Lei n.º 52/2006 — Aprova as Grandes Opções do Plano para 2007

Tipo Lei
Publicação 2006-09-01
Estado Em vigor
Texto Tal como publicado
Ministério Assembleia da República
Fonte DRE
artigos 5

Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.

Aprova as Grandes Opções do Plano para 2007

Histórico de alterações JSON API

Alargar as oportunidades de aprendizagem ao longo da vida

Ainda no quadro da Iniciativa Novas Oportunidades, serão implementadas em 2006-2007 as seguintes medidas de promoção da qualificação de adultos:

Enraizar a cultura e a prática de avaliação

ENSINO SUPERIOR

Acção governativa em 2005-2006

Principais actuações previstas para 2007

Pretende-se dar continuidade à concretização do Processo de Bolonha e de reforma do ensino superior, na sequência das principais acções já desenvolvidas em 2005/2006, com vista a garantir a qualificação dos portugueses no espaço europeu, promovendo a igualdade de oportunidades no acesso ao ensino superior, melhorando os níveis de frequência e conclusão dos cursos superiores, atraindo novos públicos, numa lógica de aprendizagem ao longo de toda a vida e melhorando a acção social escolar. Pretende-se ainda reformar o sistema de governo das instituições de ensino superior de modo a desenvolver uma cultura de prestação de contas e a flexibilizar as formas de organização e gestão, promovendo a desgovernamentalização do sistema e valorizando parcerias entre instituições nacionais e estrangeiras.

É ainda objectivo para 2007, estimular a diversidade e flexibilidade do sistema de ensino superior, nomeadamente ao nível da especialização e ao nível do desempenho institucional e garantindo o relacionamento mais estreito entre os subsistemas universitário e politécnico, valorizando a excelência em ambos. Pretende-se aumentar a qualidade e o sucesso escolar no ensino superior, estimular a mobilidade internacional de alunos e docentes, promover a formação avançada pós-graduada e a formação de quadros superiores ao longo da vida e maior ligação às necessidades do mercado de trabalho.

No quadro do Programa "Compromisso com a Ciência" serão ainda contratualizadas com Universidades e Politécnicos as seguintes orientações:

Será dada ainda particular prioridade às seguintes acções:

2.

MERCADO DE TRABALHO, EMPREGO E FORMAÇÃO

No Plano Nacional de Acção para o Crescimento e o Emprego (PNACE) e no Plano Nacional de Emprego (PNE) foi assumido como um dos objectivos estratégicos para 2005-2008 a "Promoção do emprego, a melhoria da qualidade e da produtividade do trabalho e o reforço da coesão social e territorial" e várias metas quantificadas nesta matéria. É neste quadro que se inscrevem os objectivos das GOP 2005-2009.

Acção governativa em 2005-2006

Reforçar a educação e qualificação dos portugueses

O reforço da qualificação dos jovens e adultos foi uma das grandes prioridades assumidas pelo Governo para o período 2005-2010, com objectivos claros e quantificados. A Iniciativa Novas Oportunidades, já lançada, é um dos principais instrumentos desta prioridade.

Nesse âmbito foram lançadas e/ou reforçadas várias acções, entre as quais se destacam:

De acordo com os dados do IEFP, observou-se em 2005 um aumento consistente dos abrangidos em formação profissional e o acréscimo do volume de formação. Foi, ainda, criado o Conselho Nacional de Formação Profissional, que veio substituir o Conselho Consultivo Nacional para a Formação Profissional.

Promover a criação de emprego e prevenir e combater o desemprego dos jovens e o desemprego de longa duração

Melhorar a adaptabilidade dos trabalhadores e das empresas

Nesta área, as prioridades assentam na conciliação dos direitos dos trabalhadores com o aumento da capacidade de adaptação das empresas. Nesse sentido, foram alteradas algumas das normas constantes do Código do Trabalho relativas ao regime da negociação colectiva. Além dessa intervenção urgente, e com vista a uma reforma mais global ao Código do Trabalho, foi apresentado em Abril de 2006 o Livro Verde das Relações Laborais, que servirá de base de discussão para a elaboração do Livro Branco das Relações Laborais, destinado a avaliar a aplicação do Código do Trabalho na óptica da discussão prospectiva sobre necessidades de alteração legislativa.

Por outro lado, tem-se dado um enfoque especial ao reforço do diálogo social, traduzido nomeadamente:

Igualdade de oportunidades, designadamente a política de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres

A política neste domínio assenta nas orientações e compromissos internacionais e comunitários, nomeadamente no quadro da Plataforma de Pequim e da centralidade e transversalidade da igualdade de género na estrutura da governação e nas políticas.

Prosseguiram as medidas para a promoção da igualdade entre homens e mulheres, nomeadamente através de incentivos a empresas que adoptem medidas favoráveis à igualdade de oportunidades e facilitadoras da conciliação entre a actividade profissional e a vida familiar e de actividades de sensibilização.

Principais actuações previstas para 2007

Reforçar a educação e qualificação dos portugueses

No ano de 2007, e no quadro do PNACE e do PNE, o Governo propõe-se, entre outras matérias:

Promover a criação de emprego e prevenir e combater o desemprego dos jovens e o desemprego de longa duração.

Nesta área, a acção do Governo em 2007 será orientada para os seguintes objectivos:

Adicionalmente, e com o objectivo de incentivar o Programa de Modernização e Reforço dos Serviços, prevê-se o desenvolvimento do SIGAE, visando uma maior integração com sistemas de informação internos e externos do IEFP; criando, entre outros, uma interface com a Internet (NETemprego) e alargando, a toda a rede de centros, sistemas electrónicos de gestão de filas de espera.

No quadro da antecipação e gestão activa e positiva dos processos de reestruturação e modernização do tecido produtivo, o Governo propõe-se agilizar a metodologia de identificação de respostas no âmbito do AGiiRE e dos NIRP, bem como proceder a avaliações da performance obtida por estes instrumentos

Melhorar a adaptabilidade dos trabalhadores e das empresas

Prevê-se que a acção governativa em 2007 se centre essencialmente em:

Igualdade de oportunidades, designadamente a política de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres

Em 2007, prevê-se o reforço da majoração dos apoios financeiros previstos nas medidas activas de emprego que integram os Programas Gerais, Específicos e de Base Territorial e Sectorial, para o sexo sub-representado e em função das profissões significativamente marcadas por discriminação de género; a promoção do desenvolvimento de Planos para a Igualdade nas Empresas; a reanálise do conteúdo das convenções colectivas numa perspectiva de género, no quadro da redinamização da negociação colectiva.

Salientam-se, ainda, as seguintes medidas:

3.

MELHOR PROTECÇÃO SOCIAL E MAIOR INCLUSÃO

Portugal enfrenta um duplo desafio no domínio da protecção social, na medida em que precisa de se aproximar dos níveis de protecção social de outros países europeus, mantendo ao mesmo tempo a sustentabilidade do sistema. Nesse sentido, o PNACE inscreve como uma das prioridades fundamentais a Modernização do Sistema de Protecção Social, assegurando a coesão intergeracional e o combate à pobreza, e tendo em atenção as novas necessidades sociais e a necessidade de acautelar a sustentabilidade financeira.

Por outro lado, 2006 é o ano da elaboração do novo Plano Nacional de Acção para a Inclusão, momento apropriado para uma alargada reflexão e estruturação das linhas estratégicas de intervenção no combate à pobreza e promoção da inclusão social. Pretende-se a este propósito envolver cada vez mais a sociedade civil, em particular as Organizações Não Governamentais, na estruturação desta estratégia, estendendo deste modo o reforço que se tem vindo a efectivar da sua intervenção no desenvolvimento social, a uma parceria igualmente cada vez mais efectiva na avaliação e preparação das políticas de inclusão para este triénio.

Acção governativa em 2005-2006

Em consonância com o Programa de Governo, deu-se início em 2005 à reforma da Protecção Social, assente nos princípios de reforço da sustentabilidade financeira, económica e social, adequando a protecção dos sistemas públicos às novas realidades sociais. Neste âmbito, foram implementadas medidas de natureza conjuntural e estrutural, com impactos significativos sobre os sistemas públicos de Protecção Social.

Das prioridades definidas pelo Governo para o período de 2005-2009 foram já desenvolvidas as seguintes iniciativas:

Reforço da sustentabilidade do sistema público e universal de Segurança Social

No que toca ao reforço das bases da protecção social, e em prol da eficácia e da justiça no acesso à protecção social, estão previstas revisões aos regimes jurídicos de algumas prestações sociais, tendo-se já avançado com:

Na área do combate à pobreza e salvaguarda da coesão social e intergeracional, destacam-se:

O apoio às famílias e a protecção de grupos especialmente vulneráveis como as crianças e jovens em risco foram também uma prioridade. Para além do PARES e das mudanças nas prestações familiares, destacam-se:

Foram ainda tomadas medidas de reforço da eficiência administrativa do sistema de segurança social:

Principais actuações previstas para 2007

Foi já apresentada pelo Governo a estratégia de Modernização da Segurança Social, que será objecto de reflexão conjunta em sede de Concertação Social. A agenda social de 2007 reflectirá o resultado deste processo, tendo em conta a adopção de um conjunto de medidas necessárias para a sustentabilidade do sistema de Segurança Social, bem como para melhoria da eficiência do sistema.

Será implementada a estratégia para a Modernização da Segurança Social:

No âmbito da ampliação dos recursos financeiros do sistema, destacam-se:

No que toca à melhoria da coesão social e intergeracional, que continuará a ser prioritária, prevê-se:

A aposta na efectividade da protecção às crianças e jovens em risco implicará:

4.

MAIS E MELHOR POLÍTICA DE REABILITAÇÃO

Acção governativa em 2005-2006

Entre as principais medidas implementadas ou em fase de implementação em 2005/2006, destaca-se a aprovação do Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiências ou Incapacidade (PAIPDI) e a nova legislação alterando o DL nº 123/97 e alargando a sua aplicação ao meio edificado habitacional.

Na esfera da Protecção e Solidariedade Social, merece referência a adopção de Regulamentos sobre as condições de instalação e funcionamento dos Lares Residenciais e das Residências Autónomas para as pessoas com deficiência, bem como a regulamentação do DL n.º 18/99 de 11 de Janeiro sobre as tarefas prestadas pelos utentes do CAO para a promoção da autonomia e prestação de tarefas socialmente úteis.

Na área da Educação, foi assinado um protocolo para a criação do primeiro Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências para a população surda, cega e surdo-cega.

No âmbito do Emprego e da Formação, foi desenvolvida uma metodologia que facilita o acesso das pessoas com deficiência aos cursos de formação destinados à população em geral e definiram-se os instrumentos de organização de curricula de formação em estreita articulação com o mercado de emprego, baseados em referenciais adequados às especificidades das pessoas deficiência.

Na área das Acessibilidades e Comunicação, foram criados serviços de apoio a passageiros com necessidades especiais nas infra-estruturas dos meios de transporte públicos, nomeadamente no Metro de Lisboa, tendo em vista uma melhor utilização, mediante informação e acompanhamento das pessoas com deficiência. Além disso, foi incrementada uma rede de serviços de informação e mediação para pessoas com deficiência e incapacidade e suas famílias nas Autarquias - Gabinetes Autárquicos (SIM-PD).

No domínio da Prevenção e Reabilitação Médica, foi reactivado o Grupo Interdepartamental para acompanhamento, monitorização e avaliação do Sistema de Intervenção Precoce de crianças dos 0 aos 6.

Principais actuações previstas para 2007

Tendo em conta as prioridades do PAIPDI, identificam-se as seguintes medidas:

5.

SAÚDE, UM BEM PARA AS PESSOAS

Acção governativa em 2005-2006

Acções de promoção da saúde e de prevenção das doenças, de modo a obter mais ganhos para a saúde da população, destacando-se neste domínio:

Cuidados de saúde primários, destacando-se neste âmbito o lançamento da reforma dos cuidados de saúde primários, através da criação de unidades de saúde familiares (70 candidaturas apresentadas até Março de 2006).

Idosos e pessoas em situação de dependência (cuidados continuados integrados), com:

Planeamento estratégico dos recursos do SNS, o que se concretizou a partir de:

Melhoria do acesso e qualidade dos serviços públicos de saúde, com:

Reorganização do modelo hospitalar, com o objectivo de flexibilizar e promover a eficiência da gestão, através da:

Sustentabilidade financeira do sistema

Processo de desconcentração, participação e responsabilidade social, a partir das seguintes linhas de acção:

Principais actuações previstas para 2007

Aumentar os ganhos em saúde para a população

Melhorar a rede de cuidados de saúde a idosos e a pessoas com dependência

Desenvolver as Unidades de Saúde Familiares, base da organização dos cuidados de saúde primários

Garantir a sustentabilidade financeira do SNS e o aperfeiçoamento da sua organização e gestão

Promover a utilização racional dos Medicamentos

Promover o conhecimento, a modernização e a inovação

Melhorar o acesso, a qualidade e a segurança

6.

VALORIZAR A CULTURA

Acção governativa em 2005-2006

No âmbito da execução de medidas previstas no Programa de Governo e nas Grandes Opções do Plano, várias iniciativas foram lançadas em articulação inter-ministerial que procuraram responder às capacidades de inter-acção cultural com as áreas da Educação e Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Do mesmo modo, uma capacidade alargada ao Ambiente, Ordenamento e Desenvolvimento Regional. E, ainda, sem perder de vista a identificação de oportunidades de fomento de cadeias de valor económico, com especial relevo para a qualificação cultural do turismo.

Decorrentes da aprovação do Programa do Governo, pelo qual se pretende "qualificar o conjunto do tecido cultural, na diversidade de formas e correntes que fazem a sua riqueza do património à criação, promovendo a sua coesão e as suas sinergias", foram definidos os seguintes grandes eixos estratégicos para o sector:

Pressupondo a sua definição, está uma concepção mais alargada do fenómeno cultural - a qual se afasta do conjunto clássico de atribuições do Estado na área cultural, assente na memória, em termos de património cultural e na criatividade, em termos artísticos - procurando abarcar um conjunto de características e valores partilhados por uma determinada comunidade, ancorados no conhecimento herdado do passado, enriquecido no presente por actividades e métodos inovadores e criativos.

Procedeu-se a uma avaliação dos serviços e instituições sob tutela do MC tendo-se tomado medidas para reforçar a sua missão de serviço público e um melhor e mais racional aproveitamento de recursos, o qual serviu de ponto de partida para o trabalho desenvolvido no âmbito do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE). A aplicação do PRACE ao Ministério da Cultura, para além da diminuição do número de estruturas, redundará na eliminação das redundâncias de atribuições entre os serviços, uma maior desconcentração de competências para as Delegações Regionais e descentralização para as autarquias.

Na área da salvaguarda e valorização do património cultural, destaca-se:

Em matérias de apoio à criação artística e à difusão cultural:

Relativamente à qualificação do tecido cultural através da constituição de redes dinâmicas de equipamentos e actividades culturais:

Finalmente e no tocante à promoção e difusão internacional da Cultura Portuguesa:

Principais actuações previstas para 2007

Na área da salvaguarda e valorização do património cultural:

Relativamente ao apoio à criação artística e à difusão cultural:

No que se refere à qualificação do tecido cultural através da constituição de redes dinâmicas de equipamentos e actividades culturais:

Finalmente e no tocante à promoção e difusão internacional da Cultura Portuguesa:

7.

APOSTAR NOS JOVENS

Acção governativa em 2005-2006

No plano das acções internacionais relevam:

Principais actuações previstas para 2007

8.

POLÍTICA DE FAMÍLIA, IGUALDADE, TOLERÂNCIA E INCLUSÃO

IGUALDADE DE GÉNERO E COMBATE À VIOLÊNCIA DE GÉNERO

Acção governativa em 2005-2006

No período 2005-2006 assinala-se que, no âmbito das linhas de orientação estabelecidas, o Governo tem em execução as seguintes medidas:

Principais actuações previstas para 2007

No quadro das grandes opções para o período de 2005 a 2009, o Governo comprometese para 2007, a:

ACOLHIMENTO E INTEGRAÇÃO DE IMIGRANTES

Acção governativa em 2005-2006

Nos últimos anos Portugal tem dado passos importantes na política de imigração. Centrada em três pilares fundamentais: regulação, fiscalização e integração, têm sido levadas a cabo um conjunto de medidas que espelham o esforço realizado pelo XVII Governo Constitucional neste âmbito, das quais se destacam:

Principais actuações previstas para 2007

Ao nível do acolhimento e integração de imigrantes e seus descendentes, no ano de 2007, o Governo pretende:

3ª Opção - MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA E REFORÇAR A COESÃO TERRITORIAL NUM QUADRO SUSTENTÁVEL DE DESENVOLVIMENTO

1.

MAIS QUALIDADE AMBIENTAL, MELHOR ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO, MAIOR COESÃO E MELHORES CIDADES

AMBIENTE

Acção governativa em 2005-2006

Em 2006, com vista à integração de critérios ambientais nas políticas sectoriais, realizaram-se ou encontram-se em curso as seguintes acções:

No domínio do abastecimento de água e tratamento de resíduos e saneamento realizaram-se global ou parcialmente as seguintes acções:

No âmbito da Conservação da Natureza, em 2006, foram realizadas ou encontram-se em fase de elaboração as seguintes acções:

Em 2006, na área das alterações climáticas encontram-se em fase de realização as seguintes acções:

Principais actuações previstas para 2007

Com vista à integração de critérios ambientais nas políticas sectoriais, durante o ano de 2007 dar-se-á continuidade às acções plurianuais iniciadas em 2006 e ainda a:

No domínio do abastecimento de água e tratamento de resíduos e saneamento, em 2007, além da continuidade das acções iniciadas em 2006, com carácter plurianual, prevê-se a realização das seguintes medidas:

No âmbito da Conservação da Natureza, em 2007, serão prosseguidas as acções iniciadas em 2006 com um carácter plurianual, prevendo-se ainda a realização das seguintes acções:

Na área das alterações climáticas, em 2007, além da continuação das medidas iniciadas em 2006., com carácter plurianual, pretende-se:

ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E POLÍTICA DE CIDADES

Acção governativa em 2005-2006

Em 2005-2006 o Governo definiu com uma das suas prioridades a aprovação do Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU).

A nova Lei do Arrendamento Urbano, entretanto aprovada, assenta em três eixos de intervenção: dinamização do mercado do arrendamento, novas políticas sociais e requalificação do tecido urbano.

Após a aprovação do NRAU, será concretizado, ainda em 2006, todo um ambicioso e vasto processo de regulamentação da lei em vários dos seus vectores, designadamente:

Principais actuações previstas para 2007

O Governo fixou três grandes objectivos para as políticas de ordenamento do território e de cidades:

A prossecução destes objectivos traduz-se nas seguintes quatro áreas de intervenção:

A) Reforço da coerência e da eficiência dos instrumentos de gestão territorial

A prioridade de completar o quadro de instrumentos de ordenamento previstos na Lei de Bases do Ordenamento do Território e do Urbanismo concretizou-se já através de:

Realçam-se também a preparação de um programa de simplificação e eficiência do sistema de planeamento e o diálogo com as associações profissionais do sector visando desenvolver actuações orientadas para o aumento da qualidade do ordenamento do território e do urbanismo.

Em 2007 serão prosseguidos os objectivos de maior coerência dos instrumentos de gestão territorial, maior coordenação e descentralização da gestão do território e comportamentos mais exigentes por parte das entidades públicas, cidadãos e agentes económicos, com destaque para:

A consulta deste documento não substitui a leitura do Diário da República correspondente. Não nos responsabilizamos por eventuais incorreções resultantes da transcrição do original para este formato.

Este texto é publicado ao abrigo das condições de reutilização do próprio DRE, não ao abrigo de uma licença Legalize nem de domínio público. DRE
Acesso universal e gratuito ao Diário da República, nos termos do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 83/2016, de 16 de dezembro, que abrange a impressão, o arquivo, a pesquisa e o livre acesso ao conteúdo dos atos publicados, em formatos eletrónicos de acesso aberto; e do regime de dados abertos da Lei n.º 68/2021, de 26 de agosto. A edição eletrónica é a que faz fé (eli:legal_value = official).