Änderungshistorie
Organisationsverordnung vom 6. Dezember 1999 für das Eidgenössische Departement für Umwelt, Verkehr, Energie und Kommunikation (OV-UVEK)
16 Versionen
· 1999-12-06
2017-07-01
2015-02-01
2012-10-01
Änderungen vom 2012-10-01
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# Organisationsverordnung vom 6. Dezember 1999 für das Eidgenössische Departement für Umwelt, Verkehr, Energie und Kommunikation (OV-UVEK)
gestützt auf Artikel 43 Absatz 2 des Regierungsund Verwaltungsorganisations-
v o m 6 . D e z e m b e r m . O k b e r 2 0 2 ) D e r S c h w e iz e r is c h e B u n d e s r a t, stü tz t a u f A rtik A sa tz d ie ru n u n d V a ltu n a n i sa tio n g g g g rg e e l 4 3 b 2 e s R e s 3 e rw so s 3 tz 1 1 9 9 7 1 (R V g e se e s v o m 2 . M ä rz O G ) ie in A u sfü h ru n n A rtik d ie ru n u n d V a ltu n g g g g so w v o e l 2 8 e r R e s 3 e rw s 3 a n i sa tio n rd n u n 1 9 9 (R V V rg g o sv e ro v o m 2 5 . N o v e m b e r 8 2 O ) , e r o r d n e t: v A r t. 1 Z ie u n d T tig it ic h le ä k e sb e re e
<sup>1</sup> (RVOG) gesetzes vom 21. März 1997 sowie in Ausführung von Artikel 28 der Regierungsund Verwaltungs-
<sup>1</sup> a id n ö si sc h a rte n t fü lt V h n ie u n d K u n ik a g rg D s E e s e D e p m e r U m w e , e rk e r , E e o m m 3 tio n (D a rte n t) i ste t in in n P litik ic h n in n B itra a n d ie n a c h h a ltig g e p m e le se e o b e re e e e e e n tw ic lu n d S c h iz g E k e r w e . rfo t d a i d ie fo n d n Z ie lg lg
<sup>2</sup> organisationsverordnung vom 25. November 1998 (RVOV), verordnet:
<sup>2</sup> E s v e b e e e le : a S c h u tz u n d rh a lt d n a tü rlic h n L n ru n d la n (ö i sc h a c h h a sg g g . E e r e e b e e k o lo e N l 3 tig it) k e ; S ic h ste llu n a ttra tiv ie n stle i stu n n in d n B ic h n V h n g g b . e r k e r D e e e re e e rk e r , E e r 3 ie a P st T u n ik a tio n u n d tro n i sc h d ie n im In te g , W s se r , o , e le k o m m e le k e M e r 3 d B ö ru n u n d irt sc h a ft (w irt sc h a ftlic h a c h h a ltig it) g e s se e r e v lk e W e N k e ; c S ic h ste llu n d Z u a n u d n n a tü rlic h n L n ru n d la n u n d u g g g sg g . e r e s s z e e e b e e z d n ö ffe n tlic h n ie n stle i stu n n fü a B ö ru n i u n d fü a g g e e D e r lle e v lk e sk re se r lle L a n d ste ile u ic h a n B d in u n n u n d S c h u tz d n sc h n rg g g e z v e le b re e e e r M e e v o r fa h n u n d su n d h itlic h n i sik n (so ia a c h h a ltig it) g G e re e e e R e z le N k e .
### 1. Kapitel: Das Departement
<sup>3</sup> a a rte n t fa st sic h it fo n d n T tig it ic h n lg D s D e p m e b e s m e e ä k e sb e re e : a V h u L a n d u a u n d in d L u ft . e rk e r z , z W s se r e r ; .3 rh u n u n d u tz u n d a n g g b E e b N e r W s se rv o rk o m m e ; c n ie u n rg rg g . E e v e r so ; A S 2 0 0 0 2 4 3
##### **Art. 1** Ziele und Tätigkeitsbereiche
<sup>1</sup> S R 1 7 2 .0 1 0 S R 1 7 2 .0 1 0 .1 2
<sup>1</sup> Das Eidgenössische Departement für Umwelt, Verkehr, Energie und Kommunikation (Departement) leistet in seinen Politikbereichen einen Beitrag an die nachhaltige Entwicklung der Schweiz.
<sup>3</sup> F a s su n g g em ä s s Z iff. I d er V v o m . O k t. in K r a ft s e it 1 . J an . 2 6 2 0 0 5 , 2 0 0 6
<sup>2</sup> Es verfolgt dabei die folgenden Ziele:
<sup>1</sup> ). (A S 2 0 0 5 5 4 4
- a. Schutz und Erhalt der natürlichen Lebensgrundlagen (ökologische Nachhaltigkeit);
<sup>1</sup> 7 2 .2 1 7 . 1 B u n d e sk an z le i u n d e id g en ö s s is ch e D ep artem en te d . e le k tro n i sc h e M e d ie n , T e le k o m m u n ik a tio n u n d P o st ; e .4 n a c h h a ltig e B e w irt sc h a ftu n g d e r n a tü rlic h e n R e s so u rc e n ; f . S c h u tz v o r N a tu rg e fa h re n ; g .5 R a u m o rd n u n g u n d R a u m e n tw ic k lu n g . ru n d sä tz e d e r D e p a rte m e n t stä tig k e ite n A r t. 2 G D a s D e p a rte m e n t b e a c h te t b e i d e r V e rfo lg u n g se in e r Z ie le u n d T ä tig k e ite n n e b e n d e n a llg e m e in e n ru n d sä tz e n d e r V e rw a ltu n g stä tig k e it (A rt . 1 1 R V O V ) in sb e so n ˝ G d e re fo lg e n d e ru n d sä tz e : G a . E s a rb e ite t e n g m it d e n K a n to n e n u n d e m e in d e n so w ie m it d e r W irt sc h a ft G u n d d e n S o z ia lp a rtn e rn z u sa m m e n . b . E s b e a c h te t d e n ru n d sa tz d e r S u b sid ia ritä t u n d a c h te t a u f a d m in i stra tiv e in ˝ G fa c h e L ö su n g e n u n d ra sc h e V e rfa h re n . c . E s se tz t sic h in a lle n T ä tig k e it sb e re ic h e n fü r d ie in te rn a tio n a le A b stim m u n g e in , in sb e so n d e re a u f e u ro p ä i sc h e r E b e n e . Z ie le d e r V e rw a ltu n g se in h e ite n A r t. 3 6 D ie Z ie le n a c h d e n A rtik e ln 6 – 1 d ie n e n d e n V e rw a ltu n g se in h e ite n d e s D e p a r ˝ 2 a te m e n te s a l s R ic h t sc h n u r b e i d e r E rfü llu n g ih re r A u fg a b e n u n d b e i d e r W a h rn e h ˝ m u n g ih re r Z u stä n d ig k e ite n , w ie sie in d e r B u n d e sg e se tz g e b u n g fe stg e le g t sin d . Z u sa m m e n a rb e it A r t. 4 B e i d e r E rfü llu n g ih re r A u fg a b e n v e rtre te n d ie V e rw a ltu n g se in h e ite n im R a h m e n d e r a u s se n p o liti sc h e n Z ie le d e s L a n d e s in A b sp ra c h e m it d e n a n d e rn D e p a rte m e n te n u n d B u n d e sä m te rn d ie S c h w e iz in in te rn a tio n a le n O rg a n i sa tio n e n u n d w irk e n in n a tio ˝ n a le n u n d in te rn a tio n a le n F a c h g re m ie n so w ie b e i d e r E ra rb e itu n g u n d d e m V o llz u g v o n S ta a t sv e rträ g e n m it .
- b. Sicherstellung attraktiver Dienstleistungen in den Bereichen Verkehr, Energie, Wasser, Post, Telekommunikation und elektronische Medien im Interesse der Bevölkerung und Wirtschaft (wirtschaftliche Nachhaltigkeit);
<sup>4</sup> F a s su n g g em ä s s Z iff. I d er V v o m 2 6 . O k t. 2 0 0 5 , in K r a ft s e it 1 . J an . 2 0 0 6 (A S 2 0 0 5 5 4 4 1 ).
- c. Sicherstellung des Zugangs zu den natürlichen Lebensgrundlagen und zu den öffentlichen Dienstleistungen für alle Bevölkerungskreise und für alle Landesteile zu vergleichbaren Bedingungen und Schutz der Menschen vor Gefahren und gesundheitlichen Risiken (soziale Nachhaltigkeit).
<sup>5</sup> E in g e fü g t d u r ch Z iff. I d er V v o m 1 8 . O k t. 2 0 0 0 , in K r a ft s e it 1 . N o v . 2 0 0 0 (A S 2 0 0 0 2 6 1 1 ). F 6 a s su n g g em ä s s Z iff. I d er V v o m 1 8 . O k t. 2 0 0 0 , in K r a ft s e it 1 . N o v . 2 0 0 0 (A S 2 0 0 0 2 6 1 1 ).
<sup>3</sup> Das Departement befasst sich mit folgenden Tätigkeitsbereichen:
<sup>1</sup> 7 2 .2 1 7 .1 O r g an is atio n sv er r n n g r a s o d u fü d U V E K A r t. 5
- a. Verkehr zu Land, zu Wasser und in der Luft;
<sup>1</sup> D a s G e n e ra l se k re ta ria t ü b t d ie F u n k tio n e n n a c h A rtik e l 4 2 R V O G a u s u n d n im m t fo lg e n d e K e rn fu n k tio n e n w a h r : a . E s i st v e ra n tw o rtlic h fü r d ie V o rb e re itu n g u n d d e n V o llz u g d e r E n t sc h e i 9 d u n g e n d e r D e p a rte m e n t sv o r ste h e rin o d e r d e s D e p a rte m e n t sv o r ste h e r s . b . E s i st b e tra u t m it S tra te g ie , P la n u n g , C o n tro llin g u n d K o o rd in a tio n a u D e 9 f p a rte m e n t s stu fe . c . Ih m o b lie g e n d ie In fo rm a tio n sb e sc h a ffu n g , d ie In fo rm a tio n sp la n u n g u n d d ie K o m m u n ik a tio n a u D e p a rte m e n t s stu fe . f d . E s i st v e ra n tw o rtlic h fü r R e s so u rc e n u n d L o g i stik a u D e p a rte m e n t s stu fe . f e . E s b e so rg t d ie R e c h t sa n w e n d u n g , R e c h t sp re c h u n g u n d R e c h t sb e ra tu n g a u f D e p a rte m e n t s stu fe u n d b e g le ite t d ie R e c h t se tz u n g sa rb e ite n , d ie im D e p a rte 9 m e n t v o rg e n o m m e n w e rd e n .
<sup>3</sup> Erhebung und Nutzung der Wasservorkommen; b.
<sup>2</sup> D a rü b e r h in a u s n im m t e s in n e rh a lb d e s D e p a rte m e n t s d ie E ig n e rin te re s se n g e g e n 9 ü b e r d e n ö ffe n tlic h e n u n d g e m i sc h tw irt sc h a ftlic h e n U n te rn e h m u n g e n w a h r .7 u n d e sa m t fü r V e rk e h r A r t. 6 B
- c. Energieversorgung;
<sup>1</sup> D a s u n d e sa m t fü r V e rk e h r (B A V ) i st d ie F a c h b e h ö rd e fü r d e n ö ffe n tlic h e n L a n d 9 B v e rk e h r .
- d. elektronische Medien, Telekommunikation und Post;
<sup>2</sup> E s v e rfo lg t e n t sp re c h e n d d e n p o liti sc h e n V o rg a b e n in sb e so n d e re fo lg e n d e Z ie le : a . E rh ö h u n g d e s A n te il s d e s ö ffe n tlic h e n L a n d v e rk e h r s a m n a tio n a le n P e r so 9 n e n v e rk e h r d u rc h d ie G e w ä h rle i stu n g e in e s a ttra k tiv e n u n d b e d a rf sg e re c h te n A n g e b o t s ; b . A n sc h lu s s d e s sc h w e iz e ri sc h e n S c h ie n e n n e tz e s a n s e u ro p ä i sc h e H o c h 9 g e sc h w in d ig k e it sn e tz im in te rn a tio n a le n P e r so n e n v e rk e h r ; c . E rh ö h u n g d e s A n te il s d e s S c h ie n e n v e rk e h r s a m G ü te rv e rk e h r u n te r V e r 9 la g e ru n g d e s V e rk e h r s ü b e r la n g e D i sta n z e n u n d d e s a lp e n q u e re n d e n V e r 9 k e h r s v o n d e r S tra s se a u d ie S c h ie n e ; f d . A n p a s su n g d e r E i se n b a h n in fra stru k tu r a n d ie a k tu e lle n E rfo rd e rn i s se d u rc h A u sn ü tz u n g d e r v o rh a n d e n e n In fra stru k tu rk a p a z itä te n u n d R e a li sie ru n g v o n e u b a u stre c k e n ; N
<sup>4</sup> e. nachhaltige Bewirtschaftung der natürlichen Ressourcen;
<sup>7</sup> F a s su n g g s s n an g iff. er stv er r n n g g in r a s it em ä A h 2 Z II 3 d P o o d u v o m 2 9 . A u . 2 0 1 2 , K ft e O 1 . k t. 2 0 1 2 (A S 2 0 1 2 5 0 0 9 ).
- f. Schutz vor Naturgefahren;
<sup>1</sup> 7 2 .2 1 7 . 1 B u n d e sk an z le i u n d e id g en ö s s is ch e D ep artem en te e . S te ig e ru n g d e r E ffiz ie n z d e s ö ffe n tlic h e n V e rk e h r s ; f . G e w ä h rle i stu n g d e r V e rk e h r s sic h e rh e it im S c h ie n e n (cid:152), S e ilb a h n (cid:152), S c h iff s (cid:152) u n d A u to m o b ilv e rk e h r , so w e it d a fü r e in e e id g e n ö s si sc h e K o n z e s sio n o d e r B B e w illig u n g b e ste h t , in sb e so n d e re d u rc h d ie A u f sic h t ü b e r e trie b , A n la g e n u n d F a h rz e u g e d e r U n te rn e h m u n g e n d e s ö ffe n tlic h e n V e rk e h r s ; B g .8 G e w ä h rle i stu n g d e r E in h e it d e s R h e in re g im e s im e re ic h d e r te c h n i sc h e n u n d d e r sic h e rh e it sp o liti sc h e n V o r sc h rifte n im R a h m e n d e r in te rn a tio n a le n Z u sa m m e n a rb e it .
<sup>5</sup> g. Raumordnung und Raumentwicklung.
<sup>3</sup> Z Z B u r V e rfo lg u n g d ie se r ie le n im m t d a s A V fo lg e n d e F u n k tio n e n w a h r : B a .9 E s b e re ite t d ie E n t sc h e id u n g e n fü r e in e k o h ä re n te P o litik im e re ic h d e s ö f (cid:152) fe n tlic h e n V e rk e h r s , m it A u sn a h m e d e r L u ftfa h rt u n d d e s S tra s se n b a u s , v o r u n d se tz t sie u m . B a b is.10 E s b e re ite t d ie E n t sc h e id u n g e n fü r e in e k o h ä re n te P o litik im e re ic h d e r B in n e n w a s se r stra s se n u n d d e r G ro s s sc h ifffa h rt in V e rb in d u n g m it d e m M e e r v o r u n d se tz t sie u m . B B B b . E s b e a rb e ite t a lle e ste llu n g e n b e i d e n S u n d a lle n a n d e rn T ra n sp o rt (cid:152) u n te rn e h m u n g e n . c . E s b e tte t d ie sc h w e iz e ri sc h e P o litik d e s ö ffe n tlic h e n V e rk e h r s u n d d ie sc h w e iz e ri sc h e n M a rk tz u g a n g sre g e ln im S tra s se n v e rk e h r e in in d ie e n t sp re (cid:152) c h e n d e e u ro p ä i sc h e P o litik u n d ih re R e g e lu n g e n . Z d . E s i st z u stä n d ig fü r d ie u la s su n g v o n S tra s se n tra n sp o rtu n te rn e h m u n g e n im P e r so n e n (cid:152) u n d G ü te rv e rk e h r . A r t. 7 B Z u n d e sa m t fü r iv illu ftfa h rt B Z (B Z 1 D a s u n d e sa m t fü r iv illu ftfa h rt A L ) i st d ie F a c h b e h ö rd e fü r d ie ö ffe n tlic h e Z u n d p riv a te iv illu ftfa h rt .
##### **Art. 2** Grundsätze der Departementstätigkeiten
<sup>2</sup> Z E s v e rfo lg t e n t sp re c h e n d d e n p o liti sc h e n V o rg a b e n in sb e so n d e re fo lg e n d e ie le : Z a . G e w ä h rle i stu n g e in e s h o h e n S ic h e rh e it s sta n d a rd s in d e r sc h w e iz e ri sc h e n i (cid:152) v illu ftfa h rt ; b . S ic h e r ste llu n g e in e s a ttra k tiv e n , b e d a rf sg e re c h te n A n g e b o te s d e r sc h w e iz e (cid:152) ri sc h e n L u ftfa h rt d u rc h d ie S tä rk u n g d e r W e ttb e w e rb sfä h ig k e it d e r sc h w e i (cid:152) z e ri sc h e n L u ftfa h rtu n te rn e h m e n im sc h w e iz e ri sc h e n u n d in te rn a tio n a le n U m fe ld ; c . S ic h e r ste llu n g e in e r la n g fri stig e n , a k tiv e n R o lle d e r S c h w e iz im in te rn a tio (cid:152) n a le n L u ftv e rk e h r . in g e fü g t d u r ch Z iff. I d er V v o m 2 6 . O k t. 2 0 0 5 , in K r a ft s e it 1 . J an . 2 0 0 6 8 E (A S 2 0 0 5 5 4 4 1 ). a s su n g g em ä s s Z iff. I d er V v o m 2 6 . O k t. 2 0 0 5 , in K r a ft s e it 1 . J an . 2 0 0 6 9 F (A S 2 0 0 5 5 4 4 1 ). in g e fü g t d u r ch Z iff. I d er V v o m 2 6 . O k t. 2 0 0 5 , in K r a ft s e it 1 . J an . 2 0 0 6 10 E (A S 2 0 0 5 5 4 4 1 ).
Das Departement beachtet bei der Verfolgung seiner Ziele und Tätigkeiten neben den allgemeinen Grundsätzen der Verwaltungstätigkeit (Art. 11 RVOV) insbesondere folgende Grundsätze:
<sup>1</sup> 7 2 .2 1 7 .1 O r g an is atio n sv er o r d n u n g fü r d a s U V E K
- a. Es arbeitet eng mit den Kantonen und Gemeinden sowie mit der Wirtschaft und den Sozialpartnern zusammen.
<sup>3</sup> Z u r V e rfo lg u n g d ie se r Z ie le n im m t d a s B A Z L fo lg e n d e F u n k tio n e n w a h r : a . E s b e re ite t d ie E n t sc h e id u n g e n fü r e in e k o h ä re n te P o litik im B e re ic h d e r sc h w e iz e ri sc h e n Z iv illu ftfa h rt v o r u n d se tz t sie u m . b . E s b e w illig t u n d b e a u f sic h tig t In fra stru k tu ra n la g e n , L u ftfa h rtu n te rn e h m e n , L u ftfa h rtp e r so n a l u n d L u ftfa h rtm a te ria l d e r Z iv illu ftfa h rt . c . E s h a t d ie stra te g i sc h e L e itu n g d e r z iv ile n F lu g sic h e ru n g in n e . d . E s h a n d e lt S ta a t sv e rträ g e z u r S ic h e ru n g v o n V e rk e h r sre c h te n im in te rn a tio (cid:22) n a le n L u ftv e rk e h r a u s u n d v o llz ie h t sie . e . E s o rd n e t S ic h e rh e it sm a s sn a h m e n z u r V e rh ü tu n g v o n A n sc h lä g e n a u f d ie z iv ile L u ftfa h rt a n u n d ü b e rw a c h t sie . A r t. 8 1 1 B u n d e sa m t fü r E n e rg ie A r t. 9 a s B u n d e sa m t fü r E n e rg ie (B F E ) i st d ie F a c h b e h ö rd e fü r d ie E n e rg ie v e r so rg u n g 1 D u n d d ie E n e rg ie n u tz u n g .
- b. Es beachtet den Grundsatz der Subsidiarität und achtet auf administrativ einfache Lösungen und rasche Verfahren.
<sup>2</sup> E s v e rfo lg t e n t sp re c h e n d d e n p o liti sc h e n V o rg a b e n in sb e so n d e re fo lg e n d e Z ie le : a . S c h a ffu n g d e r V o ra u s se tz u n g e n fü r e in e a u sre ic h e n d e , b re it g e fä c h e rte u n d sic h e re , w irt sc h a ftlic h e u n d u m w e ltv e rträ g lic h e E n e rg ie v e r so rg u n g ; b . S te ig e ru n g d e r E ffiz ie n z b e i d e r N u tz u n g v o n E n e rg ie u n d E rh ö h u n g d e s A n te il s d e r e rn e u e rb a re n E n e rg ie n a m G e sa m te n e rg ie v e rb ra u c h ; c .12 G e w ä h rle i stu n g e in e s h o h e n S ic h e rh e it s sta n d a rd s b e i d e r N u tz u n g d e r K e rn (cid:22) e n e rg ie , b e i S ta u a n la g e n , b e im T ra n sp o rt u n d b e i d e r V e rte ilu n g v o n E le k tri (cid:22) z itä t so w ie flü s sig e r u n d g a sfö rm ig e r B re n n (cid:22) u n d T re ib sto ffe ; d . S te ig e ru n g d e r E ffiz ie n z d e r E n e rg ie v e r so rg u n g u n te r W a h ru n g d e r W e tt (cid:22) b e w e rb sfä h ig k e it d e r E n e rg ie v e r so rg u n g su n te rn e h m e n .
- c. Es setzt sich in allen Tätigkeitsbereichen für die internationale Abstimmung ein, insbesondere auf europäischer Ebene.
<sup>3</sup> Z u r V e rfo lg u n g d ie se r Z ie le n im m t d a s B F E fo lg e n d e F u n k tio n e n w a h r : a . E s b e re ite t d ie E n t sc h e id u n g e n fü r e in e k o h ä re n te P o litik im B e re ic h E n e rg ie v o r u n d se tz t sie u m . a z u g e h ö re n in sb e so n d e re d ie V o rb e re itu n g u n d d e r D V o llz u g e n e rg ie p o liti sc h e r E rla s se u n d P ro g ra m m e . a b is.1 3 E s b e re ite t d ie E n t sc h e id u n g e n fü r e in e k o h ä re n te P o litik im B e re ic h d e r W a s se rk ra ftn u tz u n g , e in sc h lie s slic h d e r P u m p sp e ic h e ru n g , v o r u n d se tz t sie u m .
<sup>6</sup> Art. 3 Ziele der Verwaltungseinheiten Die Ziele nach den Artikeln 6–12 a dienen den Verwaltungseinheiten des Departementes als Richtschnur bei der Erfüllung ihrer Aufgaben und bei der Wahrnehmung ihrer Zuständigkeiten, wie sie in der Bundesgesetzgebung festgelegt sind.
<sup>1</sup> 1 A u fg eh o b en d u r ch Z iff. I d er V v o m 2 6 . O k t. 2 0 0 5 , m it W irk u n g s e it 1 . J an . 2 0 0 6 (A S 2 0 0 5 5 4 4 1 ).
##### **Art. 4** Zusammenarbeit
<sup>12</sup> F a s su n g g em ä s s Z iff. I d er V v o m 2 6 . O k t. 2 0 0 5 , in K r a ft s e it 1 . J an . 2 0 0 6 (A S 2 0 0 5 5 4 4 1 ).
Bei der Erfüllung ihrer Aufgaben vertreten die Verwaltungseinheiten im Rahmen der aussenpolitischen Ziele des Landes in Absprache mit den andern Departementen und Bundesämtern die Schweiz in internationalen Organisationen und wirken in nationalen und internationalen Fachgremien sowie bei der Erarbeitung und dem Vollzug von Staatsverträgen mit. 2. Kapitel: Ämter und Verwaltungseinheiten der zentralen Bundesverwaltung
<sup>3</sup> 1 E in g e fü g t d u r ch Z iff. I d er V v o m 2 6 . O k t. 2 0 0 5 , in K r a ft s e it 1 . J an . 2 0 0 6 (A S 2 0 0 5 5 4 4 1 ).
#### 1. Abschnitt: Das Generalsekretariat
<sup>1</sup> 7 2 .2 1 7 . 1 B u n d e sk an z le i u n d e id g en ö s s is ch e D ep artem en te b . E s fö rd e rt d ie sp a r sa m e u n d ra tio n e lle E n e rg ie n u tz u n g so w ie d ie e rn e u e r s b a re n E n e rg ie n d u rc h F o r sc h u n g u n d E n tw ic k lu n g , P ilo t s u n d D e m o n stra tio n s s a n la g e n , N u tz u n g su n te r stü tz u n g e n u n d fre iw illig e M a s sn a h m e n . c . E s b e a rb e ite t e n e rg ie w irt sc h a ftlic h e u n d e n e rg ie te c h n i sc h e F ra g e n . d .14 E s b e re ite t B e w illig u n g e n v o r u n d e rte ilt sie . e . E s b e w illig t R o h rle itu n g sa n la g e n u n d b e a u f sic h tig t sie . f . E s b e w illig t e le k tri sc h e A n la g e n , so w e it n ic h t d a s E id g e n ö s si sc h e S ta rk s stro m in sp e k to ra t z u stä n d ig i st . g .1 5 E s ü b t d ie A u f sic h t ü b e r d ie S ic h e rh e it d e r S ta u a n la g e n a u s . B u n d e sa m t fü r S tra s se n A r t. 1 0
##### **Art. 5**
<sup>1</sup> D a s B u n d e sa m t fü r S tra s se n (A S T R A ) i st d ie F a c h b e h ö rd e fü r d ie S tra s se n in fra s stru k tu r u n d d e n in d iv id u e lle n S tra s se n v e rk e h r .
<sup>1</sup> Das Generalsekretariat übt die Funktionen nach Artikel 42 RVOG aus und nimmt folgende Kernfunktionen wahr:
<sup>2</sup> E s v e rfo lg t e n t sp re c h e n d d e n p o liti sc h e n V o rg a b e n in sb e so n d e re fo lg e n d e Z ie le : a . F e rtig ste llu n g e in e s sic h e re n , le i stu n g sfä h ig e n u n d w irt sc h a ftlic h e n N a tio s n a l stra s se n n e tz e s u n d E rh a ltu n g se in e r S u b sta n z ; b . S ic h e r ste llu n g d e r F u n k tio n stü c h tig k e it d e s N a tio n a l stra s se n n e tz e s u n d d e s s se n E in b in d u n g in d a s tra n se u ro p ä i sc h e S tra s se n n e tz ; c . G e w ä h rle i stu n g d e s Z u g a n g s v o n P e r so n e n u n d F a h rz e u g e n im S tra s se n v e r s k e h r ; d . V e rb e s se ru n g d e r S ic h e rh e it a lle r a m S tra s se n v e rk e h r te iln e h m e n d e n P e r so s n e n u n d F a h rz e u g e ; e . S e n k u n g d e r U m w e ltb e la stu n g d u rc h d e n S tra s se n v e rk e h r .
- a. Es ist verantwortlich für die Vorbereitung und den Vollzug der Entscheidungen der Departementsvorsteherin oder des Departementsvorstehers.
<sup>3</sup> Z u r V e rfo lg u n g d ie se r Z ie le n im m t d a s A S T R A fo lg e n d e F u n k tio n e n w a h r : a . E s b e re ite t E n t sc h e id u n g e n fü r e in e k o h ä re n te P o litik im B e re ic h d e s S tra s s se n v e rk e h r s , e in sc h lie s slic h d e s S tra s se n g ü te rv e rk e h r s , u n d d e r V e rk e h r s s sic h e rh e it a u f n a tio n a le r u n d in te rn a tio n a le r E b e n e v o r u n d se tz t sie u m . D a s z u g e h ö re n in sb e so n d e re : B a u , U n te rh a lt u n d B e trie b d e r N a tio n a l stra s se n ; V o llz u g d e r R e g e lu n g ü b e r d ie V e rw e n d u n g d e s fü r d e n S tra s se n v e rk e h r b e s stim m te n A n te il s a n d e r M in e ra lö l ste u e r ; A n fo rd e ru n g e n a n F a h rz e u g e u n d P e r so n e n im S tra s se n v e rk e h r , V e rh a lte n im S tra s se n v e rk e h r , F u s s s u n d a n d e rw e g e , V e lo w e g e u n d h i sto ri sc h e V e rk e h r sw e g e (L a n g sa m v e rk e h r) . W b .1 6 E s b a u t , u n te rh ä lt u n d b e tre ib t d ie N a tio n a l stra s se n u n d ü b t d ie O b e ra u f sic h t ü b e r d ie F e rtig ste llu n g d e s b e sc h lo s se n e n N a tio n a l stra s se n n e tz e s so w ie ü b e r d ie S tra s se n v o n g e sa m t sc h w e iz e ri sc h e r B e d e u tu n g a u s .
- b. Es ist betraut mit Strategie, Planung, Controlling und Koordination auf Departementsstufe.
<sup>14</sup> F a s su n g g em ä s s A n h an g Z iff. 5 d er V v o m 1 2 . N o v . 2 0 0 8 ü b er d a s E id g en ö s s is ch e N u k le ar s ich erh e its in sp ek to r at, in K r a ft s e it 1 . J an . 2 0 0 9 (A S 2 0 0 8 5 7 4 7 ).
- c. Ihm obliegen die Informationsbeschaffung, die Informationsplanung und die Kommunikation auf Departementsstufe.
<sup>1</sup> 5 E in g e fü g t d u r ch Z iff. I d er V v o m 2 6 . O k t. 2 0 0 5 , in K r a ft s e it 1 . J an . 2 0 0 6 (A S 2 0 0 5 5 4 4 1 ).
- d. Es ist verantwortlich für Ressourcen und Logistik auf Departementsstufe.
<sup>1</sup> 6 F a s su n g g em ä s s A n h an g 4 Z iff. II 2 d er N atio n a lstr a s s en v er o r d n u n g v o m 7 . N o v . 2 0 0 7 , in K r a ft s e it 1 . J an . 2 0 0 8 (A S 2 0 0 7 5 9 5 7 ).
- e. Es besorgt die Rechtsanwendung, Rechtsprechung und Rechtsberatung auf Departementsstufe und begleitet die Rechtsetzungsarbeiten, die im Departement vorgenommen werden.
<sup>1</sup> 7 2 .2 1 7 .1 O r g an is atio n sv er o r d n u n g fü r d a s U V E K c . … 1 7
<sup>2</sup> Darüber hinaus erfüllt es folgende Aufgaben:
<sup>4</sup> D a s A S T R A i st b e re tig t , g e g e n le tz tin sta n z lic e k a n to n a le E n t sc e id e , w e lc e c h h h h d ie S tra s se n v e rk e r sg e se tz g e b u n g b e tre ffe n , B e sc w e rd e b e im B u n d e sg e ric t z u h h h e rh e b e n D ie k a n to n a le n B e rd e n a b e n d e m A S T R A so lc e E n t sc e id e z u e rö ff ł . h ö h h h n e n D a s A S T R A i st in se in e m Z u stä n d ig k e it sb e re ic a u z u r B e sc w e rd e g e g e n . h c h h E n t sc e id e d e s B u n d e sv e rw a ltu n g sg e ric t s b e tre ffe n d d a s ffe n tlic e B e sc a ffu n g s ł h h ö h h re t b e re tig t .1 8 1 9 c h c h B u n d e sa m t fü r o m m u n ik a tio n K A r t. 1 1 D a s B u n d e sa m t fü r o m m u n ik a tio n (B A i st d ie a b e rd e fü r d a s e rn ł K K O M ) F F
<sup>7</sup> a. …
<sup>1</sup> c h h ö m e ld e w e se n , d ie e le k tro n i sc e a s se n ł u n d In d iv id u a lk o m m u n ik a tio n u n d d a s M h o stw e se n P .2 0 E s v e rfo lg t e n t sp re e n d d e n o liti sc e n o rg a b e n in sb e so n d e re fo lg e n d e Z ie le p V : c h h 2 a S ic e r ste llu n g d e r la n d e sw e ite n ru n d v e r so rg u n g , w e lc e so w o l d e n E r ł G . h h h fo rd e rn i s se n d e r In fo rm a tio n sg e se ll sc a ft a l s a u d e r u b liz i sti sc e n ie l ł p V h c h h fa lt u n d d e r o liti sc e n In fo rm a tio n R e n u n g trä g t u n d d ie k u ltu re lle ie l ł p V h c h fa lt fö rd e rt ; b E rm g lic u n g e in e s w irk sa m e n e ttb e w e rb s , w e lc e r z u k o n k u rre n z fä ig e n W . ö h h h o m m u n ik a tio n sle i stu n g e n fü rt K ; h S ic e r ste llu n g d e r la n d e sw e ite n ru n d v e r so rg u n g m it D ie n stle i stu n g e n d e s G
- b. Es ist verantwortlich für die hoheitlichen Aufgaben gemäss Postgesetz vom
<sup>1</sup> h c .2 Z a lu n g sv e rk e r s h h . Z u r e rfo lg u n g d ie se s Z ie le s n im m t d a s B A fo lg e n d e u n k tio n e n w a r 3 V K O M F : h a E s b e re ite t d ie E n t sc e id u n g e n fü r e in e k o ä re n te o litik im B e re ic d e r P . h h h o m m u n ik a tio n v o r u n d se tz t sie u m D a z u g e re n in sb e so n d e re b e r ł K : Ü . h ö w a u n g d e s o n z e s sio n sw e se n s im B e re i v o n R a d io u n d e rn se e n , in ł K F c h c h h k lu siv e in a n z a u f sic t b e r d ie S w e iz e ri sc e R a d io ł u n d e rn se g e se ll ł F ü F h c h h h sc a ft u n d A u f sic t b e r d ie n k a s so ste lle f r R a d io u n d e rn se e n ü I ü F h h h . b E s ste llt d ie n o tw e n d ig e n re u e n z re s so u rc e n im o m m u n ik a tio n sw e se n F q K . u n d d ie sc w e iz e ri sc e n u tz u n g sre te u n d rb ita l o sitio n e n v o n S a te l ł N O p h h c h lite n f r d a s e rn m e ld e w e se n sic e r D a z u g e re n in sb e so n d e re la n u n g ü F : P h . h ö u n d e rw a ltu n g d e r re u e n z re s so u rc e n , E rte ilu n g v o n D ie n ste ł u n d u n k ł V F q F k o n z e s sio n e n so w ie d e re n A u f sic t h . u fg e o en d u r iff d er V v o o v ü er d ie n a s su n g v o n h b ch Z . II 1 2 m 8 . N . 2 0 0 6 b p 1 7 A A u n d e sr atsv er o r d n u n g en an d ie o ta r ev is io n d er u n d e sr e ts f e g e it ir u n g s e it T l ch p l , m W k B B an 1 . J . 2 0 0 7 (A 7 0 5 ). S 2 0 0 6 4 r itter atz e in g e fü g t d u r n an g iff. d er atio n a lstr a s s en v er o r d n u n g v o ch h Z II 2 N m 1 8 D S A 4 o v in K r a ft s e it an 7 . N . 2 0 0 7 , 1 . J . 2 0 0 8 (A 5 9 5 7 ). S 2 0 0 7 E in g e fü g t d u r iff. d er V v o o v ü er d ie n a s su n g v o n u n d e sr ats ch Z II 1 2 m 8 . N . 2 0 0 6 b p 8 B 1 9 A v er o r d n u n g en an d ie o ta lr ev is io n d er u n d e sr e tsp fle g e in K r a ft s e it an T ch , 1 . J . 2 0 0 7 B (A 7 0 5 ). S 2 0 0 6 4 a s su n g g em s s n an g iff. d er o stv er o r d n u n g v o u g in K r a ft s e it ä h 2 Z II 3 P m 2 9 . . 2 0 1 2 , 2 0 F A A O t. 1 . k 2 0 1 2 (A 5 0 0 9 ). S 2 0 1 2 E in g e fü g t d u r n an g iff. d er o stv er o r d n u n g v o u g in K r a ft s e it ch h 2 Z II 3 P m 2 9 . . 2 0 1 2 , 1 2 A A O t 1 . k . 2 0 1 2 (A 5 0 0 9 ). S 2 0 1 2
<sup>8</sup> <sup>9</sup> 30. April 1997 und Postorganisationsgesetz vom 30. April 1997 .
<sup>1</sup> 7 2 .2 1 7 . 1 B u n d e sk an z le i u n d e id g en ö s s is ch e D ep artem en te c . E s ste llt d ie K o n fo rm itä t v o n F e rn m e ld e a n la g e n m it d e n te c h n i sc h e n V o r m sc h rifte n im R a h m e n v o n M a rk tz u g a n g sv e rfa h re n sic h e r u n d n im m t d ie M a rk ta u f sic h t in d ie se m B e re ic h w a h r . d . E s b e re ite t d ie E n t sc h e id e z u h a n d e n d e r K o m m u n ik a tio n sk o m m i s sio n (A rt . 1 6 ) v o r , in sb e so n d e re im B e re ic h d e r F re q u e n z p lä n e , d e r Z u te ilu n g v o n A d re s sie ru n g se le m e n te n , d e r N u m m e rn p o rta b ilitä t , d e r K o n z e s sio n ie ru n g v o n F e rn m e ld e d ie n sta n b ie te rin n e n , C a rrie r S e le c tio n u n d d e r In te rk o n n e k m tio n . A e .2 2 E s ste llt d ie K o n fo rm itä t e le k tri sc h e r G e rä te u n d o rt sfe ste r n la g e n m it d e n V o r sc h rifte n ü b e r d ie e le k tro m a g n e ti sc h e V e rträ g lic h k e it sic h e r u n d ü b t d ie M a rk tü b e rw a c h u n g in d ie se m B e re ic h a u s . f .2 3 E s b e re ite t d ie E n t sc h e id u n g e n fü r e in e k o h ä re n te P o litik im B e re ic h d e s P o stw e se n s v o r . A g .2 4 E s e rfü llt d ie u fg a b e n im B e re ic h d e r in d ire k te n P re s se fö rd e ru n g . A r t. 1 2 2 5 B u n d e sa m t fü r U m w e lt
- c. Es nimmt innerhalb des Departements die Eignerinteressen gegenüber den öffentlichen und gemischtwirtschaftlichen Unternehmungen wahr.
<sup>1</sup> D (B A a s B u n d e sa m t fü r U m w e lt F U ) i st d ie F a c h b e h ö rd e fü r d ie U m w e lt .
<sup>10</sup> d. …
<sup>2</sup> E s v e rfo lg t e n t sp re c h e n d d e n p o liti sc h e n V o rg a b e n in sb e so n d e re fo lg e n d e Z ie le : a . la n g fri stig e E rh a ltu n g u n d n a c h h a ltig e N u tz u n g d e r n a tü rlic h e n R e s so u rc e n (B o d e n , W a s se r , W a ld , L u ft , K lim a , b io lo g i sc h e u n d la n d sc h a ftlic h e V ie l m fa lt) u n d B e h e b u n g b e ste h e n d e r B e e in trä c h tig u n g e n ; b . S c h u tz d e s M e n sc h e n v o r ü b e rm ä s sig e r B e la stu n g in sb e so n d e re d u rc h L ä rm , A sc h ä d lic h e O rg a n i sm e n u n d S to ffe , n ic h tio n i sie re n d e S tra h lu n g , b fä lle , A ltla ste n u n d S tö rfä lle ) ; c . S c h u tz d e s M e n sc h e n u n d e rh e b lic h e r S a c h w e rte v o r h y d ro lo g i sc h e n u n d g e o lo g i sc h e n G e fa h re n , n a m e n tlic h v o r G e fa h re n d u rc h H o c h w a s se r , E rd m b e b e n , L a w in e n , R u t sc h u n g e n , E ro sio n e n u n d S te in sc h la g . A
#### 2. Abschnitt: Die Ämter
<sup>3</sup> Z u r V e rfo lg u n g d ie se r Z ie le n im m t d a s B F U fo lg e n d e F u n k tio n e n w a h r : a . E s b e re ite t E n t sc h e id e fü r e in e u m fa s se n d e u n d k o h ä re n te P o litik d e r n a c h m h a ltig e n B e w irt sc h a ftu n g d e r n a tü rlic h e n R e s so u rc e n v o r u n d se tz t sie u m . D a z u g e h ö re n in sb e so n d e re d ie n a c h h a ltig e N u tz u n g d e r n a tü rlic h e n R e s m so u rc e n so w ie d e r S c h u tz d e s M e n sc h e n v o r N a tu rg e fa h re n u n d d e r U m w e lt v o r ü b e rm ä s sig e n B e la stu n g e n . in g e fü g t d u r ch A n h an g 3 Z iff. II 1 d er V v o m 1 8 . N o v . 2 0 0 9 ü b er d ie e lek tr o m a g n eti“ 2 2 E s ch e V ertr ä g lich k e it, in K r a ft s e it 1 . J an . 2 0 1 0 (A S 2 0 0 9 6 2 4 3 ). in g e fü g t d u r ch A n h an g 2 Z iff. II 3 d er P o stv er o r d n u n g v o m 2 9 . A u g . 2 0 1 2 , in K r a ft s e it 2 3 E
##### **Art. 6** Bundesamt für Verkehr
<sup>1</sup> . O k t. 2 0 1 2 (A S 2 0 1 2 5 0 0 9 ). in g e fü g t d u r ch A n h an g 2 Z iff. II 3 d er P o stv er o r d n u n g v o m 2 9 . A u g . 2 0 1 2 , in K r a ft s e it 2 4 E
<sup>1</sup> Das Bundesamt für Verkehr (BAV) ist die Fachbehörde für den öffentlichen Landverkehr.
<sup>1</sup> . O k t. 2 0 1 2 (A S 2 0 1 2 5 0 0 9 ). a s su n g g em ä s s Z iff. I d er V v o m 2 6 . O k t. 2 0 0 5 , in K r a ft s e it 1 . J an . 2 0 0 6 2 5 F (A S 2 0 0 5 5 4 4 1 ).
<sup>2</sup> Es verfolgt entsprechend den politischen Vorgaben insbesondere folgende Ziele:
<sup>1</sup> 7 2 .2 1 7 .1 O r g an is atio n sv er o r d n u n g fü r d a s U V E K b . A l s G ru n d la g e d e r R e s so u rc e n b e w irt sc h a ftu n g b e tre ib t e s U m w e ltb e o b a c h (cid:236) tu n g u n d in fo rm ie rt ü b e r d e n Z u sta n d d e r U m w e lt u n d d ie M ö g lic h k e ite n , d ie n a tü rlic h e n R e s so u rc e n a u sg e w o g e n z u n u tz e n u n d z u sc h ü tz e n . u n d e sa m t fü r R a u m e n tw ic k lu n g A r t. 1 2 a 2 6 B
- a. Erhöhung des Anteils des öffentlichen Landverkehrs am nationalen Personenverkehr durch die Gewährleistung eines attraktiven und bedarfsgerechten Angebots;
<sup>1</sup> D a s u n d e sa m t fü r R a u m e n tw ic k lu n g (A R E ) i st d ie a c h b e h ö rd e fü r R a u m la (cid:236) B F p n u n g so w ie fü r ra g e n d e s G e sa m t e rk e h r s u n d d e r n a c h h a ltig e n E n tw ic k lu n g . F v E s e rfo lg t e n t s re c h e n d d e n o liti sc h e n o rg a b e n in sb e so n d e re fo lg e n d e Z ie le 2 v p p V : a . ö rd e ru n g d e r n a c h h a ltig e n E n tw ic k lu n g F ; b . ic h e r ste llu n g d e r z w e c k m s sig e n u n d h a u sh lte ri sc h e n u tz u n g d e s o (cid:236) S ä ä N B d e n s u n d d e r g e o rd n e te n e sie d lu n g d e s a n d e s so w ie c h a ffu n g d e r o r (cid:236) B L S V a u s se tz u n g e n fü r d ie r u m lic h e E in b in d u n g d e r c h w e iz in E u ro a ä S p ; c . c h a ffu n g e in e s A u sg le ic h s z w i sc h e n d e n e r sc h ie d e n e n c h u tz (cid:236) u n d u t (cid:236) S v S N z u n g sin te re s se n ; d . t rk u n g d e s t d te s ste m s u n d tru k tu rie ru n g d e r A g g lo m e ra tio n e n S ä S ä y S ; e . e rn e tz u n g o n ta d t u n d a n d so w ie e rü c k sic h tig u n g d e r A n lie g e n d e r V v S L B l n d lic h e n R u m e ä ä ; f . o o rd in a tio n z w i sc h e n d e n e rk e h r str g e rn . K V ä
- b. Anschluss des schweizerischen Schienennetzes ans europäische Hochgeschwindigkeitsnetz im internationalen Personenverkehr;
<sup>3</sup> Z u r e rfo lg u n g d ie se r Z ie le n im m t d a s A R E fo lg e n d e u n k tio n e n w a h r V F : a . E s e ra rb e ite t G ru n d la g e n u n d tra te g ie n in d e n e re ic h e n R a u m e n tw ic k (cid:236) S B lu n g , G e sa m t e rk e h r so w ie n a c h h a ltig e E n tw ic k lu n g . v b . E s so rg t d a fü r , d a s s sic h d ie n te re s se n a b w g u n g b e i d e r E rfü llu n g o n u n (cid:236) I ä v B d e sa u fg a b e n a n d e n G ru n d s tz e n d e r a c h h a ltig k e it o rie n tie rt , u n d u n te r (cid:236) ä N stü tz t d a b e i d ie e stre b u n g e n z u m c h u tz u n d a lle n fa ll s z u r ie d e rh e r (cid:236) B S W ste llu n g e in e r in ta k te n a n d sc h a ft . L c . E s so rg t b e i d e r E rfü llu n g o n ra u m (cid:236) u n d e rk e h r sw irk sa m e n A u fg a b e n fü r v v d ie b u n d e sin te rn e o o rd in a tio n . n sb e so n d e re b e te ilig t e s sic h a n d e r E ra r (cid:236) K I b e itu n g o n o n z e te n u n d a c h l n e n d e s u n d e s , e ra rb e ite t a llg e m e in e B v K p S p ä e rk e h r s la n e ri sc h e u n d e rk e h r s o liti sc h e G ru n d la g e n im in b lic k a u f e in e v p v p H k o o rd in ie rte e rk e h r s o litik d e s u n d e s u n d so rg t d a fü r , d a s s in d e n a c h (cid:236) B V p S o litik e n d e s u n d e s d a s rin z i d e r n a c h h a ltig e n E n tw ic k lu n g e rm e h rt b e (cid:236) B p P p v rü c k sic h tig t w ird . d . E s a rb e ite t in se in e m g e sa m te n A u fg a b e n b e re ic h a rtn e r sc h a ftlic h in sb e so n (cid:236) p d e re m it d e n a n to n e n z u sa m m e n . K e . E s tr g t a k ti z u r G e sta ltu n g d e r e rn st d te u n d d e r A g g lo m e ra tio n e n b e i ä v K ä u n d w irk t b e i A u sg le ic h sm a s sn a h m e n im l n d lic h e n R a u m m it . ä f . E s su c h t d ie in te rn a tio n a le Z u sa m m e n a rb e it , w irk t in e u ro i sc h e n o o rd i (cid:236) p ä K n a tio n sg re m ie n m it u n d ü b e rn im m t b u n d e sin te rn d ie e d e rfü h ru n g fü r d ie F
- c. Erhöhung des Anteils des Schienenverkehrs am Güterverkehr unter Verlagerung des Verkehrs über lange Distanzen und des alpenquerenden Verkehrs von der Strasse auf die Schiene;
<sup>2</sup> 6 E in g e fü g t d u r iff d er V v o O t in K r a ft s e it o v ch Z . I m 1 8 . k . 2 0 0 0 , 1 . N . 2 0 0 0 (A S 2 0 0 0 2 6 1 1 ).
- d. Anpassung der Eisenbahninfrastruktur an die aktuellen Erfordernisse durch Ausnützung der vorhandenen Infrastrukturkapazitäten und Realisierung von Neubaustrecken;
<sup>1</sup> 7 2 .2 1 7 . 1 B u n d e sk an z le i u n d e id g en ö s s is ch e D ep artem en te tra n sn a tio n a le Z u sa m m e n a rb e it a u f d e m G e b ie t d e r R a u m e n tw ic k lu n g u n d im B e re ic h d e s G e sa m tv e rk e h r s so w ie fü r d ie U m se tz u n g d e r A lp e n k o n v e n \ tio n . g . E s so rg t z u sa m m e n m it d e n K a n to n e n fü r e in e n k o rre k te n V o llz u g d e s R a u m p la n u n g sre c h t s . A r t. 1 3 2 7 S c h w e iz e ri sc h e U n fa llu n te r su c h u n g s ste lle S S S T D ie c h w e iz e ri sc h e U n fa llu n te r su c h u n g s ste lle (O rg a n i sa tio n sv e ro rd n u n g U v o m
- e. Steigerung der Effizienz des öffentlichen Verkehrs;
<sup>2</sup> 3 2 0 1 1 2 8) . M ä rz i st d e m G e n e ra l se k re ta ria t a d m in i stra tiv z u g e w ie se n . A r t. 1 3 a 2 9 A r t. 1 4 30 P o stk o m m i s sio n P 2 0 P 1 7 2 0 1 0 1) D D 3 ie o stk o m m i s sio n (A rt . d e s o stg e se tz e s v o m . e z . i st d e m G e n e \ ra l se k re ta ria t a d m in i stra tiv z u g e w ie se n . A r t. 1 4 a 32 E id g e n ö s si sc h e s N u k le a r sic h e rh e it sin sp e k to ra t D a s E id g e n ö s si sc h e N u k le a r sic h e rh e it sin sp e k to ra t i st a d m in i stra tiv d e m G e n e ra l \ se k re ta ria t z u g e w ie se n . A r t. 1 5 3 3 U n a b h ä n g ig e B e sc h w e rd e in sta n z fü r R a d io u n d F e rn se h e n
- f. Gewährleistung der Verkehrssicherheit im Schienen-, Seilbahn-, Schiffsund Automobilverkehr, soweit dafür eine eidgenössische Konzession oder Bewilligung besteht, insbesondere durch die Aufsicht über Betrieb, Anlagen und Fahrzeuge der Unternehmungen des öffentlichen Verkehrs;
<sup>2</sup> – D ie U n a b h ä n g ig e B e sc h w e rd e in sta n z fü r R a d io u n d F e rn se h e n (A rt . 8 8 5 B u n d e s \
<sup>11</sup> g. Gewährleistung der Einheit des Rheinregimes im Bereich der technischen und der sicherheitspolitischen Vorschriften im Rahmen der internationalen Zusammenarbeit.
<sup>2</sup> 4 2 0 0 6 34 ) g e se tz v o m . M ä rz ü b e r R a d io u n d F e rn se h e n i st d e m G e n e ra l se k re ta ria t a d m in i stra tiv z u g e w ie se n .
<sup>3</sup> Zur Verfolgung dieser Ziele nimmt das BAV folgende Funktionen wahr:
<sup>2</sup> 7 F a s su n g g em ä s s A n h an g Z iff. 2 d er O r g an is atio n sv er o r d n u n g S U S T v o m 2 3 . M är z 2 0 1 1 , in K r a ft s e it 1 . N o v . 2 0 1 1 (A S 2 0 1 1 4 5 8 9 ).
<sup>12</sup> a. Es bereitet die Entscheidungen für eine kohärente Politik im Bereich des öffentlichen Verkehrs, mit Ausnahme der Luftfahrt und des Strassenbaus, vor und setzt sie um. bis <sup>13</sup> a . Es bereitet die Entscheidungen für eine kohärente Politik im Bereich der Binnenwasserstrassen und der Grossschifffahrt in Verbindung mit dem Meer vor und setzt sie um.
<sup>2</sup> 8 S R 1 7 2 .2 1 7 .3
- b. Es bearbeitet alle Bestellungen bei den SBB und allen andern Transportunternehmungen.
<sup>2</sup> 9 E in g e fü g t d u r ch A rt. 4 6 d er P o stv er o r d n u n g v o m 2 6 . N o v . 2 0 0 3 (A S 2 0 0 3 4 7 5 3 ). A u fg e “ h o b en d u r ch A n h an g 3 Z iff. 6 d er V v o m 3 0 . Ju n i 2 0 1 0 , m it W irk u n g s e it 1 . A u g . 2 0 1 0 (A S 2 0 1 0 3 1 7 5 ).
- c. Es bettet die schweizerische Politik des öffentlichen Verkehrs und die schweizerischen Marktzugangsregeln im Strassenverkehr ein in die entsprechende europäische Politik und ihre Regelungen.
<sup>30</sup> F a s su n g g em ä s s A n h an g Z iff. 2 II 3 d er P o stv er o r d n u n g v o m 2 9 . A u g . 2 0 1 2 , in K r a ft s e it
- d. Es ist zuständig für die Zulassung von Strassentransportunternehmungen im Personenund Güterverkehr.
<sup>1</sup> . O k t. 2 0 1 2 (A S 2 0 1 2 5 0 0 9 ).
##### **Art. 7** Bundesamt für Zivilluftfahrt
<sup>3</sup> 1 S R 7 8 3 .0
<sup>1</sup> Das Bundesamt für Zivilluftfahrt (BAZL) ist die Fachbehörde für die öffentliche und private Zivilluftfahrt.
<sup>32</sup> E E in g e fü g t d u r ch A n h an g Z iff. 5 d er V v o m 1 2 . N o v . 2 0 0 8 ü b er d a s id g en ö s s is ch e N u k le ar s ich erh e its in sp ek to r at , in K r a ft s e it 1 . J an . 2 0 0 9 (A S 2 0 0 8 5 7 4 7 ).
<sup>2</sup> Es verfolgt entsprechend den politischen Vorgaben insbesondere folgende Ziele:
<sup>3</sup> 3 F a s su n g g em ä s s A n h an g 3 Z iff. 6 d er V v o m 3 0 . Ju n i 2 0 1 0 , in K r a ft s e it 1 . A u g . 2 0 1 0 (A S 2 0 1 0 3 1 7 5 ).
- a. Gewährleistung eines hohen Sicherheitsstandards in der schweizerischen Zivilluftfahrt;
<sup>34</sup> S R 7 8 4 .4 0
- b. Sicherstellung eines attraktiven, bedarfsgerechten Angebotes der schweizerischen Luftfahrt durch die Stärkung der Wettbewerbsfähigkeit der schweizerischen Luftfahrtunternehmen im schweizerischen und internationalen Umfeld;
<sup>1</sup> 0
- c. Sicherstellung einer langfristigen, aktiven Rolle der Schweiz im internationalen Luftverkehr.
<sup>1</sup> 7 2 .2 1 7 .1 O r g an is atio n sv er o r d n u n g fü r d a s U V E K A r t. 1 6 3 5 E le k triz itä t sk o m m i s sio n ie E le k triz itä t sk o m m i s sio n (A rt . 2 1 d e s S tro m v e r so rg u n g sg e se tz e s v o m 2 3 . M ä rz D
<sup>3</sup> Zur Verfolgung dieser Ziele nimmt das BAZL folgende Funktionen wahr:
<sup>2</sup> 0 0 7 3 6) i st d e m G e n e ra l se k re ta ria t a d m in i stra tiv z u g e w ie se n . A r t. 1 7 3 7 K o m m u n ik a tio n sk o m m i s sio n ie K o m m u n ik a tio n sk o m m i s sio n (A rt . 5 6 d e s F e rn m e ld e g e se tz e s v o m 3 0 . A p ril D
- a. Es bereitet die Entscheidungen für eine kohärente Politik im Bereich der schweizerischen Zivilluftfahrt vor und setzt sie um.
<sup>1</sup> 9 9 7 3 8) i st d e m G e n e ra l se k re ta ria t a d m in i stra tiv z u g e w ie se n . A r t. 1 7 a 3 9 S c h ie d sk o m m i s sio n im E i se n b a h n v e rk e h r ie S c h ie d sk o m m i s sio n im E i se n b a h n v e rk e h r (A rt . 4 0 a d e s E i se n b a h n g e se tz e s v o m D
- b. Es bewilligt und beaufsichtigt Infrastrukturanlagen, Luftfahrtunternehmen, Luftfahrtpersonal und Luftfahrtmaterial der Zivilluftfahrt.
<sup>2</sup> 0 . e z . 1 9 5 7 4 0 ) i st d e m G e n e ra l se k re ta ria t a d m in i stra tiv z u g e w ie se n . D
- c. Es hat die strategische Leitung der zivilen Flugsicherung inne.
<sup>8</sup> f Ä R A r t. 1 A u h e b u n g u n d n d e ru n g b i sh e rig e n e c h t s R f B i sh e rig e s e c h t w ird g e m ä s s A n h a n g a u g e h o b e n o d e r g e ä n d e rt .
- d. Es handelt Staatsverträge zur Sicherung von Verkehrsrechten im internationalen Luftverkehr aus und vollzieht sie.
<sup>9</sup> I f A r t. 1 n k ra ttre te n V J f ie se e ro rd n u n g tritt a m 1 . a n u a r 2 0 0 0 in K ra t . D F 3 5 m ä Z . I m 9 . D z . 2 0 1 1 , 1 . J . 2 0 1 2 a s su n g g e s s iff d er V v o e in K r a ft s e it an (A S 2 0 1 1 6 1 0 7 ).
- e. Es ordnet Sicherheitsmassnahmen zur Verhütung von Anschlägen auf die zivile Luftfahrt an und überwacht sie.
<sup>3</sup> 6 S R 7 3 4 .7 F 3 7 m ä Z . I m 9 . D z . 2 0 1 1 , 1 . J . 2 0 1 2 a s su n g g e s s iff d er V v o e in K r a ft s e it an (A S 2 0 1 1 6 1 0 7 ).
<sup>14</sup> Art. 8
<sup>3</sup> 8 S R 7 8 4 .1 0 F 3 9 A 6 (A S 2 0 1 0 ch h 3 Z . m 3 0 . J 2 0 1 0 3 1 7 5 ). E in g e fü g t d u r n an g iff d er V v o u n i a s su n g (A S 2 0 1 1 6 m ä Z . I m 9 . D z . 2 0 1 1 , 1 . J . 2 0 1 2 1 0 7 ). g e s s iff d er V v o e in K r a ft s e it an
##### **Art. 9** Bundesamt für Energie
<sup>4</sup> 0 S R 7 4 2 .1 0 1
<sup>1</sup> Das Bundesamt für Energie (BFE) ist die Fachbehörde für die Energieversorgung und die Energienutzung.
<sup>1</sup> 1
<sup>2</sup> Es verfolgt entsprechend den politischen Vorgaben insbesondere folgende Ziele:
<sup>1</sup> 7 2 .2 1 7 . 1 B u n d e sk an z le i u n d e id g en ö s s is ch e D ep artem en te A n h a n g (A rt . 1 8 )
- a. Schaffung der Voraussetzungen für eine ausreichende, breit gefächerte und sichere, wirtschaftliche und umweltverträgliche Energieversorgung;
<sup>4</sup> 1
- b. Steigerung der Effizienz bei der Nutzung von Energie und Erhöhung des Anteils der erneuerbaren Energien am Gesamtenergieverbrauch;
<sup>4</sup> 2 …
<sup>15</sup> c. Gewährleistung eines hohen Sicherheitsstandards bei der Nutzung der Kernenergie, bei Stauanlagen, beim Transport und bei der Verteilung von Elektrizität sowie flüssiger und gasförmiger Brennund Treibstoffe;
<sup>4</sup> 1 [A S 1 9 9 5 3 1 8 6 ]
- d. Steigerung der Effizienz der Energieversorgung unter Wahrung der Wettbewerbsfähigkeit der Energieversorgungsunternehmen.
<sup>4</sup> 2 A S 2 0 0 0 2 4 3 D ie Ä n d eru n g en k ö n n en u n ter k o n su ltiert w er d en .
<sup>3</sup> Zur Verfolgung dieser Ziele nimmt das BFE folgende Funktionen wahr:
- a. Es bereitet die Entscheidungen für eine kohärente Politik im Bereich Energie vor und setzt sie um. Dazu gehören insbesondere die Vorbereitung und der Vollzug energiepolitischer Erlasse und Programme. bis <sup>16</sup> a . Es bereitet die Entscheidungen für eine kohärente Politik im Bereich der Wasserkraftnutzung, einschliesslich der Pumpspeicherung, vor und setzt sie um.
- b. Es fördert die sparsame und rationelle Energienutzung sowie die erneuerbaren Energien durch Forschung und Entwicklung, Pilotund Demonstrationsanlagen, Nutzungsunterstützungen und freiwillige Massnahmen.
- c. Es bearbeitet energiewirtschaftliche und energietechnische Fragen.
<sup>17</sup> d. Es bereitet Bewilligungen vor und erteilt sie.
- e. Es bewilligt Rohrleitungsanlagen und beaufsichtigt sie.
- f. Es bewilligt elektrische Anlagen, soweit nicht das Eidgenössische Starkstrominspektorat zuständig ist.
<sup>18</sup> g. Es übt die Aufsicht über die Sicherheit der Stauanlagen aus.
##### **Art. 10** Bundesamt für Strassen
<sup>1</sup> Das Bundesamt für Strassen (ASTRA) ist die Fachbehörde für die Strasseninfrastruktur und den individuellen Strassenverkehr.
<sup>2</sup> Es verfolgt entsprechend den politischen Vorgaben insbesondere folgende Ziele:
- a. Fertigstellung eines sicheren, leistungsfähigen und wirtschaftlichen Nationalstrassennetzes und Erhaltung seiner Substanz;
- b. Sicherstellung der Funktionstüchtigkeit des Nationalstrassennetzes und dessen Einbindung in das transeuropäische Strassennetz;
- c. Gewährleistung des Zugangs von Personen und Fahrzeugen im Strassenverkehr;
- d. Verbesserung der Sicherheit aller am Strassenverkehr teilnehmenden Personen und Fahrzeuge;
- e. Senkung der Umweltbelastung durch den Strassenverkehr.
<sup>3</sup> Zur Verfolgung dieser Ziele nimmt das ASTRA folgende Funktionen wahr:
- a. Es bereitet Entscheidungen für eine kohärente Politik im Bereich des Strassenverkehrs, einschliesslich des Strassengüterverkehrs, und der Verkehrssicherheit auf nationaler und internationaler Ebene vor und setzt sie um. Dazu gehören insbesondere: Bau, Unterhalt und Betrieb der Nationalstrassen; Vollzug der Regelung über die Verwendung des für den Strassenverkehr bestimmten Anteils an der Mineralölsteuer; Anforderungen an Fahrzeuge und Personen im Strassenverkehr, Verhalten im Strassenverkehr, Fussund Wanderwege, Velowege und historische Verkehrswege (Langsamverkehr).
<sup>19</sup> b. Es baut, unterhält und betreibt die Nationalstrassen und übt die Oberaufsicht über die Fertigstellung des beschlossenen Nationalstrassennetzes sowie über die Strassen von gesamtschweizerischer Bedeutung aus.
<sup>20</sup> c. …
<sup>4</sup> Das ASTRA ist berechtigt, gegen letztinstanzliche kantonale Entscheide, welche die Strassenverkehrsgesetzgebung betreffen, Beschwerde beim Bundesgericht zu erheben. Die kantonalen Behörden haben dem ASTRA solche Entscheide zu eröffnen. Das ASTRA ist in seinem Zuständigkeitsbereich auch zur Beschwerde gegen Entscheide des Bundesverwaltungsgerichts betreffend das öffentliche Beschaffungs-
<sup>21</sup> <sup>22</sup> recht berechtigt.
##### **Art. 11** Bundesamt für Kommunikation
<sup>1</sup> Das Bundesamt für Kommunikation (BAKOM) ist die Fachbehörde für das Fernmeldewesen und für die elektronische Massenund Individualkommunikation.
<sup>2</sup> Es verfolgt entsprechend den politischen Vorgaben insbesondere folgende Ziele:
- a. Sicherstellung der landesweiten Grundversorgung, welche sowohl den Erfordernissen der Informationsgesellschaft als auch der publizistischen Vielfalt und der politischen Information Rechnung trägt und die kulturelle Vielfalt fördert;
- b. Ermöglichung eines wirksamen Wettbewerbs, welcher zu konkurrenzfähigen Kommunikationsleistungen führt.
<sup>3</sup> Zur Verfolgung dieses Zieles nimmt das BAKOM folgende Funktionen wahr:
- a. Es bereitet die Entscheidungen für eine kohärente Politik im Bereich der Kommunikation vor und setzt sie um. Dazu gehören insbesondere: Überwachung des Konzessionswesens im Bereich von Radio und Fernsehen, inklusive Finanzaufsicht über die Schweizerische Radiound Fernsehgesellschaft und Aufsicht über die Inkassostelle für Radio und Fernsehen.
- b. Es stellt die notwendigen Frequenzressourcen im Kommunikationswesen und die schweizerischen Nutzungsrechte und Orbitalpositionen von Satelliten für das Fernmeldewesen sicher. Dazu gehören insbesondere: Planung und Verwaltung der Frequenzressourcen, Erteilung von Diensteund Funkkonzessionen sowie deren Aufsicht.
- c. Es stellt die Konformität von Fernmeldeanlagen mit den technischen Vorschriften im Rahmen von Marktzugangsverfahren sicher und nimmt die Marktaufsicht in diesem Bereich wahr.
- d. Es bereitet die Entscheide zuhanden der Kommunikationskommission (Art. 16) vor, insbesondere im Bereich der Frequenzpläne, der Zuteilung von Adressierungselementen, der Nummernportabilität, der Konzessionierung von Fernmeldedienstanbieterinnen, Carrier Selection und der Interkonnektion.
<sup>23</sup> e. Es stellt die Konformität elektrischer Geräte und ortsfester Anlagen mit den Vorschriften über die elektromagnetische Verträglichkeit sicher und übt die Marktüberwachung in diesem Bereich aus.
<sup>24</sup> Art. 12 Bundesamt für Umwelt
<sup>1</sup> Das Bundesamt für Umwelt (BAFU) ist die Fachbehörde für die Umwelt.
<sup>2</sup> Es verfolgt entsprechend den politischen Vorgaben insbesondere folgende Ziele:
- a. langfristige Erhaltung und nachhaltige Nutzung der natürlichen Ressourcen (Boden, Wasser, Wald, Luft, Klima, biologische und landschaftliche Vielfalt) und Behebung bestehender Beeinträchtigungen;
- b. Schutz des Menschen vor übermässiger Belastung insbesondere durch Lärm, schädliche Organismen und Stoffe, nichtionisierende Strahlung, Abfälle, Altlasten und Störfälle);
- c. Schutz des Menschen und erheblicher Sachwerte vor hydrologischen und geologischen Gefahren, namentlich vor Gefahren durch Hochwasser, Erdbeben, Lawinen, Rutschungen, Erosionen und Steinschlag.
<sup>3</sup> Zur Verfolgung dieser Ziele nimmt das BAFU folgende Funktionen wahr:
- a. Es bereitet Entscheide für eine umfassende und kohärente Politik der nachhaltigen Bewirtschaftung der natürlichen Ressourcen vor und setzt sie um. Dazu gehören insbesondere die nachhaltige Nutzung der natürlichen Ressourcen sowie der Schutz des Menschen vor Naturgefahren und der Umwelt vor übermässigen Belastungen.
- b. Als Grundlage der Ressourcenbewirtschaftung betreibt es Umweltbeobachtung und informiert über den Zustand der Umwelt und die Möglichkeiten, die natürlichen Ressourcen ausgewogen zu nutzen und zu schützen.
<sup>25</sup> Art. 12 a Bundesamt für Raumentwicklung
<sup>1</sup> Das Bundesamt für Raumentwicklung (ARE) ist die Fachbehörde für Raumplanung sowie für Fragen des Gesamtverkehrs und der nachhaltigen Entwicklung.
<sup>2</sup> Es verfolgt entsprechend den politischen Vorgaben insbesondere folgende Ziele:
- a. Förderung der nachhaltigen Entwicklung;
- b. Sicherstellung der zweckmässigen und haushälterischen Nutzung des Bodens und der geordneten Besiedlung des Landes sowie Schaffung der Voraussetzungen für die räumliche Einbindung der Schweiz in Europa;
- c. Schaffung eines Ausgleichs zwischen den verschiedenen Schutzund Nutzungsinteressen;
- d. Stärkung des Städtesystems und Strukturierung der Agglomerationen;
- e. Vernetzung von Stadt und Land sowie Berücksichtigung der Anliegen der ländlichen Räume;
- f. Koordination zwischen den Verkehrsträgern.
<sup>3</sup> Zur Verfolgung dieser Ziele nimmt das ARE folgende Funktionen wahr:
- a. Es erarbeitet Grundlagen und Strategien in den Bereichen Raumentwicklung, Gesamtverkehr sowie nachhaltige Entwicklung.
- b. Es sorgt dafür, dass sich die Interessenabwägung bei der Erfüllung von Bundesaufgaben an den Grundsätzen der Nachhaltigkeit orientiert, und unterstützt dabei die Bestrebungen zum Schutz und allenfalls zur Wiederherstellung einer intakten Landschaft.
- c. Es sorgt bei der Erfüllung von raumund verkehrswirksamen Aufgaben für die bundesinterne Koordination. Insbesondere beteiligt es sich an der Erarbeitung von Konzepten und Sachplänen des Bundes, erarbeitet allgemeine verkehrsplanerische und verkehrspolitische Grundlagen im Hinblick auf eine koordinierte Verkehrspolitik des Bundes und sorgt dafür, dass in den Sachpolitiken des Bundes das Prinzip der nachhaltigen Entwicklung vermehrt berücksichtigt wird.
- d. Es arbeitet in seinem gesamten Aufgabenbereich partnerschaftlich insbesondere mit den Kantonen zusammen.
- e. Es trägt aktiv zur Gestaltung der Kernstädte und der Agglomerationen bei und wirkt bei Ausgleichsmassnahmen im ländlichen Raum mit.
- f. Es sucht die internationale Zusammenarbeit, wirkt in europäischen Koordinationsgremien mit und übernimmt bundesintern die Federführung für die transnationale Zusammenarbeit auf dem Gebiet der Raumentwicklung und im Bereich des Gesamtverkehrs sowie für die Umsetzung der Alpenkonvention.
- g. Es sorgt zusammen mit den Kantonen für einen korrekten Vollzug des Raumplanungsrechts.
### 3. Kapitel: Verwaltungseinheiten der dezentralen Bundesverwaltung
… <sup>26</sup>
<sup>27</sup> Art. 13 Schweizerische Unfalluntersuchungsstelle Die Schweizerische Unfalluntersuchungsstelle (Organisationsverordnung SUST vom
<sup>28</sup> 23. März 2011 ) ist dem Generalsekretariat administrativ zugewiesen.
<sup>29</sup> Art. 13 a
<sup>30</sup> Postregulationsbehörde Art. 14
<sup>31</sup> Die Postregulationsbehörde (Art. 40 Postverordnung vom 26. Nov. 2003 ) ist dem Generalsekretariat administrativ zugewiesen.
<sup>32</sup> Art. 14 a Eidgenössisches Nuklearsicherheitsinspektorat Das Eidgenössische Nuklearsicherheitsinspektorat ist administrativ dem Generalsekretariat zugewiesen. … <sup>33</sup>
<sup>34</sup> Art. 15 Unabhängige Beschwerdeinstanz für Radio und Fernsehen Die Unabhängige Beschwerdeinstanz für Radio und Fernsehen (Art. 82–85 Bundes-
<sup>35</sup> gesetz vom 24. März 2006 über Radio und Fernsehen) ist dem Generalsekretariat administrativ zugewiesen.
<sup>36</sup> Art. 16 Elektrizitätskommission Die Elektrizitätskommission (Art. 21 des Stromversorgungsgesetzes vom 23. März
<sup>37</sup> 2007 ) ist dem Generalsekretariat administrativ zugewiesen.
<sup>38</sup> Art. 17 Kommunikationskommission Die Kommunikationskommission (Art. 56 des Fernmeldegesetzes vom 30. April
<sup>39</sup> 1997 ) ist dem Generalsekretariat administrativ zugewiesen.
<sup>40</sup> Art. 17 a Schiedskommission im Eisenbahnverkehr Die Schiedskommission im Eisenbahnverkehr (Art. 40 a des Eisenbahngesetzes vom
<sup>41</sup> 20. Dez. 1957 ) ist dem Generalsekretariat administrativ zugewiesen.
### 4. Kapitel: Schlussbestimmungen
##### **Art. 18** Aufhebung und Änderung bisherigen Rechts
Bisheriges Recht wird gemäss Anhang aufgehoben oder geändert.
##### **Art. 19** Inkrafttreten
Diese Verordnung tritt am 1. Januar 2000 in Kraft.
###### Fussnoten
[^1]: SR 172.010
[^2]: SR 172.010.1
[^3]: Fassung gemäss Ziff. I der V vom 26. Okt. 2005, in Kraft seit 1. Jan. 2006 (AS 2005 5441).
[^4]: Fassung gemäss Ziff. I der V vom 26. Okt. 2005, in Kraft seit 1. Jan. 2006 (AS 2005 5441).
[^5]: Eingefügt durch Ziff. I der V vom 18. Okt. 2000 (AS 2000 2611).
[^6]: Fassung gemäss Ziff. I der V vom 18. Okt. 2000 (AS 2000 2611).
[^7]: Aufgehoben durch Ziff. I der V vom 18. Okt. 2000 (AS 2000 2611).
[^8]: SR 783.0
[^9]: SR 783.1
[^10]: Aufgehoben durch Ziff. I der V vom 22. Aug. 2007 (AS 2007 3967).
[^11]: Eingefügt durch Ziff. I der V vom 26. Okt. 2005, in Kraft seit 1. Jan. 2006 (AS 2005 5441).
[^12]: Fassung gemäss Ziff. I der V vom 26. Okt. 2005, in Kraft seit 1. Jan. 2006 (AS 2005 5441).
[^13]: Eingefügt durch Ziff. I der V vom 26. Okt. 2005, in Kraft seit 1. Jan. 2006 (AS 2005 5441).
[^14]: Aufgehoben durch Ziff. I der V vom 26. Okt. 2005, mit Wirkung seit 1. Jan. 2006 (AS 2005 5441).
[^15]: Fassung gemäss Ziff. I der V vom 26. Okt. 2005, in Kraft seit 1. Jan. 2006 (AS 2005 5441).
[^16]: Eingefügt durch Ziff. I der V vom 26. Okt. 2005, in Kraft seit 1. Jan. 2006 (AS 2005 5441).
[^17]: Fassung gemäss Anhang Ziff. 5 der V vom 12. Nov. 2008 über das Eidgenössische Nuklearsicherheitsinspektorat, in Kraft seit 1. Jan. 2009 (AS 2008 5747).
[^18]: Eingefügt durch Ziff. I der V vom 26. Okt. 2005, in Kraft seit 1. Jan. 2006 (AS 2005 5441).
[^19]: Fassung gemäss Anhang 4 Ziff. II 2 der Nationalstrassenverordnung vom 7. Nov. 2007, in Kraft seit 1. Jan. 2008 (AS 2007 5957).
[^20]: Aufgehoben durch Ziff. II 12 der V vom 8. Nov. 2006 über die Anpassung von Bundesratsverordnungen an die Totalrevision der Bundesrechtspflege, mit Wirkung seit 1. Jan. 2007 (AS 2006 4705).
[^21]: Dritter Satz eingefügt durch Anhang 4 Ziff. II 2 der Nationalstrassenverordnung vom 7. Nov. 2007, in Kraft seit 1. Jan. 2008 (AS 2007 5957).
[^22]: Eingefügt durch Ziff. II 12 der V vom 8. Nov. 2006 über die Anpassung von Bundesrats- verordnungen an die Totalrevision der Bundesrechtspflege, in Kraft seit 1. Jan. 2007 (AS 2006 4705).
[^23]: Eingefügt durch Anhang 3 Ziff. II 1 der V vom 18. Nov. 2009 über die elektromagneti- sche Verträglichkeit, in Kraft seit 1. Jan. 2010 (AS 2009 6243).
[^24]: Fassung gemäss Ziff. I der V vom 26. Okt. 2005, in Kraft seit 1. Jan. 2006 (AS 2005 5441).
[^25]: Eingefügt durch Ziff. I der V vom 18. Okt. 2000 (AS 2000 2611).
[^26]: Aufgehoben durch Anhang 3 Ziff. 6 der V vom 30. Juni 2010, mit Wirkung seit 1. Aug. 2010 (AS 2010 3175).
[^27]: Fassung gemäss Anhang Ziff. 2 der Organisationsverordnung SUST vom 23. März 2011, in Kraft seit 1. Nov. 2011 (AS 2011 4589).
[^28]: SR 172.217.3
[^29]: Eingefügt durch Art. 46 der Postverordnung vom 26. Nov. 2003 (AS 2003 4753). Aufge- hoben durch Anhang 3 Ziff. 6 der V vom 30. Juni 2010, mit Wirkung seit 1. Aug. 2010 (AS 2010 3175).
[^30]: Fassung gemäss Anhang 3 Ziff. 6 der V vom 30. Juni 2010, in Kraft seit 1. Aug. 2010 (AS 2010 3175).
[^31]: SR 783.01
[^32]: Eingefügt durch Anhang Ziff. 5 der V vom 12. Nov. 2008 über das Eidgenössische Nuklearsicherheitsinspektorat, in Kraft seit 1. Jan. 2009 (AS 2008 5747).
[^33]: Aufgehoben durch Anhang 3 Ziff. 6 der V vom 30. Juni 2010, mit Wirkung seit 1. Aug. 2010 (AS 2010 3175).
[^34]: Fassung gemäss Anhang 3 Ziff. 6 der V vom 30. Juni 2010, in Kraft seit 1. Aug. 2010 (AS 2010 3175).
[^35]: SR 784.40
[^36]: Fassung gemäss Ziff. I der V vom 9. Dez. 2011, in Kraft seit 1. Jan. 2012 (AS 2011 6107).
[^37]: SR 734.7
[^38]: Fassung gemäss Ziff. I der V vom 9. Dez. 2011, in Kraft seit 1. Jan. 2012 (AS 2011 6107).
[^39]: SR 784.10
[^40]: Eingefügt durch Anhang 3 Ziff. 6 der V vom 30. Juni 2010 (AS 2010 3175). Fassung gemäss Ziff. I der V vom 9. Dez. 2011, in Kraft seit 1. Jan. 2012 (AS 2011 6107).
[^41]: SR 742.101
<sup>1</sup> 2
2012-01-01
2011-11-01
2010-08-01
2010-01-01
2009-01-01
2008-01-01
2007-09-01
2007-01-01
2006-01-01
2004-01-01
2000-11-01
2000-01-01
1999-12-06
OV-UVEK
Originalfassung
Text zu diesem Datum