Decreto n.º 47723 — Aprova o Regulamento de Estruturas de Betão Armado - Revoga o Regulamento do Betão Armado, aprovado pelo Decreto n.º…
Este é o ato tal como foi publicado. As alterações posteriores não estão incorporadas no texto: cada uma é um ato autónomo neste repositório e uma entrada no historial desta lei.
4 atos modificativos · 1983-07-30, Decreto-Lei n.º 349-C/83 — Aprovação do Regulamento de Estruturas de Betão Armado e Pré-E…
Aprova o Regulamento de Estruturas de Betão Armado - Revoga o Regulamento do Betão Armado, aprovado pelo Decreto n.º 25948, com as alterações introduzidas pelos Decretos n.os 33021 e 42873, e considera igualmente revogadas as disposições relativas a estruturas de betão armado constantes dos artigos 11.º a 14.º do Regulamento de Segurança das Construções contra os Sismos, aprovado pelo Decreto n.º 41658
As operações de desmoldagem e descimbramento devem ser conduzidas com os necessários cuidados, de modo a não provocar esforços inconvenientes, choques ou fortes vibrações.
§ 1.º Nos casos correntes, a menos de justificação especial, em condições normais de temperatura e humidade e para betão de cimento portland normal, os prazos mínimos para a retirada dos moldes e dos escoramentos, contados a partir da data de conclusão da betonagem, são os indicados no quadro seguinte:
Prazos mínimos de desmoldagem e descimbramento
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
Aos prazos de desmoldagem e descimbramento indicados no quadro deverá adicionar-se o número de dias em que a temperatura do ar se tenha mantido igual ou inferior a 4ºC, durante e depois da betonagem.
§ 2.º Nos casos especiais, ou nos casos tratados no § 1.º em que se pretenda não respeitar o ali especificado, os prazos de desmoldagem e descimbramento serão estabelecidos e justificados tendo em atenção o preceituado no corpo do artigo e atendendo à evolução das propriedades mecânicas do betão, convenientemente determinadas por ensaios.
CAPÍTULO VI — Fiscalização e ensaios
Artigo 78.º - Verificação e fiscalização das obras
A execução das obras de betão armado deve ser sempre acompanhada de cuidadosa verificação por parte da entidade que tem a seu cargo os trabalhos, sob o contrôle da entidade proprietária da obra ou dos seus agentes.
A fiscalização do Estado ou dos corpos administrativos que têm jurisdição sobre a obra exercer-se-á independentemente daquelas verificações.
As actividades de verificação e fiscalização consistem, fundamentalmente, em verificar se a obra é executada de acordo com o projecto aprovado e, nomeadamente, em:
Comprovar a qualidade dos materiais empregados, mandando executar os ensaios necessários para esse fim e apreciando os seus resultados;
Verificar a forma, dimensões e perfeição dos moldes, a resistência dos escoramentos e a secção e a posição das armaduras;
Acompanhar o fabrico do betão e a sua colocação em obra, mandando colher as amostras necessárias para a posterior realização de ensaios;
Verificar as condições em que é realizada a cura do betão e autorizar a desmoldagem dos diferentes elementos.
§ único. A entidade que executa os trabalhos deve elaborar, em livro apropriado, um registo cronológico de ocorrências verificadas no decurso da obra, de que constem, nomeadamente, as datas de betonagem dos diferentes elementos, de modo a possibilitar a correcta contagem dos prazos de desmoldagem. Este livro de registo será facultado aos agentes da fiscalização do Estado ou dos corpos administrativos sempre que estes o exigirem e onde inscreverão todas as determinações e observações que o andamento dos trabalhos lhes sugerirem.
Deve salientar-se a importância das actividades de verificação e fiscalização para garantir a segurança das estruturas. Esta importância é tanto mais saliente quanto mais se explora a capacidade resistente dos materiais e se utilizam processos de construção não tradicionais. Não devem, portanto, deixar nunca de ser efectivadas tais actividades.
Para que se generalize o emprego dos registos de ocorrências das obras, convém que as entidades fiscalizadoras do Estado ou dos corpos administrativos efectivamente promovam e velem pela existência desses registos, prática que, aliás, tem sido seguida por vários organismos.
Faz parte ainda das actividades de verificação e fiscalização velar pelo cumprimento da legislação sobre a segurança no trabalho, nomeadamente o Regulamento de Segurança no Trabalho da Construção Civil, promulgado pelo Decreto n.º 41821, de 11 de Agosto de 1958.
Artigo 79.º - Ensaios
Durante e após a execução dos trabalhos deverá proceder-se aos ensaios necessários para comprovar a qualidade dos materiais empregados e a perfeição da execução da obra.
Os ensaios serão realizados de acordo com os regulamentos e normas em vigor.
§ 1.º O número de ensaios necessário para o estudo prévio da composição do betão e para o contrôle do seu fabrico dependerá da importância da obra, devendo sempre respeitar-se os mínimos regulamentarmente estabelecidos.
§ 2.º Poderá dispensar-se a realização, total ou parcial, dos ensaios de recepção dos materiais, se o fornecedor apresentar prova de que a produção desses materiais é controlada pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil, ou por outro laboratório oficial, segundo especificações estabelecidas de acordo com aquele Laboratório.
§ 3.º Quando a importância da obra o justifique e, em particular, quando tiverem sido utilizadas soluções estruturais de concepção não usual ou processos de construção especiais, deverá proceder-se à observação sistemática do comportamento das estruturas, mediante estudos realizados durante e após a construção. Estes estudos deverão ser conduzidos com vista a permitir o julgamento das condições de segurança da obra. O relatório relativo aos resultados destes estudos deverá ser junto ao projecto.
ANEXO I — Valores de cálculo das propriedades mecânicas dos materiais (a que se refere o artigo 21.º)
A) Betões
Os diagramas tensões-extensões a considerar para os betões sujeitos a compressão (diagramas de cálculo) são os indicados na fig. I-1.
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
Estes diagramas são definidos por ramos de parábolas que passam pela origem e têm os vértices em pontos cujas ordenadas são as tensões de cálculo (correspondentes às diferentes classes de betão) e cujas abcissas correspondem à extensão de 2(por mil).
As tensões de cálculo (sigma)(elevado a *)(índice b) são obtidas pela expressão
(sigma)(elevado a *)(índice b) = (0,85/1,5)(sigma)(índice bk)
em que (sigma)(índice bk) é a tensão característica definidora da classe do betão (referida ao ensaio, aos 28 dias, de cubos de 20 cm de aresta). O coeficiente 0,85 tem em vista transformar a resistência assim determinada em resistência prismática, e o denominador 1,5 é o coeficiente de minoração das propriedades mecânicas do betão (ver artigo 14.º), que reduz a tensão característica a tensão de cálculo.
No caso de elementos sujeitos a esforços de compressão simples (artigo 32.º), considera-se necessário aumentar este coeficiente de minoração para 2,0, em geral, e para 2,5 no caso de emprego de betão B180 não controlado. Deste modo, as tensões de cálculo a adoptar no dimensionamento de tais elementos serão, respectivamente:
(0,85/2,0)(sigma)(índice bk) = 0,75(sigma)(elevado a )(índice b), e (0,85/2,5)(sigma)(índice bk) = 0,60(sigma)(elevado a )(índice b)
Os diagramas anteriormente indicados destinam-se à determinação da capacidade resistente das secções. Para o cálculo das deformações instantâneas, no caso das combinações do tipo I (R. S. E. P.), poderá considerar-se que o diagrama tensões-extensões do betão é linear, definido por um módulo de elasticidade dado, em kgf/cm2, pela expressão
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
Nos casos correntes poderá fixar-se o valor de E(índice b) considerando para valor de (sigma)(índice bj) a tensão de rotura característica, obtendo-se assim, para as diferentes classes de betão, os valores de E(índice b) que constam do quadro seguinte:
Módulos de elasticidade do betão, E(índice b)
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
Para o cálculo das deformações devidas a solicitações de longa duração devem considerar-se os efeitos da fluência do betão conforme é especificado no artigo 25.º
Para o coeficiente de Poisson, poderá adoptar-se, em geral, o valor (ni) = 0,2.
B) Aços
Aços de dureza natural
Os diagramas tensões-extensões a considerar para os varões de aço de dureza natural com cedência, das classes A24 e A40N, quando sujeitos a tracção ou compressão (diagramas de cálculo), são os indicados na fig. I-2.
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
Aços endurecidos a frio
Os diagramas tensões-extensões a considerar para os varões de aço endurecido a frio das classes A40T, A50 e A60, quando sujeitos a tracção ou compressão (diagramas de cálculo), são os indicados na fig. I-3.
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
Os diagramas especificados para os aços são definidos por um troço recto inicial que corresponde ao comportamento elástico (com módulo de elasticidade E(índice a) = 2,1 x 10(elevado a 6) kgf/cm2).
Para os aços de dureza natural, as deformações de cedência são representadas também por troços rectos, de tensão constante. Os valores de cálculo, (sigma)(elevado a *)(índice a), indicados para as tensões correspondentes a estes troços, são obtidos a partir dos valores característicos da tensão de cedência dos aços, (sigma)(índice ak), pela expressão
(sigma)(elevado a *)(índice a) = ((sigma)(índice k))/1,15
em que o denominador é o coeficiente de minoração das propriedades mecânicas dos aços.
Para os aços endurecidos a frio, a parte curva do diagrama é obtida a partir do diagrama característico por meio de uma afinidade paralela à recta que define o comportamento elástico; as tensões de cálculo, (sigma)(elevado *)(índice a), correspondentes a uma dada extensão residual estão relacionadas com as tensões características correspondentes a essa extensão, (sigma)(índice ak), pela expressão
(sigma)(elevado a *)(índice a) = ((sigma)(índice ak)/1,15)
No quadro seguinte indicam-se os valores das tensões de cálculo em função das extensões residuais que lhes correspondem:
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
Os diagramas tensões-extensões prescritos para os aços são limitados, no caso da tracção, à extensão de 10(por mil) e, no caso da compressão, à extensão de 2(por mil).
ANEXO II — Elementos para o cálculo das deformações de vigas
(a que se refere o artigo 40.º)
A) Diagramas momentos-curvaturas
Os diagramas momentos-curvaturas a considerar para o cálculo das deformações de vigas rectangulares, para as combinações de solicitações do tipo I (R. S. E. P.), são os indicados nas figs. II-2 a 11.
Cada diagrama é constituído por um troço inicial, correspondente ao comportamento de secções não fendilhadas, a que se segue um troço que corresponde ao comportamento de secções fendilhadas.
O troço inicial tem o coeficiente angular E(índice b)/10, resultante de se ter tomado, para altura útil das vigas, h, 0,94 da altura total, h(índice t). De facto, para secções rectangulares, tem-se
I = (b h(elevado a 3)(índice t)/12)(aproximadamente idêntico a)(b h(elevado a 3)/10)
e como
(M/EI) = (1/r) = ((teta)/h) = ((épsilo)(índice a) + (épsilo)(índice b))/h
vem
(M/b h(elevado a 2)) = (E(índice b)/10)(teta)
O troço seguinte foi calculado considerando para o betão à compressão o módulo de elasticidade E(índice b) e, para as armaduras, a relação entre extensões e tensões definida no artigo 37.º Os diagramas dependem, assim, não só deste módulo de elasticidade, mas também da percentagem de armadura, ([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf)), que intervém na expressão que relaciona as extensões com as tensões nas armaduras.
Os valores indicados nos diagramas momentos-curvaturas ao longo dos troços relativos ao comportamento de secções fendilhadas indicam a ductilidade dos diagramas correspondentes ao momento flector que se considera.
Designa-se por ductilidade, (delta), a relação entre as áreas A(índice 1) e A(índice 0), fig. II-1. Para o comportamento elástico perfeito delta toma o valor 0 e para o comportamento plástico perfeito toma o valor 1.
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
B) Cálculo de deformações
Dados o valor do momento máximo que se verifica na viga (M), as dimensões desta (b e h), o módulo de elasticidade do betão (E(índice b)) a considerar (anexo I e artigo 25.º), determinam-se pelos diagramas referidos os valores de (teta) e (delta). O cálculo das flechas máximas faz-se a partir destes valores, de acordo com as expressões indicadas no quadro seguinte, tomando para factor de correcção, k, os valores, função de (delta), que constam do mesmo quadro. Para o comportamento elástico perfeito, (delta) e k tomam, respectivamente, os valores 0 e 1:
Coeficientes de correcção, k
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
Nos casos de vigas total ou parcialmente encastradas, os dados anteriores podem ainda ser utilizados, combinando devidamente as deformações nas zonas de momentos negativos e positivos.
Quando as armaduras sejam de aço da classe A24, os diagramas momentos-curvaturas a utilizar serão constituídos apenas pelo troço correspondente ao comportamento de secções não fendilhadas. As expressões indicadas no quadro anterior podem ainda ser utilizadas, e k tomará sempre o valor 1. Os valores de teta poderão obter-se directamente em função do momento flector máximo M pela expressão
(teta) = 10 M/(b h(elevado a 2)E(índice b))
No caso de solicitações permanentes, deve tomar-se para o betão o valor do módulo de elasticidade indicado no anexo I, convenientemente reduzido, para ter em conta os efeitos da fluência, conforme especifica o artigo 25.º
Para a combinação de solicitações permanentes com solicitações acidentais de curta duração, deverá tomar-se para o betão um módulo de elasticidade equivalente que traduza convenientemente a verificação de deformações a longo e a curto prazo.
Assim, sendo:
s - valor das solicitações acidentais aplicadas quando o betão tem a idade k;
g - valor das solicitações permanentes aplicadas quando o betão tem a idade j;
(alfa) = s/g - relação entre os valores das solicitações g acidentais e permanentes;
E(índice bk) - módulo de elasticidade do betão com a idade de dias;
E(índice bj) - módulo de elasticidade do betão com a idade de j dias;
(fi) - coeficiente de fluência do betão para as condições de aplicação das solicitações permanentes consideradas (nos casos correntes (fi) = 3, artigo 25.º),
o módulo de elasticidade equivalente será dado pela expressão
E = (1 + (alfa))/((fi)/E(índice bj) + (alfa)/E(índice bk))
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
BIBLIOGRAFIA
A) Normas e regulamentos
Comité Européen du Béton:
Recommandations Pratiques à l'Usage des Constructeurs. Comité Européen du Béton, «Bulletin d'Information» n.º 39, Paris, 1963.
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
Brasil:
Cálculo e Execução de Obras de Concreto Armado. NB-1. Associação Brasileira de Normas Técnicas, Rio de Janeiro, 1960.
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
Estados Unidos da América:
Building Code Requirements for Reinforced Concrete. ACI 318-63. American Concrete Institute, Detroit, 1963.
França:
Règles pour le Calcul et l'Exécution des Constructions en Béton Armé. Règles B.A.1960. Centre Scientifique et Technique du Bâtiment, Paris, 1961.
Inglaterra:
The Structural Use of Reinforced Concrete in Buildings. British Standard Code of Pratice CP 114:1957. British Standards Institution, Londres, 1957.
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
Portugal:
Regulamento do Betão Armado - Decreto n.º 25948, de 16 de Outubro de 1935, com as alterações introduzidas pelos Decretos n.os 33021, de 2 de Setembro de 1943, e 42873, de 12 de Março de 1960.
Regulamento de Segurança das Construções contra os Sismos - Decreto n.º 41658, de 31 de Maio de 1958.
Regulamento de Segurança no Trabalho da Construção Civil - Decreto n.º 41821, de 11 de Agosto de 1958.
Regulamento de Solicitações em Edifícios e Pontes - Decreto n.º 44041, de 18 de Novembro de 1961.
Regulamento de Estruturas de Aço para Edifícios - Decreto n.º 46160, de 19 de Janeiro de 1965.
Normas Portuguesas. Inspecção-Geral dos Produtos Agrícolas e Industriais, Lisboa:
NP-105 (1957) - Metais. Ensaio de tracção.
NP-173 (1959) - Metais. Ensaio de dobragem.
NP-332 (1964) - Aço laminado. Varão para betão. Dimensões.
Documentos de Homologação de Novos Materiais e Processos de Construção. Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa:
Aço Bi - Condições de emprego em betão armado (1963).
Aço SN T40 - Condições de emprego em betão armado (1964).
Heliaço - Condições de emprego em betão armado (1965).
Helitraço - Condições de emprego em betão armado (1965).
Vocabulário de Teoria das Estruturas. Especificação E 183. Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, 1966.
Suíça:
Normes concernant les Constructions en Béton, en Béton Armé et en Béton Précontraint. Normes Techniques SIA nº 162, 1956. Société Suisse des Ingénieurs et des Architectes, Zurique, 1956.
([ver documento original](https://files.diariodarepublica.pt/1s/1967/05/11901/10951130.pdf))
Instructions concernant le Calcul des Structures Hyperstatiques en Béton Armé compte-tenu de la Redistribution des Efforts. (Tradução francesa). Comité Européen du Béton, «Bulletin d'Information» n.º 28, Paris, Outubro, 1960.
B) Tratados
FERGUSON, P. M. - Reinforced Concrete Fundamentals. John Wiley & Sons, Nova Iorque, 1965.
GUERRIN, A. - Traité de Béton Armé. Dunod, Paris, 1963.
JIMENEZ MONTOYA, P. - Hormigón Armado. Editorial Dossat, Madrid, 1964.
JONES, L. L. - Ultimate Load Analysis of Reinforced and Prestressed Concrete Structures. Chatto and Windus, Londres, 1962.
LANGENDONCK, T. - Cálculo de Concreto Armado. Editora Científica, Rio de Janeiro, 1959.
MOREIRA DA ROCHA, A. - Curso Prático de Concreto Armado. Editora Científica, Rio de Janeiro, 1964.
MÖRSCH, E. - Teoria y Práctica del Hormigón Armado. (Tradução espanhola). Ediciones G. Gili, Buenos Aires, 1952.
C) Outras publicações
1 - Critérios gerais de dimensionamento e segurança
CORREIA DE ARAÚJO, F. J. S. - Os Modernos Conceitos Europeus de Cálculo do Betão Armado. 1.as Jornadas Luso-Brasileiras de Engenharia Civil, Lisboa, 1960.
FERRY BORGES, J. - O Dimensionamento de Estruturas. Laboratório Nacional de Engenharia Civil, publicação n.º 54, Lisboa, 1954.
FERRY BORGES, J. - Structural Behaviour and Safety Criteria. International Association for Bridge and Structural Engineering, VII Congress, Preliminary Publication, Rio de Janeiro, 1964.
ROCHA, M. - Dimensionamento Experimental das Estruturas. Laboratório Nacional de Engenharia Civil, publicação n.º 21, Lisboa, 1952.
TORROJA, E. & PÁEZ, A. - La Determinación del Coeficiente de Seguridad en las Distintas Obras. Instituto Técnico de la Construcción y del Cemento, Madrid, 1949.
TORROJA, E. - La Conception et le Calcul du Coefficient de Sécurité dans les Constructions en Béton Armé. «Annalles de l'Institut Technique du Bâtiment et des Travaux Publics, série Théories et Méthodes de Calcul» n.º 13, Paris, Junho, 1951.
TORROJA, E. - Proposition pour le Calcul de la Sécurité dans les Ouvrages en Béton Armé. Comité Européen du Béton, «Bulletin d'Information» n.º 4, Paris, Abril, 1958.
2 - Cálculo de esforços
2.1 - Estruturas reticuladas
BAKER, A. L. L. - The Ultimate-load Theory applied to the Design of Reinforced & Prestressed Concrete Frames. Concrete Publications, Londres, 1956.
Comité Européen du Béton, «Bulletins d'Information», Paris:
N.º 21, Janeiro, 1960.
N.º 30, Janeiro, 1961.
N.º 34, Outubro, 1961.
N.º 52, Novembro, 1965.
N.º 53, Janeiro, 1966.
N.º 55, Maio, 1966.
FERRY BORGES, J. & ARANTES E OLIVEIRA, E. R. - Non-linear Analysis of Reinforced Concrete Structures. International Association for Bridge and Structural Engineering, «Publications», vol. 23, Zurique, 1963.
FERRY BORGES, J., ARGA E LIMA, J., TEIXEIRA COELHO, A. & MONTEIRO, V. - Analytical Results Concerning the Non-linear Behaviour of Reinforced Concrete Structures. Comité Européen du Béton, «Bulletin d'Information» n.º 53, Paris, Janeiro, 1966.
MASSONNET, CH. & SAVE, M. - Calcul Plastique des Constructions. Centre Belgo-Luxembourgeois d'Information de l'Acier, Bruxelas, 1961-1964.
TEIXEIRA COELHO, A. - Sobre o Comportamento não Linear das Estruturas Hiperstáticas de Betão Armado. (Tese). Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa, 1965.
2.2 - Estruturas laminares
Comité Européen du Béton, «Bulletins d'Information», Paris:
N.º 29, Novembro, 1960.
N.º 35, Março, 1962.
N.º 43, Setembro, 1964.
N.º 44, Outubro, 1964.
N.º 45, Dezembro, 1964.
N.º 50, Julho, 1965.
JOHANSEN, K. K. - Yield-line Theory. Cement and Concrete Association, Londres, 1943-1962.
OLSZAK, W. & SAWCZUK, A. - Cálculo à Rotura de Estruturas Heterogéneas Ortotrópicas. Laboratório Nacional de Engenharia Civil. Memória n.º 172, Lisboa, 1961.
STEINMANN, G. A. - Calcul des Dalles en Béton Armé à la Rupture. «Béton Armé» n.os 1, 2, 3 e 4, Paris, Janeiro a Abril, 1957.
Wood, R. H. - Plastic and Elastic Design of Slabs and Plates. Thames and Hudson, Londres, 1961.
3 - Capacidade resistente
3.1 - Flexão e compressão
AAS-JAKOBSEN, A. - Proposition de Calcul de Flambement (Étude théorique et comparaison expérimentale). Comité Européen du Béton, «Bulletin d'Information» n.º 17, Paris, Abril, 1959.
AAS-JAKOBSEN, A. - Proposition de Recommandation du C. E. B. pour le Calcul du Flambement. Comité Européen du Béton, «Bulletin d'Information» n.º 31, Paris, Fevereiro, 1961.
ARGA E LIMA, J. - Esforços de Rotura em Elementos de Betão Armado. Laboratório Nacional de Engenharia Civil. Memória n.º 178, Lisboa, 1961.
ARGA E LIMA, J. & MONTEIRO, V. - Ábacos para o Cálculo de Esforços de Rotura de Secções Rectangulares de Betão Armado. «Técnica» n.º 336, Lisboa, 1964.
BROMS, B. & VIEST, I. M. - Ultimate Strength Analysis of Long Hinged Reinforced Concrete Columns. «Proceedings of the American Society of Civil Engineers, Journal of the Structural Division», vol. 84, ST1, Nova Iorque, Janeiro, 1958.
CHWALLA, E. - Die Neuen Hilfstafeln zur Berechnung von Spannungsproblemen der Theoriezweiten Ordnung von Knickproblemen. «Der Bauingenieur», 34.º ano, fasc. n.os 4, 6 e 8, Berlim, Abril, Junho e Agosto, 1959.
Comité Européen du Béton, «Bulletins d'Information», Paris:
N.º 15, Março, 1959.
N.º 24, Junho, 1960.
COSTA, F. V. & ARGA E LIMA, J. - Tabelas para o Cálculo do Betão Armado (4.ª edição). «Técnica», Lisboa, 1961.
RÜSCH, H. - Versuche zur Festigkeit der Biegedruckzone. Deutscher Ausschuss für Stahlbeton, Heft 120, Berlim, 1955.
RÜSCH, H., GRASSER, E. & RAO, P. S. - Principes de Calcul du Béton Armé sous des États de Contrainte Monoaxiaux. Comité Européen du Béton, «Bulletin d'Information» n.º 36, Paris, Junho, 1962.
RÜSCH, H. - Essai d'une Nouvelle Théorie à la Flexion du Béton Armé. «Mémoires du Centre d'Études, de Recherches et d'Essais Scientifiques du Génie Civil. Nouvelle Série», n.º 2, Liège, Dezembro, 1962.
SAMPAIO, J. C. - Cálculo à Rotura de Peças de Betão Armado Sujeitas a Flexão. Porto, 1955.
WHITNEY, CH. S. & COHEN, E. - Guide for Ultimate Strength Design of Reinforced Concrete. «Journal of the American Concrete Institute», vol. 28, n.º 5, Detroit, Novembro, 1956.
3.2 - Esforço transverso
Comité Européen du Béton, «Bulletins d'Information», Paris:
N.º 26, Agosto, 1960.
N.º 37, Outubro, 1962.
N.º 40, Janeiro, 1964.
N.º 42, Julho, 1964.
N.º 49, Maio, 1965.
HOGNESTAD, E. - Shear and Diagonal Tension (Report of the ACI-ASCE Committee 326). «Journal of the American Concrete Institute», vol. 59, n.os 1, 2 e 3, Detroit, Janeiro, Fevereiro e Março, 1962.
LEONHARDT, F. - Les Mécanismes de Rupture à l'Effort Tranchant des Poutres en Béton Armé. Comité Européen du Béton, «Bulletin d'Information» n.º 41, Paris, Abril, 1964.
LEONHARDT, F. & WALTHER, R. - Compte-rendu des Essais d'Effort Tranchant Récemment Effectués à l'Institut Otto-Graf, à Stuttgart. Comité Européen du Béton, «Bulletin d'Information» n.º 37, Paris, Outubro, 1962.
PÁEZ, A. - Los Esfuerzos Cortantes y la Flexión en et Hormigón Armado. Instituto Técnico de la Construcción y del Cemento, Monografia n.º 212, Madrid, 1961.
TORROJA, E. - Note on Shear. Comité Européen du Béton, Secrétariat Permanent, Paris, Janeiro, 1961.
WALTHER, R. - Le Calcul de la Résistance à l'Effort Tranchant des Poutres en Béton Armé. Comité Européen du Béton, «Bulletin d'Information» n.º 42, Paris, Julho, 1964.
3.3 - Torção
COWAN, H. J. - Reinforced and Prestressed Concrete in Torsion. Edward Arnold (Publishers), Londres, 1965.
COWAN, H. J. - Calcul des Poutres Soumises à la Torsion d'après le Nouveau Règlement Australien. «Béton Armé», 6.º ano, n.º 45, Paris, Dezembro, 1962, e Janeiro, 1963.
RAUSCH, E. - Drilling (Torsion), Schub und Scheren im Sthalbetonbau. Deutscher Ingenieur-Verlag, Dusseldórfia, 1953.
4 - Fendilhação e deformação
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