Decreto Legislativo Regional n.º 1/2025/A — Aprova o Plano de Gestão de Riscos de Inundações da Região Autónoma dos Açores 2022­-2027

Tipo Decreto-Legislativo-Regional
Publicação 2025-01-02
Estado Em vigor
Texto Tal como publicado
Ministério Região Autónoma dos Açores - Assembleia Legislativa
Fonte DRE
artigos 10

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Aprova o Plano de Gestão de Riscos de Inundações da Região Autónoma dos Açores 2022­-2027.

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IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Baixa Média Alta
IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares)
POOC Terceira
Uso natural e cultural - áreas de especial interesse ambiental 0,22 0,12 0,65
Reserva Agrícola Regional 0,24 0,15 0,82
Uso agrícola 0,14 0,09 0,48
Reserva Ecológica 0,12 0,06 0,31
Uso urbano 0,17 0,06 0,65
PDM Praia da Vitória
Áreas pertencentes à lista nacional de sítios 0,53 0,27 2,58
Reserva Ecológica Regional
Arribas e falésias 0,02 < 0,01 0,01
Cabeceiras - linhas de água 2,10 1,03 15,86
Faixa de proteção de falhas e fraturas 1,17 0,42 2,68
Zonas declivosas de risco e erosão 4,34 2,31 28,83
Espaços urbanos
Subespaços de alta densidade 2,57 2,24 7,20
Subespaços de baixa densidade 4,71 2,22 7,26
Espaços agrícolas
Subespaços agrícolas 1,71 0,66 3,00
Subespaços agropastoris 2,86 1,99 18,18
Reserva Agrícola Regional 1,64 0,65 3,18
Espaços florestais
Perímetro florestal 0 0 0
Subespaços Florestais 3,28 1,61 22,23
Subespaços silvopastoris 4,26 2,17 22,10
Reserva Florestal Natural Parcial 0 0 0
Espaços naturais
Subespaço natural 0,44 0,22 2,23
Áreas de reserva proteção e conversação da natureza 1,71 0,65 3,14
Espaços industriais
Subespaço industrial do concelho 0 0 0

4.3.1.5 - Bacia hidrográfica - Casa da Ribeira, ilha Terceira

Tabela 12 - Área das classes de espaços dos IGT por classe de suscetibilidade das zonas inundáveis - cheias fluviais

IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Baixa Média Alta
IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares)
POOC Terceira
Uso natural e cultural - áreas de especial interesse ambiental 0,26 0,07 0,31
Uso natural e cultural - arribas e zonas de proteção 0,06 0 0,05
Reserva Agrícola Regional 2,32 0,47 2,37
Uso agrícola 2,32 0,47 2,37
Reserva Ecológica 0,16 0 0,10
Uso urbano 0,91 0,22 1,70
PDM Praia da Vitória
Faixa de proteção da zona litoral 0,30 0 0,10
Condicionantes militares 1,04 0,14 1,56
Área de proteção das instalações exteriores à Base 1,04 0,14 1,56
Reserva Ecológica Regional
Cabeceiras - linhas de água 0 0 0
Faixa de proteção de falhas e fraturas 1,13 0,09 1,54
Zonas declivosas de risco e erosão 3,27 0,18 4,73
Espaços urbanos
Subespaços de alta densidade 2,29 0,19 1,11
Subespaços de baixa densidade 5,36 0,60 4,20
Espaços urbanizáveis
Subespaços urbanizáveis 0 0 0
Subespaços turísticos 0,27 0,17 0,78
Espaços agrícolas
Subespaços agrícolas 19,20 2,58 22,33
Reserva Agrícola Regional 19,71 2,62 22,60
Espaços florestais
Subespaços florestais 0 0 0
Subespaços silvopastoris 0 0 0
Espaços naturais
Subespaço natural 3,43 0,25 5,96
Áreas de reserva proteção e conversação da natureza 19,34 2,58 22,42
Espaços industriais
Subespaço industrial de produção de energia/alternativa 0 0 0
Subespaços industriais do concelho 0 0 0

4.3.1.6 - Bacia hidrográfica - Porto Judeu, ilha Terceira

Tabela 13 - Área das classes de espaços dos IGT por classe de suscetibilidade das zonas inundáveis - cheias fluviais

IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Baixa Média Alta
IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares)
POOC Terceira
Uso natural e cultural - arribas e zonas de proteção 0,05 0,04 0,39
Reserva Agrícola Regional 0,58 0,39 0,14
Uso agrícola 0,58 0,39 0,14
Reserva Ecológica 0,09 0,06 0,45
Uso urbano 2,02 1,77 4,78
Uso urbano em zona de risco 0,24 0,15 0,50
PDM Praia da Vitória
Condicionantes militares 0 0 0
Área de proteção das instalações exteriores à Base 0 0 0
Espaços agrícolas
Subespaços agrícolas 0 0 0
Reserva Agrícola Regional 0 0 0
Espaços florestais
Subespaços florestais 0 0 0
Subespaços silvopastoris 0 0 0
Espaços naturais
Áreas de reserva proteção e conversação da natureza 0 0 0
Lagoas 0 0 0
Espaços industriais
Subespaço industrial de produção de energia/alternativa 0 0 0
Reserva Ecológica Regional
Áreas máximas de infiltração 0 0 0
Faixa de proteção de falhas e fraturas 0 0 0
Zonas declivosas de risco e erosão 0 0 0
PDM Angra do Heroísmo
Linha de costa 50 m 0,12 0,09 0,70
Reserva Ecológica Regional
Áreas máximas de infiltração 29,11 13,42 51,50
Costa 0,08 0,06 0,44
Zonas declivosas de risco e erosão 0 0 0
Espaços urbanos 4,00 3,91 13,90
Espaços urbanizáveis 0,87 0,59 1,54
Espaços agrícolas
Espaços agrícolas não integrados RAR 2,16 1,34 0,76
Reserva Agrícola Regional 65,84 28,80 80,32
Espaços naturais 0 0 0

4.3.1.7 - Bacia hidrográfica - São Bento, ilha Terceira

Tabela 14 - Área das classes de espaços dos IGT por classe de suscetibilidade das zonas inundáveis - cheias fluviais

IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Baixa Média Alta
IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares)
POOC Terceira
Uso natural e cultural - arribas e zonas de proteção 0,07 0,03 0,58
Reserva Ecológica 0,09 0,03 1,25
Uso urbano 1,34 0,07 2,04
Uso urbano em zona de risco 0 0 0
PDM Angra do Heroísmo
Zonas classificadas 12,23 4,19 15,16
Linha de costa 50 m 0,05 0,02 0,41
Suspensões 0,28 0,33 1,04
Espaços de equipamentos coletivos 1,81 1,68 4,60
Espaços urbanos
Espaços urbanos 16,73 6,53 36,70
Espaços urbanizáveis 7,44 2,86 13,13
Espaços de equipamentos coletivos 1,81 1,68 4,60
Espaços agrícolas
Espaços agrícolas não integrados RAR 0,71 0,15 0,78
Reserva Agrícola Regional 6,04 2,78 11,73
Espaços florestais
Perímetro florestal de recreio 0 0 0
Reserva florestal 0 0 0
Espaços naturais 2,88 0,82 3,59
Espaços industriais
Espaços industriais 4,21 1,29 5,79
Indústria extrativa de inertes 0,15 0,11 1,61
Espaços pequena indústria - armazéns 0 0 0
Reserva Ecológica Regional
Zonas de infiltração máxima 0 0 0
Zonas de risco e erosão 0 0 0
Cabeceiras e linhas de água 5,90 1,59 8,82
Costa 0,09 0,03 1,25

4.3.1.8 - Bacia hidrográfica - Cinzeiro, ilha de São Miguel

Tabela 15 - Área das classes de espaços dos IGT por classe de suscetibilidade das zonas inundáveis - cheias fluviais

IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Baixa Média Alta
IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares)
POOC São Miguel - Costa Sul
Reserva Ecológica Regional 1,61 0,35 4,57
Leito margens água do mar 0,26 0,07 0,66
Áreas de reserva e proteção de solos, espécies vegetais e animais 1,75 0,37 4,96
Reserva Agrícola Regional 0,14 0,02 0,40
Áreas agrícolas 0,11 0,02 0,18
Áreas edificadas 0,91 0,26 1,57
Outras áreas naturais e culturais - áreas de especial interesse ambiental 0 0 < 0,01
Outras áreas naturais e culturais - arribas 1,64 0,35 4,91
Outras áreas naturais e culturais - linhas de água 0,02 0,03 2,94
PDM Nordeste
Espaços agrícolas 0,98 0,19 1,64
Espaços naturais culturais 1,18 0,30 3,33
Espaços verdes 0 0 1,47
Parque Natural de Ilha 0 0 0
Espaços RAR 0,33 0,03 0,44
Reserva Ecológica 1,80 0,41 8,15
Perímetro florestal 0 0 0
Espaços agroflorestais 1,85 0,30 5,07
Espaços urbanos
Espaços urbanos consolidados 0,79 0,20 0,48
Espaços urbanos a consolidar 0,99 0,39 2,49

4.3.1.9 - Bacia hidrográfica - Grota da Areia, ilha de São Miguel

Tabela 16 - Área das classes de espaços dos IGT por classe de suscetibilidade das zonas inundáveis - cheias fluviais

IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Baixa Média Alta
IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares)
POOC São Miguel - Costa Norte
Espaços urbanos
Área em perímetro urbano 0,40 0,14 1,38
Espaços urbanos de uso restrito 0,14 0,10 1,17
Áreas agrícolas 0,83 0,04 0,32
Espaços naturais
Espaços naturais de arribas e linhas de água 0,07 0,03 0,59
Faixa de proteção à arriba 0,03 0,04 0,35
Espaços naturais - praias <0,01 <0,01 0,08
Espaços naturais de proteção <0,01 0 <0,01
PDM Ponta Delgada
Espaços urbanos
Áreas predominantemente habitacionais 0,93 0,63 3,13
Espaços naturais
Reserva Ecológica Regional 1,04 0,30 5,87
Espaços naturais - áreas de proteção às arribas, linhas de água e lagoas 8,70 0,07 0,07
Espaços florestais
Áreas florestais 0,45 0,26 4,17
Espaços agrícolas
Áreas agrícolas 1,76 0,25 3,86
Reserva Agrícola Regional 0,16 0,21 1,81

4.3.1.10 - Bacia hidrográfica - Povoação, ilha de São Miguel

Tabela 17 - Área das classes de espaços dos IGT por classe de suscetibilidade das zonas inundáveis - cheias fluviais

IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Baixa Média Alta
IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares)
POOC São Miguel - Costa Sul
Áreas de reserva e proteção de solos, espécies vegetais e animais 3,58 2,11 8,85
Área de jurisdição portuária < 0,01 0,49 0,20
Áreas balneares 0 0 0,10
Leito margens água do mar 0,01 0,50 0,93
Reserva Ecológica Regional 1,90 1,12 6,71
Reserva Agrícola Regional 1,96 1,15 2,45
Áreas agrícolas 3,07 1,78 3,46
Áreas edificadas 3,45 4,97 10,37
Áreas edificadas em zona de risco 0,88 0,56 3,73
Áreas florestais 0,02 < 0,01 < 0,01
Outras áreas naturais e culturais - arribas 0 0 0,18
Outras áreas naturais e culturais - linhas de água 0,44 0,42 7,32
Outras áreas naturais e culturais - faixa marítima 0 < 0,01 0,38
PDM Povoação
Espaços urbanos
Zonas urbanas periféricas 4,12 4,04 14,99
Zona urbana consolidada 4,80 5,77 16,67
Zona sujeita a recuperação 0,55 0,28 0,13
Zonas balneares 0 0 0,09
Solos cuja urbanização é possível programar
Parque Industrial da Povoação 1,54 0 0
Zona com urbanização programada 1,52 1,00 2,91
Espaços naturais
Zonas naturais 17,05 8,00 153,26
Outras áreas RER 172,29 101,49 368,65
• Reserva Ecológica Regional
Áreas estratégicas de proteção e recarga de aquíferos 84,76 45,70 174,04
Áreas de elevado risco de erosão hídrica do solo 24,81 16,50 87,69
• Parque Natural de Ilha
Reserva Natural do Pico da Vara 0,27 0,14 0,70
Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies da Tronqueira e Planalto 35,41 20,69 88,21
• Áreas de prevenção de riscos naturais
Zonas adjacentes 0,01 0,13 3,42
Áreas de instabilidade de vertentes 0,89 0,44 0,54
Zonas de risco 3,74 0,56 0,88
Espaços florestais
Espaços florestais de produção 54,50 33,22 80,42
Espaços agrícolas
Reserva Agrícola Regional 60,18 33,35 86,40
Áreas a desafetar da RAR 2,65 0,61 0,81
Outras áreas RAR 107,68 62,94 266,22
Zonas agrícolas incluídas na RAR 54,07 31,17 66,77
Zonas agrícolas não incluídas na RAR 38,95 22,65 55,54
Espaços industriais
Zona industrial local 0 0 0
Zonas portuárias < 0,01 0,33 0,07

4.3.1.11 - Bacia hidrográfica - Ribeira Grande, ilha de São Miguel

Tabela 18 - Área das classes de espaços dos IGT por classe de suscetibilidade das zonas inundáveis - cheias fluviais

IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Baixa Média Alta
IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares) Suscetibilidade (área, hectares)
POOC São Miguel - Costa Norte
Espaços urbanos
Área em perímetro urbano 0,52 0,38 2,08
Espaços urbanos de uso restrito 0,24 0,17 1,64
Áreas agrícolas 0 0 <0,01
Espaços naturais
Espaços naturais de arribas e linhas de água 0 <0,01 0
Faixa de proteção à arriba 0,13 0,11 0,48
Espaços naturais - praias <0,01 <0,01 0,07
PDM Ribeira Grande
Espaços urbanos
Zonas urbanas 1,95 1,57 4,60
Proteção do Passeio Atlântico 0,17 0,15 0,81
Proteção de imóveis classificados 0,18 0,11 0,88
Espaços urbanizáveis
Espaços urbanizáveis de média densidade 0,32 0,39 0,52
Áreas turísticas 0 0 0
Campos de golfe propostos 0 0 0
Espaços naturais
Monumentos naturais (Caldeira Velha) 0 0 0
Reserva Ecológica Regional 40,35 24,42 98,72
Reserva Natural da Lagoa do Fogo 18,43 11,33 49,42
Sítio de Importância Comunitária da Lagoa do Fogo 13,87 8,82 37,57
Espaços florestais
Zonas mistas agrícolas e florestais 13,84 7,36 15,12
Espaços agrícolas
Reserva Agrícola Regional 29,34 12,70 17,87
Espaços industriais
Indústria existente 0 0 0
Indústria proposta 0 0 0
Novas indústrias 1,71 1,83 0,53
Áreas de exploração de pedreiras existentes 2,07 1,87 1,29
Áreas de pedreiras propostas 1,28 0,94 0,09
Indústria e exploração de massas minerais - pedreiras 0,76 0,53 1,07

4.3.2 - Frentes marítimas vulneráveis a galgamentos e inundações costeiras

As áreas delimitadas como frentes marítimas vulneráveis a galgamentos e inundações costeiras encontram-se abrangidas por vários Instrumentos de Gestão Territorial (IGT), listados na tabela 19. O cruzamento com as categorias de uso do solo e classes de espaço de cada IGT encontra-se detalhado por zona costeira nas tabelas 20 a 23, discriminado em função das classes de vulnerabilidade baixa, média e alta.

Tabela 19 - Área ocupada pelas várias categorias de vulnerabilidade a galgamentos e inundações costeiras nas frentes marítimas em que foram identificados riscos significativos

Ilha Frente marítima IGT Área abrangida pela frente marítima (ha)
Pico São Roque POOC Pico 68,53
Pico São Roque PDM São Roque do Pico 68,53
São Miguel São Roque POOC São Miguel - Zona Sul 46,96
São Miguel São Roque PDM Ponta Delgada 46,96
São Miguel Lagoa POOC São Miguel - Zona Sul 4,67
São Miguel Lagoa PDM Lagoa 4,67
São Miguel Ribeira Quente POOC São Miguel - Zona Sul 7,15
São Miguel Ribeira Quente PDM Povoação 7,15

4.3.2.1 - Frente marítima - São Roque, ilha do Pico

Tabela 20 - Área das classes de espaços dos IGT por classe de vulnerabilidade das zonas inundáveis

IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Baixa Média Alta
IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Vulnerabilidade (área, hectares) Vulnerabilidade (área, hectares) Vulnerabilidade (área, hectares)
POOC São Miguel - Zona Sul
Áreas de reserva proteção solos espécies vegetais e animais 0,33 0,41 3,68
Leito de margens água do mar 0,57 3,21 8,36
Áreas balneares 0 0 0,04
Reserva Ecológica Regional 0,33 0,41 3,68
Áreas edificadas 25,60 11,68 1,93
Áreas edificadas em zona de risco 0 0,32 0,56
Áreas agrícolas 1,60 0 0
Outras áreas naturais e culturais - arriba 0,41 0,65 3,96
Outras áreas naturais e culturais - faixa marítima de proteção 0 0,01 1,56
PDM Ponta Delgada
Solos urbanizados
Área de reconversão urbanística da frente litoral da cidade 2,29 6,93 3,71
Áreas equipamentos coletivos 1,33 0,07 0
Áreas de interesse cultural, patrimonial e paisagístico 1,86 0 0
Áreas mistas de média densidade 0,04 0 0
Áreas predominantemente habitacionais 15,52 4,58 0,04
Solos cuja urbanização é possível programar
Áreas habitacionais mistas nível iii 1,38 0 0
Áreas habitacionais mistas nível iv 3,63 0,33 0
Solos afetos ao espaço público ou com especial interesse ambiental ou paisagístico
Áreas verdes - enquadramento 1,07 0 0
Áreas verdes - proteção 0,16 0,01 0
Espaços naturais
Áreas de proteção às arribas, linhas de água e lagoa 0,33 0,40 2,18
Leitos e margens das águas do mar 0,65 4,36 5,87
Reserva Ecológica
Praias arribas e incluindo faixas de proteção 0,33 0,40 2,11
Reserva Ecológica Regional 0,33 0,44 4,73

4.3.2.2 - Frente marítima - Lagoa, ilha de São Miguel

Tabela 21 - Área das classes de espaços dos IGT por classe de vulnerabilidade das zonas inundáveis - Frente marítima

IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Baixa Média Alta
IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Vulnerabilidade (área, hectares) Vulnerabilidade (área, hectares) Vulnerabilidade (área, hectares)
POOC São Miguel - Zona Sul
Reserva Ecológica Regional 0 0 1,17
Leito de margens água do mar 0 0 1,32
Áreas edificadas 0,48 1,90 1,27
Outras áreas naturais e culturais - arriba 0 0 1,05
Outras áreas naturais e culturais - faixa marítima de proteção 0,12 0 0
PDM Lagoa
Solos urbanizados
Urbanizados - espaços centrais 0,37 1,35 0,78
Solo urbanizável - espaços residenciais 0,49 0,56 0,07
Espaços naturais
Leitos e margens das águas do mar 0 0 1,23
Reserva Ecológica
Espaços naturais - áreas inseridas na RE 0 0 1,10
Arribas e falésias 0 0 1,05

4.3.2.3 - Frente marítima - Ribeira Quente, ilha de São Miguel

Tabela 22 - Área das classes de espaços dos IGT por classe de suscetibilidade das zonas inundáveis - Frente marítima

IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Baixa Média Alta
IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Vulnerabilidade (área, hectares) Vulnerabilidade (área, hectares) Vulnerabilidade (área, hectares)
POOC São Miguel - Zona Sul
Áreas balneares 0 0,04 0,13
Reserva Ecológica Regional 0,11 0,14 0,23
Leitos e margens das águas do mar 0,11 0,18 2,35
Áreas de reserva proteção solos espécies vegetais e animais 0,11 0,14 0,23
Áreas edificadas 0,78 2,18 3,80
Áreas edificadas em zona de risco 0,78 2,15 1,70
Áreas florestais < 0,01 0 0
Outras áreas naturais e culturais - arriba 0,11 0,11 0
Outras áreas naturais e culturais - faixa marítima de proteção 0,09 0 0
Zonas de risco 1,70 2,15 0,78
PDM Povoação
Zonas balneares 0 0,02 0,16
Outras áreas - RAR 0,11 0,14 0,15
Espaços florestais
Espaços florestais de produção < 0,01 0 0
Solos urbanizados
Zona urbana 0,78 2,19 3,83
Espaços naturais
Leitos e margens das águas do mar 0 0,45 3,36
Zonas naturais 0,11 0,12 0
Reserva Ecológica
Outras áreas - Reserva Ecológica Regional 0,89 2,33 3,99
Áreas de prevenção de riscos naturais
Áreas de instabilidade de vertentes 0,78 2,16 1,67

4.3.2.4 - Frente marítima - São Roque, ilha de São Miguel

Tabela 23 - Área das classes de espaços dos IGT por classe de suscetibilidade das zonas inundáveis - Frente marítima

IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Baixa Média Alta
IGTUsos do solo/classes de espaço/servidões administrativas e restrições de utilidade públicaInstrumento/classes de espaço Vulnerabilidade (área, hectares) Vulnerabilidade (área, hectares) Vulnerabilidade (área, hectares)
POOC Pico
Áreas balneares 0 0,12 3,24
Reserva Ecológica 0,28 3,27 11,30
Áreas agrícolas, florestais e outros usos 0,20 0 0
Reserva Agrícola Regional 0,15 0,01 0
Áreas edificadas 20,62 29,12 2,22
Áreas edificadas em zona de risco 0,01 2,37 1,09
Leitos e margens das águas do mar 0,21 3,38 13,02
Leitos e margens de cursos de água 0,92 0,75 0,17
Outras áreas naturais culturais 1,12 2,29 9,59
PDM São Roque do Pico
Solos urbanizados
Espaços urbanos 8,77 9,20 5,14
Espaços urbanizáveis 13,06 21,78 5,68
Zona industrial 0 0,34 0,25
Espaços naturais
Leitos e margens das águas do mar 0 0,06 2,37
Espaços agrícolas
Espaços agrícolas - uso arável ocasional 0,07 0,01 0
Espaços agrícolas - uso permanente ocasional 0,05 0,02 0
Reserva Agrícola Regional 0,16 0,03 0,02

5 - Áreas de risco a cheias e inundações

5.1 - Bacias hidrográficas com risco potencial significativo de cheias fluviais

Numa definição comummente aceite pela comunidade técnico-científica, o risco é uma função composta pelo produto do perigo, i.e., um qualquer evento natural suscetível de causar perdas e danos ao afetar uma dada região num determinado tempo, isoladamente ou combinado, pela vulnerabilidade (Wisner et al., 2004). A vulnerabilidade corresponde ao grau de perda de um dado elemento ou conjunto de elementos expostos.

Neste contexto, o risco corresponde à consideração de um perigo atendendo ao seu intervalo de recorrência e aos danos esperados (Hyndman & Hyndman, 2006). Assim, a avaliação de risco pode ser traduzida, qualitativamente ou quantitativamente, pela expressão numérica seguinte (Smith, 2004):

Para as várias bacias hidrográficas estudadas foram elaboradas as respetivas cartas de risco a cheias fluviais e, complementarmente, apresenta-se para cada um conjunto de gráficos que expressam percentualmente, para um grupo de elementos/edifícios expostos representativo, o respetivo enquadramento nas categorias de suscetibilidade utilizadas. Igualmente, foi elaborada uma tabela que apresenta uma listagem exaustiva da situação relativa a cada elemento/edifício exposto considerado, incluindo a respetiva identificação e enquadramento relativamente às classes de suscetibilidade a cheias fluviais. Nestas tabelas, são ainda listadas as fontes de informação utilizadas nesta tarefa, importando ressalvar que no caso vertente da quantificação da população exposta a cada classe de suscetibilidade se utilizou a base do Recenseamento Geral da População de 2021, disponibilizada pelo Instituto Nacional de Estatística no seu portal web para descarga em linha.

As 11 bacias hidrográficas e as respetivas cartas de risco apresentam-se no anexo iv, estando também inseridas ampliações das cartas de risco para as bacias hidrográficas de São Bento (ilha Terceira), Ribeira Grande e Povoação (ilha de São Miguel).

Neste contexto, no anexo iv as figuras e tabelas são as seguintes para cada bacia hidrográfica: Ribeira Grande - Flores (figuras 54 e 55; tabela 40), Ribeira do Dilúvio (figuras 56 e 57; tabela 41), Ribeira Seca (figuras 58 e 59; tabela 42), Ribeira da Agualva (figuras 60 e 62; tabela 43), Ribeiras do Porto Judeu (figuras 62 e 63; tabela 44), Ribeira de São Bento (figuras 64 e 66; tabela 45), Ribeira da Casa da Ribeira (figuras 67 e 68; tabela 46), Ribeira Grande - São Miguel (figuras 69 e 71; tabela 47), Ribeira da Povoação (figuras 72 e 74; tabela 48), Grota da Areia (figuras 75 e 76; tabela 49) e Grota do Cinzeiro (figuras 77 e 78; tabela 50). Para as bacias hidrográficas de São Bento (ilha Terceira), e Ribeira Grande e Povoação, ambas localizadas na ilha de São Miguel, apresenta-se também no anexo iv uma ampliação das respetivas cartas de risco (respetivamente figuras 65, 70 e 75).

O número absoluto indicativo de habitantes potencialmente afetados nas classes de suscetibilidade baixa varia, respetivamente, entre <1 (Ribeira Grande - ilha das Flores) e 440 (Ribeira de São Bento). Por seu turno, para as classes de suscetibilidade média e elevada varia, respetivamente, entre <1 (Ribeira Grande - ilha das Flores) e 153 (Ribeira de São Bento) e entre <1 (Ribeira Grande - ilha das Flores) a 602 (Ribeira de São Bento). Relativamente aos outros elementos/edifícios sensíveis considerados, constata-se, como expetável, que a sua distribuição face às várias classes de suscetibilidade consideradas é variável, o que depende naturalmente das condições fisiográficas, hidrológicas e ambientais intrínsecas a cada bacia hidrográfica, assim como do seu grau de ocupação humana.

5.2 - Frentes marítimas onde foram identificados riscos potenciais significativos de galgamentos e inundações

Para as várias frentes marítimas selecionadas foram elaboradas as respetivas cartas de risco a inundações e galgamentos costeiros e, complementarmente, apresenta-se para cada uma um conjunto de gráficos que expressam percentualmente, para um grupo de elementos/edifícios expostos representativo, o respetivo enquadramento nas categorias de vulnerabilidade utilizadas. Igualmente, foi elaborada uma tabela que apresenta uma listagem exaustiva da situação relativa a cada elemento/edifício exposto considerado, incluindo a respetiva identificação e enquadramento relativamente às classes de vulnerabilidade face a inundações e galgamentos. Nestas tabelas são ainda listadas as fontes de informação utilizadas nesta tarefa, importando ressalvar que no caso vertente da quantificação da população exposta a cada classe de vulnerabilidade se utilizou, tal como para as bacias hidrográficas, a base do Recenseamento Geral da População de 2021, disponibilizada pelo Instituto Nacional de Estatística no seu portal web para descarga em linha.

Neste contexto, no anexo v, as figuras e tabelas são as seguintes para cada frente marítima: São Roque - Pico (figuras 79 e 80; tabela 51), frente marítima de São Roque - São Miguel (figuras 81 e 82; tabela 52), Santa Cruz - Lagoa - São Miguel (figuras 83 e 84; tabela 53) e Ribeira Quente - São Miguel (figuras 85 e 86; tabela 54).

O número absoluto indicativo de habitantes potencialmente afetados nas classes de vulnerabilidade baixa varia, respetivamente, entre 19 (frente marítima de Santa Cruz - Lagoa) e 789 (frente marítima de São Roque - São Miguel). Por seu turno, para as classes de vulnerabilidade média e elevada varia, respetivamente, entre 81 (frente marítima da Ribeira Quente - São Miguel) e 432 (frente marítima de São Roque - São Miguel) e entre 32 (frente marítima de São Roque - Pico) e 254 (frente marítima de São Roque - São Miguel). Relativamente aos outros elementos/edifícios sensíveis considerados, constata-se, como expetável, que a sua distribuição face às várias classes de vulnerabilidade consideradas é variável, o que depende naturalmente das condições fisiográficas e ambientais intrínsecas a cada frente marítima, assim como do seu grau de ocupação humana.

6 - Princípios de planeamento

A Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro, designada por Lei da Água, visa, entre outros objetivos, a mitigação dos efeitos das inundações, para o que o ordenamento e planeamento dos recursos é instrumental não só para promover a sua utilização sustentável, por via da compatibilização com a respetiva proteção e valorização, bem como com a proteção de pessoas e bens contra fenómenos extremos. De acordo com a mesma legislação, o ordenamento e o planeamento dos recursos hídricos materializam-se por intermédio dos seguintes instrumentos:

• Planos especiais de ordenamento do território;

• Planos de recursos hídricos;

• Medidas de proteção e valorização dos recursos hídricos.

A arquitetura do sistema integrado de planeamento das águas, assim como os princípios específicos que devem ser observados no seu desenvolvimento (tabela 24), encontra-se definida no artigo 23.º da LA. O sistema de planeamento contempla três tipos diversos de instrumentos, numa perspetiva de subsidiariedade, nomeadamente:

• O Plano Nacional da Água

Abrange todo o território nacional e visa estabelecer as grandes opções da política nacional da água e os princípios e orientações a aplicar pelos planos de gestão de regiões hidrográficas e outros instrumentos de planeamento das águas.

• Os planos de gestão de bacia hidrográfica

Abrangem as bacias hidrográficas integradas numa região hidrográfica e constituem a base de suporte à gestão, à proteção e à valorização ambiental, social e económica das águas, desenvolvidos ao nível das bacias hidrográficas, incluindo os respetivos programas de medidas.

• Os planos específicos de gestão de águas

De cariz complementar aos planos de gestão de bacia hidrográfica, com uma abrangência territorial (sub-bacia ou área geográfica específica) ou setorial (um problema concreto, tipo de água, aspeto específico ou setor de atividade económica com interação significativa com as águas).

Tabela 24 - Princípios específicos de planeamento das águas de acordo com a LA (Lei n.º 58/2005, de 29 de dezembro)

Princípio Definição
Integração A atividade de planeamento das águas deve ser integrada horizontalmente com outros instrumentos de planeamento da administração, de nível ambiental, territorial ou económico.
Ponderação global Devem ser considerados os aspetos económicos, ambientais, técnicos e institucionais com relevância para a gestão da água, garantindo a sua preservação quantitativa e qualitativa e a sua utilização eficiente, sustentável e ecologicamente equilibrada.
Adaptação funcional Os instrumentos de planeamento das águas devem diversificar a sua intervenção na gestão de recursos hídricos em função de problemas, necessidades e interesses públicos específicos, sem prejuízo da necessária unidade e coerência do seu conteúdo planificador no âmbito de cada região hidrográfica.
Durabilidade O planeamento da água deve atender à continuidade e estabilidade do recurso em causa, protegendo a sua qualidade ecológica e capacidade regenerativa.
Participação Quaisquer particulares, utilizadores dos recursos hídricos e suas associações, podem intervir no planeamento das águas e, especificamente, nos procedimentos de elaboração, execução e alteração dos seus instrumentos.
Informação Os instrumentos de planeamento de águas constituem um meio de gestão de informação acerca da atividade administrativa de gestão dos recursos hídricos em cada região hidrográfica.

7 - Linhas de orientação estratégica do PGRIA 2022-2027

7.1 - Quadro de referência estratégico

A elaboração do PGRIA 2022-2027 decorre do disposto na Diretiva n.º 2007/60/CE, de 23 de outubro, que estabelece o quadro normativo para a avaliação e gestão dos riscos de inundações no espaço da UE, posteriormente transposta para o direito interno através do Decreto-Lei n.º 115/2010, de 22 de outubro. No âmbito desta legislação, para cada região hidrográfica, ou parte de região hidrográfica partilhada, os Estados-Membros da UE deviam, sucessivamente, efetuar uma avaliação preliminar do risco de inundações, até 22 de dezembro de 2011, produzir cartografia de zonas inundáveis e de riscos de inundações, até 22 de dezembro de 2013, e publicar os respetivos planos de gestão dos riscos de inundações, até ao final de 2015. Posteriormente, toda a informação deve ser periodicamente revista, e se necessário atualizada, em cada sexénio.

A compatibilização do conjunto de diretrizes que deve comandar a elaboração do PGRIA 2022-2027 com todos os referenciais que corporizam as diversas políticas setoriais integradas no processo de planeamento de gestão dos recursos hídricos é uma condição imprescindível para a integração e articulação das políticas públicas. Estes referenciais, de natureza eminentemente estratégica, ou traduzidos em planos e programas, bem como os respetivos objetivos (setoriais e específicos) que de alguma forma se relacionam com a ocorrência e impactes das cheias e inundações, constituem, desta forma, o enquadramento do PGRIA 2022-2027. Neste contexto, identificaram-se os diversos referenciais nacionais e regionais listados na tabela 25, cuja natureza, objetivos e relação com o PGRIA 2022-2027 se encontram explicitados na tabela 26.

Tabela 25 - Referenciais de índole estratégica do PGRIA 2022-2027

Abrangência Referencial
União Europeia Diretiva-Quadro da Água (transposta para o direito interno pela LA)
Nacional Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT)
Nacional Estratégia Nacional de Gestão Integrada da Zona Costeira (ENGIZC) (em vigor até 2029)
Nacional Estratégia Nacional para a Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030 (ENCNB 2030)
Nacional Plano Nacional da Água (PNA)
Nacional Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC)
Nacional Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas (ENAAC 2020)
Nacional Programa de Ação para a Adaptação às Alterações Climáticas (P-3AC)
Regional Plano Regional de Ordenamento do Território dos Açores (PROTA)
Regional Programa Regional da Água (PRA)
Regional Plano de Gestão de Região Hidrográfica 2022-2027 (PGRH)
Regional Programa Regional para as Alterações Climáticas dos Açores (PRAC)
Regional Plano Setorial da Rede Natura 2000 da RAA
Regional Plano Setorial de Ordenamento do Território para as Atividades Extrativas da Região Autónoma dos Açores (PAE)
Regional Planos de Ordenamento das Bacias Hidrográficas de Lagoas (POBHL)(quando aplicáveis ao âmbito territorial do PGRIA 2022-2027)
Regional Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC)(quando aplicáveis ao âmbito territorial do PGRIA 2022-2027)
Regional Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores (POTRAA)
Regional Plano Estratégico de Gestão de Resíduos dos Açores (PEGRA)
Regional Planos Municipais de Ordenamento do Território (PMOT)
Regional Plano Regional de Emergência de Proteção Civil da RAA (PREPCA)
Regional Estratégia Florestal da Região Autónoma dos Açores (EFRAA)

Tabela 26 - Natureza, objetivos e relação com o PGRIA 2022-2027 dos vários instrumentos e estratégias que compõem o referencial estratégico

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