Lei n.º 52/2006 — Aprova as Grandes Opções do Plano para 2007

Tipo Lei
Publicação 2006-09-01
Estado Em vigor
Texto Tal como publicado
Ministério Assembleia da República
Fonte DRE
artigos 5

Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.

Aprova as Grandes Opções do Plano para 2007

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B) Valorização dos recursos do território

Nesta vertente, a prioridade foi dada à definição de um quadro estratégico de intervenções de ordenamento do litoral que tenha em conta a sua sensibilidade ambiental e valia económica. As principais acções desenvolvidas foram:

Em 2007 diversificar-se-ão as acções de valorização do território, num quadro reforçado de meios financeiros que o novo período de programação dos fundos estruturais comunitários possibilitará:

C) Implementação de uma política de cidades forte e coerente

Na sequência do compromisso do Programa do Governo, a construção de uma política de cidades forte e coerente traduziu-se já nas seguintes acções:

Em 2007 iniciar-se-á a concretização da Política de Cidades:

Garantia de acesso à habitação

Encontra-se em curso a elaboração da legislação complementar prevista no Novo Regime do Arrendamento Urbano, nomeadamente a que se refere aos regimes de rendas aplicáveis ao património do Estado, aos fundos intervenientes em programas de reabilitação e revitalização urbana e aos subsídios de renda. No domínio da reabilitação do património edificado, foram criados mecanismos fiscais que permitem evitar a manutenção de fogos devolutos, está em curso a preparação de instrumentos de reforço do papel das SRU e a revisão legislativa congregando num instrumento único de apoio à reabilitação urbana os programas Recria, Rehabita, Recriph e Solarh. Prosseguiram as acções desenvolvidas no âmbito dos programas de realojamento, recorrendo sempre que possível à reabilitação de edifícios e à utilização de fogos devolutos.

Estão também em curso os trabalhos de configuração da missão do novo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, articulando o planeamento, regulação, monitorização e avaliação da política social de habitação com a revitalização de áreas urbanas e a promoção de parcerias e da participação privada.

São prioridades para 2007:

Para 2007, dar-se-à ainda continuidade ao processo de aplicação do NRAU, sendo concretizadas, em complemento às anteriores, as seguintes medidas:

DESENVOLVIMENTO REGIONAL

O magno objectivo da política de desenvolvimento regional do Governo traduz-se na procura de um desenvolvimento sustentado e ambientalmente sustentável das regiões portuguesas assente, em larga medida, nos factores endógenos e inimitáveis dos territórios. A prossecução deste objectivo norteia-se pelo princípio de que é a potenciação dos factores de competitividade espacial que garantem um crescimento sustentado das regiões e que, por essa via, se promove a coesão territorial a médio e longo prazos.

Só com uma abordagem verdadeiramente transversal e integrada dos diversos factores e instrumentos de política que concorrem para o desenvolvimento dos territórios é possível conceder maior eficácia à política de desenvolvimento regional. A elaboração do QREN constitui um momento privilegiado para dinamizar esta integração e para aumentar, face ao passado, a relevância de uma correcta territorialização das políticas públicas, quer valorizando as estratégias regionais de desenvolvimento definidas num contexto participado pelos actores regionais, quer configurando os instrumentos de política pública com fortes impactos no território, no sentido de valorizar a sua territorialização, concedendo-lhes dessa forma uma vertente de promoção da competitividade e coesão territoriais.

Os Quadros Comunitários de Apoio (QCA) e o próximo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) - para o período 2007-2013 - assumem-se como os principais instrumentos da política regional em Portugal. Neste sentido, a preparação da actual fase de transição do QCA III 2000-2006 para o QREN 2007-2013 assume-se como a grande área de intervenção da política regional.

Acompanhamento e encerramento do ciclo de programação 2000-2006

Iniciado em 2000, estende-se até 2006 o actual ciclo de programação da política regional. Tanto o QCA III como os Programas de Iniciativa Comunitária terão que concluir a aprovação de projectos de investimento até 31 de Dezembro de 2006, podendo executá-los até ao final de 2008. O Fundo de Coesão encerrará aprovações em 2006 e execuções em 2010.

Assim, será prestada toda a atenção à execução dos projectos aprovados de forma a assegurar o aproveitamento quantitativo e, sobretudo, qualitativo das dotações comunitárias programadas. O sucesso na execução da programação dependerá do empenhamento de todas as entidades envolvidas na promoção dos projectos e na gestão dos programas operacionais.

Sob iniciativa da Comissão de Gestão do QCA III (coordenada politicamente pela Comissão de Coordenação do QCA III), durante o ano de 2006, encontra-se prevista a última reprogramação financeira do QCA III. A importância deste exercício está directamente associada ao facto de se constituir como a última oportunidade para efectuar alterações estratégicas e/ou operacionais aos instrumentos de política integrados no QCA III.

Durante o ano de 2007, para além do acompanhamento regular da execução dos projectos ainda aprovados no âmbito da programação 2000-2006, serão iniciadas as operações associadas ao encerramento deste ciclo e que se decorrerão, pelo menos, até 2009 no caso dos Fundos Estruturais e 2011 no caso do Fundo de Coesão.

Preparação e implementação do QREN 2007-2013

Em 2007 inicia-se um novo ciclo (2007-2013) de apoio estrutural da União Europeia. Este facto constitui um enorme desafio para Portugal fazer melhor política regional. Por um lado, o modelo de desenvolvimento trilhado nos últimos trinta anos, suportado na exploração de vantagens comparativas nos sectores especializados em trabalho pouco qualificado, esgotou a sua capacidade de crescimento compatível com a convergência real para os melhores padrões da União Europeia. Por outro, o próximo ciclo de programação comunitária será provavelmente o último com um volume de transferências significativo para a generalidade do território nacional.

No período 2007-2013, a política regional deverá apostar decisivamente no potencial de crescimento sustentado que contribua para os equilíbrios externo e interno, tendo como grande objectivo a Competitividade, isto é, o crescimento sustentado e sustentável da economia portuguesa. A Competitividade engloba quatro dimensões:

A estratégia para atingir este objectivo quadri-dimensional passará por:

Coesão e valorização territoriais, potenciando os factores de progresso específicos de cada região e contribuindo para o desenvolvimento sustentável e regionalmente equilibrado de todo o país

Neste âmbito, foram elaboradas e aprovadas pelo Governo, no primeiro trimestre de 2006, as Prioridades Estratégicas (que consubstanciam e orientam a Estratégia de Desenvolvimento do QREN e dos Programas Operacionais) e de Sistematização dos Programas Operacionais Temáticos e Regionais (que se traduz na respectiva tipologia e modelo de organização) - RCM nº 25/2006 de 10 de Março de 2006.

Encontra-se, assim, em fase de elaboração o Quadro de Referência Estratégico Nacional e os respectivos Programas Operacionais Temáticos e Regionais, prevendo-se a sua aprovação pela Comissão Europeia até final de 2006 de forma a que a sua execução se inicie no princípio de 2007. Pelas afinidades ao nível dos objectivos de desenvolvimento territorial, a elaboração do QREN pressupõe uma forte articulação com o desenvolvimento dos Programas de Desenvolvimento Rural e de apoio estrutural às Pescas (2007-2013), assegurando coerência e complementaridade de programação.

Integrado na elaboração do QREN e respectivos Programas Operacionais, estará a formulação de instrumentos de política pública que integrem na sua essência uma leitura correcta das especificidades territoriais, através do enquadramento dado pelas estratégias regionais de desenvolvimento e incorporando a promoção de competitividade e coesão territoriais nos seus objectivos (e.g. a formulação de uma nova geração de sistema de incentivos às empresas ou a promoção de pólos de competitividade regionais).

Em 2007 será finalizada a implantação dos novos instrumentos de política pública desenhados no âmbito do novo período de programação 2007-2013, bem como a instalação de toda a estrutura de governação do QREN e dos seus Programas Operacionais. Estas tarefas são essenciais para bem começar a utilizar a nova geração de política regional em Portugal.

Mudanças institucionais

Tendo identificado várias disfunções na organização da Direcção-Geral do Desenvolvimento Regional (DGDR), o Governo aproveitará o exercício PRACE para racionalizar em 2006/07 a estrutura orgânica do Serviço de acordo com a missão e as atribuições que a regulamentação do QREN lhe vier a atribuir.

Num contexto de escassez de recursos qualificados em economia espacial no mercado português, em geral, e na Administração Pública em particular, e tendo presente as orientações do Conselho de Ministros para a reorganização do Estado, o Departamento de Prospectiva e Planeamento irá reforçar a sua intervenção técnica no apoio à fundamentação de políticas de desenvolvimento com expressão territorial, absorvendo, para o efeito, as competências actuais da DGDR nesta matéria.

ADMINISTRAÇÃO LOCAL E TERRITORIAL

O poder local tem sido um dos mais importantes pilares da construção democrática em Portugal. Assim, o Governo preconiza o reforço e a qualificação do poder das autarquias locais, aos seus diversos níveis.

Em 2006 foi iniciada uma verdadeira estratégia de descentralização, que passa pela avaliação, através do PRACE, das competências e atribuições que podem e devem ser descentralizadas para a Administração Local.

Contudo, considerando a relevância das questões financeiras para o adequado funcionamento de municípios e freguesias, o Governo tomou a iniciativa de promover uma coerente reforma do sistema de financiamento das autarquias locais.

Assim, o Governo concretizará estes objectivos, ainda em 2006, com entrada em vigor prevista para 2007, através da:

Também o associativismo autárquico, entre freguesias e, sobretudo, entre municípios, reveste-se igualmente de grande importância para que possam ser enfrentados, à escala adequada, problemas comuns a diferentes autarquias. Assim sendo, o associativismo municipal deverá ter sempre um papel muito relevante na desejável articulação de políticas e acções ao nível supramunicipal. Nesse sentido o Governo, durante 2006, aprovou um conjunto de propostas de lei que visam a:

Assim, em 2007, estarão criadas as condições para iniciar, em concreto, o processo de transferência para as áreas metropolitanas, associações de municípios e municípios as competências previstas na Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro, identificando os serviços, recursos humanos, financeiros e patrimoniais a descentralizar.

2.

POLÍTICAS ESSENCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

MOBILIDADE E COMUNICAÇÃO

Acção governativa em 2005-2006

Sistema Ferroviário

No que se refere à Rede Ferroviária de Alta Velocidade (Medida estruturante 71 do PNACE):

Relativamente à Rede Ferroviária Convenciona:

Infra-estruturas Rodoviárias

No que se refere à reestruturação do sector rodoviário está em desenvolvimento um novo Modelo de Gestão e Financiamento para o sector das infra-estruturas rodoviárias (Junho de 2006).

Relativamente à conclusão da Rede Rodoviária:

No que se refere à Sinistralidade Rodoviária:

No que se refere à Monitorização e Modernização da Rede Rodoviária Nacional:

No âmbito do Sistema Portuário

Sector do Transporte Aéreo

Relativamente à expansão e melhoria dos aeroportos nacionais:

Relativamente à Modernização e substituição dos equipamentos e sistemas de apoio à navegação aérea, procedeu-se à instalação de uma nova Sala de Controlo de Tráfego Aéreo de Lisboa e novos radares de Faro e Santa Maria, a concluir em 2006, e desenvolvimento do projecto de instalação dum radar no norte do País, no Marão.

No que se refere às medidas de regulação, supervisão, fiscalização e controlo:

Relativamente à TAP, procedeu-se, em 2005, à sua integração na STAR ALIANCE e à aquisição da VEM - Varig Engineering and Maintenance e iniciou-se o processo de renovação da frota de longo curso.

No que se refere ao Sistema Logístico Nacional (Medida estruturante 73 do PNACE):

Sector dos Transportes Urbanos (Medida estruturante 67do PNACE)

No Sector das Comunicações no que se refere à Banda Larga (Medida estruturante 82 do PNACE):

Relativamente aos Novos Serviços/Novas Tecnologias:

Regulação (Medida estruturante 83 do PNACE):

Relativamente aos Serviços Postais:

No Sector da Construção e Imobiliário no que se refere à Qualidade, Segurança e Defesa do Consumidor:

Como catalizador da melhoria dos agentes do sector vai ser criada, até ao final de 2006 a Agência para a Inovação e Segurança no sector da Construção e do Imobiliário e apresentada, em Julho de 2006, proposta legislativa para a regulação da actividade de administração e gestão de condomínio.

Regulação (Medida estruturante 92 do PNACE):

Simplificação e Transparência nos Contratos Públicos:

Principais actuações previstas para 2007

Sistema Ferroviário

Relativamente à Rede Ferroviária Convencional:

Infra-estruturas Rodoviárias

No que se refere à Reestruturação do Sector Rodoviário:

No que se refere à Conclusão da Rede Rodoviária:

Relativamente à Sinistralidade Rodoviária:

No que se refere à Monitorização e Modernização da Rede Rodoviária Nacional:

Sistema Portuário

Sector do Transporte Aéreo

No que se refere às infra-estruturas aeroportuárias, relativamente ao Aeroporto de Beja (EDAB) - início dos trabalhos de adaptação da infra-estrutura existente para o transporte aéreo civil; relativamente ao novo Aeroporto de Lisboa - conclusão dos trabalhos de lançamento da concessão do processo selectivo de parceiros privados (Medida estruturante 72 do PNACE).

Regulação

No âmbito dos Transportes Urbanos (Medida estruturante 67 do PNACE):

Sector das Comunicações

Relativamente à Banda Larga (Medida estruturante 82 do PNACE):

Relativamente aos Novos Serviços/Novas Tecnologias:

No que se refere aos Serviços Postais Adequados:

Sector da Construção e Imobiliário

No que se refere a Qualidade, Segurança e Defesa do Consumidor:

Como catalizador da melhoria dos Agentes do Sector:

Regulação (Medida estruturante 92 do PNACE):

Simplificação e Transparência nos Contratos Públicos

ENERGIA

Acção governativa em 2005-2006

No domínio da Eficiência dos Mercados:

No domínio da Coesão Territorial e Sustentabilidade Ambiental:

Eficiência Energética e promoção das fontes renováveis de energia

Recursos Geológicos

Principais actuações previstas para 2007

No domínio da Eficiência dos Mercados:

No domínio da Coesão Territorial e Sustentabilidade Ambiental:

Eficiência Energética, diversificação e promoção das fontes renováveis de energia

Recursos Geológicos

TURISMO

Acção governativa em 2005-2006

No domínio da Competitividade e Empreendedorismo:

Dinamização do Investimento Empresarial

Estabelecimento de parcerias e dinamização de clusters, reforçando a sua competitividade internacional

O Programa do Governo reafirma o cluster Turismo-Lazer como sector estratégico prioritário para o País, a enquadrar num modelo que promova o desenvolvimento desta actividade, privilegiando a qualidade, numa perspectiva de sustentabilidade ambiental, económica e social. Neste sentido procedeu-se à:

Principais actuações previstas para 2007

No domínio da Competitividade e Empreendedorismo:

Estabelecimento de parcerias e dinamização de clusters, reforçando a sua competitividade internacional

Tendo por base o Plano Estratégico Nacional de Turismo, e estando este em linha com o Programa de Acção para a Estratégia de Lisboa e o Plano Tecnológico, as grandes opções do plano para 2007, circunscritas às áreas de competência do Instituto, assentam no seguinte conjunto de intervenções:

Para 2007, as medidas a desenvolver para aumentar, qualificar e diversificar a procura, no sentido de captar um número crescente de fluxos turísticos (acima da média europeia), bem como reforçar consideravelmente a receita média por turista/dia, consubstanciam-se no:

Para o reforço do posicionamento competitivo de Portugal, o qual envolve um conjunto de iniciativas que concorrem para a qualificação e sofisticação da oferta, a modernização da gestão e do processo produtivo das empresas, assim como das formas de acesso ao mercado, as medidas a implementar, em 2007, integram o/a:

O aumento da eficácia e eficiência dos serviços de apoio às empresas traduz-se num conjunto iniciativas que promovam a criação de uma rede de proximidade e de simplificação dos processos de interacção da administração pública com as empresas, proporcionando-lhes o acesso ao conhecimento e aos serviços que facilitem o seu posicionamento em contextos relevantes de mercado ou produto. Em particular, as iniciativas a desenvolver, em 2007, envolvem a/o:

DESENVOLVIMENTO AGRÍCOLA E RURAL

Para assegurar a concretização dos objectivos fixados, definiram-se quatro eixos estratégicos de actuação que integram um conjunto articulado e coerente de medidas de política para 2005/2006. Apresenta-se a situação em que se encontra a concretização destas medidas.

Acção governativa em 2005-2006

EIXO I - Promover o desenvolvimento sustentável do território e a melhoria da qualidade de vida nas zonas rurais

EIXO II - Elevar os níveis de competitividade e rentabilidade das fileiras agrícolas florestais

EIXO III - Reforçar os níveis de segurança alimentar e da qualidade ao nível dos produtos e dos processos

EIXO IV - Modernizar a administração e promover o desenvolvimento institucional do sector

Principais actuações previstas para 2007

Tendo em vista a prossecução dos objectivos fixados pelo Programa do governo, propõemse o seguinte conjunto de medidas para 2007para a Agricultura:

PESCAS E AQUICULTURA

Acção governativa em 2005-2006

Promover o reforço de competitividade do sector e da qualidade dos produtos da pesca

Principais actuações previstas para 2007

Tendo em vista a prossecução dos objectivos fixados pelo Programa do governo, propõemse o seguinte conjunto de medidas para 2007para as pescas e aquicultura:

ASSUNTOS DO MAR

Acção governativa em 2005-2006

3.

MAIS E MELHOR DESPORTO. MELHOR QUALIDADE DE VIDA E MELHOR DEFESA DO CONSUMIDOR

DESPORTO E QUALIDADE DE VIDA

Acção governativa em 2005-2006

Pela primeira vez, de há bastantes anos a esta parte, foi definida com clareza a missão e o objectivo prioritário da política desportiva, que passou a ser "a generalização da prática desportiva dos portugueses no contexto de uma visão de serviço Público". Com a realização deste Congresso, que teve uma elevada participação - mais de 5000 participantes ligados à área do desporto - foi possível fazer o diagnóstico sectorial, apresentar soluções para colmatar alguns dos pontos fracos detectados e delinear as opções estratégicas para o sector do Desporto;

Principais actuações previstas para 2007

No que se refere à generalização da prática desportiva à população portuguesa, no contexto de uma visão de Serviço Público:

No que se refere à modernização e melhoria do desporto português, tendo por finalidade o aumento da Qualidade de Vida e o contributo para a melhoria da Saúde Pública:

No que se refere ao reforço da dimensão internacional do desporto português:

No que se refere ao aperfeiçoamento do modelo de financiamento e as formas de apoio do Estado ao Movimento Associativo:

DEFESA DOS CONSUMIDORES

Acção governativa em 2005-2006

O objectivo estratégico estabelecido no programa do Governo aponta para o relançamento da defesa do consumidor, com base num elevado nível de protecção dos direitos dos consumidores, no quadro do entendimento transversal da política dos consumidores.

Entre as medidas aprovadas com o intuito de reforçar os direitos dos consumidores e conferir maior relevância a esta política, dever-se-ão destacar:

Ao nível de segurança de produtos foi concluída a instalação da Comissão de Segurança de Serviços e Bens de Consumo, com o apoio técnico e logístico do Instituto do Consumidor.

A Rede de Educação do Consumidor que integra além do Instituto do Consumidor, o Ministério da Educação e organizações de consumidores, professores e escolas prosseguiu a sua consolidação.

O Centro Europeu do Consumidor, projecto conjunto do Instituto do Consumidor com a União Europeia, assegurou o tratamento de centenas de conflitos de consumo transfronteiriços.

O apoio financeiro aos centros de arbitragem e às associações de consumidores continuou a ser prestado, apesar das restrições financeiras, e foram reforçados os mecanismos de acompanhamento dessas entidades.

A nível de informação foram produzidos pelo Instituto do Consumidor várias dezenas de publicações sobre os temas mais diversos como o Livro de Reclamações, a alimentação saudável e comportamentos de risco, com tiragens de centenas de milhar de exemplares.

Foram objecto de aperfeiçoamento os mecanismos de recepção e atendimento dos consumidores, através de um centro integrado multicanal.

Ao nível da publicidade o Observatório da Publicidade manteve a sua actividade, tendo o Instituto do Consumidor prosseguido a actividade de fiscalização e instrução de processos a submeter à Comissão de Aplicação de Coimas em Matéria Económica e da Publicidade.

Principais actuações previstas para 2007

4ª Opção - ELEVAR A QUALIDADE DA DEMOCRACIA, MODERNIZANDO O SISTEMA POLÍTICO E COLOCANDO A JUSTIÇA E A SEGURANÇA AO SERVIÇO DE UMA PLENA CIDADANIA

1.

MODERNIZAR O SISTEMA POLÍTICO E QUALIFICAR A DEMOCRACIA

ADMINISTRAÇÃO ELEITORAL

Neste domínio, em 2007, será concretizada uma Proposta de Lei de revisão do regime do recenseamento eleitoral, tornando o recenseamento de cidadãos portugueses automático (a partir da base de dados da identificação civil), com desaparecimento do cartão de eleitor, integrado no Cartão do Cidadão;

De igual modo se prevê a apresentação de uma proposta de modernização, e consolidação num só diploma, do procedimento eleitoral para todos os actos eleitorais e referendários. No âmbito desta modernização, prevê-se ainda a apresentação de proposta de lei que permita testar em próximo acto eleitoral ou referendário, meios electrónicos que permitam a mobilidade do voto.

CENTRO DE GOVERNO

Acção governativa em 2005-2006

No período 2005-2006, assinala-se que, no âmbito das linhas de orientação estabelecidas, o Governo tem em execução as seguintes medidas:

Principais actuações previstas para 2007

Em 2007, proceder-se-á à consolidação do Centro do Governo enquanto estrutura qualificada de estudo e de apoio à decisão do Primeiro-Ministro e dos membros do Governo integrados na Presidência do Conselho de Ministros.

Neste quadro, dar-se-á prioridade às seguintes medidas:

2.

VALORIZAR A JUSTIÇA

Acção governativa em 2005-2006

Em face do programado nas Grandes Opções do Plano antecedentes, pode sumariar-se da forma que se segue, como balanço, a acção desenvolvida e concretizada:

Promover a desburocratização, a desjudicialização e a resolução alternativa de litígios Para eliminar a burocracia e os actos inúteis:

Para promover a desjudicialização e a resolução alternativa de litígios:

Impulsionar a inovação tecnológica na justiça e qualificar a resposta judicial Para impulsionar a inovação tecnológica:

Para conseguir o descongestionamento processual:

No sentido de garantir o acesso à Justiça:

Promover o combate ao crime e a justiça penal e reforçar a cooperação internacional No plano da política criminal:

Em sede de revisão do Código de Processo Penal:

Para reforçar a cooperação internacional:

Responsabilizar o Estado e as pessoas colectivas públicas

Principais actuações previstas para 2007

Visando os objectivos estratégicos fixados para a política de justiça e em desenvolvimento do programa do XVII Governo Constitucional, são fixadas como prioritárias as seguintes medidas de política a concretizar em 2007:

Promover a desburocratização, a desjudicialização e a resolução alternativa de litígios

Para eliminar a burocracia e os actos inúteis:

Para promover a desjudicialização e a resolução alternativa de litígios:

Impulsionar a inovação tecnológica na justiça e qualificar a resposta judicial

Para impulsionar a inovação tecnológica:

Para conseguir o descongestionamento processual:

No sentido de garantir o acesso à Justiça:

Visando a gestão racional do sistema judicial:

Promover o combate ao crime e a justiça penal e reforçar a cooperação internacional

Para melhorar a investigação criminal:

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