Decreto Regulamentar Regional n.º 11/2021/A — Aprova a orgânica e o quadro de pessoal dirigente, de direção específica e de chefia da Secretaria Regional da…

Tipo Decreto-Regulamentar-Regional
Publicação 2021-07-01
Última atualização 2022-09-29
Estado Revogada texto desatualizado
Texto Tal como publicado
Ministério Região Autónoma dos Açores - Presidência do Governo
Fonte DRE
artigos 83

Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.

2 atos modificativos · 2022-09-29, Decreto Regulamentar Regional n.º 18/2022/A — Orgânica e quadro do pessoal dirigente e de…

Aprova a orgânica e o quadro de pessoal dirigente, de direção específica e de chefia da Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego

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Pelo Decreto Regulamentar Regional n.º 28/2020/A, de 10 de dezembro, procedeu-se à estruturação orgânica do XIII Governo Regional dos Açores.

À Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego, estão atribuídas as competências referidas no artigo 17.º daquele diploma.

Para a prossecução dos objetivos estratégicos que estão cometidos à Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego, o presente diploma procede à aprovação da respetiva orgânica e quadro do pessoal dirigente, de direção específica e de chefia, cumprindo os desígnios patentes no Programa do XIII Governo Regional, com observância pelos princípios da competência, igualdade, transparência, participação, eficácia e eficiência na organização e funcionamento dos seus órgãos e serviços.

Assim, nos termos do n.º 6 do artigo 231.º da Constituição da República Portuguesa e da alínea a) do n.º 1 do artigo 89.º do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores, o Governo Regional decreta o seguinte:

Artigo 1.º — Objeto

São aprovados a orgânica e o quadro do pessoal dirigente, de direção específica e de chefia da Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego, que constam, respetivamente, dos anexos i e ii do presente diploma, do qual fazem parte integrante.

Artigo 2.º — Transição de pessoal

1 - As alterações na estrutura orgânica da Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego são acompanhadas da subsequente transição do pessoal, independentemente de quaisquer formalidades e sem prejuízo dos direitos consagrados.

2 - A transição do pessoal consta de lista a publicar na Bolsa de Emprego Público dos Açores - BEP-Açores.

Artigo 3.º — Período experimental

O pessoal que, à data da entrada em vigor do presente diploma, se encontre em regime de período experimental mantém-se nessa situação até à conclusão do mesmo, devendo, consoante os casos e se necessário, ser nomeado novo júri, ou elementos do júri, o qual faz a respetiva avaliação e classificação final.

Artigo 4.º — Concursos pendentes

Os concursos pendentes à data da entrada em vigor do presente diploma mantêm-se abertos, sendo os lugares providos nas unidades orgânicas que se sucederem.

Artigo 5.º — Comissões de serviço de pessoal dirigente e de direção específica

1 - As comissões de serviço dos titulares de cargos de direção superior de 2.º grau e de direção intermédia de 1.º e 2.º graus, da Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego, que se encontrem em exercício de funções à data da entrada em vigor do presente diploma mantêm-se em vigor, nos termos estabelecidos no Estatuto do Pessoal Dirigente dos Serviços e Organismos da Administração Central, Regional e Local do Estado, aprovado pela Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro, na sua redação em vigor, aplicado à Região Autónoma do Açores pelo Decreto Legislativo Regional n.º 2/2005/A, de 9 de maio, na sua redação em vigor, que estabelece o Estatuto do Pessoal Dirigente dos Serviços e Organismos da Administração Regional.

2 - O regime previsto no número anterior não se aplica aos cargos de direção específica.

Artigo 6.º — Transferência de direitos, obrigações e arquivos

1 - Os direitos e obrigações de que eram titulares ou beneficiários os serviços objeto do presente diploma são automaticamente transferidos para os serviços que ora passam a integrar, em razão da matéria, as respetivas competências, sem quaisquer formalidades.

2 - São igualmente transmitidos para os serviços referidos no número anterior os arquivos, acervos documentais, programas informáticos, bases de dados, e outros suportes digitais que lhes digam respeito, no prazo de 30 dias a partir da entrada em vigor do presente diploma.

Artigo 7.º — Norma transitória

As competências previstas no artigo 8.º do anexo i ao presente diploma, do qual faz parte integrante, são operacionalizadas no âmbito da implementação do Decreto Legislativo Regional n.º 15/2021/A, de 6 de maio, que regula a extinção da Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores, E. P. E. R.

Artigo 8.º — Norma revogatória

Pelo presente diploma, são revogadas as disposições legais seguintes:

a)

As normas contantes das subsecções ii, vii (na parte referente à Direção Regional de Apoio ao Investimento e à Competitividade que transitou para a SRJQPE) e viii da secção i, as subsecções ii e iii da secção ii e a secção iii, todas do capítulo iii do anexo i do Decreto Regulamentar Regional n.º 7/2013/A, de 11 de julho, alterado e republicado pelo Decreto Regulamentar Regional n.º 13/2014/A, de 7 de agosto, bem como todas as normas deste diploma que sejam referentes às competências da SRJQPE, por força do artigo 17.º do Decreto Regulamentar Regional n.º 28/2020/A, de 10 de dezembro, que estabelece a Orgânica do XIII Governo Regional dos Açores;

b)

As normas constantes da subsecção iii do capítulo iii do Decreto Regulamentar Regional n.º 18/2015/A, de 30 de setembro, e demais normas deste diploma que sejam referentes às competências da SRJQPE, por força do artigo 17.º do Decreto Regulamentar Regional n.º 28/2020/A, de 10 de dezembro, que estabelece a Orgânica do XIII Governo Regional dos Açores.

Artigo 9.º — Entrada em vigor

O presente diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.

Aprovado em Conselho do Governo Regional, em Ponta Delgada, em 1 de abril de 2021.

O Presidente do Governo Regional, José Manuel Cabral Dias Bolieiro.

Assinado em Angra do Heroísmo em 25 de junho de 2021.

Publique-se.

O Representante da República para a Região Autónoma dos Açores, Pedro Manuel dos Reis Alves Catarino.

ANEXO I — (a que se refere o artigo 1.º)

Orgânica da Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego

CAPÍTULO I — Atribuições e competências

Artigo 1.º — Objeto

O presente diploma estabelece a orgânica da Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego, doravante designada por SRJQPE, dos seus serviços dependentes, bem como o respetivo quadro do pessoal dirigente, de direção específica e de chefia que correspondam a unidades orgânicas.

Artigo 2.º — Atribuições

A SRJQPE é a entidade que propõe e executa as políticas do Governo Regional nas matérias seguintes:

a)

Juventude;

b)

Políticas ativas de empregabilidade;

c)

Políticas de valorização profissional e de diminuição da precariedade laboral;

d)

Trabalho, formação e reconversão de ativos;

e)

Concorrência e defesa do consumidor;

f)

Comércio, indústria e artesanato;

g)

Inspeções das atividades económicas e do trabalho.

Artigo 3.º — Competências

1 - Ao Secretário Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego, doravante designado por secretário regional, compete:

a)

Definir, promover e avaliar a execução das políticas relativas às áreas da juventude;

b)

Apoiar as atividades e políticas especificamente dirigidas à juventude;

c)

Promover a qualidade e a promoção do emprego, incluindo o desenvolvimento do mercado social do emprego;

d)

Definir e executar políticas que visem garantir o direito à qualificação profissional e o desenvolvimento do sistema de formação profissional;

e)

Organizar e administrar a certificação profissional e gerir os fundos destinados à formação e qualificação profissional;

f)

Promover a conciliação e a arbitragem em matéria de relações de trabalho;

g)

Promover a concertação social;

h)

Conduzir a política laboral, exercendo competências que nesta matéria estejam cometidas à administração regional;

i)

Promover a concorrência e a defesa do consumidor;

j)

Apoiar e dinamizar o comércio e indústria da Região Autónoma dos Açores;

k)

Apoiar a modernização das estruturas empresariais, criando, em especial, condições para a consolidação e fortalecimento das pequenas e médias empresas;

l)

Conceber e promover a imagem da Marca Açores no exterior e de modo global, visando a promoção das exportações, a internacionalização, a distinção e a valorização de bens e serviços produzidos na Região Autónoma dos Açores;

m)

Apoiar, coordenar e estimular iniciativas de divulgação e promoção no exterior de produtos e serviços das empresas regionais;

n)

Promover e divulgar no exterior as atividades económicas desenvolvidas na Região Autónoma dos Açores;

o)

Dinamizar o artesanato regional, as artes e ofícios quer como elementos preservadores da memória coletiva, quer como atividade criadora de potencial económico;

p)

Dinamizar o associativismo e o cooperativismo promovendo modelos de gestão empresarial moderna e eficiente;

q)

Estabelecer, desenvolver e promover atividades informativas, preventivas e inspetivas necessárias ao cumprimento da legislação reguladora do exercício das atividades económicas, visando a defesa dos consumidores e da concorrência;

r)

Promover o cumprimento das normas que disciplinam a área laboral, nomeadamente em matéria de prevenção e inspeção das condições de trabalho;

s)

Avaliar, propor e executar instrumentos de recolha e tratamento de informação que permitam adequar e decidir as políticas relativas ao emprego e à qualificação profissional.

2 - O secretário regional pode delegar competências para a prática de atos de gestão corrente, com a faculdade de subdelegação, no chefe e nos adjuntos do respetivo gabinete, ou nos titulares de cargos de direção e de chefia dos órgãos e serviços de si dependentes.

3 - Para efeitos do referido no número anterior, e sem prejuízo do disposto na lei, consideram-se atos de gestão corrente os que respeitem à gestão do pessoal, do equipamento, dos recursos orçamentais e de outros que constituam simples condição de exercício de competências.

CAPÍTULO II — Estrutura orgânica

Artigo 4.º — Estrutura geral

1 - Na dependência do secretário regional funcionam os serviços seguintes:

a)

Consultivos: Conselho de Juventude dos Açores.

b)

Serviços Executivos Centrais:

i)

Direção de Serviços Administrativos e Financeiros;

ii) Gabinete de Gestão e Promoção da Marca Açores;

iii) Gabinete de Assuntos Jurídicos;

iv) Gabinete de Recursos Digitais, Comunicação e Qualidade;

v)

Centro de Artesanato e Design dos Açores;

vi) Observatório do Emprego e Qualificação Profissional;

vii) Gabinete de Defesa do Consumidor;

viii) Direção Regional da Juventude;

ix) Direção Regional de Qualificação Profissional e Emprego;

x)

Direção Regional do Comércio e Indústria.

c)

Serviços Inspetivos:

i)

Inspeção Regional das Atividades Económicas;

ii) Inspeção Regional do Trabalho.

d)

Serviços executivos periféricos: Agência da Juventude, Emprego, Comércio, Indústria e Artesanato.

2 - A Agência da Juventude, Emprego, Comércio, Indústria e Artesanato, doravante designada por AJEmCIA, possui serviços em todas as ilhas da Região Autónoma dos Açores.

3 - Na dependência do secretário regional funciona ainda o Fundo Regional do Emprego.

CAPÍTULO III — Órgãos e serviços

SECÇÃO I — Serviços Consultivos

SUBSECÇÃO I — Conselho de Juventude dos Açores
Artigo 5.º — Natureza, missão e competências

1 - O Conselho de Juventude dos Açores, doravante designado por CJA, é o órgão de consulta do Governo Regional dos Açores em matérias relacionadas com a política de e para a juventude.

2 - A organização e funcionamento do CJA é objeto de diploma regulamentar próprio.

SECÇÃO II — Serviços Executivos

SUBSECÇÃO I — Direção de Serviços Administrativos e Financeiros
Artigo 6.º — Competências

1 - A Direção de Serviços Administrativos e Financeiros, doravante designada por DSAF, funciona na direta dependência hierárquica do secretário regional e assegura, de forma partilhada, os serviços administrativos e financeiros, em todas as suas vertentes, ao secretário regional e ao respetivo gabinete, às direções regionais e aos demais órgãos e serviços da SRJQPE.

2 - À DSAF compete:

a)

Assegurar o expediente, nomeadamente recebendo, registando, classificando, distribuindo e assegurando a expedição da correspondência;

b)

Organizar o arquivo e a documentação geral da SRJQPE, visando a sua boa conservação e fácil consulta dos documentos;

c)

Assegurar os serviços de caráter administrativo comuns, ou não, aos diversos órgãos e serviços da SRJQPE;

d)

Colaborar em ações tendentes ao aumento da produtividade e da qualidade do trabalho;

e)

Promover ações de formação e aperfeiçoamento profissional do pessoal afeto à SRJQPE, colaborando na elaboração dos respetivos planos;

f)

Garantir a aquisição e gestão dos bens patrimoniais;

g)

Elaborar a proposta do orçamento e colaborar na preparação e execução do plano da SRJQPE;

h)

Proceder à gestão do orçamento da SRJQPE;

i)

Assegurar o serviço de contabilidade;

j)

Organizar e manter atualizado o inventário e cadastro dos bens;

k)

Gerir o parque automóvel;

l)

Zelar pela segurança e conservação do património;

m)

Executar todos os serviços de caráter administrativo, designadamente assegurar o expediente, o arquivo e a documentação;

n)

Assegurar a aquisição, distribuição e controlo dos artigos de consumo corrente e a gestão do fundo de maneio que lhe for afeto;

o)

Assegurar a aquisição e a gestão de bens patrimoniais, bem como efetuar os procedimentos necessários à aquisição de bens e serviços;

p)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

3 - A DSAF integra o Gabinete de Recursos Humanos.

4 - A DSAF é dirigida por um diretor de serviços, cargo de direção intermédia de 1.º grau.

Artigo 7.º — Gabinete de Recursos Humanos

1 - Ao Gabinete de Recursos Humanos, doravante designado por GRH, compete:

a)

Dar apoio ao gabinete do secretário regional, sempre que solicitado;

b)

Assegurar a gestão do pessoal, incluindo a execução das ações referentes ao recrutamento, gestão corrente e mobilidade;

c)

Organizar e manter atualizado o cadastro do pessoal;

d)

Proceder ao controlo da assiduidade e pontualidade do pessoal ao serviço da SRJQPE;

e)

Assegurar a realização das ações e execução das tarefas respeitantes ao processamento de todas as remunerações do pessoal;

f)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

2 - O GRH é coordenado por um trabalhador com vínculo de emprego público por tempo indeterminado, designado, para o efeito, através de despacho do secretário regional, nos termos do disposto no artigo 7.º do Estatuto do Pessoal Dirigente dos Serviços e Organismos da Administração Regional.

SUBSECÇÃO II — Gabinete de Gestão e Promoção da Marca Açores
Artigo 8.º — Missão e competências

1 - O Gabinete de Gestão e Promoção da Marca Açores, doravante designado por GGPMA, tem por missão contribuir para a conceção, promoção e execução de políticas de estímulo ao desenvolvimento empresarial, no âmbito da Marca Açores.

2 - Ao GGPMA compete:

a)

Desenvolver estratégias de eficiência coletiva por parte das pequenas e médias empresas, no âmbito da Marca Açores, promovendo atuações articuladas de melhoria de condições da envolvente empresarial;

b)

Fomentar o alargamento da base da exportação dos produtos regionais;

c)

Conceber e promover a imagem da Marca Açores no exterior, de modo global, visando a promoção das exportações e a internacionalização e captação de investimentos;

d)

Apoiar, coordenar e estimular iniciativas de divulgação e promoção no exterior de produtos e serviços das empresas regionais;

e)

Celebrar protocolos com instituições regionais, nacionais ou internacionais, sobre matérias de interesse ao desenvolvimento empresarial da Região Autónoma dos Açores;

f)

Cooperar com outras entidades, públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, em ações que possam contribuir para a realização dos seus objetivos;

g)

Participar em institutos, sociedades, associações ou outras entidades que possam contribuir para o desenvolvimento económico;

h)

Promover a elaboração de estudos nas áreas da sua competência;

i)

Realizar auditorias às empresas;

j)

Gerir o Arquivo Digital;

k)

Gerir o Portal Marca Açores;

l)

Gerir o Catálogo Marca Açores;

m)

Conceber relatórios e tratamento de dados de gestão do projeto;

n)

Realizar inquéritos de satisfação às empresas;

o)

Gerir e aprovar a aplicação da imagem do selo Marca Açores, junto das empresas;

p)

Acreditar as Auditorias Marca Açores nos organismos competentes;

q)

Conceber, gerir e acompanhar campanhas de marketing;

r)

Gerir as redes sociais da Marca Açores;

s)

Gerir o site Marca Açores;

t)

Criar conteúdos multimédia da Marca Açores;

u)

Gerir o Banco de Imagens da Marca Açores;

v)

Gerir o mobiliário fixo para eventos;

w)

Realizar estudos de mercado;

x)

Executar as demais atribuições e competências que lhe sejam conferidas por lei;

y)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

3 - As diversas áreas de atividade operacionais e técnicas da Marca Açores podem ser desenvolvidas em todas as ilhas da Região Autónoma dos Açores, integradas nas competências da AJEmCIA e em diferentes domínios de intervenção.

4 - O GGPMA integra:

a)

O Núcleo de Acreditação da Marca Açores;

b)

O Núcleo de Fomento da Marca Açores.

5 - O GGPMA é dirigido por um diretor de serviços, cargo de direção intermédia de 1.º grau.

Artigo 9.º — Núcleo de Acreditação da Marca Açores

1 - Ao Núcleo de Acreditação da Marca Açores, doravante designado por NAMA, compete:

a)

Realizar a prospeção de novas adesões e promoção de novas candidaturas;

b)

Promover as renovações anuais do selo da Marca Açores;

c)

Criar e adaptar os procedimentos da Marca Açores;

d)

Desenvolver a capacitação empresarial e qualificação de empresas Marca Açores;

e)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

2 - O NAMA é coordenado por um trabalhador com vínculo de emprego público por tempo indeterminado, designado, para o efeito, através de despacho do secretário regional, nos termos do disposto no artigo 7.º do Estatuto do Pessoal Dirigente dos Serviços e Organismos da Administração Regional.

Artigo 10.º — Núcleo de Fomento da Marca Açores

1 - Ao Núcleo de Fomento da Marca Açores, doravante designado por NFMA, compete:

a)

Estabelecer parcerias com a distribuição, promoção das exportações e internacionalização do tecido económico regional no âmbito da Marca Açores;

b)

Organizar feiras, eventos e missões empresariais no âmbito da Marca Açores;

c)

Realizar ações de ativação da Marca Açores na distribuição regional, nacional ou internacional;

d)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

2 - O NFMA é coordenado pelo trabalhador designado para o efeito através de despacho do secretário regional, sendo-lhe aplicável o disposto no artigo 7.º do Decreto Legislativo Regional n.º 2/2005/A, de 9 de maio, na redação atual.

SUBSECÇÃO III — Gabinete de Assuntos Jurídicos
Artigo 11.º — Competências

1 - Ao Gabinete de Assuntos Jurídicos, doravante designado por GAJ, compete:

a)

Assessorar tecnicamente e fornecer as análises, informações e elementos necessários à definição, coordenação e execução da atividade da SRJQPE;

b)

Apoiar na elaboração de peças e instrumentos jurídicos que sejam superiormente determinados;

c)

Colaborar na elaboração de projetos de diplomas, cujos conteúdos programáticos são instruídos pelos departamentos tecnicamente competentes da SRJQPE;

d)

Tramitar e encaminhar os processos de contencioso;

e)

Produzir um boletim informativo eletrónico de legislação relativo às competências da SRJQPE;

f)

Participar em processos de inquérito, disciplinares e outros, desde que superiormente determinado, bem como, dar parecer sobre os mesmos quando elaborados pelos serviços dependentes da SRJQPE;

g)

Acompanhar os processos respeitantes a organismos internacionais com os quais a SRJQPE mantém relações;

h)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

2 - O GAJ compreende o Centro de Informação e Documentação, doravante designado por CID, ao qual compete:

a)

Organizar e atualizar os acervos de documentação e promover a organização, atualização e conservação da biblioteca e arquivo da SRJQPE;

b)

Difundir de forma geral e seletiva a informação de interesse para a SRJQPE;

c)

Assegurar a articulação permanente com outros centros de documentação;

d)

Promover a organização, atualização e manutenção de um arquivo-ficheiro de legislação, doutrina e jurisprudência de todas as matérias de interesse da SRJQPE;

e)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

3 - O GAJ é dirigido por um chefe de divisão, cargo de direção intermédia de 2.º grau.

SUBSECÇÃO IV — Gabinete de Recursos Digitais, Comunicação e Qualidade
Artigo 12.º — Missão e competências

1 - O Gabinete de Recursos Digitais, Comunicação e Qualidade, doravante designado por GRDCQ, é um serviço de apoio à SRJQPE na área da informática, recursos digitais, comunicação e qualidade.

2 - Ao GRDCQ compete:

a)

Orientar e apoiar a gestão dos sistemas informáticos, de redes e de telecomunicações, atentas as políticas globais definidas;

b)

Efetuar o acompanhamento de contratos de outsourcing relacionados com serviços de desenvolvimento de sistemas informáticos;

c)

Assegurar a manutenção e desenvolvimento da plataforma de intranet;

d)

Coordenar o apoio logístico e técnico aos serviços na área das telecomunicações, informática, redes e dos recursos digitais;

e)

Assegurar a conservação e reparação de equipamentos informáticos;

f)

Emitir informação sobre matérias de índole informática, e de telecomunicações, ou outras diretamente relacionadas com as suas competências;

g)

Apoiar os serviços dependentes na utilização do equipamento e suporte lógico de uso individual, bem como nos sistemas de comunicação;

h)

Prestar assessoria informática e apoiar a informatização, designadamente colaborando na elaboração de estudos, conceção de sistemas e aquisição de equipamento informático;

i)

Participar no processo de modernização administrativa;

j)

Gerir e assegurar a manutenção coordenada dos equipamentos, suportes lógicos e de comunicações;

k)

Definir e aplicar as normas e procedimentos necessários à segurança, integridade física e confidencialidade da informação residente em suportes informáticos;

l)

Definir as regras a que devem obedecer as configurações dos equipamentos e o respetivo uso;

m)

Manter atualizado o cadastro de equipamento e software informático;

n)

Estudar as inovações tecnológicas, dinamizar a sua introdução e assegurar a transição digital;

o)

Garantir o suporte técnico dos equipamentos descentralizados;

p)

Assegurar a formação profissional e o acompanhamento dos utilizadores do equipamento informático;

q)

Garantir a operacionalidade e disponibilidade das infraestruturas tecnológicas e dos sistemas de informação da SRJQPE, bem como assegurar a proteção, a recuperação dos dados e a continuidade de serviço e manter atualizado o plano de contingência e recuperação de desastre, de acordo com as políticas globais definidas para a administração regional;

r)

Prestar apoio técnico e parecer prévio em processos de contratação pública de aquisição de bens e serviços no âmbito das tecnologias e sistemas de informação, seguindo as linhas orientadoras definidas pelas entidades competentes na matéria;

s)

Promover contactos com outros serviços de informática e organismos similares da administração central, regional e local, designadamente com vista à permuta de informações e experiências;

t)

Difundir de forma geral e seletiva a informação de interesse;

u)

Apoiar e gerir a comunicação interna e externa;

v)

Organizar e gerir a base de dados da comunicação interna;

w)

Definir a aplicação dos modelos de atendimento ao público, bem como de relacionamento institucional, em articulação com as demais unidades orgânicas, com vista à melhoria da eficiência dos serviços e ao aumento da satisfação dos cidadãos;

x)

Assegurar a execução de uma adequada estratégia de comunicação e promoção da imagem institucional, através da organização de eventos e da divulgação de projetos e iniciativas consideradas relevantes;

y)

Promover o relacionamento permanente com a comunicação social, assegurando a execução de reportagens, entrevistas e produção de notícias das atividades;

z)

Gerir a produção e divulgação de informação e as suas áreas de intervenção, considerando os canais de relacionamento e plataformas (portais da Intra e Internet);

aa) Assegurar a constante atualização da informação nas páginas no Portal do Governo Regional dos Açores;

bb) Desenvolver modelos que potenciem a melhoria da imagem, designadamente ao nível dos seus espaços físicos e meios de comunicação;

cc) Gerir o sistema de gestão da qualidade, assegurando designadamente a manutenção dos procedimentos necessários ao sistema, visando a sua melhoria;

dd) Promover a implementação de metodologias e acompanhar os processos e ferramentas que contribuam para a qualidade, celeridade, eficiência administrativa e modernização dos serviços, privilegiando a desburocratização, a simplificação processual, a orientação para os utentes e entidades, a inovação e a generalização de boas práticas;

ee) Promover ações de avaliação de processos e de satisfação dos utilizadores da informação e acompanhar a implementação de projetos de melhoria da qualidade;

ff) Promover auditorias internas no âmbito do sistema de gestão de qualidade implementado;

gg) Promover as metodologias de avaliação da satisfação dos clientes;

hh) Assegurar as boas práticas no âmbito do Regulamento Geral de Proteção de Dados;

ii) Assegurar o atendimento telefónico das chamadas direcionadas para o número geral da sede da SRJQPE;

jj) Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

3 - O GRDCQ é coordenado por um trabalhador com vínculo de emprego público por tempo indeterminado, designado, para o efeito, através de despacho do secretário regional, nos termos do disposto no artigo 7.º do Estatuto do Pessoal Dirigente dos Serviços e Organismos da Administração Regional.

SUBSECÇÃO V — Centro de Artesanato e Design dos Açores
Artigo 13.º — Missão e competências

1 - O Centro de Artesanato e Design dos Açores, doravante designado por CADA, é o órgão executivo da SRJQPE ao qual está cometida a execução da política regional nas áreas do desenvolvimento, da valorização dos produtos tradicionais, designadamente do artesanato regional e unidades produtivas artesanais, da formação profissional e da coordenação de iniciativas multifuncionais com desenvolvimento no meio local.

2 - Ao CADA compete:

a)

Assegurar a emissão das cartas de artesão e das unidades produtivas artesanais nos termos legais;

b)

Especificar e propor atividades e profissões que devam ser consideradas como artesanais;

c)

Instruir os processos visando a concessão de todos os incentivos ao artesanato e respetiva fiscalização de dados;

d)

Proceder à recolha de dados estatísticos que possibilitem o conhecimento e melhor definição das políticas para o sector;

e)

Desenvolver estudos e propor medidas tendentes ao fomento do artesanato regional, junto dos agentes económicos interessados;

f)

Desenvolver as ações necessárias à formação e informação dos artesãos;

g)

Garantir a imagem e qualidade do produto artesanal através do sistema de certificação do Artesanato dos Açores;

h)

Promover e fiscalizar as produções certificadas ao abrigo da marca coletiva Artesanato dos Açores e indicações geográficas;

i)

Emitir pareceres sobre projetos de âmbito regional na área do artesanato, com incidência nas atividades económicas;

j)

Promover e dinamizar o artesanato regional, quer como elemento preservador de memória coletiva quer como atividade criadora com potencial económico;

k)

Promover e organizar feiras, exposições e certames regionais, nacionais e internacionais e coordenar a participação e o intercâmbio da Região Autónoma dos Açores com as suas congéneres nacionais ou internacionais;

l)

Estimular a criação de microempresas artesanais mais competitivas, na qualidade e diferenciação de alguns produtos fundamentados nos aspetos mais relevantes do património cultural e natural da Região, associando inovação e tradição;

m)

Desenvolver relações de cooperação com outros organismos regionais, nacionais e internacionais, privilegiando o estabelecimento de acordos e protocolos que contribuam para a promoção cultural, social e económica da Região Autónoma dos Açores, no âmbito do artesanato;

n)

Atribuir menções de mérito às unidades produtivas artesanais com carreira consolidada e historicamente relevantes, cujo trabalho contribuiu para a preservação e ampliação da identidade das artes e ofícios dos Açores;

o)

Assegurar a recolha, organização, produção e disponibilização de conhecimento sobre as práticas artesanais;

p)

Editar publicações e textos de interesse técnico e promocional como estratégia de valorização dos produtos artesanais;

q)

Fomentar o acesso às técnicas artesanais tradicionais, através da aprendizagem formal e informal em articulação com medidas de formação e de emprego e da criação de parcerias com estabelecimentos do ensino;

r)

Atribuir bolsas de estudo e de investigação na área do Artesanato, visando garantir a continuidade e a renovação do setor, através da formação especializada de novos artesãos e da investigação conducente à sua preservação e inovação;

s)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

3 - O CADA é coordenado por um trabalhador com vínculo de emprego público por tempo indeterminado, designado, para o efeito, através de despacho do secretário regional, nos termos do disposto no artigo 7.º do Estatuto do Pessoal Dirigente dos Serviços e Organismos da Administração Regional.

SUBSECÇÃO VI — Observatório do Emprego e Qualificação Profissional
Artigo 14.º — Missão e competências

1 - O Observatório do Emprego e Qualificação Profissional, doravante designado por OEQP, é o serviço da SRJQPE que tem por missão produzir e efetuar o tratamento de estatísticas de obrigatoriedade social, bem como realizar estudos no âmbito do trabalho, emprego e formação profissional, com o objetivo apoiar o Governo Regional no desenvolvimento das suas estratégias para os sectores do trabalho, emprego, formação e qualificação profissional.

2 - Ao OEQP compete:

a)

Efetuar estudos e análises estatísticas da informação disponível nas áreas das juventude, qualificação profissional, emprego e atividade empresarial;

b)

Organizar, gerir e interpretar bancos de dados do domínio da informação estatística;

c)

Centralizar, harmonizar e disponibilizar todos os dados estatísticos relativos à juventude, ao emprego, à formação profissional e à atividade empresarial;

d)

Promover estudos conducentes a uma melhor perceção das problemáticas da juventude, suas dinâmicas, suas expectativas e seus percursos, assim como conducentes a uma melhor perceção dos bloqueios, estruturais ou conjunturais, ao desenvolvimento individual e coletivo dos jovens;

e)

Propor e executar planos de apuramento estatístico adequado às atividades desenvolvidas na área do trabalho, emprego e da formação profissional;

f)

Manter os contactos necessários visando a promoção dos processos de troca de informação e de normalização dos indicadores e da interpretação estatística com os organismos regionais, nacionais e internacionais de estatística de modo a normalizar, e a tornar credíveis e legíveis os dados observados na Região Autónoma dos Açores;

g)

Produzir informação estatística com base em dados fornecidos pelos diferentes departamentos do Governo Regional, em particular os que assumem competências nos assuntos da juventude, na qualificação profissional e na atividade empresarial, assim como os da educação e assuntos sociais;

h)

Promover estudos, análises, diagnósticos e auditorias, quer por entidades externas contratualizadas quer por meios internos através de qualquer metodologia de investigação realizada junto dos jovens, dos trabalhadores, dos inativos bem como junto das empresas;

i)

Prestar informação estatística às entidades que o solicitem;

j)

Elaborar publicações de estatística nas áreas das competências da SRJQPE;

k)

Promover análises de necessidades de qualificação de recursos humanos junto das entidades empregadoras de formação profissional;

l)

Apoiar tecnicamente os serviços em matéria de metodologia;

m)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

3 - O OEQP é coordenado por um trabalhador com vínculo de emprego público por tempo indeterminado, designado, para o efeito, através de despacho do secretário regional, nos termos do disposto no artigo 7.º do Estatuto do Pessoal Dirigente dos Serviços e Organismos da Administração Regional.

SUBSECÇÃO VII — Gabinete de Defesa do Consumidor
Artigo 15.º — Missão e competências

1 - O Gabinete de Defesa do Consumidor, doravante designado por GDC, tem por missão desenvolver a política da defesa dos consumidores da Região Autónoma dos Açores, definindo e adotando as medidas necessárias para assegurar o seu mais elevado nível de proteção e visando garantir a existência de consumidores informados, esclarecidos e conscientes que conduzam a uma economia inovadora e equilibrada.

2 - Ao GDC compete:

a)

Prestar apoio às organizações de consumidores na divulgação das informações emanadas dos órgãos competentes;

b)

Difundir junto dos consumidores informação, designadamente, sobre qualidade, segurança, preços, processos de venda e publicidade de bens e serviços de consumo;

c)

Informar os consumidores sobre o exercício dos seus direitos e deveres, nomeadamente sobre legislação;

d)

Assegurar o encaminhamento de denúncias e reclamações em matéria de consumo e garantir o acesso dos consumidores aos mecanismos de resolução de conflitos;

e)

Assegurar, em colaboração com os organismos nacionais competentes, o cumprimento de medidas destinadas à proteção do consumidor;

f)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

3 - O GDC é coordenado por um trabalhador com vínculo de emprego público por tempo indeterminado, designado, para o efeito, através de despacho do secretário regional, nos termos do disposto no artigo 7.º do Estatuto do Pessoal Dirigente dos Serviços e Organismos da Administração Regional.

SUBSECÇÃO VIII — Fundo Regional do Emprego
Artigo 16.º — Natureza e estatuto

1 - O Fundo Regional do Emprego, doravante designado por FRE, é um organismo dotado de autonomia administrativa, financeira e patrimonial, que funciona na dependência direta do secretário regional e é dirigido por um conselho diretivo, composto por um presidente e dois vogais, a nomear nos termos legais.

2 - O FRE é regulado por diploma próprio.

3 - Para efeitos remuneratórios, o presidente do conselho diretivo do FRE é equiparado a subdiretor regional, cargo de direção superior de 2.º grau, e os dois vogais a chefe de divisão, cargo de direção intermédia de 2.º grau.

4 - Os membros do conselho diretivo são nomeados por despacho conjunto do Presidente do Governo Regional e do membro do Governo Regional da tutela, sob proposta deste, nos termos do artigo 19.º do Decreto Legislativo Regional n.º 13/2007/A, de 5 de junho, na redação em vigor.

5 - Sem prejuízo do diploma previsto no número anterior, aplica-se, subsidiariamente, aos membros do conselho diretivo, o disposto no Estatuto do Pessoal Dirigente dos Serviços e Organismos da Administração Regional.

6 - O apoio logístico e administrativo de funcionamento do FRE compete aos respetivos serviços técnicos e de apoio.

Artigo 17.º — Conselho diretivo

1 - Ao conselho diretivo do FRE, compete:

a)

Orientar, coordenar e controlar o funcionamento dos serviços de apoio ao FRE, assegurando o exercício das ações que lhe estão cometidas, por orientação definida pelo secretário regional;

b)

Desenvolver ações e tomar ou propor as medidas necessárias à prossecução dos objetivos que estão cometidos ao FRE;

c)

Elaborar os planos de atividades e os orçamentos correspondentes e submetê-los à aprovação dos órgãos de tutela, nos termos da legislação aplicável;

d)

Elaborar as contas de gerência do FRE;

e)

Emitir os pareceres que lhe forem solicitados;

f)

Informar sobre os projetos de decisão de atribuição de apoios financeiros;

g)

Acompanhar e controlar os processos da sua área de competência;

h)

Tramitar o expediente geral;

i)

Dar apoio técnico e documental;

j)

Gerir os abastecimentos;

k)

Gerir a tesouraria;

l)

Atualizar a contabilidade;

m)

Exercer todas as demais competências próprias dos órgãos dirigentes dos organismos dotados de autonomia administrativa e financeira.

2 - Ao presidente do conselho diretivo do FRE compete:

a)

Promover e coordenar a execução dos planos de atividades;

b)

Assegurar a gestão diária dos serviços;

c)

Submeter à apreciação ou aprovação tutelar todos os assuntos ou atos que o requeiram;

d)

Autorizar as despesas, dentro dos limites legais.

3 - O conselho diretivo reúne sempre que necessário e, pelo menos, uma vez por semana, sendo as suas deliberações tomadas por maioria simples e registadas em ata.

4 - Os membros do conselho diretivo são solidariamente responsáveis pelos atos praticados no exercício das suas funções.

5 - São isentos de responsabilidade os membros do conselho diretivo que, tendo estado presentes na reunião em que foi tomada a deliberação, tiverem manifestado o seu desacordo, em declaração registada na respetiva ata, bem como os membros ausentes que tenham declarado por escrito o seu desacordo, que igualmente será registado na ata.

Artigo 18.º — Serviços Técnicos e de Apoio

1 - O FRE integra Serviços Técnicos e de Apoio, doravante designados por STA.

2 - Aos STA compete:

a)

Emitir os pareceres que lhes forem solicitados sobre projetos de regulamentação de apoios financeiros a conceder em execução das atribuições do FRE;

b)

Informar sobre os projetos de decisão de atribuição de apoios financeiros através do FRE, quando solicitado;

c)

Elaborar estudos de avaliação do impacte das medidas financiadas pelo orçamento do FRE;

d)

Proceder ao acompanhamento e controlo dos processos relativos a apoios financeiros concedidos, propondo a cobrança coerciva em caso de incumprimento;

e)

Elaborar estudos e propor e executar ações tendentes à melhoria da gestão, métodos de trabalho e funcionamento do FRE;

f)

Executar o expediente geral do FRE, bem como os respetivos registo e arquivo;

g)

Assegurar todo o apoio documental e técnico-administrativo do FRE;

h)

Promover a circulação, reprodução e arquivo da documentação;

i)

Promover e executar tarefas respeitantes ao recrutamento, provimento, promoção, aposentação e exoneração do pessoal;

j)

Assegurar o efetivo de bens e serviços necessários ao bom funcionamento do FRE, bem como a organização e atualização permanente do cadastro do património que lhe está afeto;

k)

Promover a execução dos despachos, organizando o respetivo procedimento;

l)

Proceder à preparação dos orçamentos do FRE, realizar o controlo orçamental das receitas e das despesas neles previstas e preparar as respetivas contas de gerência;

m)

Arrecadar as receitas, bem como conferir, processar e liquidar as despesas;

n)

Organizar e processar a movimentação de fundos, controlando as respetivas contas correntes;

o)

Organizar e manter atualizada a contabilidade do FRE e, de um modo geral, assegurar a respetiva gestão orçamental;

p)

Tramitar todas as matérias relacionadas com as candidaturas e pedidos de reembolsos no âmbito do Fundo Social Europeu.

3 - Os STA funcionam na direta dependência do presidente do conselho diretivo do FRE.

SUBSECÇÃO IX — Direção Regional da Juventude
Artigo 19.º — Natureza e missão

A Direção Regional da Juventude, doravante designada por DRJ, é o serviço executivo da SRJQPE que tem por missão a conceção, execução e avaliação da política do Governo Regional de e para a juventude.

Artigo 20.º — Competências

À DRJ compete:

a)

Coadjuvar e apoiar o secretário regional na formulação e concretização das políticas de juventude;

b)

Implementar mecanismos de coordenação regional e intersectorial para as políticas de juventude;

c)

Consultar os parceiros sociais e outros organismos implicados quanto à política de juventude;

d)

Participar nos estudos preparatórios, elaboração ou reformulação da legislação na sua área de competência;

e)

Promover o estabelecimento de parcerias com entidades públicas ou privadas de âmbito regional, nacional ou internacional, visando a prossecução das políticas de juventude;

f)

Promover a criação de sistemas de informação, de atendimento e de aconselhamento para jovens e respetivas associações;

g)

Criar e manter programas de mobilidade e intercâmbio destinados a jovens;

h)

Apoiar o associativismo juvenil e o associativismo estudantil;

i)

Incentivar o espírito de voluntariado e de serviço cívico, através de programas e ações de voluntariado regional, nacional e internacional;

j)

Desenvolver programas ocupacionais e de tempos livres para jovens;

k)

Elaborar e desenvolver programas e ações que visem a promoção da cidadania e o diálogo estruturado entre os jovens e os agentes políticos, de forma a que esta auscultação seja considerada nas decisões do Governo Regional;

l)

Promover e implementar mecanismos de estímulo e apoio à iniciativa e ao espírito empreendedor dos jovens;

m)

Elaborar e apoiar programas de desenvolvimento da transição ambiental e de operacionalização dos objetivos do desenvolvimento sustentável;

n)

Criar programas de formação de jovens em diferentes áreas do saber, numa ótica holística de promoção de competências propiciadoras da realização pessoal e potenciadoras de integração no meio laboral;

o)

Analisar estatisticamente os dados referentes à implementação das políticas transversais de juventude e desenvolver reflexões resultantes da informação obtida;

p)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

Artigo 21.º — Estrutura

1 - A estrutura da DRJ integra a Direção de Serviços da Juventude, doravante designada por DSJ.

2 - A DRJ presta apoio logístico e técnico ao Conselho da Juventude dos Açores.

3 - A DRJ é dirigida por um diretor regional, cargo de direção superior de 1.º grau.

Artigo 22.º — Direção de Serviços da Juventude

1 - Compete à DSJ:

a)

Coordenar a elaboração dos instrumentos de planeamento, designadamente o plano e o relatório de atividades anuais da DRJ;

b)

Apoiar o funcionamento da Comissão de Apreciação dos pedidos de apoio para a juventude;

c)

Colaborar na elaboração de estudos necessários ao desenvolvimento da política de juventude;

d)

Promover, criar e desenvolver sistemas integrados de informação ao jovem;

e)

Promover, criar e desenvolver programas e sistemas de incentivo e apoio ao associativismo jovem;

f)

Apoiar tecnicamente as associações juvenis e propor a comparticipação financeira dos projetos apresentados por estas;

g)

Acompanhar e avaliar a execução dos projetos das associações juvenis que tenham sido objeto de apoio;

h)

Propor o licenciamento de instalações e entidades organizadoras de campos de férias;

i)

Propor a certificação de monitores e coordenadores de campos de férias;

j)

Promover iniciativas, programas e projetos nas áreas da ocupação dos tempos livres, do voluntariado e cidadania, da mobilidade, do empreendedorismo, da transição digital e ambiental da inovação e da criatividade dos jovens, bem como a regulamentação que se afigure necessária à sua boa execução;

k)

Propor o estabelecimento de parcerias regionais, nacionais e internacionais nas áreas de relevante interesse para o desenvolvimento de políticas públicas de juventude;

l)

Assegurar a cooperação com outros organismos sobre assuntos de relevância para o sector;

m)

Participar, em colaboração com outras entidades públicas ou privadas, em projetos de concretização da política de juventude;

n)

Coordenar a elaboração de informações de caráter estatístico sobre os diversos programas, projetos e iniciativas desenvolvidas ou apoiadas pela DRJ;

o)

Promover a realização de estudos necessários tendentes a avaliar a eficácia, a pertinência e o impacto das medidas, programas e projetos da DRJ destinados à juventude;

p)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

2 - A DSJ integra:

a)

A Divisão do Empreendedorismo e Criatividade, Digitalização e Formação dos Jovens;

b)

A Divisão do Associativismo, Cidadania, Mobilidade e Ocupação dos Jovens.

3 - A DSJ é dirigida por um diretor de serviços, cargo de direção intermédia de 1.º grau.

Artigo 23.º — Divisão do Empreendedorismo e Criatividade, Digitalização e Formação dos Jovens

1 - À Divisão do Empreendedorismo e Criatividade, Digitalização e Formação dos Jovens, doravante designada por DECDFJ, compete:

a)

Criar e executar programas de empreendedorismo e formação que incentivem a iniciativa dos jovens e potenciem a sua integração no mercado de trabalho;

b)

Elaborar, organizar e executar programas nas áreas do empreendedorismo, da inovação e da criatividade dos jovens;

c)

Proceder ao acompanhamento das parcerias regionais, nacionais e internacionais, para a realização de programas e projetos que promovam o empreendedorismo e a criatividade dos jovens;

d)

Divulgar e apoiar a divulgação dos trabalhos de jovens criativos;

e)

Executar, acompanhar e apoiar tecnicamente os programas para a transição digital e a capacitação dos jovens para as novas áreas da tecnologia de informação e comunicação;

f)

Desenvolver iniciativas de formação de jovens em áreas diversificadas e atuais do saber, propiciadoras de competências em áreas atuais do conhecimento;

g)

Promover, criar e desenvolver sistemas integrados de informação ao jovem;

h)

Recolher e propor a divulgação de toda a informação de interesse para os jovens sobre iniciativas e temáticas regionais, nacionais e europeias;

i)

Divulgar as atividades desenvolvidas pelas associações ou agrupamentos juvenis que visem, nomeadamente, objetivos socioculturais, socioeducativos, artísticos, científicos, desportivos e lúdicos;

j)

Realizar ações de divulgação de iniciativas, projetos e programas da DRJ e de entidades parceiras que se destinem aos jovens;

k)

Assegurar a formação profissional interna e o acompanhamento dos utilizadores das plataformas eletrónicas da DRJ;

l)

Propor a adoção de normas, procedimentos e métodos internos para acompanhamento da execução dos projetos financiados pela DRJ, nas dimensões física, financeira e contabilística;

m)

Acompanhar a execução física e documental dos projetos financiados pela DRJ, através de visitas de acompanhamento ou solicitação de relatórios com o objetivo de verificar o cumprimento dos contratos de financiamento;

n)

Analisar e emitir parecer sobre os relatórios de execução dos projetos financiados ao abrigo de iniciativas, projetos e programas, na vertente documental, contabilística e financeira;

o)

Emitir informações de carácter estatístico sobre as iniciativas, os programas e os projetos executados;

p)

Preparar os processos de candidatura a programas e fundos comunitários de apoio, na área da juventude e promover a sua execução;

q)

Participar na elaboração dos instrumentos de planeamento, designadamente o plano e o relatório de atividades anuais;

r)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

2 - A DECDFJ é dirigida por um chefe de divisão, cargo de direção intermédia de 2.º grau.

Artigo 24.º — Divisão do Associativismo, Cidadania, Mobilidade e Ocupação dos Jovens

1 - À Divisão do Associativismo, Cidadania, Mobilidade e Ocupação dos Jovens, doravante designada por DACMOJ, compete:

a)

Assegurar o funcionamento e manter atualizado o registo Açoriano de Associações de Juventude;

b)

Colaborar na preparação de programas e sistemas de incentivo ao associativismo jovem;

c)

Apoiar tecnicamente as associações juvenis e participar no processo de avaliação de candidaturas a financiamento;

d)

Analisar e emitir parecer sobre relatórios dos projetos financiados na área do associativismo jovem;

e)

Participar na elaboração de programas nas áreas da ocupação dos tempos livres dos jovens, voluntariado e cidadania, e mobilidade dos jovens, bem como a regulamentação que se afigure necessária à sua boa execução;

f)

Promover, realizar e apoiar tecnicamente os programas de ocupação dos tempos livres para jovens;

g)

Emitir pareceres sobre licenciamento de instalações e entidades organizadoras de campos de férias;

h)

Emitir parecer sobre a certificação de monitores e coordenadores de campos de férias;

i)

Promover, coordenar, analisar e emitir parecer sobre programas e projetos no domínio das ações de voluntariado jovem;

j)

Propor o estabelecimento de parcerias regionais, nacionais e internacionais na área do voluntariado jovem;

k)

Promover, realizar e apoiar tecnicamente os programas de intercâmbio e de mobilidade dos jovens;

l)

Promover, executar e apoiar tecnicamente, programas de formação ambiental e promoção dos objetivos de desenvolvimento sustentável, destinados aos jovens;

m)

Preparar os processos de candidatura a programas e fundos comunitários de apoio, na área da juventude e promover a sua execução;

n)

Apoiar as associações juvenis e as entidades que desenvolvem atividades destinadas aos jovens na organização de candidatura e na execução de projetos aprovados no âmbito de programas comunitários na área da juventude;

o)

Apoiar e manter parcerias regionais, nacionais e internacionais, para a realização de programas e projetos que promovam a participação cívica dos jovens;

p)

Propor a adoção de normas, procedimentos e métodos internos para acompanhamento da execução dos projetos financiados pela DRJ, nas dimensões física, financeira e contabilística;

q)

Acompanhar a execução física e documental dos projetos financiados pela DRJ, através de visitas de acompanhamento ou solicitação de relatórios com o objetivo de verificar o cumprimento dos contratos de financiamento;

r)

Analisar e emitir parecer sobre os relatórios de execução dos projetos financiados ao abrigo de iniciativas, projetos e programas, na vertente documental, contabilística e financeira;

s)

Emitir informações de carácter estatístico sobre os diversos programas, projetos e iniciativas;

t)

Participar na elaboração dos instrumentos de planeamento, designadamente o plano e o relatório de atividades anuais;

u)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

2 - A DACMOJ é dirigida por um chefe de divisão, cargo de direção intermédia de 2.º grau.

SUBSECÇÃO X — Direção Regional de Qualificação Profissional e Emprego
Artigo 25.º — Natureza e missão

A Direção Regional de Qualificação Profissional e Emprego, doravante designada por DRQPE, é o serviço executivo da SRJQPE que tem por missão propor, executar e avaliar as políticas em matéria de empregabilidade, formação, qualificação profissional e trabalho.

Artigo 26.º — Competências

À DRQPE compete:

a)

Coadjuvar e apoiar o secretário regional na formulação e concretização das políticas de emprego, trabalho, formação e qualificação profissional, acompanhando a execução das medidas delas decorrentes;

b)

Implementar mecanismos de coordenação regional e intersectorial para as políticas de emprego, formação e qualificação profissional e trabalho;

c)

Participar nos estudos preparatórios, elaboração ou reformulação da legislação sobre emprego, formação e qualificação profissional e trabalho;

d)

Promover a criação de sistemas de informação, de atendimento e de aconselhamento em matérias de emprego e do foro laboral no âmbito das relações coletivas de trabalho para jovens, desempregados, trabalhadores, entidades empregadoras e respetivas associações;

e)

Consultar os parceiros sociais e outros organismos implicados quanto à política de emprego, formação profissional e trabalho;

f)

Criar e manter programas de intercâmbio, nomeadamente destinados à promoção da inserção profissional de jovens;

g)

Apreciar os pedidos e conceder as autorizações previstas na lei, na sua área de competências;

h)

Assegurar serviços que visem a satisfação das necessidades de recursos humanos, através do ajustamento entre a procura e a oferta de emprego, assim como o ajustamento entre a oferta e a procura da formação profissional;

i)

Assegurar o apoio aos agentes económicos no desenvolvimento de ações que visem o fomento do emprego;

j)

Coordenar e gerir os assuntos referentes ao Fundo Social Europeu;

k)

Coordenar os assuntos referentes à qualidade e à certificação da formação profissional e promover, desenvolver e apoiar a realização de ações de formação profissional, articulando-as num plano regional de formação inserido na área do emprego e com iniciativas de inovação e transferência de conhecimentos;

l)

Fomentar projetos transnacionais nas áreas dos recursos humanos;

m)

Articular os programas de emprego com os programas de formação;

n)

Assegurar a aplicação de sistemas de proteção no desemprego na parte que lhe compete;

o)

Acompanhar o cumprimento das disposições legais, regulamentares e convencionais respeitantes ao apoio ao emprego e à proteção no desemprego;

p)

Promover e desenvolver estudos, nomeadamente de monitorização, no âmbito das matérias integrantes da sua missão;

q)

Promover e acompanhar os processos de negociação de convenções coletivas de trabalho, prevenir os conflitos laborais e intervir, quando solicitada, na conciliação, mediação ou arbitragem de conflitos de trabalho;

r)

Coordenar a elaboração dos estudos preparatórios de regulamentação coletiva de trabalho, por via administrativa, assegurar a organização dos respetivos processos e promover a sua publicação;

s)

Promover o depósito e a publicação das convenções coletivas de trabalho e praticar os atos que, nos termos da lei, competem à administração pública quanto às organizações do trabalho;

t)

Exercer as competências previstas na lei em matéria de despedimentos coletivos;

u)

Autorizar a abertura e o funcionamento dos centros de reconhecimento e validação de competências;

v)

Assegurar a realização de outras tarefas que, no âmbito da sua área de competências, lhe sejam distribuídas ou cometidas à sua responsabilidade.

Artigo 27.º — Estrutura

1 - A DRQPE integra:

a)

A Direção de Serviços do Emprego;

b)

A Direção de Serviços do Fundo Social Europeu e da Formação;

c)

A Direção de Serviços da Promoção do Emprego;

d)

A Direção de Serviços do Trabalho;

e)

O Núcleo de Qualificação e Certificação de Competências.

2 - Na dependência da DRQPE funciona o Serviço Regional de Conciliação e Arbitragem do Trabalho, doravante designado por SERCAT.

3 - A organização e funcionamento do SERCAT é objeto de diploma próprio.

4 - Compete à DRQPE assegurar o apoio técnico, logístico e administrativo do SERCAT.

5 - Compete à DRQPE providenciar o apoio técnico, logístico e administrativo necessário ao funcionamento do Conselho Económico e Social dos Açores.

6 - A DRQPE é dirigida por um diretor regional, cargo de direção superior de 1.º grau.

Artigo 28.º — Direção de Serviços do Emprego

1 - À Direção de Serviços do Emprego, doravante designada por DSE, compete:

a)

Promover medidas de apoio ao desenvolvimento do emprego;

b)

Promover a realização de estudos necessários tendentes a avaliar a eficácia, a pertinência e o impacte da formação profissional e das medidas de fomento do emprego;

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