição de colocação de resíduos. | ||
| M8.33. | Colocação de vedação no Porto Afonso. | ||
| M8.39. | Manutenção/beneficiação do caminho de acesso ao Porto Afonso. | ||
| M8.44. | Criação de painel interpretativo para informação e sensibilização dos valores presentes e interpretação da paisagem no Porto Afonso. | ||
| M.8.59. | Criação de um ponto de coasteering. | ||
| M8.64. | Gestão de resíduos provenientes de atividades de remoção de espécies invasoras. | ||
| M8.66. | Recuperação de elemento arquitetónico de valor cultural, casas de aprestos do Porto Afonso. | ||
| GRA06.03 | Área de uso sustentável dos recursos | M1.1. | Fiscalização de área protegida pelos vigilantes da natureza. |
5.7 - Proposta de intervenção para a Área Protegida de Gestão de Recursos da Costa Sudeste (GRA07)
| Condicionantes | Condicionantes |
|---|---|
| Plano de Ordenamento de Orla Costeira | Áreas de proteção e conservação da natureza terrestre |
| Áreas Vulneráveis | |
| Domínio Público Marítimo | |
| Reserva Ecológica Regional - ilhéus e rochedos emersos no mar | |
| ZEC PTGRA0015 ilhéu de Baixo e Ponta da Restinga | |
| ZPE PTZPE0029 ilhéu de Baixo | |
| Plano Diretor Municipal | Espaços Naturais |
| Reserva Ecológica Regional - ilhéus e rochedos emersos no mar | |
| Conservação da Natureza | ZEC PTGRA0015 ilhéu de Baixo e Ponta da Restinga |
| ZPE PTZPE0029 ilhéu de Baixo | |
| Zona Núcleo da Reserva da Biosfera da ilha Graciosa | |
| Unidades Operativas de Gestão | Unidades Operativas de Gestão |
| --- | --- |
| GRA07.01 - ilhéu de Gaivota e ilhéu do Navio | Área de proteção integral (0,36 ha) |
5.7.1 - Objetivos de gestão
OB1. Proteger a manutenção da biodiversidade e outros valores naturais a longo prazo, nomeadamente a zona remanescente do habitat prioritário charnecas macaronésicas endémicas (4050) e o habitat para as aves prioritárias Sterna hirundo (garajau-comum) e Sterna dougalli (garajau-rosado) (anexo i Diretiva Aves).
OB2. Promover a gestão efetiva dos recursos visando o seu uso sustentável, por meio de atividades com baixa incidência de impacto ambiental.
5.7.2 - Quadro-resumo das medidas de gestão
| Medidas de Gestão | Medidas de Gestão | Medidas de Gestão | Medidas de Gestão | Medidas de Gestão | Medidas de Gestão |
|---|---|---|---|---|---|
| Unidade Operativa de Gestão | M1 - Medidas gerais | M1 - Medidas gerais | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca | M7 - Medidas relacionadas com gestão de habitats e espécies, caça, recoleção e pesca |
| GRA07.01 | M1.1. | M7.2. | M7.3. |
5.7.3 - Medidas de gestão
| Unidade Operativa de Gestão | Regime de proteção | Medidas de gestão | Descrição |
|---|---|---|---|
| GRA07.01 | Área de proteção integral | M1.1. | Fiscalização de área protegida pelos vigilantes da natureza. |
| GRA07.01 | Área de proteção integral | M7.2. | Caracterização de aves existentes no ilhéu da Gaivota e Ilhéu do Navio. |
| GRA07.01 | Área de proteção integral | M7.3. | Monitorização de aves prioritárias: Sterna dougallii (garajau-rosado) e Sterna hirundo (garajau-comum). |
5.8 - Gestão e monitorização de cavidades vulcânicas protegidas
| Condicionantes legais |
|---|
| Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio |
5.8.1 - Objetivos de Gestão
No quadro do Regime de proteção e classificação das cavidades vulcânicas dos Açores, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio, identificam-se os seguintes objetivos:
OB1. Conhecer e proteger o estado natural das estruturas geológicas e vulcano-espeleológicas, bem como dos respetivos habitats e espécies;
OB.2. Salvaguardar as especificidades naturais e culturais das cavidades vulcânicas, incluindo a integridade física e condições de estabilidade dessas estruturas;
OB3. Promover a investigação científica e a manutenção de serviços dos ecossistemas associados às cavidades vulcânicas;
OB4. Promover a compatibilidade entre a conservação da geodiversidade e dos ecossistemas e as atividades industriais, agrícolas, florestais, de turismo, de recreio e de lazer;
OB5. Promover ações de sensibilização e educação ambiental orientadas para o uso sustentável dos recursos naturais presentes nas cavidades vulcânicas.
5.8.2 - Medidas de Gestão
M1.2 - Gestão e monitorização das cavidades vulcânicas
Proceder à classificação das cavidades vulcânicas inventariadas para a ilha Graciosa, em função do respetivo grau de conhecimento e importância em termos geológicos, biológicos, estéticos e de integridade, numa das seguintes categorias:
Classe A - cavidade com elevado interesse de conservação, caracterizada pela presença de elementos patrimoniais geológicos e biológicos únicos, nomeadamente a ocorrência de espécies endémicas ou troglóbias ou de formações geológicas muito raras, bem como pela grande dimensão ou elevada integridade, não apresentando sinais de destruição ou de interferência antrópica;
Classe B - cavidade com interesse de conservação, caracterizada pela presença de elementos patrimoniais geológicos e biológicos importantes, nomeadamente a ocorrência de ecossistemas cavernícolas íntegros ou de formações geológicas raras, bem como pela dimensão média ou relativa integridade, apresentando poucos sinais de interferência humana;
Classe C - cavidade com valor natural reduzido, caracterizada essencialmente pela pequena dimensão e pela ausência de elementos patrimoniais geológicos e biológicos importantes ou existência de sinais de deterioração do ecossistema;
Classe D - cavidade com valor natural não conhecido, em resultado da ausência de informação sobre os elementos patrimoniais aí presentes.
A Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 163/2024, de 4 de novembro, classifica as cavidades vulcânicas em função do respetivo grau de conhecimento e importância em termos geológicos, biológicos, estéticos e de integridade, nas categorias de classe A, classe B, classe C e classe D.
Integrar no Parque Natural da Ilha Graciosa, com a categoria de cavidade vulcânica protegida, as cavidades vulcânicas classificadas em classe A.
Elaborar um plano de ação que estabelece as medidas e ações adequadas à concretização dos regimes de salvaguarda dos recursos e valores naturais presentes e à implementação dos usos compatíveis com a fruição sustentável, para as cavidades vulcânicas protegidas e aquelas que estejam abertas à visitação regular.
Implementar as orientações de gestão do Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio.
6 - Programa de Monitorização
6.1 - Níveis de Monitorização
A monitorização dos Planos de Gestão dos Parques Naturais de Ilha compreende três níveis:
- Monitorização dos habitats e espécies, que se encontram definidas como medidas de gestão e que devem ser sujeitas a protocolos de monitorização coordenados por todas as entidades com intervenção na conservação e gestão dos elementos de valor natural e cultural, sejam elas públicas ou privadas.
- Monitorização das medidas de gestão preconizadas pelo Plano de Gestão. Esta monitorização é efetuada por meio das indicações para avaliação associadas a cada medida de conservação.
- Monitorização do grau de concretização do Plano de Gestão de Parque Natural de Ilha propriamente dito, que compreende a monitorização dos indicadores de avaliação do grau de concretização dos objetivos definidos no Plano de Gestão, e a monitorização do modelo de intervenção definido no Plano de Gestão do Parque Natural de Ilha.
A monitorização dos habitats e espécies compreende um trabalho de articulação entre as diversas entidades para a definição de protocolos que não cabe no âmbito deste Plano. A monitorização de cada medida de conservação pode ser efetuada por meio das indicações para a avaliação de cada medida.
O resultado das ações de monitorização do grau de concretização do Plano de Gestão deve ser objeto de um relatório trienal coincidente com as ações de avaliação das medidas de gestão, e que evidencie o nível e as vicissitudes de execução das medidas de gestão. O relatório referido constitui um elemento privilegiado de informação de suporte à revisão do Plano de Gestão de Parque Natural.
Tendo em conta os macro objetivos, domínios e subdomínios definidos para a Região Autónoma dos Açores, o modelo de gestão territorial definido para os Planos de Gestão dos Parques Naturais de Ilha é o seguinte.
6.2 - Indicadores
| Indicadores | Unidade de medida |
|---|---|
| Área da Rede de Áreas Protegidas ocupada por habitats naturais protegidos- Extensão de território da Rede de Áreas Protegidas ocupada por habitats naturais protegidos pela Diretiva Habitats. | ha |
| Área da Rede de Áreas Protegidas abrangida por intervenções de gestão ativa- Extensão de território da Rede de Áreas Protegidas abrangido por ações de conservação da natureza que visam a manutenção ou recuperação de espécies e habitats protegidos e o controlo de espécies exóticas invasoras de flora e fauna. | ha |
| Habitats e espécies com estatuto de conservação desfavorável abrangidos por medidas de gestão- Número de habitats e espécies de flora e fauna com estatuto de conservação desfavorável abrangidos por medidas de gestão efetuadas para melhorar o seu estatuto. | n.º |
| Estruturas e sistemas de apoio à fruição, identificação e interpretação das Áreas Protegidas e da paisagem- Número de estruturas físicas e sistemas tecnológicos de apoio à fruição, identificação e interpretação das Áreas Protegidas e da paisagem. | n.º |
| Ações e participantes em atividades de sensibilização ambiental- Número de ações e de participantes em atividades de sensibilização ambiental promovidas para aumentar o conhecimento sobre as Áreas Protegidas e a valorização do património natural. | n.º |
| Trilhos em Áreas Protegidas alvo de ações de manutenção e beneficiação- Extensão de trilhos em Áreas Protegidas alvo de ações de manutenção e beneficiação. | km |
| Área de cultura tradicional em produção- Extensão de território em Área Protegida com culturas tradicionais em produção. | ha |
7 - Bibliografia
Agostinho, José - «Clima e vegetação». Angra do Heroísmo: Açoreana - Boletim da Sociedade Afonso Chaves, 1947.
Aguiar Carlos; Fernandéz Prieto, José; Dias, Eduardo - «Plantas vasculares endémicas do arquipélago dos Açores» in Dias, Eduardo; Fernandéz Prieto, José; Aguiar Carlos (eds.) - «Guia da Excursão Geobotânica: A paisagem vegetal da Ilha Terceira (Açores).» Angra do Heroísmo: Universidade dos Açores, 2006. pp. 71-78.
Ávila, Sérgio et al - «À Ban Baxe Muro». (s/l). Publiçor Editores, 2011.
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Borges, Paulo A. V. - «Prados e pastagens» in Cardoso, Pedro et al «Açores: um retrato natural». Ponta Delgada: Veraçor, 2009. pp. 171-172.
Borges, Paulo A. V.; Bried, Joël; Costa, Ana; Cunha, Regina; Gabriel, Rosalina; Gonçalves, Vítor; Martins, António Frias; Melo, Ireneia; Parente, Manuela; Raposeiro, Pedro; Rodrigues, Pedro; Santos, Ricardo Serrão, Silva, Luís, Vieira, Paulo; Viera, Virgílio, Mendonça, Enésima; Boieiro, Mário - «Descrição da biodiversidade terrestre e marinha dos Açores» in «Listagem dos organismos terrestres e marinhos dos Açores (A list of the terrestrial and marine biota from the Azores)». Cascais: Princípia, 2010.
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Portal da Biodiversidade dos Açores - https://azoresbioportal.uac.pt/ [online]
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Trilhos Oficiais dos Açores - http://www.trails-azores.com [online]
Informação digital
DRA/DOT - «Carta de Ocupação do Solo da Região Autónoma dos Açores». Ponta Delgada: Direção Regional do Ambiente e Alterações Climáticas - Divisão do Ordenamento do Território, 2018. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
DRRF - «Perímetros florestais». 2014. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS e fornecida pela DRA).
IGEO - «Cartografia militar em formato de imagem e vetorial», 2001 (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS e fornecida pela DRA).
IROA - «Reserva Agrícola Regional», 2013. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS e fornecida pela DRA).
SRAM - «Caracterização e identificação das Paisagens dos Açores». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2001. (informação geográfica digital relativa a unidades de paisagem, elementos singulares e pontos de vista utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM - «Parques Naturais de Ilha». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2008-2011. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM/DROTRH - «Carta de Capacidade do solo». Ponta Delgada: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), Direção Regional do Ordenamento do Território e dos Recursos Hídricos (DROTRH), 1998. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS, proveniente do PROTA e fornecida pela DRA).
SRAM/DROTRH - «Plano Regional do Ordenamento do Território dos Açores (PROTA)». Ponta Delgada: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), Direção Regional do Ordenamento do Território e dos Recursos Hídricos (DROTRH), 2010.
SRAM - «Geossítios do Geoparque Açores». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2010. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM - «Áreas Ramsar». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2010. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM - «Plano de Ordenamento de Orla Corteira da Graciosa». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2012. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
SRAM - «Key Biodiversity Areas». Horta: Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM), 2017. (informação geográfica digital utilizada na análise em ArcGIS).
Legislação
Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro, na sua atual redação - estabelece a titularidade dos recursos hídricos.
LEI n.º 58/2005, de 29 de dezembro, na sua atual redação - aprova a Lei da Água.
LEI n.º 31/2016, de 23 de agosto - altera e republica a Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro - estabelece a titularidade dos recursos hídricos.
Declaração n.º 2/2026, de 8 de janeiro de 2026 - primeira correção material à Planta de Síntese do Plano de Ordenamento da Orla Costeira da Ilha Graciosa.
Decreto-Lei n.º 226-A/2007, de 31 de maio, na sua atual redação - regime de utilização de recursos hídricos.
Decreto Legislativo Regional n.º 18/2003/A, de 9 de abril - aprova o novo Estatuto das Vias de Comunicação Terrestre na Região Autónoma dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 6/2005/A, de 17 de maio - transpõe a Diretiva n.º 91/676/CEE, do Conselho, de 12 de dezembro, Diretiva Nitratos, relativa à proteção das águas contra a poluição causada por nitratos de origem agrícola.
Decreto Legislativo Regional n.º 20/2006/A, de 6 de junho - Plano Sectorial da Rede Natura 2000 da Região Autónoma dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 38/2008/A, de 11 de agosto - aprova o Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónomo das Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 39/2008/A, de 12 de agosto - alteração ao Decreto Legislativo Regional n.º 18/2003/A, de 9 de abril.
Decreto Legislativo Regional n.º 45/2008/A, de 5 de novembro - cria o Parque Natural da Ilha Graciosa.
Decreto Legislativo Regional n.º 18/2009/A, de 19 de outubro - regime jurídico da recolha, tratamento e descarga de águas residuais urbanas.
Decreto Legislativo Regional n.º 26/2010/A, de 12 de agosto - Plano Regional de Ordenamento do Território dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 24/2011/A, de 22 de agosto - sistema portuário dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril - regime jurídico da conservação da natureza e da proteção da biodiversidade.
Decreto Legislativo Regional n.º 30/2012/A, de 3 de julho - regime jurídico dos percursos pedestres da Região Autónoma dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 35/2012/A, de 16 de agosto - regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial.
Decreto Legislativo Regional n.º 19/2015/A, de 14 de agosto - Plano Sectorial de Ordenamento do Território para as Atividades Extrativas dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 10/2016/A, de 16 de junho - estabelece as normas e os critérios para a delimitação de perímetros de proteção de captações de águas superficiais e subterrâneas destinadas ao abastecimento público para consumo humano na Região Autónoma dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 10/2019/A, de 22 de maio - regime de proteção e classificação das cavidades vulcânicas dos Açores.
Decreto Legislativo Regional n.º 8/2023/A, de 27 de fevereiro - aprova o Plano de Gestão da Região Hidrográfica dos Açores 2022 -2027 (PGRH-Açores 2022-2027).
Decreto n.º 4/2005, de 14 de fevereiro - aprova a «Convenção Europeia da Paisagem».
Decreto Regional n.º 12/77/A, de 14 de junho - estabelece medidas de proteção às lagoas, ribeiras e nascentes de água existentes no Arquipélago dos Açores.
Decreto Regulamentar Regional n.º 6/2007/A, de 8 de fevereiro - aprova o Plano Diretor Municipal de Santa Cruz da Graciosa e posteriores alterações.
Decreto Regulamentar Regional n.º 13/2008/A, de 25 de junho - Plano de Ordenamento da Orla Costeira da Ilha Graciosa.
Decreto Regulamentar Regional n.º 24/2014/A, de 15 de dezembro - aprova o sistema de incentivos à manutenção de paisagens tradicionais da cultura da vinha, em currais e em socalcos, e de pomares de espécies tradicionais, situadas em áreas de paisagem protegida e em fajãs costeiras, integradas nos Parques Naturais de Ilha e em reservas da biosfera.
Portaria n.º 1100/2004, de 3 de setembro - aprova a lista e as cartas das oito zonas vulneráveis da Região Autónoma dos Açores.
Portaria n.º 65/2018, de 20 de junho, que aprova o Regulamento de acesso ao Ilhéu da Praia.
Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 135/2018, de 10 de dezembro - aprova os objetivos de qualidade de paisagem e as orientações para a gestão da paisagem dos Açores.
Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 163/2024, de 4 de novembro de 2024 - classifica as cavidades vulcânicas em função do respetivo grau de conhecimento e importância em termos geológicos, biológicos, estéticos e de integridade.
ANEXOS
1 - Habitats naturais com estatuto de proteção nas áreas protegidas do PNI Graciosa
Tabela 6 - Listagem de habitats naturais com estatuto de proteção por área protegida do PNI Graciosa
| RNIB | RNIP | MNCG | APGHEPdR | APGHEPB | APGHEPdB | APGRCS | APGRCN | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1160 - Enseadas e baías pouco profundas | X | X | X | X | ||||
| 1170 - Recifes | X | X | X | X | ||||
| 1210 - Vegetação anual das zonas de acumulação de detritos pela maré | X | X | ||||||
| 1220 - Vegetação perene das praias de calhaus rolados | X | X | X | X | X | X | ||
| 1250 - Falésias com vegetação das costas macaronésicas (flora endémica) | X | X | X | X | X | X | ||
| 3170 - Charcos temporários mediterrânicos * | X | |||||||
| 4050 - Charnecas macaronésias endémicas * | X | X | X | |||||
| 8220 - Vegetação casmofítica das falésias rochosas siliciosas | X | X | ||||||
| 8310 - Grutas não exploradas pelo turismo | X | X | ||||||
| 8320 - Campos de lava e escavações naturais | X | X | ||||||
| 8330 - Grutas marinhas submersas ou semisubmersas | X | X | X | X |
RNIB - Reserva Natural do ilhéu de Baixo.
RNIP - Reserva Natural do ilhéu da Praia.
MNGT - Monumento Natural da Caldeira da Graciosa.
APGHEPdR - Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta da Restinga.
APGHEPB - Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta Branca.
APGHEPdB - Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta da Barca.
APGRCS - Área Protegida de Gestão de Recursos da Costa Sudeste.
APGRCN - Área Protegida de Gestão de Recursos da Costa Noroeste.
- Habitat prioritário (Diretiva Habitats).
2 - Espécies com interesse para a conservação da natureza nas áreas protegidas do PNI Graciosa
2.1 - Flora
Tabela 7 - Listagem de espécies de flora por área protegida do PNI Graciosa
| RNIB | RNIP | MNCG | APGHEPdR | APGHEPB | APGHEPdB | APGRCS | APGRCN | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Agrostis castellana | X | X | ||||||
| Agrostis congestiflora subsp. congestiflora | X | X | ||||||
| Agrostis gracililaxa var. gracililaxa 1 | X | |||||||
| Ammi huntii R4P | ||||||||
| Ammi trifoliatum 1P | X | |||||||
| Anogramma leptophylla | ||||||||
| Asplenium adiantum-nigrum | X | |||||||
| Asplenium azoricum 1 | X | X | ||||||
| Asplenium hemionitis 1 | X | |||||||
| Asplenium marinum | X | X | X | X | X | |||
| Asplenium obovatum subsp. billotii | X | X | ||||||
| Asplenium onopteris | X | |||||||
| Asplenium scolopendrium | X | |||||||
| Atriplex prostrata | X | X | X | X | X | X | ||
| Athyrium filix-femina | X | X | ||||||
| Azorina vidalii *1 | X | X | ||||||
| Beta maritima | X | |||||||
| Brachypodium sylvaticum | X | X | X | X | ||||
| Callitriche stagnalis | X | |||||||
| Calluna vulgaris | X | |||||||
| Carex divulsa | X | |||||||
| Carex echinata | ||||||||
| Carex hochstetteriana | X | X | X | |||||
| Carex pendula | ||||||||
| Carex peregrina | X | |||||||
| Carex vulcani | ||||||||
| Centaurium scilloides | ||||||||
| Corema azoricum P | X | |||||||
| Cystopteris fragilis subsp. diaphana | ||||||||
| Crithmum maritimum | X | X | ||||||
| Daucus azoricus | X | X | X | X | X | |||
| Diplazium caudatum | X | |||||||
| Dryopteris azorica | X | |||||||
| Dryopteris aemula | ||||||||
| Dryopteris affinis | ||||||||
| Elatine hexandra | ||||||||
| Erica azorica 1 | X | X | X | X | X | X | ||
| Euphorbia azorica | X | X | X | |||||
| Festuca francoi | X | X | ||||||
| Festuca petraea | X | X | X | X | X | |||
| Frankenia pulverulenta | X | X | X | |||||
| Gaudinia coarctata | X | |||||||
| Hedera azorica | X | |||||||
| Helichrysum luteoalbum | X | |||||||
| Holcus azoricus | X | |||||||
| Holcus rigidus | X | X | X | |||||
| Hypericum foliosum | X | X | ||||||
| Hypericum humifusum | X | |||||||
| Juncus acutus | X | |||||||
| Juncus bufonius | X | |||||||
| Juncus effusus | X | X | ||||||
| Isolepis cernua | X | |||||||
| Isolepis fluitans | ||||||||
| Isolepis setacea | ||||||||
| Laurus azorica P | X | X | X | |||||
| Lysimachia azorica | ||||||||
| Lysimachia tenella | ||||||||
| Mentha pulegium | X | |||||||
| Morella faya | X | X | X | X | X | |||
| Myosotis maritima 1P | X | X | ||||||
| Myrsine retusa | X | X | X | |||||
| Ornithopus pinnatus | X | X | ||||||
| Osmunda regalis | X | |||||||
| Plantago coronopus | X | X | X | X | ||||
| Platanthera pollostantha P | ||||||||
| Polypodium azoricum | X | X | X | |||||
| Polypogon maritimus | X | |||||||
| Polypogon monspeliensis | ||||||||
| Polypogon viridis | ||||||||
| Polystichum setiferum | X | |||||||
| Potamogeton polygonifolius | X | X | ||||||
| Potamogeton pusillus | ||||||||
| Potentilla anglica | ||||||||
| Lysimachia tenella | ||||||||
| Rubia agostinhoi | X | |||||||
| Rumex acetosella subsp. pyrenaicus | X | |||||||
| Sagina maritima | X | |||||||
| Salsola tragus | ||||||||
| Selaginella kraussiana | X | X | X | |||||
| Serapias cordigera subsp. azorica | ||||||||
| Sibthorpia europaea | ||||||||
| Smilax azorica | ||||||||
| Solidago azorica | X | X | X | X | ||||
| Spergularia azorica 1 | X | X | X | X | X | |||
| Sporobolus versicolor | ||||||||
| Struthiopteris spicant | ||||||||
| Thymus caespititius | X | X | ||||||
| Tolpis succulenta | X | |||||||
| Umbilicus horizontalis | X | X | ||||||
| Umbilicus rupestris | X | X | X | X | ||||
| Vandenboschia speciosa 1 | ||||||||
| Veronica officinalis | ||||||||
| Woodwardia radicans 1 | X |
RNIB - Reserva Natural do ilhéu de Baixo.
RNIP - Reserva Natural do ilhéu da Praia.
MNGT - Monumento Natural da Caldeira da Graciosa.
APGHEPdR - Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta da Restinga.
APGHEPB - Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta Branca.
APGHEPdB - Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta da Barca.
APGRCS - Área Protegida de Gestão de Recursos da Costa Sudeste.
APGRCN - Área Protegida de Gestão de Recursos da Costa Noroeste.
- Espécie prioritária (Diretiva Habitats).
1 Espécie protegida pela Diretiva Habitats e/ou Convenção de Berna.
P Taxon prioritário para a conservação (anexo ii do Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril).
2.2 - Fauna
Tabela 8 - Listagem de espécies de aves por área protegida do PNI Graciosa
| RNIB | RNIP | MNCG | APGHEPdR | APGHEPB | APGHEPdB | APGRCS | APGRCN | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ardea cinerea 1 | X | X | ||||||
| Arenaria interpres 1 | X | X | X | X | X | |||
| Asio otus 1 | X | X | X | X | X | |||
| Bulweria bulwerii *1P | X | X | ||||||
| Buteo buteo rothschildi 1P | X | X | X | X | ||||
| Calonectris borealis *1P | X | X | X | X | X | |||
| Carduelis carduelis parva 1 | X | X | X | X | X | X | ||
| Columba livia atlantis 1 | X | X | X | X | X | X | ||
| Columba palumbus azorica *P | X | X | X | X | X | X | ||
| Coturnix coturnix conturbans 1 | X | X | X | X | X | |||
| Egretta garzetta *1P | X | X | X | |||||
| Erithacus rubecula 1 | X | X | X | X | X | X | ||
| Fringilla moreletti 1P | X | X | X | X | X | X | ||
| Gallinago gallinago gallinago 1 | X | |||||||
| Gallinula chloropus chloropus 1 | X | |||||||
| Gavia immer *1 | X | X | ||||||
| Hydrobates castro *1P | X | X | X | X | ||||
| Hydrobates monteiroi 1P | X | X | X | |||||
| Larus hyperboreus 1 | X | |||||||
| Larus michahellis atlantis 1 | X | X | X | X | ||||
| Motacilla cinerea patriciae 1 | X | X | X | X | X | X | ||
| Numenius phaeopus 1 | X | X | X | |||||
| Onychoprion fuscatus fuscatus 1 | X | X | X | |||||
| Phaethon aethereus mesonauta 1 | X | |||||||
| Pluvialis squatarola 1 | X | |||||||
| Puffinus lherminieri baroli *1P | X | X | X | |||||
| Puffinus puffinus 1P | X | |||||||
| Rissa tridactyla 1 | X | |||||||
| Scolopax rusticola 1 | X | X | ||||||
| Serinus canaria 1 | X | X | X | X | X | X | ||
| Sterna dougallii *1P | X | X | X | X | X | X | X | |
| Sterna hirundo *1P | X | X | X | X | X | X | X | |
| Sturnus vulgaris granti 1 | X | X | X | X | X | X | ||
| Sylvia atricapilla gularis 1 | X | X | X | X | X | X | ||
| Turdus merula azorensis 1 | X | X | X | X | X | X |
RNIB - Reserva Natural do ilhéu de Baixo.
RNIP - Reserva Natural do ilhéu da Praia.
MNGT - Monumento Natural da Caldeira da Graciosa.
APGHEPdR - Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta da Restinga.
APGHEPB - Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta Branca.
APGHEPdB - Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta da Barca.
APGRCS - Área Protegida de Gestão de Recursos da Costa Sudeste.
APGRCN - Área Protegida de Gestão de Recursos da Costa Noroeste.
- Espécie do anexo I (Diretiva Aves).
1 Espécie protegida pela Diretiva Aves e/ou Convenção de Berna.
P Taxon prioritário para a conservação (anexo ii do Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril.
Tabela 9 - Listagem de espécies de mamíferos por área protegida do PNI Graciosa
| RNIB | RNIP | MNCG | APGHEPdR | APGHEPB | APGHEPdB | APGRCS | APGRCN | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nyctalus azoreum 1P | X | X | X | X | X | X | ||
| Pipistrellus cf. maderensis 1P | X | X |
RNIB - Reserva Natural do ilhéu de Baixo.
RNIP - Reserva Natural do ilhéu da Praia.
MNGT - Monumento Natural da Caldeira da Graciosa.
APGHEPdR - Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta da Restinga.
APGHEPB - Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta Branca.
APGHEPdB - Área Protegida para Gestão de Habitats ou Espécies da Ponta da Barca.
APGRCS - Área Protegida de Gestão de Recursos da Costa Sudeste.
APGRCN - Área Protegida de Gestão de Recursos da Costa Noroeste.
1 Espécie protegida pela Diretiva Habitats e/ou Convenção de Berna.
P Taxon prioritário para a conservação (anexo ii do Decreto Legislativo Regional n.º 15/2012/A, de 2 de abril.
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