Lei n.º 74/93 — Aprova as Grandes Opções do Plano para 1994

Tipo Lei
Publicação 1993-12-20
Estado Em vigor
Texto Tal como publicado
Ministério Assembleia da República
Fonte DRE
artigos 8

Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.

Aprova as Grandes Opções do Plano para 1994

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Na área da responsabilidade de outros Ministérios serão desenvolvidas acções destinadas à

Garantir a segurança externa, contribuindo para a defesa europeia

DEFESA

A segurança externa de Portugal, no actual quadro de relações internacionais, continua a basear-se no reforço da coesão nacional e na integração em alianças de defesa, como formas de garantir, respectivamente, o fortalecimento da vontade colectiva de defesa e a manutenção da soberania e da integridade territorial.

A incerteza e a multiplicidade de riscos que caracterizam o mundo de hoje justificam e exigem, por outro lado, quer o acompanhamento atento da evolução da situação, designadamente no quadro regional, quer a participação empenhada em organizações internacionais no âmbito da segurança.

Os interesses históricos, afectivos, culturais e económicos, aconselham, por sua vez, a crescente aproximação com os países africanos lusófonos.

As principais acções no ano de 1994 dirigem-se às seguintes áreas:

Valorizar Portugal como nó de relacionamento da Europa com o Mundo, ocupando assim uma posição mais central no contexto europeu

RELAÇÕES EXTERNAS

O futuro da integração europeia joga-se hoje tanto no plano interno da Comunidade, como no plano das suas relações internacionais. Por isso, o reforço das relações externas da CE assume um papel preponderante na afirmação da presença europeia no mundo.

Esse reforço passa, não só pela diversificação de relações comerciais, como também pelo aprofundamento de laços políticos entre a Comunidade e os seus parceiros.

A Comunidade deverá, nomeadamente, aprofundar as suas relações com outros continentes (África, América Latina), através de acordos preferenciais, medidas de cooperação e intensificação do diálogo político.

A Política Externa e de Segurança Comum (PESC), criada em Maastricht, vem ao encontro deste desiderato e assume-se como um instrumento privilegiado de afirmação externa da Comunidade. De facto, ela vem criar um processo evolutivo que permitirá aos Doze agir em conjunto na cena política internacional e à Comunidade falar a uma só voz nas instâncias internacionais.

Para Portugal, detentor de laços privilegiados com certas zonas do mundo e com uma tradição histórica que se enquadra no modelo de política externa consagrado no Tratado da União Europeia, o sucesso da implementação da PESC é a garantia de uma intervenção acrescida do país na cena política internacional.

As principais linhas de actuação externa de Portugal no ano de 1994 serão as seguintes, no que respeita à Comunidade Europeia:

A preservação do carácter atlântico de Portugal e, simultaneamente, o aprofundamento da abertura continental, constituem a única forma de obviar a uma eventual acentuação do carácter periférico do País. A valorização do papel de Portugal no relacionamento da Europa com o mundo, inscreve-se na mesma preocupação e será promovida em 1994, através das seguintes linhas de acção:

Promover um crescimento sustentado, no quadro da União Económica e Monetária

POLÍTICA ECONÓMICA

Entre as diferentes condicionantes que envolvem as grandes opções do plano para 1994 sobressaem as que resultam da intensificação da integração europeia, nomeadamente a realização da UEM e a satisfação dos critérios de convergência.

A promoção da convergência, tanto real como nominal, constitui um dos mais importantes objectivos da política económica, com tradução num maior ritmo de crescimento económico e na estabilidade monetária e financeira, essenciais para o processo de desenvolvimento. Mas, paralelamente, uma actuação que permita progredir simultaneamente em ambas as convergências viabilizará o necessário ajustamento estrutural no caminho da UEM.

Assim, a política económica para 1994 deverá dar uma resposta adequada e equilibrada a dois desafios: ao desafio constituído pela convergência nominal, que aponta para a continuação do rigor orçamental e redução da taxa de inflação e, ao desafio constituído pela convergência real, que aponta para o acréscimo das despesas de investimento, visando o reajustamento estrutural e o crescimento económico.

A harmonização destas duas vertentes deverá constituir, no plano macroeconómico, a linha directriz do orçamento para 1994, que se irá traduzir num esforço acrescido de contenção das despesas correntes e num significativo aumento das despesas de investimento. Estas, naturalmente, numa perspectiva global em que se insere a dinamização e a execução do novo QCA.

Deste modo, os três pilares da política económica global serão:

Assim, em 1994, as principais linhas de política económica são:

Orçamento do Estado

Concertação Social

Políticas Estruturais e Financeiras

Os efeitos positivos da mudança gradual do regime económico e do processo de consolidação orçamental a médio prazo permitiram uma melhoria na notação («rating») da República, o que facilitou um regresso em condições particularmente favoráveis aos mercados financeiros internacionais, tendo-se efectuado vários empréstimos externos, ao longo de 1993. A aplicação destes recursos na satisfação das necessidades brutas de financiamento do Estado no corrente ano tem permitido a libertação de recursos para financiamento do investimento privado, nomeadamente das PME.

2º OPÇÃO - PREPARAR PORTUGAL PARA A COMPETIÇÃO NUMA ECONOMIA GLOBAL

As orientações principais da vertente económica da estratégia de desenvolvimento do País até ao final do século, incluindo a sua componente sectorial e sua matriz espacial, desdobram-se em quatro vectores:

qualificar os recursos humanos para uma nova presença de Portugal nos mercados internacionais, dinamizando o mercado de trabalho e potenciando as capacidades dos jovens;

criar redes e infra-estruturas para a internacionalização e modernização da economia, garantindo o seu funcionamento eficiente;

melhorar a competitividade do tecido empresarial, tornando Portugal uma localização atraente para actividades de futuro;

reduzir as assimetrias regionais de desenvolvimento, mobilizando as potencialidades do litoral, do interior e das ilhas atlânticas.

Qualificar os recursos humanos para uma nova presença de Portugal nos mercados internacionais, dinamizando o mercado de trabalho e potenciando as capacidades dos jovens

EDUCAÇÃO

A Educação constitui o mais importante factor das mudanças que o Governo pretende desencadear na economia e na sociedade, por forma a preparar Portugal para enfrentar, com sucesso, os desafios de um contexto internacional complexo e em acelerada mutação.

Os objectivos prioritários do desenvolvimento do sistema educativo são os seguintes:

As grandes linhas de política educativa visam assim criar e/ou potenciar a aquisição de tipos de formação inicial e de formação complementar (incluindo a denominada formação avançada, que compreende um conjunto de acções a nível do ensino superior pós-graduado) que produzam um impacte positivo sobre o desenvolvimento económico e social, respondendo às futuras necessidades do tecido empresarial e criando uma ambiência propícia à inovação e à assunção responsável dos fiscos inerentes.

Essas linhas de política desdobram-se em intervenções dirigidas a:

Assim, em 1994, as principais áreas de actuação e acções serão as seguintes:

Educação Básica e Ensino Secundário

Ensino Tecnológico e Escolas Profissionais

Ensino Superior

Educação Física e Desporto Escolar

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

O desenvolvimento do sistema científico e tecnológico insere-se nos objectivos da política nacional de modernização do sector produtivo da economia, da melhoria da qualidade de vida e do bem-estar social, através da aplicação das capacidades nacionais ao nível mais elevado na resolução dos problemas gerados pela evolução do sistema socio-económico.

Os objectivos prioritários para o desenvolvimento do sistema científico e tecnológico nacional são os seguintes:

As principais áreas de actuação do sector para atingir estes objectivos são:

As principais acções a realizar em 1994 nestas áreas de actuação, são as seguintes:

Desenvolvimento da base do sistema da ciência e tecnologia

Mobilização da capacidade científica e tecnológica para a inovação

Promoção da formação avançada de recursos humanos

EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

O processo de desenvolvimento económico do País, até ao final do século, envolvendo uma assinável transformação estrutural da economia, com mudanças nas qualificações, nos empregos e nos perfis profissionais, sendo de esperar que problemas de ajustamento estrutural revistam especial impacto nalguns sectores e áreas geográficas.

Os objectivos prioritários para o sector do emprego e formação profissional são os seguintes:

As principais áreas de actuação são, assim:

Em 1994, as acções prioritárias no domínio do emprego e formação profissional são as seguintes:

Qualificação inicial e inserção no mercado de emprego

Melhoria do nível e qualidade do emprego

Formação e gestão de recursos humanos

Saúde, higiene e segurança no trabalho

JUVENTUDE

Os Jovens assumem-se na preparação do futuro do País como agentes privilegiados de mudança e de progresso, deles se esperando uma participação activa e um contributo responsável e qualitativamente inovador. Esta exigência e os desafios que, neste contexto, se colocam às novas gerações implicam a prossecução de uma política global de juventude cujos objectivos são:

Em 1994, estes objectivos têm tradução em acções integradas nas áreas:

Informação para os Jovens

Mobilidade e Intercâmbio Juvenil

Acesso à Função Empresarial

Divulgação da Ciência e Tecnologia

Apoio ao associativismo juvenil

DESPORTO

A prática desportiva contribui de forma decisiva para a formação e educação global dos cidadãos, cabendo ao Estado um importante papel na sua dinamização, nomeadamente, pela criação de condições que permitam o seu desenvolvimento equilibrado e pela compatibilização de interesses diferenciados protagonizados pelos diversos agentes envolvidos.

Nesta perspectiva, os objectivos prioritários para o sector do desporto são os seguintes:

As principais áreas de actuação são as seguintes:

Para 1994, as acções previstas nestas áreas são as seguintes:

Formação e apoio à prática desportiva

Desporto de alta competição

Criar infra-estruturas e redes para a internacionalização da economia, garantindo o seu funcionamento eficiente

TRANSPORTES

O desenvolvimento dos sistemas de transportes e comunicações com o objectivo de promover uma maior acessibilidade interregional e a abertura ao exterior em condições de rapidez, comodidade e segurança, constitui uma opção fundamental da política sectorial.

A modernização das redes de transportes, de acordo com os padrões de qualidade e níveis de serviço compatíveis com os objectivos de integração nas redes europeias, será prosseguida de modo a dotar o país das infraestruturas básicas ao seu desenvolvimento no âmbito da Europa Comunitária.

No domínio dos transportes, a redução do impacte ambiental constitui cada vez mais uma prioridade que irá ser equacionada por várias formas. Por um lado, pelo reforço do transporte ferroviário urbano e suburbano e do transporte fluvial de modo a incentivar a não utilização do automóvel particular. Por outro lado, apoiar-se-á a modernização do transporte público rodoviário, promovendo a utilização de veículos pesados, quer de passageiros, quer de mercadorias, que respeitem normas mais exigentes de emissão de ruído e de gases poluentes.

No prosseguimento do esforço desenvolvido nos últimos anos, os investimentos em infraestruturas privilegiarão, a melhoria das ligações entre o litoral e o interior, os acessos às grandes cidades, bem como a melhoria da inserção nas redes europeias com vista a dotar o país das infra-estruturas essenciais ao seu desenvolvimento integrado, mediante a eliminação das assimetrias existentes a nível regional.

Neste contexto, as principais áreas de acção são as seguintes:

Assim, em 1994, as principais acções a empreender nestas áreas são:

TRANSPORTES RODO-FERROVIÁRIOS, FLUVIAIS E AÉREOS

Acesso externo e inserção de Portugal nas redes transeuropeias

Infra-estruturas rodoviárias

Infra-estruturas ferroviárias

Infra-estruturas aeroportuárias

Transporte aéreo

Mobilidade interna e coordenação intermodal

Infra-estruturas rodoviárias

Infra-estruturas ferroviárias

Descongestinamento das Áreas Metropolitanas

Infra-estruturas rodoviárias

Área Metropolitana do Porto - continuação das obras na IP1, IC1 e IC24 (CREP) e início dos troços Sendim/Águas Santas no IP4 e lanço Vila do Conde/Perafita no IC1.

Infra-estruturas ferroviárias

Transporte fluvial

TRANSPORTES MARÍTIMOS E PORTOS

Transportes Marítimos

Modernização de infra-estruturas portuárias

TELECOMUNICAÇÕES

As telecomunicações nacionais, especialmente na sua componente de serviços fundamentais de telecomunicações, apresentam ainda um atraso considerável relativamente à média comunitária.

Os objectivos prioritários da estratégia de desenvolvimento do sector são os seguintes:

As principais áreas de acção são as seguintes:

Assim, em 1994, as principais acções a empreender nestas áreas são:

Serviços de correios

Serviços de telecomunicações

ENERGIA

O sector energético constitui uma infra-estrutura básica para apoio à modernização e competitividade da estrutura produtiva e é simultaneamente uma área com fortes impactos ambientais e em que é possível realizar melhorias no funcionamento de todo o sistema energético por forma a realizar assinaláveis poupanças no consumo de energia.

A estratégia de desenvolvimento do sector tem os seguintes objectivos prioritários:

Neste contexto as áreas de actuação principais são:

Em 1994, as principais acções a implementar são as seguintes:

Introdução do gás natural

Utilização racional de energia e fomento da utilização das energias renováveis

Reestruturação do sector eléctrico

Melhoria das condições de distribuição de energia

Liberalização do sector petrolífero

Melhorar a competitividade do tecido empresarial, tornando Portugal uma localização atraente para actividades de futuro

AGRICULTURA E FLORESTAS

A estratégia de desenvolvimento do sector agrícola e florestal prossegue três objectivos prioritários:

Estes objectivos de médio/longo prazo implicam uma resposta adequada às dificuldades que o sector actualmente atravessa, cuja solução passa por uma maior capacidade organizativa e negocial do sector face ao mercado e pelo ajustamento adequado da estrutura de custos à situação de um mercado aberto.

As principais áreas de actuação são as seguintes:

Em virtude de alterações marcantes para o sector, designadamente a Reforma da PAC e a reestruturação do Ministério da Agricultura, no ano de 1994 intervir-se-á no campo legislativo, através das novas Lei de Base do Desenvolvimento Agrário e Lei do Desenvolvimento Florestal.

No que respeita às áreas de actuação atrás referidas, as principais acções a desenvolver, em 1994, são:

Transformação e comercialização de produtos agrícolas e silvícolas

Apoio às explorações agrícolas

Infra-estruturas agrícolas

Investigação, Experimentação e Demonstração, Formação e Organização

Florestas

PESCAS

A estratégia do desenvolvimento do sector prossegue quatro objectivos prioritários:

As principais áreas de actuação são as seguintes:

As principais acções a desenvolver, em 1994, são:

Infra-estruturas e instalações portuárias de pesca

Estruturas do sector da pesca

Transformação e comercialização dos produtos da pesca

Prospecção e investigação

Valorização profissional

INDÚSTRIA

A estratégia de desenvolvimento do sector centra-se no crescimento sustentado da competitividade das empresas industriais, reforçando a capacidade de resposta às rápidas mutações tecnológicas e de mercados e promovendo a modernização, a diversificação e a internacionalização da estrutura industrial, consolidando e reforçando os resultados induzidos pelo PEDIP na estrutura industrial portuguesa.

Esta estratégia tem quatro objectivos prioritários:

As principais áreas de acção para concretizar estes objectivos são:

Neste âmbito, em 1994 dar-se-á continuidade ao Programa de Iniciativa Comunitária RETEX, lançar-se-á um programa sectorial de apoios às empresas industriais e de serviços ligados à indústria - PEDIP II, na continuação e reforço das acções iniciadas pelo PEDIP e SIBR; concretizar-se-ão os programas de desenvolvimento em áreas estratégicas para melhorar o perfil de especialização da indústria portuguesa, na sequência do PITIE e PRODIBE; continuar-se-á com o Programa de Engenharia Financeira adequado à concretização das acções de modernização e reorganização empresarial proposta nos diferentes programas.

Estes Programas, contêm um conjunto concertado de instrumentos a utilizar pelas empresas no decurso da sua vigência pelo que, em 1994, as acções/medidas a concretizar são todas aquelas consideradas na estruturação dos Programas, admitindo-se, em anos posteriores, a sua adequação em face da procura pelos agentes económicos e especificidades conjunturais do ambiente económico envolvente. Referem-se seguidamente as principais acções.

Dinamização do ambiente de eficiência empresarial

Consolidação e reforço das estratégias empresariais

Dinamização de estratégias de produtividade, qualidade e internacionalização das empresas

Programa de Engenharia Financeira

Modernização e diversificação dos tecidos empresariais das regiões afectadas pela reestruturação da indústria têxtil e do vestuário

MINAS

A valorização dos recursos mineiros do País, assinaláveis no contexto europeu, bem como a consolidação do sector empresarial, envolve a actuação do Estado nas seguintes áreas de acção:

Neste âmbito, em 1994, serão desenvolvidas as seguintes acções específicas:

Conhecimento do potencial mineiro e em hidrocarbonetos:

Cooperação internacional na área mineira

Enquadramento legal

Protecção social dos trabalhadores

Aplicam-se igualmente a este subsector os programas de apoio às empresas industriais e de serviços já explicitados para a INDÚSTRIA.

COMÉRCIO EXTERNO E INTERNACIONALIZAÇÃO

O processo contínuo de aprofundamento da integração europeia, em que sobressai naturalmente o reforço do mercado interno, a próxima implementação do Espaço Económico Europeu e a progressiva abertura do mercado comunitário a favor da Europa Central e Oriental e do Mediterrâneo, exige um esforço diversificado da melhoria da inserção internacional da economia portuguesa.

Os objectivos prioritários desse esforço são os seguintes:

Para atingir estes objectivos as principais áreas de actuação são:

As principais acções a empreender, em 1994, são as seguintes:

Internacionalização de empresas

Promoção da imagem global do País

COMÉRCIO INTERNO

A melhoria da qualidade de vida e a integração na CE vieram acelerar o processo de transformação do papel do comércio na sociedade. Sendo um sector predominantemente caracterizado por PME'S familiares, utilizando na maior parte dos casos métodos de gestão tradicionais está a ser confrontado com o choque de novas formas de comércio, consubstanciadas em novas configurações empresariais, que implicam uma válida adaptação das PME'S existentes, envolvendo o apetrechamento em novas tecnologias e a adopção de novos processos e métodos de gestão. Existem, por sua vez, carências em algumas grandes infra-estruturas associadas ao abastecimento das populações.

A estratégia de modernização do sector tem, assim, como objectivos prioritários:

As principais áreas de actuação neste sector são as seguintes:

As principais acções a concretizar em 1994 são as seguintes:

Modernização do comércio

Desenvolvimento da rede dos mercados abastecedores

TURISMO

A estratégia de desenvolvimento do sector que permita reforçar a sua competitividade, garantindo um crescimento sustentado a médio e longo prazo, prossegue quatro objectivos prioritários:

A valorização do património histórico-cultural é considerada uma importante vertente deste esforço de qualificação e diversificação.

Para atingir aqueles objectivos as principais áreas de actuação são:

Em 1994 as principais acções a concretizar nestas áreas são:

Modernização e diversificação da oferta turística de alojamento e animação

Alojamento turístico em edifícios históricos e culturais e valorização do património cultural com potencial turístico

Formação dos profissionais do turismo

Acção promocional

Melhoria do enquadramento da oferta

Melhoria do controlo da oferta

Reduzir as assimetrias regionais de desenvolvimento, mobilizando as potencialidades do litoral, do interior e das Ilhas Atlânticas

DESENVOLVIMENTO REGIONAL

A recuperação do diferencial de desenvolvimento que separa Portugal da média dos países da CE passa necessariamente pela continuação da redução das diferenças de nível de desenvolvimento internas. Deste modo, as acções directamente dirigidas ao desenvolvimento regional abrangem três áreas:

Paralelamente, prosseguirá a Linha de Crédito bonificada pelo FEDER para apoio ao investimento autárquico, em projectos municipais idênticos aos comparticipados por apoios comunitários.

Em 1994, as principais acções directamente dirigidas ao desenvolvimento regional são as seguintes

Promoção do potencial de desenvolvimento regional

Desenvolvimento rural e local

Incentivos Regionais

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